19 de fevereiro de 2021

Pastora afirma que matar bebês mediante aborto é “assistência médica”

 

Pastora afirma que matar bebês mediante aborto é “assistência médica”

Micaiah Bilger Washington, DC

Matar um bebê em gestação durante um aborto é “assistência médica” e uma questão de “livre arbítrio,” afirmou uma pastora da Igreja Unida de Cristo em uma coluna nesta semana no site Colorado Politics.



A pastora Tamara Boynton, diretora executiva interina da Aliança Inter-religiosa do Colorado, co-escreveu o artigo com Dusti Gurule, diretora executiva da Organização do Colorado para Oportunidade Latina e Direitos Reprodutivos.

Juntos, a pastora e a ativista do aborto afirmaram que os abortos — inclusive abortos de bebês em gestação viáveis e totalmente formados de poucas semanas antes do nascimento — são uma questão de “assistência médica essencial” e eles têm orgulho de lutar por isso.

“A assistência médica essencial nunca deve ser colocada fora do alcance com base em obstáculos financeiros ou opressão sistêmica — e certamente não porque alguém está impondo sua vontade ou pontos de vista sobre os outros,” escreveram eles.

Boynton e Gurule insistiram que é “assistência médica,” e realmente não é diferente de uma apendicectomia.

Mas sua declaração contradiz a experiência de milhares de médicos, cientistas e até os próprios abortistas. O aborto é diferente e não é assistência médica porque mata um ser humano único e vivo. Em 2019, líderes médicos que representam mais de 30.000 médicos emitiram um comunicado dizendo que o aborto não é essencial ou necessário.

“O aborto não trata de doenças,” disseram os médicos. “A gravidez não é uma doença, e matar deliberadamente a criança em gestação por meio do aborto não é um tratamento médico.”

O objetivo da profissão médica é curar, aliviar a dor e preservar a vida. O aborto faz o oposto.

Boynton e Gurule continuaram defendendo o aborto com base em suas crenças religiosas — enquanto criticavam as crenças de outras pessoas que chegam à conclusão oposta sobre a vida dos bebês em gestação.

“…Nossas leis não devem favorecer uma opinião religiosa em detrimento de outra,” escreveram elas enquanto defendiam leis que apoiam sua opinião sobre o assunto. “Mesmo que discordemos sobre o aborto, simplesmente deve ser uma decisão que cada pessoa toma por si mesma. Isso é o que dá margem à compaixão e a defesa da liberdade religiosa.”

Matar um bebê no útero está certo, elas argumentaram, porque “é uma questão de livre arbítrio determinar o próprio caminho e o direito divino de honrar sua própria consciência.”

Mas a oposição ao aborto não se baseia apenas na religião, como sugeriram Boynton e Gurule. A ciência também apoia a posição pró-vida. Biologicamente, é bem aceito que uma vida humana única e separada passa a existir no momento da concepção, e um aborto mata intencionalmente essa vida.

Os próprios abortistas admitem que isso é verdade. Durante debates e entrevistas com jornalistas, os abortistas Leroy Carhart, Curtis Boyd, Willie Parker e outros disseram publicamente que estão “matando” seres humanos.

Boynton e Gurule concluíram seu artigo refletindo um sentimento que os ativistas pró-vida costumam dizer quando defendem bebês em gestação e mães. Elas conclamaram a sociedade a prestar atenção e compaixão às pessoas necessitadas, mesmo quando é difícil.

O problema é que a “assistência” que elas defendem realmente mata.

Elas escreveram:

Muitos são chamados a cuidar de nossos vizinhos e responder com compaixão, mesmo em tempos de conflito. Isso nem sempre é simples, mas se quisermos realmente honrar esse importante dever, devemos olhar para a forma como as barreiras ao aborto afastam as decisões médicas de negros, indígenas e pessoas de cor que já lutam para obter serviços médicos.

É injusto que certas pessoas tentem fazer disso um debate sobre impostos, quando as famílias que não têm os benefícios do seguro para o aborto podem ser empurradas ainda mais para o ciclo da pobreza ou forçadas a deixar de pagar aluguel ou comprar mantimentos para ter o dinheiro para ir para uma clínica e procurar um serviço médico.

É injusto que alguém sugira que matar um bebê em gestação é uma solução para esses problemas.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeNews: Christian Minister Claims Killing Babies in Abortions “is Health Care”

Fonte: www.juliosevero.com

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5 comentários :

Flávio disse...

Tive que abandonar o face. Mas continuo acompanhando por aqui.

Marco ;aurélio disse...

E internar num hospício uma demente maldita como ela, também é assistência médica, além de sanitária.

Everaldo disse...

Essa que é a favor do aborto ainda tem a cara de pau de se dizer pastora? Só se for pastora do diabo!

Eu digo com todas as letras (e em alto e bom som pra quem quiser ouvir): O ABORTO É UM ASSASSINATO DE UMA VIDA INOCENTE E INDEFESA! É UM CRIME NÃO SÓ CONTRA A LEI DOS HOMENS, MAS TAMBÉM CONTRA A LEI DE DEUS! ESTÁ ESCRITO: "NÃO MATARÁS" (ÊXODO 20:13)

E digo mais: QUEM É A FAVOR DO ABORTO (COMO ESSA "PASTORA") NÃO PASSA DE ESCRAVO(A) DO DIABO!

Jesus disse claramente:

"O ladrão (o diabo) não vem senão somente para roubar, matar, e destruir; Eu (Jesus) vim para que todos tenham vida, e vida em abundância" (João 10:10, os parênteses são meus)

Precisa dizer mais?

Alexandre disse...

Estamos vivendo em uma época em que os lobos tomaram o lugar dos pastores, o que é mais um indício do fim.

Thel disse...

Vamos combinar o seguinte: toda vez que uma notícia dessa chegar até você use a expressão "falsa pastora disse" ou "falso pastor afirmou" porque todos nós sabemos que esses que propagam o aborto não são servos de Deus e nem tampouco pastores de verdade.