21 de setembro de 2020

Pastor batista brasileiro, que é imigrante nos EUA, chama governo Trump de “péssima gestão” em relação à COVID-19 e diz que Trump faz declarações nitidamente racistas que incitam a violência


Pastor batista brasileiro, que é imigrante nos EUA, chama governo Trump de “péssima gestão” em relação à COVID-19 e diz que Trump faz declarações nitidamente racistas que incitam a violência

Julio Severo
Um país está mal quando seus próprios cidadãos xingam seu governo. Mas quando até imigrantes podem xingar impunemente o presidente o país num buraco muito maior.
Ronilso Pacheco
Um imigrante brasileiro, que goza das liberdades excessivas que os Estados Unidos dão, está usando e abusando dessas liberdades com várias declarações contra o governo do presidente Donald Trump.
Numa dessas declarações, Ronilo Pacheco, que é pastor e teólogo batista, disse:
“É apressado imaginar que declarações nitidamente racistas, incitação da violência, ou mesmo a péssima gestão de Trump frente à covid-19 o fragilizariam a ponto de garantir uma vitória de Biden.”
Ronilso, que mora em Nova Iorque, também disse:
“Se está seguro de ignorar a violência policial contra a população negra, se nitidamente defende pessoas brancas armadas e atirando contra manifestantes antirracismo, se faz declarações racistas e deliberadamente minimiza o efeito devastador da pandemia, é porque, provavelmente, trata-se de riscos calculados.”
A lógica de Ronilso é que quando baderneiros do BLM (Black Lives Matter) saqueiam lojas e ameaçam seus donos, eles devem ter total liberdade para fazer isso. Qualquer reação defensiva dos donos é vista por Ronilso como “racismo.”
Quando Trump critica os baderneiros e diz que a Lei e a Ordem devem ser impostos, Ronilso também vê tal postura defensiva como “racismo.”
Para você provar que não é racista, você tem de deixar os baderneiros saquearem à vontade e cometerem violências à vontade.
Se já é uma atitude criminosa um cidadão americano defender tal radicalismo nos EUA, o que dizer então de um imigrante? Obviamente, Ronilso sabe que o excesso de liberdade nos EUA lhe dá proteções suficientes para acusar Trump de “racista.”
Se eu fosse presidente dos EUA, eu deportaria um imigrante que chama o presidente americano de “racista.” Mas se Trump fizer isso, o BLM vai tratar Ronilso como “imigrante mártir” vítima do “racismo” de Trump!
Como exemplo do “racismo” que os negros americanos sofrem, Ronilso usou o caso de Jacob Blake, que foi baleado pela polícia. Para Ronilso, é um caso de violência policial contra os negros.
O que Ronilso não revelou é que logo antes de ser baleado, Blake, que tinha uma faca em sua posse, brigou com os policiais, não atendendo a nenhuma de suas ordens.
Ronilso parece desconhecer totalmente que quando um cidadão é abordado pela polícia, ele tem a obrigação de atender a todas as ordens dos policiais. Não atender, confrontar e brigar é atitude típica de criminosos. Quem afronta e briga com a polícia age de forma criminosa e não deve estranhar se for tratado como criminoso.
Quando é abordado pela polícia, um bom cidadão nem sonha em enfrentar os policiais. Ele simplesmente obedece a tudo e, se sentir que foi injustiçado, ele pode depois recorrer aos tribunais.
Ronilso também não revelou que a própria mãe de Jacob Blake pediu perdão a Trump e criticou os baderneiros que usaram violência contra a polícia para “defender Blake.” O imigrante Ronilso ousará chamar a mãe negra de Blake de racista por condenar os baderneiros?
De Nova Iorque, Ronilso escreveu seu artigo inflamatório em português, com o título de “Trump sabe que base de evangélicos brancos o aplaude em silêncio nos EUA.”
Para Ronilso, Trump está liderando uma população evangélica conservadora que é a grande força de resistência contra os baderneiros do BLM.
Para ele, qualquer pessoa que lute contra o BLM é “racista.”
Ronilso expressou extrema preocupação com as declarações de Trump de apoio aos evangélicos. Ele citou Trump, que disse:
“Os cristãos constituem a esmagadora maioria do país, e ainda não exercemos o poder que deveríamos. O cristianismo terá poder. Se eu estiver lá, você terá bastante poder, não precisa de mais ninguém. Você terá alguém representando você muito, muito bem. Lembre-se disso.”
Como prova de que Trump tem apoio quase total dos evangélicos, Ronilso disse:
“Uma pesquisa de julho deste ano, do Pew Research Center, apontou que nada menos do que 82% dos eleitores evangélicos brancos votariam em Trump e apenas 17% deles votariam em Biden. Oito em cada dez eleitores evangélicos brancos votariam em Trump.”
Ele acrescentou:
“O chamado ‘nacionalismo cristão’ continua mais forte do que nunca nos Estados Unidos, e ele tem força e ramificações que vem da mais remota formação da sociedade americana, controlando a política, defendendo a segregação, e conspirando contra a liberdade democrática para outros grupos da sociedade (negros, latinos, mulheres, gays, etc.).”
Ronilso garante:
“Mas o cristianismo do nacionalismo cristão não é exatamente o mesmo de Jesus.”
Na visão de Ronilso, o cristianismo do nacionalismo cristão, que é composto majoritariamente por evangélicos brancos conservadores, não passa de um movimento racista que impede os objetivos marxistas do BLM. Ele vê seu próprio “cristianismo” esquerdista como verdadeiro e o Cristianismo dos evangélicos conservadores que apoiam Trump como falso e contra o Evangelho.
Mesmo que a maioria das pessoas não conheça os objetivos claros do BLM, a conduta dos ativistas do BLM fala excessivamente alto: Badernas, saques, violência e enfrentamento contra a polícia.
Ronilso não está preocupado com negros enfrentando a polícia e com ativistas do BLM saqueando lojas e cometendo todo tipo de violência. Ele está preocupado exclusivamente com os evangélicos conservadores que são a maior base de apoio a Trump. Ele disse:
“Nas eleições americanas de 2020, é preciso dimensionar o papel que o nacionalismo cristão, bem como o papel dos evangélicos brancos conservadores tem como ponto de sustentação de Trump.”
Ronilso está fazendo tudo o que pode para inflamar o público brasileiro contra Trump e contra os evangélicos conservadores americanos.
Mas por que Ronilso acusa Trump de “racista” por criticar baderneiros que saqueiam e cometem violência? Por que ele ataca a polícia quando ela age com força quando um cidadão negro decide confrontar, desatender ordens e brigar fisicamente com a polícia? Se Trump fosse tão ruim quanto Ronilso afirma, ele deportaria certo imigrante brasileiro que usa e abusa da liberdade do país anfitrião para atacar o presidente que acolhe os imigrantes mais bizarros.
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2 comentários :

Flávio disse...

Talvez esteja na hora dos EUA selecionar melhor seus imigrantes.

Alguém que odeia brancos, cristianismo e capitalismo não deveria ser aceito em um país construído por brancos, cristãos capitalistas.

Edgar disse...

A paz e unidade verdadeira só é possível onde Cristo reina. Fora disso veremos apenas dissolucoes e contendas. Infelizmente toda essa instabilidade e confronto ideológico que ocorre nos EUA é exportado para o Brasil e aplicados por um direita e esquerda que esquecem as necessidades dos brasileiros para impor a agenda americanista.