1 de setembro de 2020

Teólogo batista esquerdista defende BLM contra evangélicos conservadores e diz que grupos pró-vida e pró-família se enquadram na Lei Antiterrorismo


Teólogo batista esquerdista defende BLM contra evangélicos conservadores e diz que grupos pró-vida e pró-família se enquadram na Lei Antiterrorismo

Julio Severo
Em seu artigo de 18 de agosto de 2020, “Evangélicos fundamentalistas brasileiros miram no Black Lives Matter” em sua coluna no site esquerdista The Intercept, o ativista negro brasileiro e teólogo batista Ronilso Pacheco fala sobre “perseguição contra o BLM” (Black Lives Matter) por parte de evangélicos conservadores, a quem ele acusa de “supremacistas brancos.” E ele diz que “A exemplo dos seus colegas nos EUA, fundamentalistas do Brasil estão acusando o movimento antirracista de lutar pelo fim da família tradicional e queimar Bíblias.”
Ronilso Pacheco
Ele disse que os evangélicos conservadores, a quem ele acusou de serem “racistas” e “fundamentalistas,” usam “argumentos falaciosos e mentiras,” mas ele próprio usou esses argumentos. Seu artigo declara que o BLM não é culpado de queimar Bíblias em um “protesto,” dizendo que manifestantes anônimos fizeram isso. Mesmo assim, ele passou algum tempo explicando que o fato de os manifestantes queimarem a bandeira dos EUA e uma Bíblia não é um problema. Ele disse que haveria um problema se eles tivessem queimado várias Bíblias…
Ronilso Pacheco
Mesmo sabendo que a fundadora do BLM, Patrisse Cullors, disse “Somos marxistas treinados,” Ronilso se recusa a ver a realidade do jeito que ela é. Para ele, o BLM, que provoca badernas e saques, não é um grupo de ódio violento. Para ele, os evangélicos conservadores, que não provocam badernas e saques, são um grupo de ódio violento.
De acordo com Alex Newman do The New American, Patrisse também revelou que ela está consultando entidades espirituais e permitindo que elas “atuem através” dela. “Estou pedindo que a espiritualidade seja profundamente radical,” disse ela. “Não estamos apenas tendo um movimento de justiça social, este é um movimento espiritual.”
“O que eles [os adeptos do BLM] estão descrevendo é sua adesão à religião iorubá de Ifá, para onde estão invocando espíritos de mortos,” disse o apresentador de talk show e advogado cristão Abraham Hamilton.
Os iorubás eram conhecidos por praticar sacrifícios humanos na África até que o Cristianismo se tornou mais predominante e aboliu os sacrifícios.
De acordo com a Universidade Howard:
“O que é significativo sobre o povo iorubá é que eles mantiveram sua religião escondida debaixo da aparência de catolicismo, ou protestantismo [tradicional]… Santeria cubana; Vodun haitiano (vodu); Candomblé brasileiro; Xangô de Trinidad e Tobago são todos baseados em Iorubá ou orixás. Todas essas religiões são religiões derivadas da África com nomes diferentes em países diferentes. Elas combinam crenças dos povos que falam cabalá e iorubá da África Ocidental/Central, com elementos do Catolicismo ou Anglicanismo.”
Portanto, não é de se admirar que o BLM seja capaz de disfarçar sua feitiçaria africana sob alguns elementos cristãos.
Iorubá, com seus orixás (chamados de demônios no Cristianismo), trouxe miséria, sofrimento, pobreza e prostituição (inclusive homossexual) incalculáveis para a África e América Latina através da santeria, vodu e candomblé.
A religião iorubá, com seus orixás, é a religião mais amada pelas máfias nigerianas envolvidas com tráfico sexual e escravidão na Nigéria e na Europa. Essas máfias invocam os orixás para proteger seus negócios criminosos e ameaçar as vítimas. Mas provavelmente o BLM e Ronilso Pacheco não estariam interessados em negros africanos escravizando sexualmente mulheres e meninas negras.
A linguagem inflamatória de Ronilso demonizando os evangélicos conservadores e justificando o BLM é o que qualquer marxista faria. E ele demoniza também os ativistas pró-vida.
