19 de abril de 2021

Pastor que disse que ora para que ator LGBT seja levado pelo dono se tornou alvo de processo por homofobia

 

Pastor que disse que ora para que ator LGBT seja levado pelo dono se tornou alvo de processo por homofobia

Julio Severo

Um pastor da Assembleia de Deus que disse orar para que um ator gay, internado um mês por causa da COVID-19, seja levado pelo seu dono se tornou alvo de dezenas de grupos gays buscando processá-lo por “homofobia.” Os grupos alegam que o pastor quer matar o gay através de orações.



Em postagem de Facebook, que mais tarde foi pagada, o Pr. José Olímpio, da Assembleia de Deus de Alagoas, disse:

“Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si.”

Em repúdio a essa oração, vários grupos homossexuais brasileiros emitiram uma nota dizendo:

“É urgente que crimes como estes, motivados por homofobia, sejam enquadrados da tipificação da LGBTfobia , na lei de combate ao racismo de n. 7.716/2018, e que punições mais rigorosas e severas sejam tomadas  contra condutas homofóbicas e atos discriminatórios como o em questão.”

O texto foi escrito por Toni Reis, que no passado solicitou que o Ministério Público Federal me incriminasse por “homofobia,” porque meus artigos adotam uma forte postura cristã e bíblica contra o pecado favorito dele. Ele só parou de me perseguir depois que deixei o Brasil com minha família.

O ator Paulo Gustavo tem histórico de fazer piadas contra Jesus Cristo. Mas isso não justifica uma indignação que queira a morte dele, nem justifica que grupos homossexuais façam vista grossa às piadas preconceituosas dele.

Em sua nota, Reis acrescentou que essa oração é um “ato criminoso de violência, praticado por este líder religioso.”

Ele tratou a oração como uma verdadeira tentativa de violência e assassinato. Um exagero tão grande que superou o exagero da próprio oração.

Essa não é uma oração padrão de cristãos verdadeiramente convertidos. Um cristão verdadeiro ora pela conversão dos pecadores, sejam assassinos, adúlteros, ladrões, pedófilos, homossexuais, etc.

Digno de atenção é que Toni Reis e grupos homossexuais ligados a ele trataram a oração do pastor como “crime.”

Mesmo sendo fora dos padrões cristãos, a oração do pastor pentecostal oferece uma visão útil do mundo espiritual do pastor e dos homossexuais.

Vendo da perspectiva do pastor, como é que ele pode entrar na presença de Jesus para oração e dizer: “Jesus, coloco diante de ti aquele gay e quero que tu faças com que o dono dele o leve.”

Do ponto-de-vista da Bíblia, o dono dos homossexuais é o diabo.

Se tais orações fossem ouvidas, não haveria homossexuais no mundo.

Contudo, só há duas questões. Cristãos não fazem essas orações e Deus não ouve esse tipo de oração.

Vendo pela perspectiva dos homossexuais, por que eles estão preocupados com uma oração que pede que eles sejam levados pelo seu dono? Eles não deveriam se preocupar, a menos que eles conheçam quem é de fato o dono deles — que ele é uma criatura maligna e diabólica.

Se um ativista LGBT disser para mim que vai rezar para que meu dono me leve, não me importarei. Conheço meu Dono — Jesus Cristo. Ele não está sujeito às rezas de ninguém. Não tenho medo do meu Dono, que não é um matador e não ouve rezas de quem quer a morte dos outros.

Mas pelo visto, os homossexuais têm medo de seu dono. Não é segredo que muitos homossexuais têm uma preferência especial pela bruxaria, onde rezas e sacrifícios rituais são feitos contra pessoas. Essas rezas e sacrifícios incluem até pedidos para que demônios matem pessoas. Talvez os grupos gays processando o pastor acham que ele quer lhes fazer a mesma coisa que eles, através da bruxaria, fazem aos outros.

Se um ativista gay realiza uma reza ou sacrifício ritual de bruxaria contra mim, confio em Jesus, que é mais poderoso do que Satanás e seus bruxos. Em nome de Jesus, quebro o poder da bruxaria.

Então, pelo fato de que muitos homossexuais brasileiros preferem a bruxaria, eles não desconhecem rezas contra pessoas.

Tenho certeza de que o pastor que fez a oração fora dos padrões cristãos foi repreendido por outros pastores. Mas se sua oração, que não é comum em igrejas cristãs, merece castigo legal por “homofobia,” o que dizer de lugares de bruxaria frequentados por homossexuais que rotineiramente fazem rezas e sacrifícios rituais contra pessoas e suas vidas? A polícia deveria fechar esse lugares e deixar os homossexuais sem sua religião favorita?

De forma mais clara, se a oração impensada pastor assembleiano é crime, o que são as rezas e sacrifícios rituais da religião favorita dos gays brasileiros? Fatalmente, a tentativa do ativista homossexualista Toni Reis de criminalizar uma oração impensada criminaliza a bruxaria, suas rezas e sacrifícios rituais contra as pessoas.

