29 de dezembro de 2019

Embaixadores dos EUA realizam evento na ONU sobre a campanha do governo Trump para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo


Embaixadores dos EUA realizam evento na ONU sobre a campanha do governo Trump para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Heather Clark
NOVA IORQUE, EUA — Dois embaixadores dos EUA organizaram um evento na ONU na quarta-feira intitulado “Descriminalizando a homossexualidade em solidariedade a indivíduos LGBTQ.” A Missão Diplomática dos Estados Unidos na ONU divulgou uma declaração descrevendo o evento e observando o compromisso do presidente Trump na campanha para legalizar homossexualidade em todo o mundo.
Kelly Craft, embaixadora dos EUA na ONU, juntamente com Richard Grenell, embaixador dos EUA na Alemanha e homossexual assumido, realizou a reunião, durante a qual eles — e vários membros do painel — discutiram o status de sua missão de descriminalizar a homossexualidade em pelo menos 69 países.
De acordo com a Fox News, os países da lista incluem Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Jamaica, Quênia, Senegal, Camarões, Antígua, Barbuda, Síria e Iêmen. O comunicado observa que 33 países africanos reconhecidos pela ONU consideram o ato homossexual um crime. As punições variam de país para país, da prisão até a pena de morte.
“Precisamos ter 69 planos de ação diferentes, porque estamos lidando com 69 países diferentes. É um longo caminho,” afirmou Grenell. “A ONU deve ser um lugar para fazer com que os países façam prestação de contas.”
“Quero que esses países sejam convocados! Eu quero que esses países sintam a pressão! Essa lista deve ser lida aqui todos os dias,” disse ele.
Outros participantes do painel incluíram Robert Destro, vice-Secretário de Estado para Democracia, Direitos Humanos e Trabalho; Stuart Milk, diretor executivo da Fundação Harvey Milk e sobrinho de Milk; e Johnnie Moore, comissário da Comissão para a Liberdade Religiosa Internacional dos Estados Unidos e ex-vice-presidente sênior de comunicações da Liberty University.
“Precisamos que os líderes religiosos se levantem e digam: ‘Não é apenas uma lei ruim que precisa ser mudada, mas desafia a dignidade humana de um indivíduo,’” disse Moore, de acordo com a Fox News.
De acordo com o Centro para a Família e Direitos Humanos (C-Fam), os embaixadores da Argentina e da Holanda disseram que a campanha não foi suficiente porque não incluiu aqueles que se identificam como transgêneros. Um diplomata europeu comentou: “Não devemos subestimar o fato de que muitas vezes são pessoas religiosas que são uma força bastante negativa no que diz respeito aos direitos LGBT.”
Conforme noticiado anteriormente, em fevereiro o noticiário do canal de TV NBC informou que Grenell estaria liderando a campanha para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo.
O noticiário disse que “[a] embaixada dos EUA está pagando passagens de avião para ativistas LGBT de toda a Europa para um jantar onde serão discutidas estratégias para planejar a descriminalização em lugares que ainda proíbem a homossexualidade — principalmente concentrada no Oriente Médio, África e no Caribe.”
Grenell também disse à Fox News em abril que o vice-presidente Mike Pence apoia essa campanha.
“Eu… quero apenas ressaltar o fato de que o vice-presidente Mike Pence está totalmente de acordo com meus esforços para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo,” disse ele, enquanto procurava se opor às afirmações do candidato presidencial democrata Pete Buttigieg de que Pence é “contra o homossexualismo.”
“Mike Pence está envolvido na descriminalização da homossexualidade em todo o mundo,” repetiu Grenell. “Eu penso que só isso já diz muita coisa.”