Usando como base o caso de uma menina de 10 anos estuprada pelo tio, Pacheco defende o aborto dizendo que era o “desejo [da menina] de interromper a gravidez,” num contraste bizarro em que ao mesmo tempo em que esquerdistas alegavam que a menina era nova demais para entender o que é gravidez, alegam também que ela entendia que o aborto forçado era necessário, justificando pena capital para o bebê vítima de estupro, mas nenhuma pena capital para o estuprador.
Em seu artigo intitulado “Grupos pró-vida e pró-família são grupos de ódio que usam Bíblia como álibi,” publicado no UOL, Ronilso, que é pastor batista, demonstrou preocupação com “a extensão e mobilização dos movimentos pró-vida e pró-família.”
Entre outras declarações de extrema esquerda, Ronilso disse:
“Grupos pró-vida e pró-família se encaixam muito mais na chamada ‘Lei Antiterrorismo’ do que muitos grupos e movimentos sociais de esquerda acusados de usarem de violência e vandalismo.”
“Grupos pró-família e pró-vida são grupos de ódio. Eles nasceram assim nos Estados Unidos, eles permanecem assim no Brasil. Não por acaso, o seu surgimento, nas décadas de 40 e 50, e seu endurecimento nas décadas de 60 e 70, está diretamente ligado a uma reação conservadora e branca nos Estados Unidos. E suas raízes vão ainda mais longe, no período escravocrata.”
Enquadrar o movimento pró-vida como movimento terrorista é uma ideia aceita somente entre os extremistas mais radicais da esquerda.
É verdade que o moderno movimento pró-vida nasceu nos EUA, mas Ronilso errou ao dizer que esse movimento nasceu na década de 1940. Nasceu na verdade no final do século XIX, como demonstro em meu artigo “Anthony Comstock: o primeiro ativista pró-vida da história moderna.”
Ao tentar atrelar o movimento pró-vida a questões de escravidão, Ronilso só prova que ele importou dos EUA a agenda do supremacismo negro, que usa toda e qualquer questão para culpar os brancos de tudo o que é ruim e retratar o movimento supremacista negro como eterno merecedor de dinheiro de impostos, vantagens políticas e mimos da mídia esquerdista.
A cegueira ideológica de Ronilso o impede de ver que as mulheres negras abortam seus bebês quase cinco vezes mais do que mulheres brancas. Assim, quando o movimento pró-vida luta para salvar bebês, vidas de bebês negros são especialmente beneficiadas. Acusar quem salva esses bebês de ter ligação escravocrata é uma insanidade digna do extremismo do supremacismo negro.
Com uma imaginação típica de extremista de esquerda, Ronilso argumenta que “o aborto era sabidamente uma das muitas estratégias que as negras escravizadas nos Estados Unidos encontraram para interromperem a escravização de suas descendências.”
Para Ronilso, o aborto para mulheres negras é justificado porque elas o usam para salvar suas gerações futuras da opressão branca!
Indo ainda mais longe em seu extremismo, Ronilso diz: “Grupos pró-vida surgem como reação a movimentos por direitos civis.” Ele argumenta que um movimento que salva vidas de bebês negros é um movimento contra os direitos dos negros. Eu já li muitas loucuras em textos esquerdistas, mas as declarações de Ronildo, 100 por cento importadas do movimento supremacista negro dos EUA, merecem o Oscar das aberrações.
Ronilson então diz:
“Nas décadas de 60 e 70, o movimento pelos Direitos Civis, que deixou a tradicional família branca acuada, seria acrescido pelo movimento de liberação sexual, a primeira parada gay após o episódio de Stonewall, a luta feminista por autonomia das mulheres e a primeira decisão da história da Suprema Corte, em 1973, pela liberação do aborto legal. Não por acaso, as mais antigas organizações pró-vida e pró-família surgem neste período. Não é uma recuperação de ordem religiosa, não é apenas uma preservação da moralidade, é a manutenção de uma estrutura de violência e sujeição em que a Bíblia só vai aparecer como álibi, e não como princípio.”
É óbvio que Ronilso está recebendo treinamento de movimentos supremacistas negros americanos. Dificilmente ele não está recebendo verbas e outros incentivos econômicos como evangelista desse extremismo. Afinal, quem está pagando suas contas enquanto ele está morando em Nova Iorque? Quem está pagando suas contas enquanto ele, como um imigrante nos EUA, usa seus artigos e o Twitter para atacar Trump e elogiar o Partido Democrata?
