30 de novembro de 2020

Imigrantes indecentes, hipócritas e oportunistas em um país suicida

 

Imigrantes indecentes, hipócritas e oportunistas em um país suicida

Julio Severo

Se eu fosse o Sr. Spock, o personagem de Jornada nas Estrelas que vê tudo pela ótica da lógica, eu concluiria que os socialistas que elogiam Cuba e Venezuela deveriam se mudar para esses “paraísos” socialistas.



Mas eu não sou Spock e o mundo parece muito distante de uma lógica genuína. Entenda. Todos os socialistas que elogiam Cuba e Venezuela na primeira oportunidade se mudam para os Estados Unidos. Há lógica nisso?

Um evangélico conservador como eu, que ama a história conservadora dos EUA, enfrenta mil e uma dificuldades para entrar nos EUA. Mas evangélicos marxistas brasileiros que odeiam a história conservadora dos EUA imigram para os EUA com a maior facilidade.

Um caso específico é Ronilso Pacheco, um imigrante brasileiro que mora em Nova Iorque e exalta descaradamente o movimento marxista Black Lives Matter e xinga Trump sem o menor pudor.

Muitos outros marxistas brasileiros vivem em Nova Iorque e outras cidades americanas. Nenhum deles quer morar em Cuba ou Venezuela.

Eles são ou não são exemplos de hipocrisia?

O negócio da imigração é tão lucrativo ideologicamente para a expansão do marxismo que até o bilionário esquerdista George Soros investe em organizações jesuítas que facilitam a imigração nos EUA. A Igreja Católica tem um papel vital na expansão marxista da imigração nos EUA.

E há ainda a questão islâmica: Os EUA, de forma altamente suicida, estão importando há décadas milhares e milhares de muçulmanos radicais que odeiam os EUA, seu Cristianismo e sua história conservadora. O islamismo é garantia de suicídio nacional de qualquer nação cristã.

Um dos casos mais escandalosos é de Ilhan Omar, que foi levada para os EUA como “refugiada” muçulmana da Somália. Inacreditavelmente, ela acabou se tornando deputada federal, usando seu cargo para atacar os EUA e Israel e elogiar os terroristas islâmicos.

A Arábia Saudita, que é a capital mundial da forma mais extremista do islamismo, apronta todo tipo de crimes e terrorismo contra os EUA. E o que os EUA fazem? Fazem vista grossa e ainda fornecem todo tipo de armamento para os sauditas.

Eu não sei o que é pior: Esses imigrantes ingratos e malignos ou o país que acolhe tais imigrantes pérfidos.

Outro exemplo de hipocrisia descarada é Olavo de Carvalho, um imigrante brasileiro auto-exilado nos EUA desde 2005. Como todo charlatão, ele entrou nos EUA como correspondente de um jornal brasileiro. O grande problema é que esse jornal sempre teve pouquíssima tiragem e não tem dinheiro nem para sustentar um correspondente no pobre Haiti, quanto mais nos EUA.

O fato é que, em matéria de fraude e embuste, Carvalho em nada perde para nenhum socialista. O pior é que ele ataca e critica os americanos evangélicos (só em português, para nenhum americano ver!) como mentirosos só porque a literatura americana é campeã contra a Inquisição e campeã na defesa dos judeus. Como embusteiro, Carvalho diz que a Inquisição era um tribunal de direitos humanos. Será então que a Inquisição, ao contrário do que informam historiadores judeus e evangélicos, salvava judeus e evangélicos?

Num golpe bem “esperto,” Carvalho havia fundado um instituto nos EUA para facilitar vistos de imigração para seus parentes e aliados. Logo que denunciei o golpe, o instituto fechou.

O lugar certo para Carvalho é a Espanha, famosa por sua sangrenta Inquisição. Contudo, nem marxistas nem Carvalho querem Cuba ou Espanha. Eles querem os EUA!

O lugar certo para muçulmanos é a Arábia Saudita. Mas eles também querem os EUA!

Pena que os EUA não saibam selecionar imigrantes que amem sua linda história conservadora.

Diretamente de Nova Iorque, o imigrante brasileiro Ronilso Pacheco xinga os americanos de racistas.

Diretamente da Virginia, o imigrante brasileiro Olavo de Carvalho xinga os historiadores americanos sobre a Inquisição de mentirosos, sendo que o único diploma real que Carvalho tem é de astrólogo profissional. Nada mais.

Se o governo Trump me contratasse como inspetor de imigração, eu seria um Anthony Comstock: Eu varreria dos EUA todos os imigrantes marxistas, islâmicos e falsos conservadores pró-Inquisição que detestam os EUA e sua linda história conservadora.

Versão em inglês deste artigo: Indecent, Hypocritical and Opportunistic Immigrants In a Suicidal Nation

Fonte: www.juliosevero.com

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Um comentário :

Flávio disse...

Pra que um país quer imigrantes problematicos? Corte imposto sobre cidadãos que tiverem 2 filhos, incentive a natalidade.