2 de setembro de 2020

Em seu esforço para produzir um filme expondo a homossexualidade no Vaticano para fazer o Papa Francisco renunciar, Steve Bannon causou reação adversa de líderes católicos conservadores e foi exposto por seu próprio envolvimento com dois notórios pedófilos


Em seu esforço para produzir um filme expondo a homossexualidade no Vaticano para fazer o Papa Francisco renunciar, Steve Bannon causou reação adversa de líderes católicos conservadores e foi exposto por seu próprio envolvimento com dois notórios pedófilos

Julio Severo
LifeSiteNews, o site católico pró-vida mais proeminente do mundo, deu total atenção e apoio quando Steve Bannon mostrou em 2019 sua intenção de produzir um filme expondo a homossexualidade no Vaticano. Mas em 2020 sua intenção se tornou uma missão impossível, especialmente depois de sua prisão por fraudar pessoas que lhe doaram dinheiro.
Steve Bannon sendo preso
No entanto, todo católico deveria entender sua intenção e o que está por trás dela.
“As pessoas só vão entender a escala do problema da infiltração da homossexualidade no Vaticano se virem nos cinemas,” disse Bannon em uma entrevista para LifeSiteNews em 2019.
Contudo, LifeSiteNews se absteve de dizer se as pessoas só entenderão Bannon depois de ver nos cinemas seus próprios segredos sujos. George Nader, condenado por crimes sexuais contra crianças, visitou a Casa Branca pelo menos 13 vezes para se encontrar com Bannon em 2017, de acordo com o jornal Washington Examiner, que acrescentou que “sempre foram reuniões privadas.”
Depois que o presidente Donald Trump demitiu Bannon, Nader, que era conhecido por suas ligações com os sauditas, garantiu um cachê de US$ 100.000 para Bannon palestrar.
Esse não é o único problema suspeito envolvendo Bannon e pedófilos. De acordo com uma reportagem de NewsMax de 2019 intitulada “Mordomo de Jeffrey Epstein revela reuniões de Bannon em Paris,” o pedófilo Jeffrey Epstein entreteve Steve Bannon em seu apartamento em Paris. NewsMax disse:
“Steve Bannon, o ex-estrategista-chefe do presidente Donald Trump, visitou Jeffrey Epstein no apartamento do pedófilo condenado em Paris no outono de 2018, afirmou um ex-mordomo que trabalhava nas casas de luxo de Epstein.”
O mordomo de Epstein disse: “Fui até motorista dele em Paris.”
NewsMax também disse:
“Aparentemente, não é o único encontro de Bannon com Epstein. No ano passado, o jornal The New York Post informou que Bannon se encontrou secretamente com Epstein na casa do financista na East 71st Street, no Upper East Side de Manhattan, em agosto de 2018. De acordo com a reportagem, Bannon foi visto saindo do SUV dele e entrando em uma ampla casa de 2.000 metros quadrados.”
Epstein era um fornecedor notório de meninas menores de idade para homens ricos e famosos.
A reportagem de LifeSiteNews, intitulada “Steve Bannon dá dicas de como fazer um filme expondo a homossexualidade no Vaticano,” abordou uma conversa entre Bannon e “o sociólogo e ativista homossexual francês Dr. Frédéric Martel, autor de ‘In the Closet of the Vatican’ (No Armário do Vaticano), onde eles discutiram uma parceria para fazer esse filme.”
“É o livro do ano,” disse Bannon para LifeSiteNews, que acrescentou: “Depois de várias longas conversas telefônicas, Bannon e Martel se encontraram pessoalmente em 19 de maio em Paris, no hotel cinco estrelas Bristol Paris Hotel, por iniciativa de Bannon.”
LifeSiteNews concedeu a Bannon e Martel a graça de revisar sua reportagem para garantir sua precisão antes da publicação. Mesmo assim, havia várias imprecisões na reportagem, do ponto de vista cristão conservador. Nem Bannon e muito menos Martel são conservadores cristãos.