Ronilso eleva as ideias do movimento supremacista negro americano como se tivessem sido o fator decisivo para a libertação dos escravos negros, quando a história mostra claramente que quem iniciou essa luta foram evangélicos brancos. Se dependesse de negros, a escravidão existiria nos EUA e no Brasil até hoje. Aliás, atualmente a África continua com sua tradição antiga, existente muito antes do primeiro europeu pisar em solo africano, de escravidão. Negro escravizando negro.
De acordo com o Global Slavery Index:
“Em qualquer dia de 2016, cerca de 9,2 milhões de homens, mulheres e crianças viviam na escravidão moderna na África. A região tem a maior taxa de prevalência, com 7,6 pessoas vivendo na escravidão moderna para cada 1.000 pessoas na região.”
Isto é, em pleno século XXI, a África tem a maior taxa mundial de escravidão moderna. Até hoje a África não comemora o fim da escravidão porque negros nunca pararam de escravidar negros.
Contudo, em vez de se mudar para a África para ajudar negros que vivem hoje como escravos de patrões negros, Ronilso prefere se aconchegar no radicalismo do supremacismo negro americano, que usa questões de mais de 150 anos atrás para ganhar dinheiro de empresas e governo.
Se Ronilso não quiser se mudar para a África por causa da pobreza endêmica africana, ele pode se mudar para a Arábia Saudita, rica em petróleo, onde os negros precisam desesperadamente de ajuda. De acordo com uma reportagem de 2020 do jornal britânico The Telegraph intitulada “Investigação: imigrantes africanos ‘abandonados para morrer’ nos infernais centros de detenção de Covid na Arábia Saudita,” imigrantes africanos na Arábia Saudita estão sofrendo horrores inimagináveis. A reportagem disse:
A Arábia Saudita, um dos países mais ricos do mundo, está mantendo centenas, senão milhares de imigrantes africanos, presos em condições hediondas que lembram os campos de escravos da Líbia como parte de uma campanha para impedir a disseminação de Covid-19, uma investigação do jornal The Sunday Telegraph revelou.
Os imigrantes, vários exibindo cicatrizes nas costas, afirmam que são espancados por guardas que gritam ofensas raciais contra eles. “É um inferno aqui. Somos tratados como animais e espancados todos os dias,” disse Abebe, um etíope que está detido em um dos centros há mais de quatro meses. “Meu único crime é deixar meu país em busca de uma vida melhor. Mas eles nos espancam com chicotes e cabos elétricos como se fôssemos assassinos.”
A Arábia Saudita, rica em petróleo, há muito tempo explora a mão-de-obra imigrante da África e da Ásia. Em junho de 2019, cerca de 6,6 milhões de trabalhadores estrangeiros constituíam cerca de 20 por cento da população desse país, a maioria ocupando empregos mal pagos e muitas vezes fisicamente árduos.
“Comemos um pedacinho de pão de dia e arroz à noite. Quase não há água e as privadas estão transbordando. Transbordam para o espaço onde comemos. Já nos acostumamos com o cheiro. Mas há mais de cem de nós em uma única sala, e o calor está nos matando,” disse outro jovem etíope.
Os imigrantes africanos gozam de poucos direitos legais e muitos queixam-se de exploração, violência sexual e ofensas raciais por parte dos empregadores.
Os muçulmanos africanos sabem muito bem que são maltratados na Arábia Saudita. Mesmo assim, eles imigram para essa nação islâmica ditatorial porque na África eles vivem virtualmente na pobreza e na escravidão por milhares de anos.
Ronilso e seus aliados do BLM deveriam ser desafiados a se mudar para a Arábia Saudita e ajudar os negros. Ou pelo menos eles poderiam viajar para a Arábia Saudita para fazer alguns protestos.
Ronilso então encerra seu texto de extrema esquerda dizendo:
“Não é possível exigir coerência com as mensagens de Jesus de grupos evangélicos fundamentalistas de movimentos pró-vida e pró-família… O melhor a fazer é encarar o fato de que um grupo de origem racista, machista, classista, violento e negador de direitos está cada vez mais fortalecido, mais agressivo, e eles vão usar da Bíblia ao Direito Constitucional para manter seu projeto de sociedade ideal.”
