13 de outubro de 2019

Mãe descobre por que a filha está doente: enfermeira da escola havia implantado em segredo controle da natalidade sem permissão


Mãe descobre por que a filha está doente: enfermeira da escola havia implantado em segredo controle da natalidade sem permissão

Steven Ertelt
A mãe de uma adolescente de 16 anos não conseguia entender por que sua filha estava doente — reclamando de dores de cabeça e dor no braço. Então, ela fez uma descoberta horrível: uma enfermeira da escola havia implantado um controle da natalidade de longo prazo no braço da filha sem sua permissão.
Aqui estão mais informações:
Nicole Lambert enviou a filha para ser examinada por um pediatra. O médico notificou-a de que o contraceptivo de três anos, Nexplanon, fora implantado incorretamente no braço da filha e precisava ser removido.
De acordo com o registro no site da Merck, fabricante do Nexplanon, o implante deve ser introduzido na parte superior do braço. Fotos mostram que a filha de Nicole tinha o implante próximo à parte de trás do braço. Seu médico aconselhou retirar o implante para evitar possíveis complicações, inclusive coágulos sanguíneos.
“Comecei a chorar instantaneamente porque, só de ouvir que algo poderia acontecer com sua filha e você nem sabia o que estava acontecendo, é um sentimento assustador,” disse Nicole.
O pequeno tubo foi removido alguns dias depois.
“Cheguei a ir à escola. Fiquei furiosa. Eu estava brava, então fui para a escola e a enfermeira me disse: ‘Eu não preciso falar com você sobre absolutamente nada.’ Minha postura era: Esta é minha filha, eu cuido dessa criança, você pode conversar comigo sobre minha filha, e me expulsaram da escola,” disse Nicole.
Nicole está furiosa porque os funcionários da escola nunca a consultaram sobre o implante de controle da natalidade e está preocupada que outras meninas possam ter sido vitimadas:
“A escola me telefona para pedir permissão para dar um simples analgésico como Tylenol para minha filha, mas não me chama para pedir permissão sobre controle de natalidade,” disse Nicole. “Eles introduziram algo em minha filha de modo que ela acabou sofrendo com isso, mas eles nem ligam para isso.”
Nicole está aliviada que o implante foi removido, mas preocupa-se com outras estudantes e seus pais que ainda não sabem de nada.
“Outras meninas aqui podem estar passando pela mesma coisa e seus pais não sabem disso. E acho que essas crianças, se tiverem isso incorretamente ou o que quer que seja, devem ser examinadas, porque qualquer coisa pode acontecer com essas crianças,” disse Nicole.
Essa não é a primeira vez que as escolas são flagradas implantando controle da natalidade sem a permissão dos pais.
LifeNews.com fez uma reportagem sobre uma escola em Seattle, Washington, que agora está implantando dispositivos intra-uterinos (DIU), além de outras formas de controle de natalidade, sem o conhecimento ou permissão dos pais.
A escola secundária Chief Sealth International, uma escola pública, começou a oferecer os dispositivos em 2010, possibilitados por um programa Medicaid conhecido como Take Charge e uma organização sem fins lucrativos, Neighbourcare. As alunas podem receber o dispositivo ou outro método gratuitamente e sem o conhecimento dos pais. E, embora seja elogiado que a contracepção é confidencial, como isso pode ser benéfico para um relacionamento pais-filhas quando os pais nem conhecem os dispositivos ou medicamentos que sua filha está usando?
Acontece que a Chief Sealth não é a única escola em Seattle que faz isso. Como o CNS News informa, mais escolas estão colocando nas meninas — tão novas quanto a sexta série — os dispositivos e fazendo isso sem que seus pais saibam.
Pais, se vocês têm filhas nessas escolas, precisam investigar e reclamar imediatamente. E todos os pais devem dar uma olhada nas políticas de saúde das escolas de suas filhas para descobrir se existe um programa semelhante em que você mora.
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2 comentários :

Alexandre disse...

O controle de natalidade é umas das principais metas a serem atingidas por vários programas de governo, na base do custe o que custar, o "crescei e multiplicai-vos", com certeza não faz parte da agenda illuminati da ONU.

Katita disse...

Engraçado é essas adolescentes aceitarem isso tão passivamente. Eu era muito esperta aos 16 anos.Ninguém colocava a mão em mim não! Mas meus pais me ensinavam isso, de que ninguém poderia tocar meu corpo, que eu não deveria aceitar nada que não tivesse pleno entendimento e qualquer coisa estranha, eu falava com minha mãe.