A “homofobia” foi oficialmente criminalizada no Brasil em 2019 pelo Supremo Tribunal Federal. Na classificação de “homofobia,” foram criminalizados atos e opiniões contra homossexuais.

Se o pastor quiser continuar orando para que o dono do pecado homossexual leve seus escravos ele terá de mudar de religião. Por coincidência, a religião favorita dos homossexuais reza contra a vida das pessoas.

Se os homossexuais que praticam a bruxaria acreditam que o diabo é uma criatura bondosa, eles não deveriam se preocupar com nenhuma reza pedindo para seu dono levá-los. Embora eu não concorde de forma alguma com essas rezas, os homossexuais precisam dizer se eles têm ou não medo de seu dono espiritual.

Se todos os pastores orassem para que os pecadores fossem levados por seus donos demoníacos, a evangelização se tornaria inútil, por falta de pecadores para ouvir o Evangelho.

Não oro pela morte de pecadores. Oro pela salvação deles. Mas ninguém pode garantir que homossexuais, que preferem a bruxaria, têm esses mesmos sentimentos. Ninguém pode garantir que nas reuniões de bruxaria deles rezas não são feitas contra cristãos.

No entanto, não tenho medo. Não tenho medo do meu dono, pois sei a quem sirvo. E não tenho medo do dono dos homossexuais, pois sei a quem eles servem.

Versão em inglês deste artigo: Brazilian minister who said he prayed that LGBT actor may be taken by his owner became a target of a homophobia lawsuit

Fonte: www.juliosevero.com

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8 comentários :

Flávio disse...

Se for criminalizar isso vamos ter que criminalizar os cultos de religiões afro

Cicero disse...

Cada vez mais vemos impostores em vez de pastores verdadeiros!🤦

Anônimo disse...

Não vejo essa atitude do pastor como perseguição a homossexuais, ele expôs toda a sua indignação contra o deboche da interpretação do ator contra a Bíblia, Deus e Cristo como se fosse algo inútil e desprezível.

Anônimo disse...

Júlio Severo, o que você pensa a respeito, conclusivamente:

O homossexualismo é uma espécie de "cardos e abrolhos" de que fala o pastor Caio Fábio, citando o Gênesis? Ou seja, segundo sua tese, com a entrada do pecado no mundo a natureza (biologia, flora, fauna), inclusive humana, teria sido alterada à propiciar homossexuais por natureza (de nascença, algo do tipo)? Seria isso verdade, e que só seria punível o homossexualismo aprendido (cultural, por mera perversão moral, enfim). Obrigada.

Julio Severo disse...

Anônima, Caio Fábio, como apostáta que é, tem dificuldade de lidar com essa e outras questões, principalmente porque ele mesmo tem um filho homossexual, por causa do próprio mau exemplo dele como pai e pastor então da IPB. Por um lado, existe a questão do pecado que entrou no mundo e na natureza humana. Por outro lado, Jesus Cristo veio para destruir o poder do pecado e libertar seus cativos. A Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, não faz distinção entre homossexualismo de nascença (termo inventado por ativistas gays) e homossexualismo aprendido. A Bíblia apenas diz que praticar isso é abominável, que significa nojento. A Bíblia é uma fonte garantida e segura sobre a natureza humana. Já Caio Fábio é a prova viva do que a natureza humana pode fazer com o caráter e religiosidade de um homem. O sujeito é tão mentiroso e difamador que ele já chegou a me acusar de ter casos homossexuais num seminário evangélico, numa tentativa baixa de desqualificar minha denúncia de que o filho dele preparou uma telogia gay para uma igreja gay, que o filho dele foi casado com um pastor gay e que ele mesmo já pregou na igreja gay do filho.

Alexandre disse...

Primeiramente Deus é amor, e como filhos e não criaturas de Deus, devemos orar para qualquer pecador, seja ele quem for, para que se arrependa de seus pecados e venha alcançar a salvação, quem se diz cristão e deseja a morte ou o mal do próximo é porque jamais conheceu a Deus, e naquele dia será contado junto com os ímpios, pois tendo conhecimento da palavra não usou de misericórdia, não esqueçamos, Deus também é justiça.

Anônimo disse...

Escreve sobre o gay que matou os três filhos adotivos queimados depois de brigar com o "marido" dele há cerca de dois meses. Infelizmente a mídia não fez o estardalhaço que deveria ser feito num caso terrível desses!

Thel disse...

Júlio, você disse tudo: os filhos veem nos pais os exemplos a serem seguidos. Quando estes são ímpios ou não vivem o que pregam como cristãos, os filhos tendem a viver uma vida pecaminosa e os pais, sabendo que não têm moral para repreender os filhos, acabam fazendo de conta que não estão vendo nada ou apoiam os filhos nos seus pecados. Isso aconteceu com Caio Fábio e, acredito também, que foi o que aconteceu com Daniel Mastral (eu comecei a achar estranho que o filho dele usasse brincos já com 13 anos de idade e Mastral não o repreendia).
Resumindo: muitas tragédias familiares poderiam ser evitadas se os pais fossem verdadeiros cristãos: dando bom testemunho e ensinando o filho no caminho que deve andar, como a Palavra de Deus ordena.