18 de abril de 2021

A Sodoma que existiu outrora e a moderna Sodoma

 

A Sodoma que existiu outrora e a moderna Sodoma

Scott Lively

Não há nada de novo sob o sol, disse o rei Salomão, que sabia de onde ele falava, tendo se desviado tão longe da justiça em seus anos últimos que ele instituiu a adoração de demônios cananitas no Monte das Oliveiras (1 Reis 11). Essa adoração durou 300 anos, até que o rei justo Josias terminasse essa prática, em parte, “demoli[ndo] os alojamentos dos prostitutos e das prostitutas cultuais dentro do templo do SENHOR, onde as mulheres teciam enfeites” (2 Reis 23 NVT). A Aserá, ou Aserim, eram enormes postes em forma de pênis, muitas vezes esculpidos em carvalho, que adornavam os “lugares altos,” onde Baal e Asteretes eram adorados através da prostituição masculina e feminina e do sacrifício de crianças (que eram assadas vivas).



Solomão perdeu sua regência — para si mesmo e toda a sua posteridade — por causa dessa idolatria, e o Reino Unido de Davi se dividiu em dois, porque há algumas coisas que nosso Deus — tão longânimo de muitas maneiras — não tolerará. No primeiro lugar da lista está a adoração aos demônios cananitas, a qual sempre era caracterizada pelo extremo desvio sexual e assassinato de bebês. Aborto. Perversões LGBT. Não há nada de novo sob o sol.

Nossos avós, não importa de onde eles possam ter migrado de todo o mundo, também condenavam “o amor que não ousa falar seu nome.” Até mesmo na década de 1950, a homossexualidade era tão totalmente vilipendiada como uma forma de desvio sexual que não poderia ser mencionada “na presença de pessoas educadas”; assim, a primazia absoluta da família natural baseada no casamento estava segura como a fundação e a estrutura da grande sociedade.

Foi a ascensão do marxismo que mudou tudo. Karl Marx e Frederick Engels eram hostis ao movimento homossexual, que atuava então na clandestinidade. E por toda a sua história, o comunismo soviético também evitou práticas homossexuais devido à sua destrutividade social. Mas pelo fato de que seu objetivo final sempre foi a derrubada da civilização judaico-cristã, e pelo fato de que a insistência judaica (fiel à Torá) sobre a monogamia heterossexual sempre foi a base dessa civilização (confirmada de forma muitíssimo militante na derrubada macabeana de Antíoco IV feita por Epifanes em 164 a.C.), não foi surpresa que o movimento marxista maior eventualmente usasse ativistas homossexuais para incitar a “revolução sexual” para derrubar nossa civilização de dentro (assim como o bruxo Balaão aconselhou o rei moabita Balaque a fazer com os israelitas em Números 25). Não há nada de novo sob o sol.

E assim tornou-se política padrão soviética fomentar a revolução sexual em todos os países do Ocidente (mas nunca na Rússia). E seus principais agentes eram homossexuais, para quem “revolução sexual” significava “libertação” do que Herbert Marcuse chamava “a ordem repressiva da sexualidade procriativa.” Não era por acaso, pois, que o “Pai do Movimento Gay Americano” era Harry Hay, um professor de marxismo de longa data antes de fundar a Sociedade Mattachine em 1950.

Agora, a Alemanha não precisava de manipulação externa para abraçar a “revolução sexual,” sendo a pátria do “avô do movimento gay moderno,” Karl Ulrichs. Abordei isso em um artigo anterior. E a Inglaterra, cujas “elites” estavam enamoradas de almofadinhas gays que iam ao extremo como Oscar Wilde (autor da citação de “o amor que não ousa” acima) não precisavam de uma persuasão pesada. Mas a América “rural” precisava. E assim nos tornamos alvo de uma campanha de engenharia social multifacetada que conseguiu muito além dos sonhos mais desvairados de Oscar.

Essa campanha sempre foi “progressista” no sentido de que LGBT não é uma “coalizão de minorias sexuais”, mas um conjunto de passos para desmantelar a normalidade heterossexual.

