29 de maio de 2020

Ministro da Educação com raízes judaicas no governo Bolsonaro foi criticado pelo governo israelense e organizações judaicas por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados à perseguição nazista contra judeus


Ministro da Educação com raízes judaicas no governo Bolsonaro foi criticado pelo governo israelense e organizações judaicas por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados à perseguição nazista contra judeus

Julio Severo
O ministro da Educação do Brasil recebeu críticas do governo israelense e de organizações judaicas nos EUA e no Brasil por comparar batidas da Polícia Federal contra aliados do presidente Jair Bolsonaro a Kristallnacht — o início da perseguição nazista contra judeus.
Abraham Weintraub
“Hoje foi o dia da infâmia, VERGONHA NACIONAL, e será lembrado como a Noite dos Cristais brasileira,” tuitou em 27 de maio de 2020 Abraham Weintraub, cujos avós paternos judeus fugiram dos nazistas.
“Profanaram nossos lares e estão nos sufocando. Sabem o que a grande imprensa oligarca/socialista dirá? SIEG HEIL!” continuou o ministro em seu tuíte, acrescentando uma foto que mostra o boicote às lojas judaicas na Alemanha em 1933.
Kristallnacht, ou a Noite dos Cristais Quebrados, refere-se à perseguição nazista de 1938 que marca o início do Holocausto.
Weintraub nasceu de uma mãe católica e um pai judeu cujos membros da família foram mortos em campos de concentração nazistas. Ele geralmente é confundido com judeu devido ao seu nome, mas, de acordo com a Agência Telegráfica Judaica, ele não se identifica como judeu.
Organizações judaicas nos EUA e no Brasil criticaram duramente seus comentários.
“A comparação é totalmente descabida e inoportuna, minimizando de forma inaceitável aqueles terríveis acontecimentos, início da marcha nazista que culminou na morte de 6 milhões de judeus,” disse Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, a organização judaica mais importante do Brasil.
“Basta! O uso repetida da linguagem do Holocausto como arma política por parte de funcionários do governo brasileiro é profundamente ofensivo aos judeus do mundo e um insulto às vítimas e sobreviventes do terror nazista. Isso precisa parar imediatamente,” tuitou o Comitê Judaico Americano, a organização judaica mais importante dos EUA.
Embora o governo Bolsonaro seja aliado de Israel, especialmente porque os evangélicos, a base política mais importante de Bolsonaro, são apoiadores tradicionais de Israel, o governo israelense também criticou a comparação de Weintraub.
O cônsul-geral de Israel em São Paulo, Alon Lavi, disse:
“O Holocausto, a maior tragédia da história moderna, onde 6 milhões de judeus, homens, mulheres, idosos e crianças foram sistematicamente assassinados pela barbárie nazista, é sem precedentes. Esse episódio jamais poderá ser comparado com qualquer realidade política no mundo.”
Com o mesmo tom crítico, a Embaixada de Israel no Brasil divulgou um comunicado:
Houve um aumento da frequência de uso do Holocausto no discurso público, que de forma não intencional banaliza sua memória e também a tragédia do povo judeu, que terminou com o extermínio de 1/3 do nosso povo por ódio e ignorância dos nazistas e seus colaboradores.
Em nome da amizade forte entre nossos países, que cresce cada vez mais há 72 anos, requisitamos que a questão do Holocausto como também o povo judeu ou judaísmo fiquem à margem do diálogo político cotidiano e as disputas entre os lados no jogo ideológico.
Essa é a primeira vez que diplomatas de Israel criticaram de forma pública o governo Bolsonaro. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, viajou ao Brasil para participar da posse do presidente brasileiro em 2019. Na época, Netanyahu disse: “Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica, e a comunidade evangélica não tem melhor amigo no mundo do que o Estado de Israel.”
