15 de fevereiro de 2020

CACP, ministério apologético, sofre perseguição legal de grupo islâmico


CACP, ministério apologético, sofre perseguição legal de grupo islâmico

Julio Severo
Atendendo a pedido da Federação Árabe Palestina do Brasil (FEPAL), o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) intimaram o Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP) por “conteúdo falso e discriminatório sobre a comunidade muçulmana e o islamismo.”
O crime do CACP? Expor a violência islâmica do jeito que ela é.
Cerca de 100 mil cristãos são martirizados por ano principalmente por muçulmanos, numa perseguição que envolve torturas, estupros e assassinatos. Mas não há retaliação de cristãos devolvendo aos muçulmanos na mesma moeda: torturas, estupros e assassinatos. O que há é uma tentativa de expor a violência islâmica contra cristãos, usando como único meio a liberdade de expressão.
O site da FEPAL disse:
“Numa petição de oito páginas, a entidade acusa formalmente o site do ‘Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP)’ de intolerância religiosa e incitação ao ódio, em manifestações propagados por textos com ‘falsificações absurdas e grosseiras’ e outras ‘impropriedades criminosas.’”
A FEPAL deixou claro que utilizará as leis anti-preconceito do Brasil para banir os artigos do CACP e prender seus autores. Em vídeo público (http://www.cacp.org.br/a-perseguicao-do-islamismo-ao-cacp/), o Pr. João Flávio Martinez, presidente do CACP, declara que teve de ir à Polícia Federal para prestar esclarecimento e que a ameaça legal da FEPAL pode colocá-lo na cadeia.
Essa ameaça não afeta apenas o Pr. Martinez. Afeta também a mim, que tenho artigos publicados no CACP. Afeta outros articulistas. E afeta todos os evangélicos brasileiros, que serão intimidados e intimados a calar a boca sobre as atrocidades do islamismo.
Enquanto os cristãos em países islâmicos geralmente não têm lei para recorrer contra torturas, estupros e assassinatos, no Brasil muçulmanos, usando e abusando da abundante liberdade que eles gozam, buscam perseguir os cristãos não por atos de violência, mas pela liberdade de expressar a realidade muçulmana.
A atuação do CACP contra o islamismo acontece puramente na esfera teológica. Para um exemplo, veja a lista de artigos do CACP sobre islamismo: http://archive.is/N2TFF
Esta é a primeira vez que uma grande ação islâmica utiliza o MPF e a PF contra uma organização evangélica que tem um histórico pacífico de conscientização teológica. Embora quando eu deixei o Brasil em 2009 por causa de uma ação do MPF movida por queixas de ativistas gays e jornalistas muçulmanos (uns, por “homofobia” e outros, por “islamofobia”), não houve envolvimento da Polícia Federal, até onde eu saiba.
O caso do CACP é muito mais grave e merece a atenção de líderes e parlamentares evangélicos. Essa perseguição antievangélica, que é inédita na história brasileira deste século, acontece, coincidentemente, depois que o Presidente Jair Bolsonaro visitou a Arábia Saúdita, que é a capital mundial do islamismo sunita, em 2019, estabelecendo uma parceria inédita com os sauditas. O islamismo sunita é a vertente islâmica que mais comete atrocidades e mortandades contra cristãos. O ISIS, por exemplo, é 100 por cento muçulmano sunita.
O CACP não deveria parar de expor as atrocidades muçulmanas contra cristãos. A Frente Parlamentar Evangélica e outras instituições evangélicas deveriam pressionar o governo Bolsonaro a não permitir que muçulmanos usem e abusem das leis brasileiras, do MPF e da PF para perseguir cristãos pacíficos que dão voz aos cristãos que sofrem e morrem em países muçulmanos.
Com informações da FEPAL e CACP.
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5 comentários :

Cicero disse...

O CACP deveria pedir ao MPF e PF pra investigar através de agências internacionais a real e cruel perseguição e matança que sofrem os cristãos em países islâmicos.
Seriam muito bom o MPF e PF saberem isso!

TRN disse...

É um absurdo. É notória a perseguição feita por grupos que se declaram islâmicos e que ao mesmo tempo cometem crimes - Isis, Boko Haram, Al Shabab e outros. Não somos nós que chamamos os criminosos de muçulmanos, eles é que se declaram como tais. Cabe às organizações islâmicas, então, conter a violência de seus adeptos. Segundo essa lógica, eles estariam denegrindo a imagem do Islã.

Anônimo disse...

Essa Associação Nacional de Juristas Islâmicos, ANAJI - https://anaji.org.br - sediada em Barretos, SP, já atacou outras pessoas em JUNHO/2019 que apenas mostraram a verdadeira face do Islã. Vejam:

1) LIGA CRISTÃ MUNDIAL: https://tj-sp.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/722928834/agravo-de-instrumento-ai-21162078720198260000-sp-2116207-8720198260000/inteiro-teor-722928865?ref=amp
2) Blog LEI ISLÂMICA EM AÇÃO: https://www.conjur.com.br/dl/justica-determina-google-retire.pdf ou https://www.conjur.com.br/2019-jun-28/justica-determina-google-retire-conteudo-islamofobico-ar

O ÚNICO objetivo dessa Associação é combater (pasmem) os "discursos de ódio" contra o islã. Isso, na verdade, representa um ataque contra todos os CRISTÃOS do Brasil, a fim de não saberem/divulgarem as barbáries que o islã comente ao redor do mundo, principalmente nos países de maioria islâmica, justificadas na Jihad.
Isso é uma afronta ao direito de Liberdade de Expressão garantida por lei! NÃO PODEMOS SER CALADOS e NEM INTIMIDADOS por tal Associação em nosso próprio país.

O islã é uma religião do mal!!!

Alexandre disse...

Uma religião que é antidemocrática pois permite a escravidão, o assassinato de homossexuais, total desrespeito às mulheres, pedofilia, intolerância racial e religiosa, em suma nenhum respeito pela pessoa ou direitos humanos, vem ao Brasil acusar cristãos de intolerância religiosa e discurso de ódio?, por favor me digam que isso é uma péssima piada de mau gosto.

Flávio disse...

O mundo já esta vendo a face dessa religião. Partidos de direita anti islã crescem entre jovens europeus, o Brasil precisa estar consciente antes que haja um crescimento dessa religião satânica aqui.