27 de março de 2021

Governo de Joe Biden está promovendo na ONU aborto até no dia do nascimento

 

Governo de Joe Biden está promovendo na ONU aborto até no dia do nascimento

Grace Melton Washington, DC

Para ver a diferença entre uma chamada “política externa feminista” e uma política externa que é verdadeiramente “pró-mulheres,” basta olhar para a Comissão da ONU sobre a Condição da Mulher (CCM), um evento anual que continua nesta semana.



O governo Biden está aproveitando a ocasião para elevar o aborto em sua política externa. A vice-presidente Kamala Harris se tornou a primeira vice-presidente dos EUA a se dirigir à CCM e prometeu que os EUA estão “revitalizando nossa parceria com a ONU Mulheres.” Essa é a entidade da ONU que vem liderando o avanço do aborto e da educação sexual polêmica para crianças em países que não querem isso.

As mulheres nesses países estão, com razão, horrorizadas com o colonialismo cultural que a ONU e as nações doadoras — especialmente os Estados Unidos e os países da Europa Ocidental — exercem sobre o mundo em desenvolvimento. Repetidamente, eles se apresentam para articular os problemas reais que afetam suas famílias e comunidades, rejeitando a imposição do aborto como uma cura para todos os problemas que eles enfrentam.

No entanto, Linda Thomas-Greenfield, recentemente confirmada para o cargo de embaixadora dos EUA na ONU, prometeu que é “uma prioridade pessoal” para ela “ser uma líder” na questão do acesso das mulheres a “uma grande variedade de serviços de saúde reprodutiva,” que é um código da ONU que inclui o aborto.

Sob a liderança da Sra. Thomas-Greenfield, a delegação dos EUA à CCM está negociando um documento final. Se adotado, é provável que inclua várias referências à linguagem controversa de “saúde e direitos sexuais e reprodutivos.” Os países que preferem ver uma linguagem protegendo os bebês em gestação ou simplesmente deixar o tópico sensível do aborto fora de seu documento de consenso, terão de ser ousados para se opor a isso.

Há uma diferença crítica entre uma política externa feminista que prioriza os direitos sexuais e reprodutivos e uma política externa verdadeiramente pró-mulher que defende a dignidade e a igualdade de todos os indivíduos — e com isso alcança melhores resultados para mulheres e homens.

A Lei de Mulheres, Paz e Segurança de 2017 é um bom exemplo da liderança americana no empoderamento das mulheres que respeita as diversas necessidades e talentos das mulheres, sem reduzi-los a consumidores de serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Mas a reunião anual da CCM dedica atenção excessiva ao aborto sob a rubrica de saúde sexual e reprodutiva, perpetuando o mito de que a igualdade das mulheres depende de um direito irrestrito de acabar com a vida de seus filhos e filhas em gestação.

Essa não é a primeira demonstração do governo Biden de sua intenção de desfazer as políticas pró-vida do governo Trump. Seguindo a ordem executiva de reverter as proteções pró-vida nos EUA e no exterior, o governo Biden declarou: “É a política dos EUA apoiar os direitos e a saúde sexual e reprodutiva de mulheres e meninas nos EUA e internacionalmente,” em um adendo à Revisão Periódica Universal dos EUA feita pelo Conselho de Direitos Humanos.

Compare isso com o governo Trump enviando ao Conselho de Direitos Humanos da ONU uma declaração que afirmou o compromisso dos EUA de apoiar programas de saúde e serviços de salvamento de vidas como o maior doador bilateral mundial para programas de saúde globais, respeitando “o direito soberano das nações de fazer as suas próprias leis para proteger os bebês em gestação” e rejeitando “qualquer interpretação dos direitos humanos internacionais para exigir que qualquer Estado forneça acesso ao aborto.”

Não há direito internacional ao aborto nos tratados de direitos humanos, não importa o quão criativa e persistentemente os defensores do aborto interpretem esses documentos em suas tentativas de criar um. Mas, entre as centenas de recomendações que os EUA receberam de outros países durante a Revisão Periódica Universal, havia vários apelos de governos progressistas para promover o aborto no âmbito dos direitos humanos.

A Holanda exortou especificamente os EUA a “revogar a Emenda Helms e a Política de Proteção à Vida na Assistência à Saúde Global e, nesse ínterim, permitir que a ajuda externa dos Estados Unidos seja usada… para aborto seguro…” Como se em resposta, democratas na Câmara dos Deputados comemoraram o Dia Internacional da Mulher, reintroduzindo legislação que permite o financiamento do aborto no exterior com dinheiro dos americanos que pagam impostos, revogando a Emenda Helms.

O próximo Fórum de Igualdade de Geração, organizado pela ONU Mulheres em conjunto com os governos do México e da França, tem destaque na CCM deste ano. Eventos sobre tópicos como “Autonomia Corporal e Direitos e Saúde Sexual e Reprodutiva para Igualdade de Geração” e “Geração Direitos e Saúde Sexual e Reprodutiva! Garantindo o acesso universal à saúde e direitos sexuais e reprodutivos” demonstra a centralidade da agenda do aborto para a promoção da igualdade de gênero da ONU.

Infelizmente, a busca pela igualdade de gênero na ONU foi corrompida pela promoção do aborto, dos direitos sexuais e até mesmo da teoria radical de gênero. Os EUA deveriam contrariar essa tendência e defender uma verdadeira agenda pró-mulher que respeite as mulheres como iguais em dignidade e com direito de exercer seus direitos humanos autênticos, e deixar o aborto de fora.

Nota de LifeNews: Grace atua como Associada Sênior para Questões Sociais na ONU na Heritage Foundation.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeNews: Joe Biden’s Administration is Promoting Abortions Up to Birth at the United Nations

Fonte: www.juliosevero.com

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3 comentários :

Thel disse...

O que tem na cabeça o povo americano? Como é que elegeram esse assassino de crianças? Esse demônio? Deus destruirá os Estados Unidos.

rogerio disse...

Tem alguns estudos de jonh Wesley que diz que os EUA são a segunda besta do apocalipse. Concordo plenamente.

Alexandre disse...

No dia 12 de janeiro a profetisa conhecida como irmã Regina Oliveira postou um vídeo afirmando que no dia 20 de mesmo mês um terrível demônio estaria se levantado do mundo espiritual sobre a terra, e o que aconteceu no dia 20?, a posse de Biden e a invasão do capitolio, pura coincidência?, eu acho que não.