Em janeiro de 2020, o secretário da Cultura Roberto Alvim, um adepto de Olavo de Carvalho, foi demitido por imitar um discurso nazista. Na época, o embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, falou diretamente com Bolsonaro para expressar a preocupação de Israel com o discurso de Alvim, que havia publicado um vídeo no qual ele fez uso de trechos de um discurso de Joseph Goebbles, ministro da Propaganda na Alemanha de Hitler. Logo depois, Alvim foi demitido.
Houve também outros conflitos entre grupos judeus e o governo Bolsonaro. Em abril de 2020, o Comitê Judaico Americano exigiu um pedido de desculpas do chanceler Ernesto Araújo, que comparou o isolamento social para conter o COVID-19 a campos de concentração nazistas. Foi uma comparação descabida, pois até mesmo Israel usou o isolamento social para conter o COVID-19.
A comparação de Weintraub foi feita depois que em 27 de maio de 2020 a Polícia Federal usou mandados de busca e apreensão contra vários aliados do presidente Bolsonaro como parte de uma investigação sobre ameaças aos ministros do Suprema Tribunal Federal e a disseminação de notícias falsas.
Os aliados políticos foram dignos da comparação de Weintraub? As ações da Polícia Federal afetaram vários indivíduos, inclusive Sara Winter, Allan dos Santos e Bernardo Kuster.
Sara Winter tornou-se conhecida internacionalmente depois que LifeSiteNews, o mais importante site pró-vida católico internacional, publicou uma reportagem em 2015 sobre ela, apresentando sua suposta conversão ao Catolicismo. A reportagem disse:
Sara Fernanda Giromini se tornou conhecida no Brasil e no mundo sob o pseudônimo “Sara Winter” em 2012, quando se tornou membro fundadora da Femen Brasil, e liderou um trio de moças em vários protestos topless que atraíram muita atenção da mídia. No entanto, apenas três anos depois, a jovem ativista fez uma reviravolta e declarou guerra ao feminismo e ao aborto, e está se desculpando com os cristãos por seu comportamento ofensivo.
Ela continua usando seu apelido, Sara Winter, que é a forma portuguesa de “Sarah Winter,” uma apoiadora nazista britânica e membro da União Britânica de Fascistas.
Num vídeo de 27 de maio de 2020, Sara disse que desejaria “trocar soco” com um ministro do Supremo Tribunal e afirmou que esse ministro “nunca mais vai ter paz na vida.” Ela disse:
Você me aguarde, senhor Alexandre de Moraes. Nunca mais vai ter paz na sua vida. A gente vai infernizar sua vida, vamos descobrir os lugares que o senhor frequenta, a gente vai descobrir quem são as empregadas domésticas que trabalham para o senhor… A gente vai descobrir tudo da sua vida até o senhor pedir para sair. Hoje o senhor tomou a pior decisão da sua vida.
Sara Winter é lider do grupo autointitulado “300 do Brasil,” que acampou em frente ao STF. O grupo, cujos membros vestem roupas camufladas parecidas com as roupas do Exército e portam armas, já foi chamado de “milícia armada” pelo Ministério Público do Distitro Federal e Territórios. Faz lembrar um grupo paramilitar.
Sara Winter
Em entrevista ao serviço noticioso em português da BBC de Londres, Sara disse que a presença de armas em seu acampamento é “para a proteção dos próprios membros.” A BBC disse:
Sara Winter gosta de publicar fotos segurando armas e diz nas redes sociais que “atira muito bem.”
Ela dá várias versões para os “300 do Brasil.” Ela diz que foi ideia de Olavo de Carvalho, que é o guro dela. Ela também diz, talvez para agradar a grupos diferentes, que o nome foi escolhido baseado nos “300 de Gideão,” do Antigo Testamento da Bíblia. Ela também diz que foi baseado nos “300 de Esparta.”
Sara também dá outras explicações para uma tatuagem em seu ombro de uma cruz de ferro, símbolo germânico que se tornou popular durante o regime nazista e era a principal condecoração nazista de guerra. Sara diz que a tatuagem era uma homenagem aos “cavaleiros templários da idade média,” mas a pesquisadora alemã Carina Book confirmou que é a cruz de ferro.
Sobre o acampamento dos “300 do Brasil” em frente do STF, ela disse: “Quem me pediu pra fazer tudo isso foi o professor Olavo.”