Em maio, o presidente Trump publicou dois tuítes em reconhecimento do “Mês do Orgulho Gay,” pedindo aos americanos que “se solidarizem” com homossexuais que vivem em países onde essas práticas sexuais são ilegais, e também pedindo que nações participem da campanha de seu governo para descriminalizar a homossexualidade no mundo todo.
“Enquanto celebramos o Mês do Orgulho LGBT e reconhecemos as excelentes contribuições que indivíduos LGBT fizeram para a nossa grande nação, também sejamos solidários com os muitos indivíduos LGBT que vivem em dezenas de países em todo o mundo que punem, aprisionam ou até executam indivíduos na base de sua orientação sexual,” escreveu ele.
“Meu governo lançou uma campanha mundial para descriminalizar a homossexualidade e convidar todas as nações a se juntarem a nós nessa campanha!” exortou Trump.
O Centro para a Família e Direitos Humanos (C-Fam) comentou ainda que no ano passado “representantes do Departamento de Estado pressionaram os governos a aceitar ‘orientação sexual e identidade de gênero’ nas leis internacionais. Além disso, o embaixador dos EUA no Conselho Econômico e Social da ONU fez um apelo apaixonado durante a Assembléia Geral defendendo questões homossexuais.”
Os Estados Unidos também estão na lista como uma nação membro do Grupo Principal LGBTI da ONU, ao lado do Canadá, Reino Unido, Austrália, Alemanha, França e Israel, entre outros.
Em seu comunicado de imprensa na quinta-feira, a Missão Diplomática dos Estados Unidos na ONU observou que Trump mencionou a campanha para descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo durante seu discurso na Assembléia Geral em setembro.
“Ao defendermos os valores americanos, defendemos o direito de todas as pessoas de viver com dignidade. Por esse motivo, meu governo está trabalhando com outras nações para deter a criminalização da homossexualidade, e apoiamos indivíduos LGBTQ que vivem em países que punem, prendem ou executam indivíduos com base na orientação sexual,” afirmou ele.
Como noticiado anteriormente, a Bíblia ensina em Gênesis 19 que a cidade de Sodoma estava cheia de várias iniqüidades, inclusive a homossexualidade. A Bíblia afirma que, quando os homens de Sodoma viram os anjos entrarem na casa de Ló, “velhos e jovens” cercaram a casa e gritaram: “Onde estão os homens que vieram para ti esta noite? Traga-os para nós, para que possamos ter relações sexuais com eles.”
“Peço-lhes, irmãos, que não ajam de forma tão maligna,” respondeu Ló.
Os anjos “feriram de cegueira os homens que estavam na porta da casa,” para que não pudessem entrar, e aconselharam a Ló: “Destruiremos este lugar, porque o clamor deles se engrossa diante da face do Senhor, e o Senhor nos enviou para destruir este lugar.”
No Novo Testamento, Judas, o irmão terreno de Jesus, apontou para o triste destino de Sodoma, escrevendo: “Sodoma e Gomorra, e as cidades ao seu redor da mesma maneira, entregando-se à fornicação e indo atrás de carne estranha, foram colocadas como exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno.”
Mais tarde, ele encorajou os cristãos à luz do pecado desenfreado dos últimos dias a “ter compaixão [das almas], fazendo a diferença, e salvando outros com medo.”
“[Amados], edificando-se na sua santíssima fé, orando no Espírito Santo, mantenham-se no amor de Deus, procurando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna,” insistiu Judas.
Provérbios 14:34 declara: “A justiça exalta uma nação, mas o pecado é uma vergonha a qualquer povo.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Christian News: US Ambassadors Host United Nations Event on Trump Admin Effort to Decriminalize Homosexuality Worldwide
Leitura recomendada:

2 comentários :

Thel disse...

Políticos são assim no mundo todo, chafurdam na lama do ativismo homossexual. Nós é que gostamos de nos enganar com eles.
Cada um que cuide de sua alma, porque a vinda de Jesus está às portas.

Marcelo Victor disse...

A PALAVRA DE DEUS É VERDADEIRA E IRÁ SE CUMPRIR...A ABOMINAÇÃO IRÁ GOVERNAR.