“O objetivo evidente do filme: despertar indignação entre os católicos comuns em todo o mundo e, a partir dessa indignação, provocar grandes mudanças na liderança do Vaticano,” de acordo com o Dr. Robert Moynihan. Essas mudanças poderiam incluir a renúncia do Papa Francisco.
Em meu artigo “Steve Bannon move católicos conservadores para abraçar seu ‘conservadorismo’ para se opor ao Papa Francisco,” eu já havia mostrado como Bannon estava usando católicos conservadores para promover seu conservadorismo esotérico.
Imediatamente depois que LifeSiteNews publicou sua reportagem, o cardeal conservador americano Raymond Leo Burke emitiu uma declaração quebrando publicamente todas as relações com o Instituto Dignitatis Humanae, uma organização católica apoiada por Bannon. Burke se encontrou ocasionalmente com Bannon nos últimos anos e foi homenageado como o presidente honorário do Instituto de Bannon.
Em sua carta pública, Burke disse:
“Não concordo, de forma alguma, com a avaliação do Sr. Bannon sobre o livro em questão. Além disso, não penso que o livro deva ser transformado em filme. Discordo totalmente de uma série de declarações do Sr. Bannon a respeito da doutrina e disciplina da Igreja Católica Romana… Fui nomeado presidente honorário do Instituto. Nos últimos tempos, o Instituto tem se identificado cada vez mais com a agenda política do Sr. Bannon. Embora eu tenha exortado o Instituto a retornar ao seu propósito original, ele não retornou, como fica evidente em seu envolvimento com essa última iniciativa do Sr. Bannon. Portanto, com efeito imediato, cessei todo relacionamento com o Instituto Dignitatis Humanae.”
Esse rompimento das relações entre Bannon e Burke representou um rompimento significativo das relações entre os católicos conservadores e o populismo de Bannon.
O rompimento foi necessário, porque os católicos conservadores estavam sendo extremamente condescendentes com Bannon por causa de sua oposição a Francisco. Aliás, eles estavam e estão dispostos a sacrificar qualquer princípio para apoiar outros que se opõem a Francisco. Por exemplo, LifeSiteNews é famoso por expor militantes homossexuais dentro da Igreja Católica, mas foi generosamente gentil com Martel, que se considera “um liberal francês de esquerda, ateu e assumidamente gay,” apenas porque ele estava disposto a ajudar Bannon a fazer o filme anti-Vaticano.
Derrubar Francisco usando escândalos homossexuais no Vaticano e, ao mesmo tempo, colaborar com o escritor assumidamente homossexual Frederic Martel não é coerente com os valores católicos ou mesmo conservadores.
LifeSiteNews católico não viu problema em Martel visitar o Instituto Dignitatis Humanae acompanhado de seu diretor, o católico Benjamin Harnwell, que levou Martel para visitar um mosteiro italiano escolhido por Bannon para ser a “Academia Judaico-Cristã Ocidental,” que formará futuros “líderes conservadores.” Um dos professores que Bannon escolheu para essa Academia é o filósofo esotérico brasileiro Olavo de Carvalho. Tanto o conservadorismo de Bannon quanto o de Carvalho foram inspirados pelo ocultista islâmico René Guénon.
Os católicos parecem ser facilmente enganados por católicos sincréticos como Bannon. LifeSiteNews adorou o plano de Bannon de fazer um filme sobre escândalos homossexuais no Vaticano, embora Bannon tenha suas próprias ligações suspeitas com pedófilos. E depois da prisão de Bannon, o líder católico pró-família Brian S. Brown o defendeu. Brown argumentou que o tribunal que está processando Bannon é muito liberal. No entanto, esse é o mesmo tribunal que processou o pedófilo Epstein. Então, o tribunal que não estava errado em processar Epstein está errado em processar Bannon, que tinha ligações com Epstein?
No entanto, não apenas os católicos foram enganados pelo “católico” sincrético Bannon. Charisma, a maior revista pentecostal do mundo, publicou uma reportagem em 27 de agosto de 2020 intitulada “Eles Acabaram de Vir Atrás de Steve Bannon,” de Amir George.
