30 de novembro de 2019

Assassino muçulmano de Londres, de 28 anos, ficou preso por oito anos em 2012 por conspirar um atentado a bomba na Bolsa de Valores de Londres e construir um campo de treinamento de terroristas islâmicos, mas foi solto em 2018


Assassino muçulmano de Londres, de 28 anos, ficou preso por oito anos em 2012 por conspirar um atentado a bomba na Bolsa de Valores de Londres e construir um campo de treinamento de terroristas islâmicos, mas foi solto em 2018

Julio Severo
Duas pessoas foram mortas em 28 de novembro de 2019 e até doze ficaram feridas depois que um muçulmano usou facas contra pessoas inocentes no lado norte da Ponte de Londres.
Várias pessoas foram esfaqueadas antes que ele fosse detido na Ponte de Londres. Ele foi baleado por policiais e morreu no local.
A Scotland Yard identificou o terrorista responsável pelo atentado à Ponte de Londres como Usman Khan, de 28 anos.
O vice-comissário Neil Basu confirmou que o terrorista islâmico matou um homem e uma mulher no atentado.
Ele confirmou que Khan tinha uma condenação prévia por terrorismo e ficou preso por oito anos em 2012.
Ele foi solto sob licença em dezembro de 2018 e ainda usava uma tornozeira eletrônica.
Terrorista islâmico Usman Khan
O comissário Basu confirmou que Khan estava participando de um seminário para ajudar criminosos a se reintegrarem à sociedade depois de sua soltura da prisão.
O assassino já havia sido preso em 20 de dezembro de 2010, quatro dias antes de ele e sua quadrilha de nove homens que se inspiravam na Al-Qaeda terem planejado plantar uma bomba nos banheiros da Bolsa de Valores de Londres.
Quadrilha islâmica de Khan em Londres
A polícia encontrou uma lista escrita a mão de alvos que incluía a Embaixada dos EUA e as casas do prefeito de Londres Boris Johnson, do decano da Catedral de São Paulo e de dois rabinos.
A quadrilha também estava monitorando outros possíveis alvos, inclusive o Big Ben, a Abadia de Westminster, o Palácio de Westminster e o London Eye.
A quadrilha planejou enviar cinco bombas no correio para sinagogas de Londres.
A trama foi frustrada depois que os serviços de segurança mediante equipamento de escuta eletrônica nas casas e carros deles ouviram conversas sobre uma atrocidade de “Mumbai” nas ruas da Grã-Bretanha, refletindo o atentado de 2008 na Índia.
O Reino Unido possui uma legislação compatível com sua cultura e civilização cristã inglesa. É completamente incompatível para lidar com muçulmanos de violentas nações islâmicas do Terceiro Mundo.
Em sua nova realidade, o Reino Unido, que no passado era duro com os nazistas, deveria entender que não pode ser menos duro com criminosos muçulmanos. O próprio histórico de Khan, envolvendo terrorismo, mostra que ele merecia nada menos do que a pena de morte. Quando ela não foi aplicado a ele e a seus colegas terroristas, o resultado foi uma liberdade para ele acabar matando pessoas inocentes.
Quando terroristas e outros assassinos não são condenados à morte, inocentes são condenados à morte pelas mãos deles.
No entanto, é difícil Londres punir terroristas muçulmanos da maneira que eles merecem. Embora o Reino Unido não tenha maioria muçulmana, Londres caiu: seu prefeito é muçulmano.
O Reino Unido, que não se rendeu aos nazistas, se rendeu às “religião da paz,” e o resultado dessa rendição é que o povo britânico não tem mais paz.
Com informações do DailyMail.
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29 de novembro de 2019

Bolsonaro usa visita a uma grande igreja evangélica para coletar assinaturas para seu novo partido, mas logo depois dá mais cargos para adeptos de Olavo de Carvalho


Bolsonaro usa visita a uma grande igreja evangélica para coletar assinaturas para seu novo partido, mas logo depois dá mais cargos para adeptos de Olavo de Carvalho

