14 de setembro de 2020

Cantora gospel Ana Paula Valadão é criticada por imprensa esquerdista e é comparada a Hitler por entidade gay que a ameaça de processo por dizer que a AIDS é consequência mortal da união sexual entre dois homens


Cantora gospel Ana Paula Valadão é criticada por imprensa esquerdista e é comparada a Hitler por entidade gay que a ameaça de processo por dizer que a AIDS é consequência mortal da união sexual entre dois homens

Julio Severo
Ana Paula Valadão
Ana Paula Valadão, cantora batista renovada que se tornou famosa com sua banda Diante do Trono, se tornou alvo de jornalistas esquerdistas e ativistas gays ao não submeter às opiniões politicamente corretas que exigem apresentações exclusivamente positivas da homossexualidade. No programa “Diante do Trono” transmitido pela “Rede Super de Televisão,” emissora que pertence à Igreja Batista da Lagoinha, ela disse:
“Muita gente acha que isso [homossexualidade] é normal. Isso não é normal. Deus criou o homem e a mulher e é assim que nós cremos. Qualquer outra opção sexual é uma escolha do livre arbítrio do ser humano. E qualquer escolha leva a consequências. A Bíblia chama qualquer escolha contrária ao que Deus determinou como ideal, como ele nos criou para ser, ele chama de pecado. E o pecado tem uma consequência, que é a morte, inclusive tudo o que é distorcido traz consequências naturalmente. Nem é Deus trazendo uma praga ou juízo. Taí a Aids para mostrar que a união sexual entre dois homens causa uma enfermidade que leva à morte e contamina as mulheres. Enfim, não é o ideal de Deus. Sabe qual é o sexo seguro, que não transmite doença nenhuma? O sexo seguro se chama aliança do casamento.”
Em defesa do ativismo gay, a revista Istoé disse:
Após a repercussão do caso, a Aliança Nacional LGBTI+ anunciou que vai entrar com um processo contra Ana Paula Valadão por crime de LGBTfobia.
Em nota pública à imprensa, assinada por seu diretor Toni Reis, a Aliança Nacional LGBTI+ disse:
O discurso de Ana Paula beira ao absurdo, extrapolando a liberdade religiosa e de expressão, tornando-se um discurso odioso, fanático e amplamente desproposital, com consequências potencialmente desastrosas, principalmente para quem a segue.
Em momento algum podemos permitir que a religiosidade seja utilizada como salvo-conduto para propagação do ódio e da desinformação.
A fala em questão se assemelha aos mesmos padrões adotados por Adolf Hitler, para desumanizar setores da sociedade, assim como fez quando desumanizou Judeus, LGBTIs, ciganos, testemunhas de Jeová, comunistas, idosos, pessoas com deficiência (pdc), resultando em um total de 6 milhões de vidas ceifadas.
Acusar de “ódio” uma evangélica que se expressou com amor é pura selvageria, que foi expressa em tom alucinado e incoerente. Os seis milhões de vidas ceifadas pelos nazistas foram judias. E sabe-se que o pequeno número de homossexuais que Hitler matou não foi por ele se opor à homossexualidade, pois Hitler e a elite nazista eram homossexuais. O livro “The Hidden Hitler,” publicado em 2001 pela editora Basic Books de Nova Iorque, EUA, e escrito pelo professor alemão Lothar Machtan, revela a natureza homossexual de Hitler.
Há também o livro “The Pink Swastika,” do Dr. Scott Lively, que mostra que o nazismo só perseguiu uma minoria homossexual “femêa” que não se encaixava no tipo de homossexualidade “macha” que o nazismo seguia. O nazismo protegia e engrandecia a homossexualidade “macha” enquanto hostilizava a homossexualidade “femêa.”
O caso de Hitler mostra que homossexuais são violentos até com outros homossexuais.
Se Toni Reis tivesse ofendido criminalmente um líder islâmico comparando-o a Hitler, a reação poderia ser violenta ou aceita, pois Hitler é admirado entre muitos muçulmanos. Mas comparar uma cantora evangélica com Hitler é crime, especialmente porque enquanto Hitler matava judeus, os evangélicos defendem os judeus e Israel; enquanto Hitler promovia uma homossexualidade “macha,” os cristãos não promovem nenhuma homossexualidade; e enquanto Hitler promovia um direitismo ocultista sem nenhuma base na Bíblia, os cristãos promovem um conservadorismo e capitalismo com base na Bíblia.
“A pastora ao associar o HIV a comunidade LGBTI, comete o mesmo equivoca daqueles que quiseram ligar a pandemia do coronavirus a China. É crime, vamos representa-la por LGBTFOBIA, nos termos da decisão do STF”, disse o advogado e coordenador da Aliança Nacional LGBTI+.
A decisão do Supremo Tribunal Federal essencialmente criminaliza atos e opiniões contrárias ao homossexualismo. É uma decisão que beneficia o ativismo homossexual e criminaliza o próprio Cristianismo. O Supremo Tribunal Federal chegou à sua insana decisão com base em pedido de uma organização gay dirigida por Toni Reis que anos atrás pediu intervenção do Ministério Público Federal contra mim por “homofobia.”
A Aliança Nacional LGBTI+ disse que é “crime” dizer que existe uma associação entre HIV e homossexuais. Mas não é o que a realidade mostra.
Quando a AIDS surgiu na década de 1980, a população homossexual foi a principal vítima. Nessa época, a AIDS alcançou a população não homossexual através de homossexuais que doavam sangue e através de homossexuais que se relacionavam também com mulheres. A AIDS era conhecida como “doença gay,” por afetar principalmente os homossexuais.
Os especialistas então avisavam que no futuro a AIDS atingiria principalmente a população não homossexual. Estamos hoje no futuro, quase 40 anos depois da década de 1980. E o que a realidade mostra?
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, a entidade mais importante do governo dos EUA sobre questões de saúde, disseram em 2020:
“Gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens são a população mais afetada pelo HIV nos Estados Unidos. Em 2017, os homens gays e bissexuais adultos e adolescentes representavam 70%.”
Portanto, se na década de 1980 a AIDS era uma doença indiscutivelmente de predominância gay, hoje nada mudou: Continua de predominância gay.
Aliás, por ser uma doença de predominância gay, desde a década de 1980 os grupos gays têm recebido bilhões de dólares para supostamente “combater” a AIDS. Mas esses bilhões em nada reduziram a predominância gay da AIDS.
O movimento gay continua hoje na mesma negação que adotou no passado: Recusa se responsabilizar pelas consequências do comportamento homossexual.
Existe um precipício com AIDS e morte. Em seu amor pelos homossexuais, Ana Paula Valadão os avisa para não seguirem em frente para o precipicio. Os ativistas gays dão informações fraudulentas em sentido contrário, dizendo que os gays podem ir em frente para o precipício.
Quem deveria ser processado por crime é a entidade gay, não a cantora batista renovada. É um absurdo processar uma evangélica que está ajudando os homossexuais, mas não processar ativistas gays que estão usando os homossexuais e colocando em risco a vida deles com informações mentirosas.
E um processo contra Toni Reis e sua entidade de ódio aos evangélicos se tornou ainda mais necessário quando ele criminosamente comparou a cantora evangélica com Hitler.
A linguagem de Toni contra Ana Paula Valadão foi tão selvagem e violenta que a grande imprensa não ousou citar que ele a comparou com Hitler, quando a natureza fascista esotérica de Hitler era homossexual.
Não há nada de homossexual na cantora gospel, mas há muito homossexualismo, com seu ódio e extremismo, em Toni Reis e Adolf Hitler.
Com informações do Estado de Minas.
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7 comentários :