Não é de estranhar então que em 28 de maio de 2020, Olavo pediu a pena de morte para o ministro que pediu a ação da Polícia Federal contra Sara e outros. Mas se ele defende a pena de morte para o ministro que busca tirar o direito de expressão de Sara, então por que ele é o maior negador da Inquisição no Brasil? A Inquisição tirava de suas vítimas não somente seu direito de expressão, mas também suas propriedades e vidas.
Em algumas ocasiões Sara Winter declarou que recebeu treinamento na Ucrânia e que ela quer “ucranizar” o Brasil, uma postura difícil para os conservadores entenderem, pois a revolução ucraniana foi em grande parte financiada por George Soros, o governo de Obama e os neocons.
Nos treinamentos promovidos por Sara para seu “300 do Brasil,” são proibidos fotos e vídeos e exige-se roupa adequada para um treinamento físico de combate.
Sara Winter com sua máscara de caveira, de acordo com o site jornalístico A Publica
Numa foto do “300 do Brasil,” Sara Winter aparece com outros militantes, usando uma máscara de caveira. A máscara é muito popular na Europa e nos Estados Unidos entre neonazistas. “A máscara de caveira virou uma estética universal fascista,” escreve o jornalista Jake Hanrahan no Twitter.
Grupo neonazista Atomwaffen Division e suas máscaras de caveira
No filme “A Vida de Sara”, um documentário biográfico produzido pela plataforma Lumine, apelidada de “Netflix conservadora,” Sara Winter diz que a FEMEN mandou dinheiro para que ela fosse treinada na Ucrânia e levasse esse treinamento ao Brasil.
O filme foi produzido por Matheus Bazzo, que também produziu o documentário sobre Olavo de Carvalho, “O Jardim das Aflições.”
No filme, Sara conta que que já se prostituiu e ela aparece atirando e manipulando armas de fogo.
Tal quadro parece problemático para a imagem dos cristãos conservadores que lutam contra a agenda de aborto e homossexualidade.
Entre os apoiadores do “300 do Brasil” estão o jornalista do Terça Livre Allan dos Santos e o psiquiatra Ítalo Marsilli, que declarou em um de seus vídeos que mulheres não deveriam votar pois são fáceis de seduzir. Ele disse:
“Na democracia grega, a única do mundo que funcionou, não estava previsto o voto feminino. Quando o voto passa ser pleno, ou seja, mulheres e todo mundo pode votar, a gente vê que tem uma crise na regência do Estado. É muito fácil você convencer mulher de votar, é só você seduzi-la.”
Quanto a Bernardo Kuster, que junto com Sara e Santos foi também alvo da batida da Polícia Federal, ele abandonou a Igreja Evangélica para seguir o catolicismo sincrético de Carvalho. Hoje Kuster promove a ideia de que a Inquisição foi um tribunal de misericórdia — uma postura fortemente contestada pelo governo de Israel e pelos judeus. Aliás, em 2013, em visita ao Vaticano, Netanyahu deu ao Papa Francisco um exemplar de um volumoso livro contra a Inquisição escrito por seu pai.
Na próxima visita de Netanyahu ao Brasil, ele deveria dar um exemplar desse livro a cada membro do governo Bolsonaro. Alguns deles, que seguem Carvalho, acreditam que a Inquisição foi mentira, embora ela tenha também torturado e matado judeus no Brasil.
O que impede Olavo e seus adeptos, que fazem revisionismo descarado da Inquisição, de um dia também fazerem revisionismo do Holocausto? Afinal, as principais vítimas de ambos eram justamente os judeus.
É impossível entender esse quadro caótico sem compreender que Olavo de Carvalho, que tem um histórico ocultista, é membro da Escola Tradicionalista. Recentemente, o escritor judeu americano Benjamin R. Teitelbaum lançou o livro “War for Eternity” (Guerra pela Eternidade), publicado por HarperCollins, a maior editora dos EUA. O livro faz um mapa da Escola Tradicionalista e seus principais representantes em vários países. O representante para o Brasil é Olavo. Teitelbaum apresenta a Escola Tradicionista como uma seita ocultista.
Por sua própria natureza, o ocultismo traz caos.
Apesar das repreensões do governo de Israel e de organizações judaicas nos EUA e Brasil, o ministro da Educação Abraham Weintraub não voltou atrás em sua comparação. Aliás, ele a defendeu, em nome da liberdade de expressão. Ele disse em um tuíte de 28 de maio de 2020:
