30 de outubro de 2019

O que está por trás da campanha de Marisa Lobo contra a ministra Damares Alves?


O que está por trás da campanha de Marisa Lobo contra a ministra Damares Alves?

Julio Severo
Recentemente, Ciro Nolaco, que é jornalista e vice-coordenador do movimento Pró-Família Maranhão, fez alguns questionamentos à psicóloga Marisa Lobo sobre sua atitude de criticar a ministra Damares Alves. Ele disse:
“…um texto que a senhora publicou no grupo [de WhatsApp] Pró-Família Maranhão me deixou preocupado. Pelo simples motivo de ser um texto recheado de críticas públicas à ministra Damares Alves… Achei um conteúdo desnecessário e injusto, que retira a autoridade da ministra de fazer as suas próprias escolhas na composição da equipe do ministério.”
O questionamento de Ciro foi feito no WhatsApp, a mídia social em que Marisa tem espalhado suas críticas à ministra.
Damares Alves
Não acho errado eleitores se manifestarem sobre o governo. Eu mesmo tenho feito críticas públicas em artigos sobre várias indicações do governo Bolsonaro que considero danosas ao Brasil. Mas enquanto no WhatsApp Marisa dá nomes a todos os bois, publicamente ela divaga, não citando nomes. Dias atrás ela fez duas postagens públicas de Facebook criticando sem citar nomes. Numa postagem, ela disse em tom de guerra: “Está na hora de todos nós eleitores e defensores do Bolsonaro,de fato, ajudar a despetizar o governo.” Em outra, ela disse: “Não sejamos idiotas úteis para esquerda.”
Só no WhatsApp ela tem identificado por nome o alvo de suas críticas: A ministra Damares Alves. Por isso, na sua resposta, Ciro identificou também a ministra, tentando defendê-la.
Marisa indicou que o que a move a criticar a ministra é sua preocupação com a Teologia da Missão Integral (TMI), a versão protestante da Teologia da Libertação. Ela ficou indignada que Damares nomeou Maurício Cunha, um evangélico com histórico na Visão Mundial, revista Ultimato e TMI.
Embora Marisa esteja exibindo um grande ativismo anti-TMI neste momento, não recordo de ela se importar com a TMI durante meus vários anos engajado na luta contra a TMI. Num post recente de Facebook, ela escorou sua base anti-TMI em Yago Martins, que já foi exposto por mim por adular um pastor da TMI que foi desmascarado por mim por defender o “casamento gay” na revista Ultimato.
Então, se dá para Marisa criticar Damares por nomear um evangélico da TMI, dá para ela também criticar Yago, do Dois Dedos de Teologia, por adular um pastor da TMI?
Não concordo com a nomeação de ativistas da TMI no governo, assim como não concordo com a crítica seletiva de Marisa. E há vários outros exemplos que mostram que Marisa escolheu especificamente Damares como alvo preferencial de críticas.
No início de 2019, Marco Feliciano, que é deputado federal e pastor da Assembleia de Deus, preparou um projeto de lei contra a “homofobia.” O projeto anti-“homofobia” dele foi copiado de um projeto da ex-deputada federal Moema Gramacho, do Partido Comunista do Brasil!
Se o que Marisa deseja de fato é despetizar o governo Bolsonaro, por que ela nunca criticou Feliciano em artigos, Facebook, GospelMais, Guiame ou WhatsApp por usar um projeto claramente comunista? Marisa tem um acesso a Feliciano que poucos têm. Ela posa em fotos com ele no gabinete dele, além de palestrar frequentemente na igreja dele.
Mostrando muito mais disposição de imitar socialistas, em julho de 2019 Feliciano defendeu que o STF precisa de um ministro homossexual, como se os atuais ministros do STF já não agissem homossexualmente o suficiente.
A postura de Feliciano tem sido escandalosa, do ponto-de-vista cristão e conservador. Até mesmo ativistas da TMI precisam ter muita cara-de-pau para defender o que Feliciano defendeu. Mesmo assim, não vi Marisa publicar suas críticas no WhatsApp, Facebook, GospelMais, Guiame e outros lugares contra a insanidade socialista de Feliciano querer um ministro homossexual.
No final de 2018, Marisa criticou publicamente Damares por segurar a bandeira gay. Uno-me a ela nessa crítica, que é necessária. Mas quando Eduardo Bolsonaro, o filho do presidente Jair Bolsonaro, segurou a bandeira gay na CPAC, evento conservador que Eduardo financiou com dinheiro de impostos, não vi Marisa criticar Eduardo por segurar a bandeira gay nem pelo uso indevido de impostos. Eu fiz tal crítica neste artigo: “Com financiamento de impostos, CPAC Brasil, o maior evento “conservador” do Brasil, critica… socialistas financiados por impostos.”
Eduardo Bolsonaro com a bandeira gay
O que se vê no Facebook de Marisa é excesso de elogios, adulações e bajulações a Feliciano, Bolsonaro e seus filhos.
Damares pode e deve ser criticada, mas a crítica deve ser justa. Eu mesmo já a critiquei publicamente no meu blog por questões homossexuais. Em agosto de 2019, confrontei Damares publicamente por causa do ativista gay Toni Reis.
a confrontei publicamente também por causa da Lei da Palmada, que o governo Bolsonaro vem implementando.
Tenho também feito críticas públicas sobre o conselho tutelar, sob domínio da ministra Damares.