George mencionou uma alegada criação católica exclusiva de Bannon, dizendo que os seguintes livros o influenciaram:
“Keith Kottler, em seu livro Bannon: Always the Rebel (Bannon: Sempre o Rebelde), observa os sete livros que influenciaram Bannon, depois daquele que mais o influenciou — a Bíblia — e são eles: A Imitação de Cristo, A História e Declínio do Império Romano, A Irmandade da Vida Comum e sua Influência, A História da Guerra do Peloponeso, O Exercício Espiritual de São Francisco de Loyola, Vidas dos Nobres Gregos e Romanos.”
Embora George tenha escrito “O Exercício Espiritual de São Francisco de Loyola,” o livro de Kottler nunca diz “São Francisco.” Menciona várias vezes “Santo Inácio de Loyola.” E diz “Exercícios,” não “Exercício.”
Contudo, George descartou totalmente — ou, mais propriamente, ele escondeu — que Bannon também foi influenciado pelos livros do ocultista islâmico René Guénon, embora o livro de Kottler fizesse várias menções a isso, inclusive esta:
“Evola e Guénon finalmente conectam, para Bannon, a Gerard Groote, A Imitação de Cristo e Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola…”
Kottler mencionou claramente Evola e Guénon como influências em Bannon, mas George optou por não revelar isso.
Existem outros livros que revelam mais sobre as conexões ocultistas de Bannon. A principal influência política espiritualista em Bannon foi Guenon. Por que George escondeu isso?
Mesmo que Bannon fosse guiado apenas por Santo Inácio de Loyola, tal fato seria problemático para uma revista pentecostal, porque Loyola fundou a Sociedade dos Jesuítas, ou Jesus, exclusivamente contra os protestantes. Retratar Loyola como um verdadeiro cristão é incompatível com a Bíblia e os princípios cristãos.
George apontou que a prisão de Bannon foi um plano do Distrito Sul de Nova Iorque — que também processou o pedófilo Jeffrey Epstein, que também tinha ligações com Bannon. Então, para George, esse distrito estava perseguindo Bannon e Epstein?
O título e o início do artigo de George também são problemáticos, porque ele citou uma declaração socialista de Martin Niemöller. Foi muito imprudente fazer isso, porque Niemöller pretendia que sua declaração fosse apenas para os socialistas.
Embora LifeSiteNews, Brian Brown e até a pentecostal Charisma tenham dado uma referência muito boa de Bannon, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu a ele uma referência não tão boa. Trump disse de Bannon:
Steve Bannon não tem nada a ver comigo ou com minha presidência. Quando foi demitido, ele não só perdeu o emprego, ele perdeu também a cabeça. Steve era um funcionário que trabalhava para mim depois de eu já ter ganhado a indicação ao derrotar dezessete candidatos, muitas vezes descritos como os nomes mais talentosos já reunidos no Partido Republicano.
Agora que ele está sozinho, Steve está aprendendo que ganhar não é tão fácil quanto eu faço parecer. Steve teve muito pouco a ver com nossa vitória histórica, que foi dada pelos homens e mulheres esquecidos deste país.
Steve não representa minha base, ele só está nisso para se autopromover.
Steve finge estar em guerra com a mídia, que ele chama de partido de oposição, mas ele passava seu tempo na Casa Branca vazando informações falsas para a mídia para se fazer parecer mais importante do que ele era. Essa é a única coisa que ele faz bem. Steve raramente estava em uma reunião frente a frente comigo e só finge ter tido influência para enganar algumas pessoas sem acesso e que não entendem, pessoas a quem ele ajudou a escrever livros fajutos.
Os planos do cardeal Burke e Steve Bannon para o Vaticano eram consolidar a oposição a Francisco a fim de conter a ala progressista do Vaticano. No entanto, Burke acabou vendo que Bannon tem sua própria agenda pessoal e mística para derrubar Francisco.
Bannon está tirando vantagem de que “os cardeais estão trabalhando nos bastidores para tentar levar o Papa à renúncia,” de acordo com o Dr. Robert Moynihan.
