22 de fevereiro de 2021

Entidade esquerdista Católicas pelo Direito de Decidir monitora discurso da ministra Damares Alves no Conselho de Direitos Humanos na ONU

 

Entidade esquerdista Católicas pelo Direito de Decidir monitora discurso da ministra Damares Alves no Conselho de Direitos Humanos na ONU

Julio Severo

Não é segredo algum que a ministra Damares Alves cause, com suas posturas pró-vida, preocupações em grupos envolvidos em ativismo pró-aborto.



Em 22 de fevereiro de 2021, o mundo acompanhará discurso da Dra. Damares Alves, que chefia o Ministro dos Direitos Humanos e da Mulher, no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

A entidade Católicas pelo Direito de Decidir (CDD), que busca sabotar as posturas pró-vida da Igreja Católica, promoteu mais que acompanhar o discurso. Prometeu transmitir o discurso — mas com comentários de Débora Diniz, apresentada por CDD como “antropóloga e pesquisadora em bioética, saúde e direitos humanos,” e de Maria José Rosado, apresentada por CDD como “pesquisadora em gênero, política e religião.”

Apesar da pomposidade com que CDD apresentou suas comentadoras, elas não passam de ativistas pró-aborto e pró-homossexualismo.

Com seu ativismo, elas apenas criticarão, zombarão e desprezarão qualquer postura da ministra Damares, pois o que elas querem é sangue derramado de bebês em gestação por meio do aborto.

Débora Diniz é uma conhecida ativista abortista que recebeu treinamento de multimilionárias fundações dos EUA.

Num mundo normal que valorizasse as crianças e a lei, a página de Facebook de CDD, que se comprometeu a monitorar e comentar o discurso da ministra, seria banida permanentemente de sua plataforma. Mas a defesa do aborto é considerada “liberdade de expressão” pelo Facebook. Em contraste, meu perfil oficial de Facebook, com milhares de seguidores, foi permanentemente banido pelo Facebook por causa de minhas posturas pró-vida e pró-família.

Não existe liberdade de expressão para posturas pró-vida no Facebook.

Católicas pelo Direito de Decidir é um eufemismo. Quem se compromete a ser católico precisa seguir a Doutrina Católica, que não aprova o aborto.

É um eufemismo cínico que esconde covardia e violência, pois a única decisão que Católicas pelo Direito de Decidir aprova e aplaude é o Direito de Decidir Aborto — um direito que Deus não deu a ninguém.

A não ser que seja por legítima defesa, ninguém pode agredir outro ser humano. Em 100 por cento dos abortos, os bebês estão totalmente desarmados e indefesos, enquanto aqueles que matam bebês estão armados de vontade e instrumentos de abortar (matar).

A verdadeira decisão é muito simples: a mulher que defende o feminismo e não quer gravidez (é o caso de CDD) deve evitar relações sexuais com homens. A ausência de contato sexual com homens pouparia as feministas de suas dores de cabeças com os resultados naturais positivos (gravidez) e naturais negativos (doenças venéreas) das relações sexuais.

Os resultados naturais positivos pertencem à esfera do casamento entre um homem e uma mulher, enquanto os resultados naturais negativos pertencem à esfera da depravação, adultério, fornicação e prostituição.

Em vez de comentar o discurso da ministra, o que CDD e suas militantes deveriam fazer é escutar as defesas pró-vida dela para aprender e corrigir seus próprios erros morais e éticos.

Ativismo pró-aborto é psicopatia assassina feminista e esquerdista.

Fonte: www.juliosevero.com

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3 comentários :

Anônimo disse...

A academia se tornou algo inútil. Quando vamos deixar de financia-las com dinheiro público?

Alexandre disse...

Se os assim chamados direitos humanos são incapazes de proteger o direito à vida de bebês em gestação, então qual é a razão de sua existência?

Cicero disse...

Alexandre, pra esses animais "bebês em gestação" não são considerados vidas e sim lixo descartável!👺