Mas por que também não lembrar que Damares foi quem abriu as portas do governo para o Movimento de Ex-Gays? Esse é um fato histórico para os direitos humanos no Brasil, mas não tem sido lembrado pelos críticos da ministra. Toda a imprensa esquerdista atacou Damares por acolher os ex-homossexuais.
O que dizer do fato de que a ministra Damares recebe ameaças esquerdistas terroristas, mas é ridicularizada pela esquerda por afirmar que a personagem Elsa, de Frozen, é uma lésbica que está transformando meninas em lésbicas?
O que dizer também do fato de que Damares é conhecida há muitos anos por defender e até resgatar crianças indigenas ameaçadas de serem sacrificadas em rituais de bruxaria em suas tribos? Por incrível que pareça, a esquerda defende esses sacrifícios e ataca e difama Damares, que já até adotou uma menina indigena que quase foi morta em sacrifício. Ela tem também tirado há anos dinheiro do próprio bolso para ajudar a alimentar crianças indígenas resgatadas.
Não se pode esquecer também que Damares tem atuado para ajudar as famílias cristãs conservadoras que educam seus filhos em casa. Essas famílias há muitos anos sofrem perseguição implacável dos conselhos tutelares, um sistema socialista que foi imposto no Brasil para implementar o ECA, que é ainda mais socialista. Mesmo sob o governo Boslonaro, Damares tem sido pressionada pelo sistema socialista do ECA e conselhos tutelares a deixar que famílias cristãs conservadoras que educam os filhos em casa continuem sendo perseguidas.
Então se Marisa está tentando acusar Damares de socialismo no caso de um evangélico da TMI, do que ela acusará Damares quando ela se esforça para proteger famílias cristãs conservadoras que sofrem perseguição do socialismo do ECA e conselhos tutelares por educarem os filhos em casa?
Se Marisa está tão preocupada com questões da TMI, por que ela não critica questões socialistas mais importantes? Bolsonaro visitou a China em plenas comemorações da revolução comunista que matou milhões de chineses. Até hoje a China comunista persegue milhões de cristãos. Se a ministra Damares tivesse visitado a China comunista nessas comemorações, Marisa teria mostrado que é mais um sinal de que a ministra é socialista enrustida ou coisa parecida.
Ter interação governamental com a China comunista é um bilhão de vezes pior do que ter interação ministerial com um evangélico da TMI. Mas não vi Marisa demonstrar a mínima preocupação com Bolsonaro na China. Ela não lançou nenhuma campanha de WhatsApp de críticas a Bolsonaro. Ela chegou então à conclusão de que o envolvimento de Damares com evangélicos da TMI é vastamente pior do que o envolvimento de Bolsonaro com a China comunista?
O que se conclui da atitude de Marisa é que Feliciano, que é aliadíssimo dela, tem permissão dela para preparar projetos socialistas contra a “homofobia.” Mas Damares não tem essa permissão.
Feliciano tem permissão dela para desejar ministros homossexuais no STF. Mas Damares não tem essa permissão.
Eduardo Bolsonaro tem permissão dela para segurar a bandeira homossexual. Mas Damares não tem essa permissão.
Bolsonaro tem permissão dela para ter interação governamental com a China comunista. Mas Damares não tem permissão para ter interação ministerial com evangélicos da TMI.
Enquanto critico todos os lados, Marisa critica exclusivamente só um dos lados e bajula todos os outros.
O que Marisa pretende com todas as suas críticas seletivas a Damares e bajulações a Eduardo Bolsonaro e Feliciano? Ser ministra no lugar dela? Dá para visualizar outra motivação?
Entretanto, ela, que gosta de criticar, não gosta quando é criticada. Quando ela sugeriu que o profeta Elias era um doente depressivo em necessidade de ser internado num hospital psiquiátrico, eu critiquei essa má interpretação da Bíblia. Em retribuição, ela usou o GospelMais para me chamar de “terrorista,” mas sem citar meu nome. Esse é um péssimo hábito dela. Nas sombras do WhatsApp, ela ataca abertamente a mim e Damares. Fora das sombras, ela raramente cita os nomes que ela ataca e xinga.
Ela vai me chamar de “terrorista” de novo por apontar as óbvias discrepâncias de suas críticas e bajulações no WhatsApp e Facebook?
Para quem não depende de Deus, a bajulação é um meio de chegar a uma posição mais elevada. Depois de sua romaria à casa de Olavo de Carvalho, considerado o Rasputin de Bolsonaro, Feliciano foi elevado a uma espécie de articulador de Bolsonaro para os evangélicos.
Agora, bajulando Feliciano, que quer um ministro gay no STF e criminalizar a “homofobia” do jeito comunista, Marisa quer ser elevada.
Agora, bajulando Eduardo Bolsonaro, que segurou a bandeira gay e disse que a eleição de seu pai foi graças ao Rasputin, Marisa quer ser elevada. Até o televangelista Silas Malafaia se manifestou contra a declaração absurda de Eduardo, mas Marisa, que critica Damares item por item, não conseguiu abrir a boca para criticar Eduardo nesse item.
Quem adula, quando deveria criticar, tem interesses ocultos.
Daniel na Bíblia foi elevado por Deus no governo da Babilônia sem precisar adular ninguém, especialmente ocultistas e astrólogos, e sem precisar fazer críticas seletivas contra ministros babilônicos. Será que nem Marisa nem Feliciano se importam com o exemplo de Daniel?
Leitura recomendada:

29 de outubro de 2019

Como a decisão de Trump de retirar as tropas americanas da Síria pode ajudar os cristãos sírios


Como a decisão de Trump de retirar as tropas americanas da Síria pode ajudar os cristãos sírios

Cristãos que creem na Bíblia em áreas curdas “são, na melhor das hipóteses, cidadãos de segunda classe”

William Murray
MANJIB, Síria — A cidade de Manjib, no nordeste da Síria, se tornou um ponto central para aqueles que atacam o presidente Trump por retirar as tropas americanas da Síria.
William J. Murray na Planície de Ninive em 2016
Colunistas de jornais, blogueiros da internet e até senadores acusam o presidente Trump de “abandonar os curdos” e apontam para o fato de que tropas do governo sírio estão se mudando para a cidade de Manjib como prova.
A cidade de Manjib é 80% árabe. Não é curda. Durante o tempo em que as tropas americanas estavam no norte da Síria, a cidade de Manjib foi dada aos curdos para administrar. Os árabes não tiveram permissão de participar da administração da cidade. A maioria da população árabe foi informada de que precisava aprender curdo para fazer negócios com a cidade.
Depois da retirada americana, as pessoas inundaram as ruas de Manjib para dar as boas vindas ao exército árabe sírio, agitando bandeiras da Síria e segurando retratos do presidente Assad. Na parte norte da cidade, a polícia militar russa patrulhava entre o exército sírio ao sul e o exército turco ao norte da cidade.
Vídeos publicados mostram a população árabe acenando e aplaudindo para a polícia russa. Eles viam as FDS controladas pelos curdos como opressores, não salvadores. (Os EUA estabeleceram as Forças Democráticas da Síria ou FDS. Ao lado dos curdos, as FDS têm unidades muçulmanas sunitas da Chechênia, Rússia, que lutaram contra o governo russo em um levante.)
Nas áreas cristãs controladas pelas FDS lideradas pelos curdos, a situação era deplorável para os cristãos assírios. As escolas cristãs foram fechadas e as crianças receberam ordens de frequentar escolas públicas e aprender curdo. Esse foi um grande problema para os cristãos assírios, cuja língua principal é o aramaico antigo e o segundo idioma, o árabe. Seus filhos estavam sendo forçados a aprender uma terceira língua.
Isto não é novo. Os curdos historicamente reprimem e massacram cristãos na Síria e no Iraque. Eles participaram do genocídio armênio.
A mídia tradicional retratou, durante anos, os curdos como anjos que nunca cometeram um crime em nenhum momento da história. Muitos cristãos americanos acreditam honestamente que os curdos são cristãos quando, na verdade, são muçulmanos sunitas, exceto o PKK (Partido dos Trabalhadores Curdos), que é marxista e está na lista de grupos terroristas dos EUA.
No lado positivo, os curdos iraquianos, na maioria das vezes, atualmente se inclinam para o secularismo. Mas a ajuda que os Estados Unidos enviam diretamente para a administração curda no norte do Iraque nunca chega à população cristã.
Erbil, no Iraque, está sob controle curdo. Novas construções estão sendo feitas em toda parte, e os sistemas de água e esgoto são de primeira qualidade, graças ao dinheiro dos americanos que pagam impostos. Contudo, esses benefícios não estão chegando à cidade cristã de Ankawa, próxima ao aeroporto de Erbil. As ruas são ruins, o abastecimento de água não é confiável e a cidade tem o odor de um sistema de esgoto deficiente. Quedas de energia são a norma.
O presidente Trump prometeu ajuda a minorias religiosas no Iraque, mas os resultados são escassos.
Conclusão: os cristãos nas áreas curdas são, na melhor das hipóteses, cidadãos de segunda classe.