De fato, todo o conceito de “minorias sexuais” é uma invenção marxista — um componente da “Teoria Queer.” Na realidade auto-evidente, todos os seres humanos são, geneticamente, seres heterossexuais binários capazes de se engajar voluntariamente em qualquer forma de desvio sexual. É a natureza espiritual e emocional do desvio sexual capturar o senso de identidade como uma pessoa sexual, em um processo que acredito que está relacionado à química do cérebro humano associada ao clímax sexual: produzindo na psique humana algo semelhante ao fenômeno de “impressões” em aves. Eu nunca esquecerei que aprendi essa lição com o meu ex-amigo gay Sonny (de quem minha esposa e eu cuidamos em seus últimos dias de Aids em nosso lar até a morte dele). Ele foi estuprado por um homem no banheiro da Associação Cristã de Moços aos 7 anos, e para sempre depois lutou contra o fetiche de buscar sexo combinado com o cheiro de urina.

Lembre-se de que todas as “orientações sexuais” são definidas por auto-identificação pessoal, não critérios fisiológicos objetivos. Portanto, o emocionalismo e a ideologia desempenham um papel enorme no processo, e é por isso que a propaganda LGBT patrocinada pelo governo e aprovada pela sociedade é perigosa de uma maneira bem diferente. E é a razão pela qual eu sempre aviso que “o recrutamento gay” de crianças é mais sobre encorajá-las a se experimentar homossexualmente umas com as outras do que abusos de adultos contra crianças (o que também é muito mais predominante do que a mídia informará). É por isso que eles sempre adicionam Q (para “questionar”) em “LGBT” — é uma estratégia de marketing.

O lesbianismo é o mais fácil de vender ao público, já que recebe a menor resistência dos homens, porque sempre foi um componente da pornografia moderna. A homossexualidade masculina é uma venda mais difícil, mas eles forçaram isso em nós gradualmente ao longo de décadas. A “bissexualidade” é realmente sobre abandonar o pretexto de que os homossexuais “nascem desse jeito” e mudar de volta ao seu argumento original (completamente derrotado durante a revolução conservadora de Reagan) de que toda a sexualidade é uma questão de escolha pessoal que a sociedade não tem o direito de regulamentar. Estamos ali agora na rápida ascensão do “poliamor,” apenas outro nome para a bissexualidade, mas em grupos. O transgenderismo é a vanguarda e não é realmente sobre a sexualidade, mas um ataque ao determinismo genético visando preparar as gerações mais jovens para o “transumanismo,” mediante o qual os seres humanos usam manipulação genética, robótica e IA para criar formas de nós mesmos “superiores” e posteriormente “imortais” (a mesma razão pela qual Deus nos expulsou do Jardim do Éden: para impedir isso).

Sodoma é o símbolo máximo da rebelião contra Deus, desencadeando sua ira. E é o símbolo usado para definir o Reino do Anticristo no livro de Apocalipse. A sodomia é o comportamento associado ao Dilúvio de Noé (de acordo com o Talmude) e a vinda (talvez emergente) da Era da Apostasia (de acordo com Paulo). A Bíblia nunca tolera ou minimiza a sodomia, mas a aceitação/celebração cristã obrigatória dela de se tornou a medida rigidamente inflexível do mundo do que é “bondade” em pastores e igrejas.

Precisamos realmente ficar surpresos? Não há nada de novo sob o sol — apenas a escolha que toda geração deve fazer: obedecer a Deus ou desafiá-lo e colher as conseqüências à altura.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): The once and future Sodom

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

“Casamento” homossexual e os últimos dias

2 comentários :

Anônimo disse...

Será que denuncio essa página por homofobia e o Júlio Severo vai preso? Deixe me fazer uma brincadeira, uni...duni...tê.... Salamê... Linguê... Ihhh será que denunciei ou não? E agora, vai ter que esperar chegar a cartinha do delegado, pode levar meses. Ririririri.

Oliveira disse...

Ele fugiu para os Estados Unidos.