Não falem em nome de todos os cristãos ou judeus do mundo. FALO POR MIM! Tive avós católicos e avós sobreviventes dos campos de concentração nazistas (foto). Todos eram brasileiros. TENHO DIREITO DE FALAR DO HOLOCAUSTO! Não preciso de mais gente atentando contra MINHA LIBERDADE!
Sim, ele tem direito de falar do Holocausto. Mas já que ele tem avós que sobreviveram ao Holocausto, por que ele não condena os sinais de fascismo no movimento que ele está apoiando?
Olavo de Carvalho é o maior defensor brasileiro da Inquisição, que torturou e matou milhares de judeus. Os adeptos católicos de Carvalho apoiam e propagam a radical postura dele de que a Inquisição foi mito e lenda.
Se Weintraub sabe confrontar Israel e os judeus na sua postura teimosa de comparar o Holocausto com as ações da Polícia Federal contra Sara Winters e outros adeptos de Carvalho, por que ele não sabe ou não consegue confrontar Carvalho sobre a Inquisição? Por que ele não sabe confrontar os sinais de fascismo e ocultismo em Carvalho e seus adeptos?
Por exemplo, o ministro das Relações Exteriores abertamente louva Olavo de Carvalho, René Guénon e Julius Evola. Guénon é o mestre islâmico ocultista seguido pelos membros da Escola Tradicionalista, cujo membro mais proeminente foi Evola, guru do ditador fascista italiano Benito Mussolini. Evola era radicalmente contra o marxismo e escreveu livros defendendo a ideologia direitista, o ocultismo e a magia negra.
Por que Weintraub não questiona e confronta isso?
E com relação à sua defesa da liberdade de expressão, essa defesa é total ou limitada? Em 2019, usando mentiras e difamações, Olavo de Carvalho, considerado o Rasputin de Bolsonaro, apelou para que a Polícia Federal me investigasse, num desejo descarado de ver a máquina estatal silenciando minha voz e meus artigos evangélicos contra o ocultismo e a Inquisição. Você pode conferir tudo aqui: http://bit.ly/2RTonDx
Na época, Weintraub nada disse contra o desejo ditatorial de Olavo de me censurar.
Mas hoje Weintraub, confrontando Israel e grupos judaicos, fala contra a Polícia Federal agindo contra uma ativista de apelido nazista treinada na Ucrânia por grupos financiados por George Soros.
Weintraub também defendeu o canal Terça Livre, que defende a Inquisição e já me atacou, xingou e difamou. Confira aqui: http://bit.ly/2eCxaG7
A liberdade de expressão que Weintraub defende é para todos ou somente para quem usa apelidos nazistas e para quem xinga e difama?
Como ficaria um escritor evangélico nessa defesa? Não sei, pois quando Olavo apelou para a Polícia Federal contra mim, não vi Weintraub defendendo liberdade de expressão. Mas o irmão dele, o Arthur Weintraub, que também tem cargo importante no governo Bolsonaro, ao se deparar com um tuíte meu criticando Olavo, me bloqueou no Twitter.
Para eles, até Israel pode ser confrontado. Mas criticar Olavo, o defensor da Inquisição, é inaceitável.
Weintraub busca defender contra o STF Sara e outros na pura lógica de liberdade de expressão, mas o comportamento do grupo de Sara andar armado e seu uso de símbolos tão ligados ao fascismo não seriam sinais de alerta suficientes de que suas ameaças podem acabar se tornando violentas?
Há três fases na história de Sara nos últimos dez anos. Ela estava ligada ao FEMEN no início da década de 2010. Em meados dessa década, ela já estava aparentemente mudada, se tornando uma personalidade católica pró-vida em LifeSiteNews. E há a Sara mais recente, que está ligada a Olavo e treinando um grupo que tem características paramilitares. Essa é uma Sara que usa uma máscara fascista, xinga, usa armas e ameaça ministros do STF.
Como é que Weintraub não confronta isso, mas confronta o governo de Israel e organizações judaicas? Como é que ele encara isso só como mera opinião, não como sinais de perigo?
Com informações de Jewish Telegraphic Agency, Notícias R7, Istoé, Yahoo, CONIB, Correio Braziliense, Estado de Minas, A Publica, BBC, LifeSiteNews, Revista Forum e UOL.
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4 comentários :