É uma vergonha que a Igreja Batista mantenha Ronilso como pastor sendo que a ocupação real dele é ativismo supremacista negro americano.
De acordo com o site ultra-esquerdista Intercept, onde Ronilso é colunista, ele é:
“Teólogo pela PUC-Rio, ativista, pastor auxiliar na Comunidade Batista em São Gonçalo, autor de ‘Ocupa, Resistir, Subverter’ (2016) e ‘Teologia Negra: O sopro antirracista do Espírito’ (2019); mestrando em teologia no Union Theological Seminary (Columbia University) em NY.”
O Union Theological Seminary, ou Seminário Teológico União, é uma das instituições teológicas mais antigas e esquerdistas dos EUA.
De acordo com o site The Christian Post:
“Uma entrevista do New York Times com a teóloga Serene Jones, a atual presidente do Union Theological Seminary, está recebendo alguma atenção, visto que Jones joga fora entusiasticamente várias doutrinas amadas pela ortodoxia cristã. Nascimento virginal? ‘Bizarro,’ ela diz. Deus é onipotente e onisciente? ‘Uma invenção da teoria jurídica romana e da mitologia grega.’ A ressurreição de Jesus? Quê! ‘Para mim, a mensagem da Páscoa é que o amor é mais forte que a vida ou a morte. Essa é uma afirmação muito mais impressionante do que eles colocaram Jesus na tumba e três dias depois ele não estava lá.’”
A presidente do Union Theological Seminary crê que Jesus não nasceu de uma virgem e ainda acha essa ideia “bizarra.” Ela crê que a onipotência e onisciência de Deus são invenção. E não acredita na ressurreição de Jesus.
Então Ronilso está se formando numa institução teológica radicalmente esquerdista, importando para o Brasil todo esse extremismo, e quer convencer o público evangélico de que a importação dele é boa, mas que a importação do movimento pró-vida americano é má.
A ascensão de Ronilso como um destacado evangélico esquerdista, que hoje é um imigrante brasileiro nos EUA, foi um problema criado pelos EUA. Em 2017, para fazer cobertura do fantástico fenômeno de que “Evangélicos são o movimento político que mais cresce no Brasil,” a Rádio Pública Nacional, do governo dos Estados Unidos, produziu a reportagem “Pregador de rua brasileiro espalha mensagem progressista,” totalmente dedicada a Ronilso Pacheco, que a RPN descreveu como “Um pregador no Rio de Janeiro [que] está atraindo multidões por meio de um combinação de tradições evangélicas e teologia da libertação.”
A RPN também disse: “Pacheco, um batista brasileiro, faz parte de um grupo crescente de evangélicos progressistas que vão contra a corrente das megaigrejas evangélicas conservadoras,” acrescentando: “Ele encontra inspiração na década de 1960 no Brasil, quando protestantes progressistas se misturaram com teólogos católicos da libertação para se tornarem agentes importantes nos esforços de organizar a esquerda.”
A teologia da libertação pregada por Ronilso nada tem a ver com o crescimento evangélico no Brasil. Esse enorme crescimento evangélico é conservador, não esquerdista. Portanto, a RPN deveria destacar os evangélicos conservadores. Mas a RPN decidiu destacar um evangélico esquerdista radical contra esse movimento.
Não é a primeira vez que o governo dos EUA concede destaque a negros esquerdistas que são contra os evangélicos conservadores. Em 2019, o governo Trump condecorou um feiticeiro negro esquerdista brasileiro com um histórico de luta contra os evangélicos conservadores.
Uma reportagem de 29 de julho de 2020 intitulada “Brasil: Como os teólogos progressistas esperam restabelecer o diálogo com a direita cristã” na revista Sight mencionou vários católicos e protestantes esquerdistas. Entre os protestantes, ela mencionou Ariovaldo Ramos, ex-diretor da Visão Mundial no Brasil, e Ronilso Pacheco, descrito por Sight como o autor de “um livro sobre a Teologia da Libertação negra no Brasil.”