Frédéric Martel disse:
Desde o início do nosso diálogo, Bannon me conta que leu meu livro Sodoma em inglês e que o “adorou.” Um pouco surpreso com minhas revelações, ele ligou para um de seus “capangas” em Roma (provavelmente o diretor do escritório romano de sua agência Breitbart News) para questioná-lo sobre o fato de que uma grande maioria de padres e cardeais do Vaticano, 80 % talvez, seriam homossexuais. “Meu capanga me disse que você estava errado: não é 80%, mas 90%,” diz Bannon, rindo. “Seu livro é o livro do ano.”
Steve Bannon é inteligente e tem muitas ideias. Ele é, basicamente, um libertário, e no que diz respeito à moralidade sexual ele não tem tabus.
Ele pensa como eu que a batalha não é mais disputada em Roma entre cardeais pró-Francisco que seriam gays ou favoráveis ao homossexuaismo e cardeais anti-Francisco que seriam homofóbicos e heterossexuais. Todos, tanto na direita quanto na esquerda, seriam razoavelmente homófilos ou homossexuais. Steve Bannon não tem problemas com essa observação: ele também chegou a essa conclusão por si mesmo.
De repente, compreendo o plano do católico Bannon. A Igreja pode ter de abandonar suas posições morais sobre a sexualidade que são hipócritas, anacrônicas e, dado o grande número de cardeais gays no Vaticano, esquizofrênicas. Essas questões de moralidade sexual dividem a Igreja e devemos parar essa batalha inútil e contraproducente para nos concentrar nos tópicos essenciais. Para ele, o importante é a luta contra a Europa federal, contra a imigração, contra o comunismo cubano-venezuelano. Acima de tudo, é necessário travar uma guerra ideológica, em nome do catolicismo, contra a China, o Irã, o islamismo e talvez até a Rússia. E no final, por essas razões, devemos travar uma guerra contra o Papa Francisco.
Portanto, de acordo com o homossexual Martel, que não foi criticado por LifeSiteNews, Bannon queria produzir o filme expondo a homossexualidade no Vaticano não para tornar o Vaticano mais conservador, mas apenas para fazer Francisco renunciar.
Martel também disse:
Bannon está agora em uma guerra aberta contra o Papa Francisco.
A Academia Judaico-Cristã Ocidental que Bannon quer fundar no mosteiro de Trisulti faz parte dessa luta.
Curiosamente, o mosteiro que havia sido autorizado pelas autoridades italianas esquerdistas para uso de Bannon foi posteriormente desautorizado pelas autoridades italianas direitistas.
O artigo original da LifeSiteNews, que foi removido depois de ser condenado por Burke, dizia:
“É o livro do ano,” relatou Bannon para LifeSiteNews sobre a conversa que ele teve com Martel. Bannon disse que leu o livro duas vezes e o considerou extremamente forte e totalmente incriminatório para a hierarquia da Igreja. Bannon disse que suas próprias fontes independentes no Vaticano verificaram muitas das afirmações de Martel, inclusive a de que a vasta maioria do clero no Vaticano é homossexual, acrescentando ainda: “Disseram-me que não é 80 por cento, é mais perto de 90 por cento.”
“O livro ‘No Armário do Vaticano’ deve ser lido para entender a magnitude e a profundidade do problema,” disse Bannon. O documentarista disse que destacou durante o encontro a importância de transformar o livro em filme.
Contudo, Burke estava certo. Não era certo para LifeSiteNews dar atenção a uma aliança entre Bannon e um ativista homossexual apenas para derrubar Francisco por causa da homossexualidade no Vaticano, especialmente porque Bannon tinha ligações com pedófilos poderosos. Afinal, a homossexualidade no Vaticano não é um problema iniciado por Francisco. Já existia muito antes de Francisco e nunca foi resolvido. Então, por que culpar Francisco por um problema muito antigo do Vaticano?
LifeSiteNews compartilhou a intenção de Bannon de investigar a homossexualidade no Vaticano, mas não mostrou nenhuma suspeita de que Bannon, que declaradamente sabe como investigar, não investigou que George Nader, que o visitou 13 vezes na Casa Branca e lhe deu oportunidades lucrativas de palestrar, era pedófilo.
