14 de abril de 2021

O Partido Democrático dos EUA e suas guerras sanguinárias

 

O Partido Democrático dos EUA e suas guerras sanguinárias

Julio Severo

Quando se fala hoje no Partido Democrático dos EUA, a primeira coisa que nos vem à mente é seu socialismo agressivo e obsceno e sua infame guerra contra os bebês em gestação por meio do fortalecimento e expansão de leis de aborto que sustentam uma indústria multibilionária que lucra com a morte dos inocentes.



Contudo, nem sempre o aborto foi a principal plataforma de guerra do Partido Democrático.

As duas principais guerras mundiais — a Primeira e Segunda Guerras Mundiais — tiveram a participação decisiva e destrutiva dos democratas americanos.

Sob a liderança do presidente democrata Woodrow Wilson, os democratas americanos lançaram os EUA na Primeira Guerra Mundial, trazendo grande destruição. De acordo o escritor JIm Powell em seu livro “Wilson’s War: How Woodrow Wilson’s Great Blunder Led to Hitler, Lenin, Stalin, and World War II” (Crown Publishing Group, 2005), os erros de Wilson e seu Partido Democrático foram decisivos para pavimentar a vinda de Hitler, Lênin e Stálin — e a própria Segunda Guerra Mundial.

Sob a liderança do presidente democrata Franklin Delano Roosevelt, os democratas americanos lançaram os EUA na Segunda Guerra Mundial, trazendo grande destruição.

Se a Primeira e Segunda Guerras Mundiais foram problemas agravados por um democrata, nada mais justo do que outro democrata para resolvê-los. A questão é que em vez de resolver, Roosevelt piorou o que já estava péssimo. Ele fez aliança com Stálin da União Soviética, grandemente fortalecendo o império soviético.

O livro “New World Order: The Ancient Plan of Secret Societies” (Huntington House Publishers, 1990), escrito pelo general William T. Still, explica como Roosevelt salvou, alimentou e fortaleceu o império soviético.

Portanto, não é só nos EUA que os democratas derramam sangue com sua defesa do assassinato de bebês em gestação por meio do aborto. Eles passaram o século XX derramando sangue no mundo inteiro com guerras atrás de guerras.

Embora a principal guerra deles hoje seja a guerra do aborto, em nome dos direitos humanos das mulheres, nada os impede de desempenhar seu tradicional papel de envolvimento militar em guerras internacionais, em nome de um falso patriotismo.

Digo falso patriotismo porque a função das forças armadas é defender principalmente as fronteiras dos EUA. Tal missão as forças armadas americanas não estão cumprindo, pois estão mobilizadas em mais de 800 bases militares espalhadas ao redor do mundo.

Não é a toa que o índice de suicídios entre soldados americanos seja altíssimo. É opressivo ter de lutar, matar e morrer em guerras inexplicáveis em longínquos lugares.

O Partido Democrático, com seu socialismo, aborto e guerras tradicionais, é o Partido das Guerras Sanguinárias.

O sucesso dos democratas em defender suas guerras sanguinárias em nome de um falso patriotismo foi tão grande que até o Partido Republicano, que no passado rejeitava o envolvimento dos EUA em guerras externas, hoje entusiasticamente abraça as guerras dos democratas.

Só espero que o Partido Republicano não acabe também abraçando outras guerras dos democratas, principalmente o aborto. Mas a guerra homossexual eles já estão abraçando, depois de anos de campanhas democratas para doutrinar a população americana nessa depravação.

Agora, os democratas conseguiram colocar o império americano a serviço do imperialismo homossexual. Eles fazem guerras por tudo e por nada. Estarão eles dispostos a fazer guerras mundiais para defender a aberração do homossexualismo e do aborto?

Versão em inglês deste artigo: The U.S. Democratic Party and Its Bloody Wars

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Um Império Lançado por Socialistas dos EUA

Nigéria e outras nações africanas preocupadas com a ameaça do imperialismo LGBT de Joe Biden

A força transcendente do neoconservadorismo na mídia e entre esquerdistas e direitistas dos EUA

O que é neoconservadorismo? Quem são os neocons?

Babilônia conservadora em “Perseguição”: Televangelista híbrido cai em armação de neocon pagão, e o “evangelho” da liberdade de expressão, do patriotismo ou igualdade substituindo o Evangelho de Jesus Cristo

Deus é bom para Israel: Como a Providência impediu Franklin Roosevelt de impedir o nascimento do moderno Estado de Israel

Mike Pompeo: O comunismo chinês é “a ameaça central dos nossos tempos”

Destino Manifesto na Bíblia? Os EUA São a Babilônia Moderna, Disse David Wilkerson

3 comentários :

Rodolfo disse...

Também sou crítico da postura extremamente beligerante dos EUA, mas quanto a segunda guerra mundial, não considero que a entrada dos EUA fosse opcional, principalmente depois de ser alvo do ataque covarde do exército japonês.

Julio Severo disse...

Rodolfo, há uma teoria, que vi pela primeira vez num dos livros do Dr. James Dobson na década de 1990, de que o ataque japonês a Pearl Harbor já era sabido pelos serviços de inteligência dos EUA. Essa teoria sugere que Roosevelt deixou suas forças militares à vontade e alvos fáceis para revoltar a população americana a tal ponto que eles mesmos se dispusessem a entrar na guerra. Antes disso, Roosevelt vinha lutando sem sucesso pela entrada dos EUA na guerra. Os conservadores resistiram muito para que os EUA não se envolvessem. Nesse sentido, Pearl Harbor teria sido um sacrifício…

Anônimo disse...

Júlio o que vc acha dos que dizem que os democratas modernos são uma versão secular dos puritanos?

Os republicanos originalmente representavam os puritanos, crendo que todos são iguais ( a imagem de Deus) acabaram com a escravidão, deram direitos as mulheres.
Hoje, invertido, o sul representa os puritanos antes, livre mercado e conservadorismo, e o norte uma versão secular do pós milenismo, é universalista e busca levar democracia e "direitos humanos" (lgbt, feminismo) para o mundo todo, como um milenarismo sem Deus, triste secularização do protestantismo.