20 de fevereiro de 2021

Ativista negro que é professor de psicologia na Universisade de Columbia admite ser um orgulhoso viciado em heroína

 

Ativista negro que é professor de psicologia na Universisade de Columbia admite ser um orgulhoso viciado em heroína

Julio Severo

Um professor de psicologia e neurociência da Universidade de Columbia, EUA, diz que cheira heroína e usa outras drogas para se sentir “revigorado” e “preparado para enfrentar outro dia.”

Carl Hart


Carl Hart, 54, diz que usa drogas psicoativas “recreativas” para “estudar” seus efeitos em seres humanos. Ele é o presidente do departamento de psicologia da prestigiosa Universidade de Columbia.

“Não há muitas coisas na vida de que gosto mais do que cheirar heroína junto à lareira no final do dia,” escreveu ele.

Hart espera que confessar tudo sobre seu uso de drogas ajude a levar à descriminalização das drogas ilegais.

Para Hart, opor-se ao uso de drogas fortalece o racismo. Ele até lançou um livro intitulado “Uso de Drogas para Adultos: Caçando a Liberdade na Terra do Medo.”

“Ele se vale de décadas de pesquisa e de sua própria experiência pessoal para argumentar categoricamente que a criminalização e demonização do uso de drogas — não as drogas em si — têm sido um flagelo tremendo nos EUA, em grande parte reforçando o racismo estrutural que permanece neste país,” a editora comentou.

O professor de psicologia argumentou que “as drogas podem enriquecer e melhorar nossas vidas.”

O professor também admitiu que tomou outras drogas, inclusive metanfetamina, e passou a usar MDMA — que costuma ser conhecida por seus nomes de rua como Molly e ecstasy.

Hart descreveu o uso de MDMA como um “intenso sentimento de prazer, gratidão e energia.”

Ele até sentiu prazer em cheirar uma versão dos chamados sais de banho, uma catinona sintética que tem sido associada a comportamentos perturbadores desde latidos até invasão de casas. Avaliação de Hart: “inequivocamente maravilhoso.”

Hart frequentemente defende o ativismo negro.

Em junho de 2020, ele escreveu o artigo intitulado “Quando a Justiça para os Negros Começar, os Saques Acabarão.” Ou seja, ele justificou saques enquanto as exigências de grupos marxistas negros como Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) não forem atendidas.

No artigo, Hart escreveu que as “mortes repulsivas” de Breonna Taylor e George Floyd pela polícia “forçaram muitos indivíduos e instituições a autoexaminarem seus papeis na perpetuação de séculos de racismo contra os negros.”

Hart admitiu que o relatório de toxicologia de Floyd revelou que, em seu corpo, ele tinha metanfetamina, fentanil e tetrahidrocanabinol, a droga presente na maconha.

Mas, para Hart, as drogas em Floyd não eram problema, especialmente agora que Hart e o Black Lives Matter (BLM) estão usando o caso do Floyd para promover suas próprias ideologias, inclusive o marxismo e a legalização das drogas.

Alguns diriam que apenas um viciado em drogas poderia apoiar saques e outros crimes cometidos por BLM. Hart é uma prova disso.

A essa altura, outros perguntariam como esse viciado em drogas e ativista negro que apoia saques recebeu a presidência do departamento de psicologia de uma das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos. Ele ficou se queixando de que era um negro privado de oportunidades e que nenhum negro já presidiu tal departamento de psicologia na Universidade de Columbia? Essa pressão ideológica levou sua universidade a lhe dar o cargo?

“O documento de fundação dos EUA nos garante pelo menos três direitos inalienáveis: vida, liberdade e busca da felicidade,” disse ele, pensando que o uso de drogas tem tudo a ver com “busca da felicidade.”

O documento que ele mencionou foi escrito por uma população 98% protestantes dos Estados Unidos que acreditavam que sem Deus e a Bíblia era impossível ter uma sociedade saudável. Contudo, para Hart, seria impossível ter uma sociedade “saudável” sem uso de drogas, ativismo marxista negro e psicologia, que o ajuda a ver como normal o que não é normal.

Só em uma sociedade doente indivíduos doentios poderiam admitir que têm orgulho de seus pecados.

No caso de Hart, misture psicologia, marxismo, uso de drogas e ativismo negro e o resultado final é caos moral e espiritual. Como presidente do departamento de psicologia na Universidade de Columbia, ele agora está em uma posição de promover seu caos pessoal para seus alunos.

Com informações do Daily Mail.

Versão em inglês deste artigo: Columbia psychology professor, who is a Black activist, admits to being a proud heroin addict

Fonte: www.juliosevero.com

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2 comentários :

Alexandre disse...

Provavelmente o próximo livro desse cidadão será sobre sua sua experiência em algum centro de recuperação para dependentes químicos.

Jorge disse...

O estranho é como está vivo. Que Deus tenha misericórdia dele.