Canaã disse...

Todos os episódios recentes só me levam a crer no seguinte: basta aparecer alguém falando de Deus e com 3 ou 4 versículos na boca para que o povo evangélico se prostre em idolatria a este deus chamado política. O que mais tenho visto na assim chamada política conservadora de direita, liberal(???), e de base cristã-evangélica são os chamados ´´boquinhas sujas´´. Gente mal educada, agressiva, violenta e com o nome do meu Redentor nas suas bocas. Que nenhuma palavra torpe saia de tua boca, diz a Palavra em Efésios 4.29. No entanto, muitos cristãos teimam em frequentar sinagogas de Satanás e soltar seus palavrões que nem devem ser mencionados.

Anônimo disse...

ha quem diga que George Soros , grande financiaor da esquerda financia grupos neonazi por ser util pra ele. Em 2017 apos manifestações supremacistas brancos a antifa e que ganhou notoriedade midiatica. Qdo comecam manifestações neonazistas a antifa aparece e assim eles tem argumentos pra justificar seus atos. O cara que iniciou manifestações em charlottesville foi eleitor de Obama. So a esquerda ganha com manifestações racistas porque ai o discurso dela ganha forca

Flávio

Pr Henrique EBD NA TV 99-99152-0454 disse...

Lembrando que Judeus não têm nada a ver com cristianismo. Eles não reconhecem JESUS como o Messias e por isso mesmo perderam a salvação. O remanescente é que será salvo no final da Grande Tribulação. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. João 1:11; Também Isaías clamava acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo. Romanos 9:27; E outra vez diz a Escritura: Verão aquele que traspassaram. João 19:37

Julio Severo disse...

Pr. Henrique, preciso lembrar também que Abraham Weintraub nada tem a ver com o Cristianismo verdadeiro. Ele está ligado ao astrólogo Olavo de Carvalho, que é membro da Escola Tradicionalista, uma seita esotérica que abriga políticos de linha fascista. O membro mais proeminente da Escola Tradicionalista é o filósofo italiano Julius Evola, que publicou vários livros contra o marximos e defendendo a direita. Evola tem também livros que promovem o ocultismo e a magia negra. Evola era o guru do ditador fascista italiano Benito Mussolini e os livros dele eram muito usados pelos nazistas.

Estranho que não vi você comentar sobre Sara Winter, cujo apelido é NAZISTA. Weintraub a defendeu. Isso não preocupa você? Como é que você desculpa isso, mas não desculpa os judeus?

Então se você está preocupado com o fato de os judeus não terem a salvação em Jesus, preocupe-se também com as ligações ocultistas de Weintraub e principalmente o guru dele, o astrólogo Olavo. Como você deve saber, qualquer governo que tem como conselheiro um homem envolvido em ocultismo está condenado ao desastre, a não ser que o governante expulse o ocultista.

Para mais informações sobre a seita ocultista da Escola Tradicionalista, clique no link abaixo:

Cuidado com a Escola Tradicionalista, a seita esotérica que usa o antimarxismo para promover o sincretismo religioso e o culto à personalidade de seus líderes