Julio Severo
“Em viagem oficial a Manaus, na terça-feira, 26, o presidente Jair Bolsonaro participou de culto no templo da Assembleia de Deus da capital e, após um discurso rápido, aliados do presidente coletaram assinaturas para a criação do partido, idealizado pelo chefe do Executivo. O evento estava previsto na agenda oficial da Presidência, ou seja, fez parte da viagem oficial de Bolsonaro. Viagens deste tipo, em geral, são custeadas com dinheiro público.”
Bolsonaro recebendo oração de líderes da Assembleia de Deus em Manaus
No evento, Bolsonaro prometeu que irá indicar um ministro evangélico para o STF. “O meu governo lutará pela manutenção da família, porque nos governos anteriores colocavam até em livros escolares que (uma família) podia até ser formada por um juntamento de duas coisas. E tem duas vagas para ministro do Supremo, e um será cristão e evangélico”, disse ele.
Há meses a promessa de Bolsonaro mantém os evangélicos satisfeitos de que um ministro evangélico no STF basta para recompensar o apoio deles a Bolsonaro. Mas enquanto evangélicos aguardam o cumprimento dessa promessa, Bolsonaro vem recompensando fartamente outro grupo que muito mais que promessa, recebe uma concessão atrás da outra.
Logo depois de reafirmar sua promessa aos evangélicos em 26 de novembro de 2019, o governo Bolsonaro distribuiu cargos para adeptos de Olavo de Carvalho. Em 28 de novembro de 2019, foi anunciado o novo presidente da Biblioteca Nacional, Rafael Alves da Silva, que se apresenta como Rafael Nogueira. Ele é tão fanático por Carvalho que poucos dias antes da escolha ele estava em Portugal dando palestra sobre Carvalho.
Para presidir a FUNARTE foi escolhido o nome de outro olavista: Dante Mantovani.
Mas essas escolhas não são nem de longe os maiores exemplos de olavização do governo. Os ministros mais importantes do governo Bolsonaro são olavistas, que controlam o Ministério da Educação e o Ministério das Relações Exteriores. Sem mencionar muitos outros cargos.
O problema de Bolsonaro seguir cegamente as indicações de Carvalho é que as escolhas acabam se revelando um desastre no final. Em janeiro, assumiu o Ministério da Educação Ricardo Vélez, que, conforme avisei o público, tem histórico de gostar da esquerdista Hillary Clinton e não gostar de Trump. Mais tarde, o próprio Bolsonaro reconheceu que confiou cegamente na indicação que Carvalho fez de Vélez.
O televangelista Silas Malafaia havia recomendado outro nome, mas Bolsonaro deu prioridade à indicação de Carvalho, como ele vem fazendo sempre. Aliás, seguir as escolhas, indicações e “sugestões” de Carvalho virou padrão no govenro Bolsonaro.
Enquanto evangélicos se contentam com uma promessa, olavistas vão abocanhando tudo. É muito duvidoso que, radicalmente ambiciosos do jeito que são, eles se contentariam só com promessas.
Embora preguem valores supostamente direitistas, os militantes olavistas têm sido incapazes de se destacar economicamente de forma independente de cargos governamentais. Eles não se destacam como empresários independentes. Na verdade, eles estão usando o governo como cabide de emprego. Todos eles querem uma boquinha ou bocão.
Bolsonaro pode estar confiando cegamente em Carvalho, especialmente no que se refere a condecorações, promoções e concessões de cargos para olavistas nos cabides de emprego do governo. Mas na hora de buscar apoio prático para si e seu governo, o comportamento padrão de Bolsonaro é correr para os evangélicos.
É uma contradição ele buscar e usar a força e apoio dos evangélicos para fortalecer o olavismo.
A questão é: Os evangélicos só servem para dar escoro e apoio para Bolsonaro, que na hora de valorizar e dar os cargos mais importantes só se lembra abundantemente de olavistas?
Evangélicos que, como eu, votaram em Bolsonaro têm a responsabilidade de orar para que ele seja coerente, inclusive com seu uso regular das palavras de Jesus: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Que a verdade de Jesus possa trazer libertação de toda cegueira e dependência dele para com um homem que ele acabou transformando no Rasputin de sua vida.
Com informações do Estadão e Globo.
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28 de novembro de 2019

A esposa de Bolsonaro e a dupla gay “evangélica”: “A gente se diverte”