Anônimo disse...

Conservadores e cristãos do Congresso e Bolsonaro deveriam derrubar a decisão do STF.

Oliveira disse...

O mundo não gira ao contrário, meu caro.

Chauke Stephan Filho disse...

A correção política, o alterismo, a ditadura diversitária... tudo isso está insuportável.

Anônimo disse...

Ela esqueceu de dizer que atualmente existe uma doença mais mortal que a AIDS: A MIOCARDITE. A miocardite pode ser causada por uma dor de dente (raro) , por uma dor de garganta (raro) ou por COVID (ainda mais raro) . No entanto, a maior parte dos casos de miocardite é por ato sexual anal. Ocorrem rompimentos na parede do intestino e as bactérias que estão dento do intestino migram até o coração. Se a mídia dissesse que todo gay passivo tem miocardite (e que o ativo causa miocardite no parceiro) , ninguém estaria criticando a Ana Paula. O problema é que ninguém quer aceitar que a homossexualidade é a causa de várias doenças mortais!

Cicero disse...

Cadê a bancada evangélica (sic) nessas horas hein?! ah sim... estão lutando e ameaçando o governo para perdoar suas vergonhosas dívidas junto a União!

Unknown disse...

O pior de tudo, é ver toda essa palhaçada acontecendo e ninguém faz nada."o câncer do Mundial é o homossexualismo!"

Primeira Igreja Batista de Araci disse...

Severo está certíssimo em tudo que escreveu nesta matéria. Parabéns pela coragem profeta.