LifeSiteNews sempre condena qualquer conexão entre ativistas gays e católicos, mas não condenou a conexão entre o ativista gay Frédéric Martel e o “católico” Bannon. Aliás, o catolicismo de Bannon, definido por Martel como tendo uma moralidade sexual sem tabus, não merecia uma investigação?
Em seu artigo intitulado “Bispo da Amazônia: o documento do Sínodo não menciona o enorme problema de pedofilia da região e o pentecostalismo,” LifeSiteNews disse que “o Sínodo não abordou as questões mais urgentes da região amazônica, principalmente sua adoção do pentecostalismo.”
LifeSiteNews também disse:
“Se a Amazônia tem maioria pentecostal, é necessário enfrentar essa realidade de forma total.”
O pentecostalismo causou um “impacto profundo” nas culturas e identidades étnicas dos povos indígenas da região “com suas conotações fundamentalistas e proselitistas.”
Mesmo em algumas áreas da Amazônia, a maioria pentecostal chega a 80 por cento.
Então, o pentecostalismo brasileiro, que é muito mais conservador do que o catolicismo brasileiro, que é muito favorável à Teologia da Libertação, é uma grande ameaça.
Mas se o problema é uma espiritualidade doente, LifeSiteNews deveria lidar com o ocultismo de Bannon, cujas verdadeiras raízes estão em Guénon. Pelo menos, o pentecostalismo é cristão. Mas a espiritualidade de Guénon, que influenciou Bannon e seus amigos próximos, inclusive Olavo de Carvalho, outro adepto de Guénon, é perenialista e ocultista. Seu caráter perenialista permite o sincretismo com o catolicismo.
Por que atacar o pentecostalismo, mas não a espiritualidade guenoniana de Bannon?
Por que também atacar o Papa Francisco pela presença homossexual histórica no Vaticano, mas poupar Bannon por seu envolvimento com pedófilos notórios, inclusive Epstein, um fornecedor de meninas menores de idade para abuso sexual de homens adultos? A pedofilia não é incomum no ocultismo.
Benjamin Harnwell, diretor do instituto de Bannon, reconheceu que os evangélicos, especialmente neopentecostais e pentecostais, foram decisivos para a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais brasileiras em 2018. Assim, os evangélicos brasileiros derrotaram o socialismo com sua espiritualidade. Mesmo assim, Bannon, junto com seu parceiro guenoniano Olavo de Carvalho, busca de forma oportunista tomar a glória para seu próprio movimento.
LifeSiteNews deveria atacar esse movimento, não suas vítimas. Ao demitir Bannon, Trump deixou bem claro que ele era um oportunista e traidor. Não há definição melhor para o caráter de um adepto de Guénon. LifeSiteNews deveria aprender essa lição de Trump.
Ou o ódio católico de LifeSiteNews contra o pentecostalismo é tão grande que eles estão dispostos a poupar Bannon e suas conexões com pedófilos e ocultismo? O esoterismo e o ocultismo são menos prejudiciais do que o pentecostalismo?
Esta não é a primeira vez que exponho alguns problemas com os artigos de LifeSiteNews. Em 2018, publiquei meu artigo “Aborto, Inquisição e revisionismo na Enciclopédia Britânica” abordando LifeSiteNews defendendo a Inquisição.
Na minha perspectiva conservadora, as questões mais urgentes que os católicos enfrentam é a Teologia da Libertação à esquerda e o conservadorismo esotérico de Bannon à direita. Não é o pentecostalismo, que oferece, ainda que imperfeitamente, uma oportunidade melhor para as pessoas terem uma experiência com Jesus Cristo.
Se o Vaticano tiver essa experiência, o problema homossexual terá uma solução e padres e bispos homossexuais serão libertos de seus demônios homossexuais.
Se o Papa Francisco tiver essa experiência, ele será liberto de seus demônios socialistas.
Se Bannon tiver essa experiência, ele será liberto de seus demônios esotéricos e ocultistas.
Com informações de LifeSiteNews, NewsMax, DailyMail, Inside the Vatican, Washington Examiner e Charisma.
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