A esposa de Bolsonaro e a dupla gay “evangélica”: “A gente se diverte”

Julio Severo
Uma dupla homossexual foi convidada para um culto doméstico no Palácio da Alvorada, a casa de Michelle Bolsonaro, esposa do Presidente Jair Bolsonaro. Não fosse a decisão de revelar os nomes dos participantes, ninguém saberia quem participou do que.
Jair e Michelle Bolsonaro com Diego Hypólito
O site Pleno News disse que Michelle fez questão de divulgar o culto que havia sido feito: “O encontro se transformou em um momento de louvor cristão, encabeçado pelo atleta Diego Hypolito na ‘escolha de repertório,’ como a própria primeira-dama divulgou em seu Instagram.”
Do ponto de vista do evangelismo, não havia razão para fazer propaganda da participação de Diego e seu “namorado” homossexual, Marcus Duarte, no culto de Michelle. Somente do ponto de vista político, onde tanto direitistas quanto esquerdistas lutam para aparelhar suas ideologias ao homossexualismo, é que a propaganda é importante.
Para a dupla gay, houve repercussão negativa na própria comunidade gay, que hostiliza Bolsonaro e seu governo por entender equivocadamente que o governo Bolsonaro não dá aos homossexuais os mesmos privilégios que o governo do PT dava, embora um ativista gay que trabalha dentro do governo Bolsonaro confessou recentemente que o governo Bolsonaro está avançando, sem alarde, a mesma agenda gay que o governo do PT avançava com alarde.
A participação da dupla gay no culto de Michelle não causou repercussão na população evangélica, que parece ter entendido, como eu mesmo entendi inicialmente, que nada há de mal se uma evangélica convida dois pecadores homossexuais para ouvirem o Evangelho num culto doméstico. Mas o caso não é tão simples assim, porque a dupla gay já se considera evangélica, frequenta uma denominação neopentecostal famosa e um deles foi batizado recentemente nessa igreja.
Aliás, conhecem tão bem a igreja evangélica que Diego ficou encarregado de escolher todos os hinos.
Michelle Bolsonaro é conhecida por duas coisas: 1. Ela é esposa do presidente do Brasil. 2 Ela é evangélica.
Como esposa do presidente, ela pode receber qualquer visita, embora visitantes comunistas e socialistas possam causar constrangimento político para ela e seu marido.
Como evangélica, ela poderia ter evitado constrangimento para sua fé evangélica e para os apoiadores evangélicos de seu marido se ela tivesse dito publicamente: “Concordo com a Bíblia, que condena o comportamento homossexual como abominação. Igualmente concordando com a Bíblia, abro meu lar para receber todos os pecadores para que conheçam Jesus.”
Mas ela não emitiu nenhum comunicado ou notinha nesse sentido. Ela se limitou a dizer sobre a participação dos dois homossexuais “evangélicos” em seu culto doméstico: “A gente se diverte.”
O que há de divertido em dois homossexuais que acham que Deus os aceita do jeito que são sem nenhuma necessidade de arrependimento? Dias antes de irem ao culto doméstico, um dos gays, Marcus Duarte, se batizou na Igreja Bola de Neve, que parece não ter seguido o padrão bíblico, que é as pessoas se batizarem depois de conhecerem Jesus, se arrependerem e reconhecerem que Jesus é Senhor de suas vidas.
“Antes, conhecia um Jesus de ouvir falar. Hoje, conheço um Jesus de comigo andar. Sem dúvida, a melhor escolha da minha vida,” festejou Marcus nas redes sociais.
O que fica muitíssimo estranho é que antes ele conhecia como homossexual. E agora depois de batizado, ele diz conhecer Jesus melhor, ainda como homossexual.
Já vi casos de homens que se batizaram e espiritualmente festejaram por deixarem o velho homem homossexual afogado nas águas do batismo. Antes do batismo, eles já haviam renunciado à sua vida de pecado.
