4 de setembro de 2020

A ponta da lança do marxismo de hoje: o movimento LGBT


A ponta da lança do marxismo de hoje: o movimento LGBT

Scott Lively
Em seu expurgo pré-eleitoral do conhecimento acadêmico conservador e verdades históricas inconvenientes, a Amazon acaba de proibir meu livro “A Suástica Rosa: Homossexualidade no Partido Nazista,” que escrevi em 1995 com o pesquisador judeu ortodoxo do Holocausto, Kevin Abrams. Discutirei isso abaixo, mas primeiro uma palavra sobre a “cultura do cancelamento” e onde a versão americana dela começou.
Scott Lively
“A cultura do cancelamento” é um sistema de transformação política baseado em pressão social que depende fortemente de propaganda maliciosa para “educar” e “inspirar” ativistas de extrema esquerda que então realizam ataques a alvos designados. Muito antes de o termo ser inventado, havia conservadores à margem como eu, para quem ser “cancelado” era apenas a vida do dia-a-dia. Fomos nós que nos levantamos durante a Revolução Reagan para nos opor ao marxismo cultural antes mesmo que a maioria dos conservadores soubesse o que era isso. Aliás, mesmo hoje, com o termo “marxismo” na boca de quase todos os conservadores, a maioria ainda não percebe que a ponta da lança marxista que agora apunhala o coração da república constitucional dos EUA sempre foi o movimento LGBT.
Poucos se lembram de que o “Pai do Movimento Gay Americano,” Harry Hay, (que marchou em defesa da Associação Norte-Americana de Amor Entre Homens e Meninos nas primeiras paradas do “Orgulho Gay”) foi professor de teoria e tática marxista por 18 anos antes de fundar a primeira organização permanente de “direitos gays” dos EUA em 1953, a Mattachine Society.
Poucos ainda se lembram de que o fundador do marxismo cultural e da Escola de Frankfurt (e predecessor de Saul Alinsky), Herbert Marcuse, via a crescente rede de células de ativistas gays de Hay como o exército que tornaria sua visão uma realidade nos EUA. Quem melhor para combater o que Marcuse considerava a barreira principal à utopia marxista, “a ordem repressiva da sexualidade procriativa,” implementando sua solução, “a desintegração da… sociedade monogâmica e patriarcal”?
E quando os gays abraçaram totalmente o radicalismo de Marcuse no Tumulto de Stonewall de 28 de junho de 1969 (apresentando uma tentativa de queimar policiais vivo no bar Stonewall — assim como os baderneiros do BLM/Antifa de hoje no prédio federal de Portland), o desmantelamento total da sociedade baseada em casamento e família tornaram-se uma prioridade da esquerda, produzindo a maior parte das crises sociais dos últimos 50 anos, desde a legalização do aborto em 1970 até o colapso total da família nuclear na década de 1990, até a normalização da mutilação de crianças em transgêneros acontecendo hoje; e todos os seus efeitos secundários, inclusive níveis epidêmicos de crime, pobreza, doença mental, fragmentação cultural e desvio sexual.
Caramba, quantos conservadores se lembram para quem Hillary Clinton estava discursando quando chamou os apoiadores de Trump de “uma cesta de deploráveis”? Foi uma grande reunião de gays traficantes de influência e grandes doadores na arrecadação de fundos “LGBT para Hillary” em Nova Iorque.
Não é mera coincidência que quem mais ataque agressivamente Trump na mídia sejam homossexuais, desde Anderson Cooper, a Chris Johnson e Rachel Maddow, ou que o financiamento para o Dossiê Steele esteja ligado ao mega-doador bilionário LGBT Paul Singer, cujo filho é um homossexual assumido. Menciono Singer porque foi ele quem financiou o Dossiê “Exportação de Ódio” em 2012, nomeando-me o Inimigo Público nº 1 da agenda LGBT global.
Esse dossiê foi um marco em minha longa permanência na “cultura do cancelamento.” Foi publicado pela maior organização LGBT do mundo, a “Campanha pelos Direitos Humanos,” para reforçar o grande processo federal de seis anos e meio contra mim, alegando que minha pregação não odiosa e não violenta contra a homossexualidade em Uganda constituía “Crimes Contra a Humanidade.” Eu só sobrevivi àquela tentativa de “cancelamento” legalmente frívola e eticamente ultrajante de minha visão bíblica do mundo (impulsionada por um escritório de advocacia marxista com sede em Manhattan financiado por Soros) pela intervenção do Conselho de Liberdade, que gastou mais de um milhão de dólares para me defender.
A “cultura do cancelamento” teve seu início muito antes de eu me tornar o porta-voz da “Lei de Nenhum Direito Especial” do Oregon em 1991 (uma versão da qual foi aprovada no Colorado e mais tarde derrubada no caso Romer versus Evans do Supremo Tribunal). Mas naquela campanha do Oregon, a forma da “cultura de cancelamento” que estamos vendo hoje — uma conspiração multidimensional da mídia, políticos, corporações, organizações sem fins lucrativos e violentos ativistas de rua tipo nazistas — nasceu.
Os “Esquadrões Exterminadores de Intolerantes” que os LGBTs mobilizaram em 1992 para intimidar os signatários da petição e destruir os formulários de petição evoluíram na década seguinte para a prática LGBT de revelar na internet os nomes e endereços dos signatários da petição da Proposta 8 e outras medidas eleitorais pró-família da Califórnia. Hoje, revelar na internet dados pessoais é usado contra qualquer um que se oponha a qualquer objetivo marxista. Da mesma forma, o cancelamento pressionado por turbas de nossos preletores e locais pró-família do Oregon foi uma tática LGBT posteriormente adotada contra todos os palestrantes conservadores. Da mesma forma, o uso generalizado de falsos crimes de ódio para influenciar a opinião pública durante as disputas políticas começou com os LGBTs do Oregon.
Os esforços de cancelamento contra mim aumentaram quando Kevin e eu escrevemos “A Suástica Rosa,” uma defesa amplamente documentada da história judaica em refutação ao esforço cínico LGBT de inventar um “Holocausto Gay” para obter vantagens políticas. Isso me tornou um dos primeiros alvos pró-família do Southern Poverty Law Center. O retrato totalmente desonesto que o SPLC fez do livro como “desacreditado” (citando um pequeno punhado de acadêmicos ativistas gays) e Kevin e eu como “revisionistas do Holocausto” — exatamente o oposto de nosso papel — desde então tem sido usado por esquerdistas de todos os tipos até me difamar e “cancelar” de todas as maneiras possíveis.
Estou surpreso que a Amazon demorou tanto para banir “A Suástica Rosa,” talvez porque teve tão poucas vendas (principalmente porque distribuímos o livro gratuitamente em formato digital para qualquer pessoa que o solicitar scottlivelyministries@gmail.com). No entanto, me irrita muito que os monopólios virtuais que compõem as grandes empresas de tecnologia estejam escapando impunies com uma censura tão óbvia por motivos políticos.
Se fosse só eu, eu provavelmente daria a outra face. Mas uma vez que agora afeta toda a nossa nação e seu futuro, digo que é hora de começarmos a retribuir cancelando — assim que Trump for reeleito.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): The tip of the spear of today's Marxism: The LGBT movement
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Um comentário :

Flávio disse...

Eu espero que em um segundo mandato Trump seja mais conservador. Agora ele não terá nada a perder, a primeira coisa que ele deve fazer é reforçar a liberdade de expressão. Redes sociais devem ser proibidas de cancelar pessoas.
Que os juízes nomeados por ele sejam realmente conservadores