8 de fevereiro de 2021

Ganhando or Perdendo? A Guerra, ou ex-Guerra, contra a Homossexualidade Predatória e Seu “Casamento” Profano

 

Ganhando or Perdendo? A Guerra, ou ex-Guerra, contra a Homossexualidade Predatória e Seu “Casamento” Profano

Julio Severo

Na decada de 1990, qando escrevi meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmenter pela Editora Betânia em 1998, era consenso entre evangelicos conservadores e outros conservadores que a homossexualidade era uma ameaça à saúde, às crianças, às famílias e à sociedade.



O Conselho de Pesquisa da Família e Focus on the Family, então dirigido pelo Dr. James Dobson, eram líderes na luta contra a homossexualidade pretadória. Essas organizações alertavam que os ativistas homossexuais queriam a legalização do “casamento” gay.

A luta de Focus on the Family contra a homossexualidade predatória e seu casamento profano foi efetivamente neutralizada quando Dobson foi injustamente removido de sua liderança.

De 2009 a 2016, os EUA foram governados pelo híbrido protestante-muçulmano Barack Hussein Obama, e foi exatamete no governo desse socialista radical que o “casamento” gay foi legalizado nos EUA. Ativistas e grupos pró-família protestaram, mas de nada adiantou.

Em 2017 veio Donald Trump com promessas de mudança, e não é de admirar que seus maiores eleitores foram os evangélicos, que tinham a esperança de que Trump revertesse todas as políticas de aborto e antifamília de Obama. Embora Trump tenha feito um bom trabalho ao reverter algumas políticas de aborto, misteriosamente, ele deixou o “casamento” gay intacto. Com o apoio de Trump ao “casamento” gay, a vasta maioria das organizações evangélicas pró-famílias pararam de atacar esse tipo de casamento profano. Efetivamente, Trump neutralizou a oposição evangélica ao “casamento” gay.

Contudo, Trump não restringiu sua traição somente ao apoiar o “casamento” profano. Ele lançou uma campanha global para legalizar o homossexualismo no mundo inteiro. Mas, em vez de denunciar essa traição, o Conselho de Pesquisa da Família, liderado por Tony Perkins, apelou para o negacionismo, não acreditando que essa campanha era de autoria de Trump. Perkins tentou jogar a culpa nos outros, mas no final, conforme declaração oficial do próprio Partido Republicano, foi o próprio Trump quem lançou a campanha homossexual internacional. Rechaçando Perkins, o republicano Richard Grenell confirmou que Trump foi o autor da campanha homossexual em todo o mundo.

Apesar das muitas profecias evangélicas garantindo a reeleição de Trump, ele perdeu. E quem pode garantir que a causa não foi a homossexualidade? Deus não tem a obrigação de eleger quem promove abominações, e a homossexalidade é uma das maiores abominações.

A sodomia destruiu não apenas Sodoma, uma região de Israel há milhares de anos. Destruiu também a reeleição de Trump.

Hoje, o presidente americano é o socialista radical Joe Biden, que também acredita na propaganda da homossexualidade predatória. O problema é que como é que os evangélicos, que combateram tão bem as campanhas homossexuais de Obama, conseguirão combater as campanhas homossexuais de Biden se durante o governo de Trump eles permaneceram calados enquanto Trump promovia as mesmas campanhas homossexuais no mundo inteiro?

Obama e Biden pecaram e pecam na promoção do aborto e da homossexualidade predatória. Embora Trump não tenha pecado até certo ponto na promoção do aborto, ele pecou na promoção da homossexualidade predatória. Durante seu governo, ele não condenou o “casameno” homossexual uma única vez. Pelo contrário, ele elogiou esse tipo de casamento que é uma abominação aos olhos de Deus.

Nos EUA, a esquerda e a direita estão, em maior ou menor grau, promovendo a homossexualidade predatória. Se os evangélicos seguirem essa tendência, e seguirem os socialistas e direitistas, a Bíblia perderá o valor para eles, pois é a própria Palavra de Deus quem afirma categoriamente:

“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)

Pela primeira vez na história dos EUA, esquerda e direita se unem para promover o que Deus vê como abominável.

É impossivel uma nação durar muito tempo afrontando a Deus. A única resistência real à homossexualidade predatória e ao seu “casamento” homossexual profano são os cristãos conservadores.

Em maior ou menor grau, esquerda e direita se tornaram aliados da revolução homossexual.

A vida dos bebês em gestação é sagrada e merece total proteção. Da mesma forma, o casamento entre um homem e uma mulher é sagrado e merece total proteção. O divórcio deveria ser criminalizado. Se quando um homem compra um casa ou carro e quebra seu contrato, a lei o pune. Por que não existe punição quando alguém quebra o contrato de casamento, que é o contrato mais importante desta vida?

Quando se viola o casamento, ou por meio do divórcio ou da contracepção, fica muito mais fácil violar e destruir a vida dos bebês em gestação por meio do aborto.

Deus criou o casamento como sagrado e criou sua criação mais sagrada — os bebês em gestação — para serem gerados no casamento.

A desacralização legal e social do casamento leva inevitavelmente à desacralização legal e social da vida dos bebês em gestação e à sacralização legal e social da sodomia e do aborto — que é o que já está acontecendo: a sodomia e o aborto estão sendo tratados como sagrados hoje. Portanto, a guerra homossexual para legalizar seu casamento falsificado e profano é uma guerra contra o casamento que Deus criou. É uma guerra contra a sacralização legal e social do casamento e seus frutos.

A resposta não está nem na esquerda nem na direita. Somente os cristãos conservadores poderão proclamar para a sociedade que o casamento e seus frutos são sagrados e que a contracepção e o aborto são as maiores ameaças às sacralização legal e social do casamento e bebês em gestação.

Versão em inglês deste artigo: Winning or Losing? The War, or ex-War, against Predatory Homosexuality and Its Profane “Marriage”

Fonte: www.juliosevero.com

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Um comentário :

Anônimo disse...

O estado não é mais sacro pois é separado da moral cristã, isso significa que ele não defenderá a sociedade contra sua desacralização.