Mas Marcus deixou claro que ele não renunciou à vida de pecado homossexual.
O que a Bíblia diz?
“Pedro respondeu: ‘Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.’” (Atos 2:38 NVI)
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” (1 Coríntios 6:9-11 NVI)
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 NVI)
Tanto Marcus quanto o atleta Diego Hypólito frequentam a Igreja Bola de Neve. Diego disse antes de visitar Michelle: “Eu sou de Deus!”
Batizar-se sem arrependimento é fazer pouco caso de Deus e Sua Palavra. Batizar-se para continuar na prática do pecado não é batismo de acordo com a Bíblia. O pastor da Igreja Bola de Neve que vilipendiou o batismo ao batizar um homossexual determinado a não largar do pecado homossexual deveria ser colocado sob disciplina rigorosa.
Nesse ponto, estou preocupado com a Igreja Bola de Neve, cuja sede já visitei em São Paulo e cuja denominação tive de citar num artigo necessário recente porque um dos pastores de sua sede anda promovendo livros pró-Inquisição como consequência de seguir cegamente o astrólogo Olavo de Carvalho.
Michelle Bolsonaro não tem culpa das decisões de uma dupla gay. Mas ao receber, na condição de evangélica, em sua casa uma dupla gay que ostenta a identidade evangélica com práticas homossexuais sem deixar claro que ela ama tais pecadores, porém discorda de suas práticas, ela se envolveu numa grande polêmica onde o governo Bolsonaro pode ser visto como tentando influenciar os evangélicos para acolher gays “evangélicos” como indivíduos normais e plenamente aceitáveis por Deus. É uma aceitação movida por interesses políticos.
Embora as igrejas tenham chamado de acolher os pecadores para levá-los a Jesus e ao arrependimento, não é chamado da igreja batizar pecadores homossexuais dentro do pecado homossexual.
E, ao contrário do que Michelle disse, não dá para se divertir com essa situação. Ou ela usou seu culto doméstico apenas como estratégia de propaganda para fazer os evangélicos se sentirem mais à vontade com qualquer avanço da ideologia gay que o governo de seu marido fizer? Ela querendo ou não, o culto e a reação dela com ausência destacada de posturas evangélicas e bíblicas firmes deixaram a impressão de que a agenda política é mais importante do que valores cristãos e verdadeiro evangelismo.
Querendo ou não, Michelle acabou sancionando a falsa identidade evangélica que a dupla gay ostentou em sua casa.
Talvez Michelle precise de um discipulado melhor para ajudá-la. Meses atrás, ela recebeu de uma entidade da seita do Rev. Moon o títuto de Embaixadora da Paz. Obviamente, é contraditório uma evangélica receber tal condecoração de uma seita direitista acusada no mundo inteiro de fazer lavagem cerebral em jovens para se dedicarem a um falso messias.
Provavelmente, ela fez isso porque foi muito mal assessorada. Além disso, ela não é teóloga para entender essas questões.
Não é o caso de Marisa Lobo, que se apresenta como psicóloga e teóloga e também recebeu o título de Embaixadora da Paz, inclusive com cargo em entidade do Rev. Moon. Quem ostenta título teológico tem mais que obrigação de entender, evitar e denunciar os males que afetam a fé evangélica. A propaganda de um falso messias entre evangélicos é um grande mal.
A propaganda de um “evangelicalismo homossexual” é também um grande mal. Quem puder, ajude Michelle Bolsonaro a entender esses males.
Se ela não for devidamente discipulada, outros poderão usá-la para “discipular” os evangélicos para aparelhar o conservadorismo evangélico ao homossexualismo com objetivos puramente políticos e eleitoreiros.
Com informações de TV Foco, Pleno News e Extra.
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27 de novembro de 2019

