28 de setembro de 2020

Rede Globo persegue colégio do Rio de Janeiro acusando suas professoras de “homofobia” por se recusarem a chamar alunos do sexo masculino por nome feminino


Rede Globo persegue colégio do Rio de Janeiro acusando suas professoras de “homofobia” por se recusarem a chamar alunos do sexo masculino por nome feminino

Julio Severo
O programa Fantástico da Rede Globo, em sua edição de 27 de setembro de 2020, dedicou-se a perseguir um colégio do Rio de Janeiro em que professoras se recusaram a chamar dois aluno do sexo masculino por nome feminino. O Fantástico acusou as professoras de “homofobia” e “transfobia.”
Para o Fantástico, as professoras tinham a obrigação de chamar os meninos de nomes de menina, causando assim imensa confusão na mente de centenas de outros alunos. Claro que fazer isso seria reforçar o desajuste psicológico nos meninos efeminados, que embora se vejam como meninas, ou por causa de abuso sexual ou abuso de propagandas doutrinadoras homossexuais, precisam de ajuda para assumir sua sexualidade biológica e poder se libertar de fantasias prejudiciais.
As professoras do colégios optaram por colocar o bem-estar dos meninos acima de fantasias. E elas pensaram também nas outras crianças, que poderiam ser influenciadas negativamente pelo desajuste dos meninos efeminados. Por isso, para o bem de todos, elas optaram por não se acomodar diante da fantasia.
Contudo, o Fantástico da Rede Globo interveio em favor dos interesses do movimento homossexual. Se um menino tiver de ser sacrificado para avançar esses interesses, a Globo vai fazer esse sacrifício sem pestanejar. Se um colégio e suas professoras tiverem de ser sacrificados para avançar esses interesses, a Globo vai fazer esse sacrifício.
Se todas as famílias e crianças do colégios precisarem ser sacrificadas, a Globo é que não vai se importar.
O que a Globo nunca vai fazer é sacrificar os interesses do movimento homossexual por amor ao bem-estar das crianças.
Para disfarçar sua proteção dos intereses do ativismo gay, a Globo focou no “drama” das famílias dos dois meninos que “sofrem preconceito.” Mas o colégio não é composto apenas dessas duas pretensas famílias, que se tivessem preocupação real com seus filhos não permitiriam que eles se comportassem contra seu sexo biológio. O colégio tem centenas de outras famílias, inclusive as famílias das professoras, que não estão fazendo ativismo contra o sexo biológico.
Seria pois injusto e cruel colocar o ativismo de duas famílias acima dos interesses de centenas de outras famílias. Mas o que vale para a Globo é avançar os interesses do movimento gay, nem que para isso ela tenha de passar por cima de centenas de crianças e famílias inocentes.
Por pressão da Globo, o conselho tutelar, entidade esquerdista a serviço do ECA, que também é esquerdista, intervirá. Mas intervirá a favor de quem: Da Globo ou das centenas de crianças e famílias do colégio? Dos interesses do ativismo gay ou das famílias que não estão em guerra contra seu sexo biológico? Do sexo biológico ou do sexo pervertido?
Se o conselho tutelar fosse realmente uma instituição a serviço do bem-estar das crianças, condenaria a Globo por sua programação imoral que coloca em risco a saúde psicológica das crianças; apoiaria as professoras e o colégio por não aceitarem fantasias anti-biologia em ambiente escolar; e intimaria as famílias dos dois meninos para apurar o que elas estão fazendo para proteger seus meninos de propaganda e doutrinação homossexual.
A Globo passou décadas sexualizando as crianças da pior forma possível e agora quer bancar de tribunal moral atacando professoras que são obrigadas a lidar com as consequências da erotização homossexual nas escolas? Se existisse justiça real no Brasil, a Globo deveria ter sido condenada há muito tempo por seus crimes de erotização contra as crianças brasileiras.
Eu não assisto ao Fantástico da Globo há décadas. E não perco nada, pois não passa de um programa de propaganda e doutrinção esquerdista de todo tipo de perversão sexual, inclusive homossexual.
As empresas que colocaram propaganda de seus produtos no horário comercial do Fantástico são cúmplices da agressão imoral da Globo contra o colégio e seus estudantes. Os produtos dessas empresas merecem boicotados, pois comprá-los financia a agressão da Globo contra as famílias.
Não podemos nos submeter ao padrão imoral da Globo quando eles agridem colégios e professores por não se submeterem à agenda gay.
Não podemos nos submeter ao padrão imoral da Globo quando eles não aceitam que colégios e professores exerçam sua liberdade democrática de tratar os alunos pelo seu sexo biológico.
A Globo deveria ter o direito exclusivo de impor seu padrão imoral nos colégios, professores e famílias do Brasil?
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4 comentários :

Flávio disse...

Futuramente vão nos forçar a falar "pronome neutro" "elu,delu,menine" pra ultima moda que é o nao binário

Alexandre disse...

A Globo como conhecemos está com os dias contados, principalmente se Bolsonaro conseguir se reeleger, sobreviverá no máximo até 2025, provavelmente será absorvida pela Record, de qualquer maneira já vai tarde.

Chauke Stephan Filho disse...

Eu pago para não ver nenhum programa da Globo.

Neves disse...

Lembrei que no passado a Globo esteve envolvida por divulgar uma notícia falsa em rede nacional, destruindo os donos e a instituição escolar chamada ESCOLA BASE na cidade de São Paulo em 1994. vejam o link https://canalcienciascriminais.com.br/caso-escola-base/.