Sight (palavra em inglês cuja tradução é visão) deveria ser renomeada como Cegueira, porque foi incapaz de ver os perigos marxistas da Teologia da Libertação. Sight disse:
“O movimento [da Teologia da Libertação] também sofreu com a ofensiva das igrejas neopentecostais que começaram a crescer em bairros pobres e populares de todo o Brasil na década de 1980. Desde então, a Teologia da Libertação declinou como fenômeno social…”
Citando Ariovaldo Ramos, Sight se queixou:
“A maioria dos neopentecostais brasileiros de sucesso gradualmente se aliou às ideias da extrema direita, reagindo com críticas particulares às mudanças morais na sociedade e no Cristianismo, explica o pastor Ariovaldo.”
Curiosamente, muitas megaigrejas conservadoras brasileiras são lideradas por pastores negros neopentecostais. Mas Ronilso e Ariovaldo os condenam só porque eles não seguem a Teologia da Libertação. Ronilso está trabalhando para levar os evangélicos negros no Brasil à sua Teologia da Libertação.
Muitas outras publicações esquerdistas estão fazendo propaganda de Ronilso. The Immanent Frame disse:
“Um bloco significativo de evangélicos diverge do pentecostalismo fundamentalista descrito acima. [A esquerdista] Benedita da Silva, a primeira deputada negra e senadora negra do Brasil e primeira governadora negra do estado do Rio, há décadas invoca sua fé evangélica [presbiteriana] e colaboração com os católicos da teologia da libertação em suas lutas sociais e carreira política. Ela até atraiu a atenção de Jesse Jackson, que escreveu o prefácio da edição em inglês da biografia dela. Pastores batistas [esquerdistas] como Jardim Gramacho, Waldimir de Souza do RJ, Ronilso Pacheco de São Gonçalo e Henrique Viera de Niterói continuam os esforços para ‘casar’ fé evangélica e consciência social [Teologia da Libertação], um esforço regional entre proeminentes evangélicos latinoamericanos de mentalidade social desde o Primeiro Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial (ICOWE) em Lausanne, Suíça, em 1974. Pastores evangélicos ajudam a reconstruir terreiros que milícias incendiaram. Os pastores batistas negros também lideram o campo da educação antirracista. Ivanir dos Santos, pai-de-santo defensor da justiça racial [Teologia da Libertação negra] e educador, até ganhou uma condecoração de liberdade religiosa em 2019 do Departamento de Estado de Trump — ostensivamente aliado geopolítico de Bolsonaro.”
Até mesmo uma publicação esquerdista achou um caso desconcertante que o governo Trump premiou um feiticeiro esquerdista.
O fato de que os esquerdistas usam Lausanne como base para seu ativismo esquerdista é explicado por meu artigo: “O espírito de Karl Marx em Lausanne: Teologia da Missão Integral.”
A “Teologia Negra” de Ronilso Pacheco é negra, mas não de cor de pele. É pura Teologia da Libertação negra. É negra das densas trevas esquerdistas de um homem branco europeu chamado Karl Marx, que enche de ódio e revolta todos os corações que o idolatram. Ronilso se tornou mais um desses idólatras.
Se em vez de gastar dinheiro e estadia no esquerdista Seminário Teológico União de Nova Iorque Ronilso tivesse ido para a África como missionário para libertar escravos, o investimento teria sido muito mais útil. Mas, ao contrário do Brasil e EUA, onde extremistas usam o tema da escravidão para ganhar dinheiro e verbas sem sofrer violência, na África eles ganhariam uma surra ou linchamento de patrões negros que se recusam a libertar seus escravos negros.
Enquanto Ronilso está ocupado importando para o Brasil o extremismo da esquerda americana, nós do movimento pró-vida continuaremos ocupados salvando vidas de bebês — inclusive bebês negros, que estão entre as maiores vítimas do aborto legal.
E nós evangélicos conservadores continuaremos proclamando o Evangelho, curando os enfermos e expulsando demônios, inclusive de pseudo-cristãos que misturam ideias do Cristianismo com marxismo, orixás e outros demônios.
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2 comentários :

Anônimo disse...

Vergonha para a Igreja Batista.

Anônimo disse...

"""Vergonha para a Igreja Batista.""" 2x