“Olavo de Carvalho é um vigarista profissional,” diz general Santos Cruz


“Olavo de Carvalho é um vigarista profissional,” diz general Santos Cruz

Julio Severo
O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, disse em 26 de novembro de 2019, em depoimento à CPI das Fake News, que Olavo de Carvalho é “um vigarista profissional.”
General Santos Cruz na CPI das Fakes News
O general repudiou inúmeros comentários de Carvalho no Facebook, Twitter e Youtube atacando os militares no governo do presidente Jair Bolsonaro. Santos Cruz foi um dos militares atacados. Carvalho o chamou de “politiqueiro e fofoqueiro de merda.”
O general esteve à frente da Secretaria de Governo até o dia 13 de junho de 2019.
Olavo de Carvalho se autoexilou nos  Estados Unidos em 2005 com o argumento de que sofria ameaças de morte semanais no Brasil. Ele tem recebido do governo Bolsonaro uma atenção especial como nenhum outro conselheiro. Em março de 2019, Carvalho foi, junto com Steve Bannon, convidado especial de Bolsonaro durante um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Washington. Carvalho e Bannon são adeptos do ocultista islâmico René Guénon.
“A pessoa fala que é escritor e filósofo, dá sugestões na área de educação e parte para um palavreado que não dá para repetir aqui,” disse Santos Cruz. Ele afirmou que nunca teve interesse em ler os livros de Carvalho, exatamente pela boca suja. “Acho que ele não tem padrão nem para se expressar. Pode ser que tenha até algumas ideias boas para o público dele em termos políticos, mas o comportamento é um de vigarista. É um vigarista profissional que conseguiu influência em cima de algumas personalidades,” disse ele.
Quem não gostou da opinião do general foi o deputado Pr. Marco Feliciano (Pode-SP), que assumiu a defesa de Olavo de Carvalho.
“Às pessoas que falam em tom pejorativo sobre o professor Olavo de Carvalho, que estudem um pouquinho suas obras. Vocês vão ver que ele é de fato uma pessoa extremamente preparada, habilidosa e não pode sofrer aqui depreciação,” disse Feliciano.
Contudo, será que Feliciano entende as palavras que ele usa? A palavra “pejorativo” significa, de acordo com o Dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, “palavra empregada em sentido torpe, obsceno ou simplesmente desagradável.”
Um leitor teria extrema dificuldade de ver “tom pejorativo” no que o general disse sobre Carvalho. Em contraste, há tons, termos e palavras torpes na linguagem de Carvalho, que já disse publicamente:
“A liberdade de opinião é o último refúgio dos idiotas.”
“Eu me ajoelho diante do padre para receber a comunhão, mas se depois da missa tiver de mandá-lo tomar no cu farei isso com a maior tranqüilidade: — Olhe aqui, seu Zé. Ali você era Jesus Cristo, aqui é apenas um merdinha.”
“Cristãos valentes, que eu saiba, só houve em Portugal, na Espanha, na Hungria e na Polônia. No resto do mundo, uma multidão de boiolas.”
“Se eu tivesse uma buceta, faria chantagem sexual com todos os deputados e senadores e destruiria a classe política inteira de uma vez.”
“Repito: nunca existiu uma entidade chamada ‘Inquisição’ e muito menos ‘Santa Inquisição.’”
“O Bergoglio tem de ser tirado do trono de Pedro a pontapés, e o quanto antes.”
“Depois que o sujeito foi estuprado, ele pode buscar algum consolo retroativo na idéia de que uma piroca tinha sido sempre o seu desejo secreto.”
“Não sou de direita, nem de esquerda.”
“A Igreja Católica nasceu oferecendo mártires, a igreja protestante nasceu matando.”
“Herodes salvou muitas almas: matou as criancinhas antes que pudessem pecar.”
“Vocês acham possível ser uma pura coincidência o fato de que o crescimento brutal da criminalidade e sobretudo da corrupção política tenha acontecido ao mesmo tempo que a destruição interna da Igreja Católica pela Teologia da Libertação e que a ascensão generalizada de mil e uma igrejas ‘evangélicas’ improvisadas, repletas de pastores vigaristas?”
“A credulidade com que tantos evanjegues ouvem pastores semi-analfabetos, drogados, ladrões e putanheiros é a oitava maravilha do mundo.”
“Lênin já sabia que, na política, quem xinga mais sempre leva vantagem.”
“Enquanto me restarem energias, violarei sistematicamente todas as regras de boa conduta verbal que chegarem ao meu conhecimento.”
Há também o comentário infame e torpe de Carvalho de que “As igrejas evangélicas fizeram mais mal ao Brasil do que a esquerda inteira.” Em vez de defender as igrejas evangélicas que lhe dão sustento, Feliciano defende o agressor.
Em março de 2019, Carvalho provocou o televangelista Silas Malafaia com vários comentários absurdos, e recebeu resposta à altura. Embora tenha evitado xingar Malafaia, para obviamente não provocar uma crise na principal base de apoio a Bolsonaro, mesmo assim Carvalho fez a acusação ridícula de que Lutero e outros luteranos eram mais astrólogos do que ele.
E o que dizer da Inquisição que torturou e matou multidões de judeus e evangélicos? Carvalho defende a ideia de que a Inquisição foi uma mentira inventada por evangélicos americanos. Novamente, em vez de defender as vítimas da boca mentirosa e torpe de Carvalho, Feliciano defende o agressor.
Por pura falta de estudo ou preguição de estudar, embora eu disponibilize farto material sobre o assunto, Feliciano não defende os evangélicos contra um revisionista da Inquisição que não tem o menor pudor de atacar os evangélicos.
Sobre o conselho de Feliciano para que os deputados “estudem um pouquinho as obras de Carvalho,” de que adianta estudar sem entender? No passado, Carvalho chamou Feliciano de burro e só parou de chamá-lo de burro depois que Feliciano começou a fazer papel de divulgador de Carvalho e seu olavismo.
Um homem que é burro antes de ler Karl Marx não se torna inteligente depois de ler livros marxistas sem capacidade intelectual de entender e refutar suas mentiras. O mesmo problema pode ser visto em Feliciano, que antes de ler Carvalho, era burro, mas depois de ler, continuou burro, pois não teve capacidade intelectual de entender e refutar as mentiras de Carvalho, quer sobre a Inquisição, quer sobre suas muitas palavras torpes contra os evangélicos do Brasil e dos EUA.
Então, a acusação de Feliciano de que o general teria usado linguagem torpe contra Carvalho, que sempre usa linguagem torpe contra todos, o faz parecer ridículo.
O próprio senador evangélico Arolde Oliveira desabafou em abril de 2019: “Com linguajar chulo contra militares, Olavo de Carvalho já ultrapassou todos os limites.”
A defesa que Feliciano fez de um homem que já atacou Malafaia e os evangélicos é simplesmente vergonhosa.
Carvalho preside nos EUA um instituto originalmente fundado por John Haskins, um evangélico desviado problemático. Os membros mais estudados desse instituto nunca deram as caras para defender Carvalho, por causa de suspeitas e desconfianças.
Durante a CPI das Fake News, o general Santos Cruz evitou críticas diretas ao presidente Jair Bolsonaro ou aos filhos dele. Ele disse: “Acho completamente deselegante, e falta de educação, o ataque pessoal. Então, não vou fazer isso.”
Para o general, a atuação de grupos extremistas se assemelha a “gangues de rua,” que agem contra os adversários com “estardalhaço e ataques”. De acordo com Santos Cruz, as condutas ilegais devem ser reprimidas pela Justiça.
“Há comportamentos semelhantes a gangues de rua: xingamentos, condutas marginais. É a tentativa de humilhação, de intimidação. Temos que separar o que é liberdade de expressão. A liberdade de expressão não significa que você pode xingar indiscriminadamente, humilhar, intimidar, destruir reputações. A liberdade de expressão com toda essa tecnologia disponível não eliminou o Código Penal. Tem condutas que podem ser criminosas? Tem, sem dúvida nenhuma. A calúnia, a difamação e a injúria continuam no Código Penal,” comentou ele.
Durante a audiência pública, o general caracterizou a atuação das milícias digitais como grupos que adotam “comportamento de seita,” não questionam as orientações do “líder” e manipulam o debate de temas púbicos para manter “um estado de conflito permanente.”
“‘Eu sigo um líder,’ e o líder é incontestável. Quando o líder fala, aquilo é uma coisa divina e todo mundo vai atrás e defende. Se você falar alguma coisa contra, você é expulso do grupo e é inimigo. Por quê? Porque o raciocínio é binário. Ele é amigo ou inimigo. Não preciso ser totalmente contra você para ser seu inimigo. Se eu fizer qualquer coisa contra, já sou inimigo. Qualquer coisa, é traidor. Quando a coisa é binária, é muito fácil organizar grupos extremistas de qualquer natureza,” disse Santos Cruz.
Não possuindo para protegê-lo a milícia digital que Carvalho tem, Santos Cruz limitou-se a dar uns “beliscões anônimos” no astrólogo na CPI das Fake News.
Com informações do serviço noticioso do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.
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