Em meados de outubro, um repórter da Reuters me entrevistou sobre a decisão do presidente Trump de retirar as tropas americanas da Síria. Pareceu-me pelas perguntas dele que ele tinha uma agenda para criticar o presidente e manter os curdos como heróis.
Eu disse a ele que os curdos eram uma minoria na “área curda” da Síria estabelecida pelos Estados Unidos e que seus combatentes estavam sendo pagos pelos EUA para impedir que o petróleo fosse canalizado da rica área de petróleo da Síria para a área mantida pelo governo sírio.
Como exemplo, apontei para o fato de que a cidade de Manjib era 80% árabe e que os curdos os proibiam de participar de qualquer cargo público. Eu o informei sobre um artigo da National Review sobre a perseguição que os curdos fazem contra cristãos na Síria.
O artigo da National Review afirmou que uma autoridade cristã na área controlada pelos curdos confirmou o fechamento de escolas. O artigo dizia: “… a autoadministração curda está prejudicando ativamente as perspectivas de sobrevivência dos assírios na Síria por meio de uma tentativa de recondicionamento do sistema educacional, recrutamento forçado no YPG alinhado com os curdos (Unidades de Proteção do Povo, uma milícia), sistemas fiscais paralelos que dobram o imposto pago pelos assírios, e extensa hostilização e intimidação aos assírios que resistem às suas políticas.”
O repórter pareceu chocado ao saber que os curdos eram a minoria na área a leste do rio Eufrates que controlavam e que o governo sírio não tinha acesso a seus campos de petróleo naquela região.
No dia seguinte, o artigo apareceu nacionalmente nos EUA, e apenas uma linha foi uma citação minha. Nenhuma das informações que eu lhe forneci foi usada.
Por enquanto, os curdos no norte do Iraque parecem respeitar os EUA. Obviamente, o governo americano dá a eles centenas de milhões de dólares por ano para respeitar os EUA.
Os curdos na Síria pareciam respeitar os EUA quando tropas americansa estavam distribuindo dinheiro e protegendo-os. Quando as tropas americanas saíram da área curda neste mês, foram atingidas por ovos, frutas podres e batatas. Os vídeos estão na internet e são genuínos e mencionados pela Associated Press e outros veículos de notícias.
Muitas vezes, o respeito em outros países pelos EUA e por seus bravos soldados dura apenas enquanto os americanos entregam dinheiro a burocratas corruptos que se enriquecem primeiro e depois cuidam dos mais próximos a eles. Nos países muçulmanos, isso significa que os cristãos não recebem nada que os EUA marque para eles.
Quanto à retirada de Trump da Síria, isso durou alguns dias — até que os agentes do Estado Profundo ao seu redor o convenceram a mover centenas de tropas e tanques para o leste da Síria para “proteger” os campos de petróleo sírios contra o governo sírio.
A posição geral do governo Trump na Síria ainda é a do regime Obama/Clinton, que é estrangular a população em áreas controladas pelo governo da Síria cortando combustível para serviços de emergência essenciais. O objetivo é “punir” Assad cortando o acesso a alimentos, combustível e serviços médicos para a população em geral. Durante vários governos americanos, essa se tornou a política aprovada para lidar com as nações que o Estado Profundo vê como antitéticas aos objetivos da política global americana.
Nota: O programa de Natal para Refugiados de William J. Murray ajuda a levar o evangelho e a ajuda aos refugiados sírios e iraquianos no Oriente Médio.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): How Trump's withdrawal may help Syrian Christians
Outros artigos de William Murray:

28 de outubro de 2019

Máfia nigeriana brutal, que usa bruxaria, avançando na Suécia


Máfia nigeriana brutal, que usa bruxaria, avançando na Suécia

Julio Severo
Uma rede de máfia nigeriana conhecida por tráfico de seres humanos, tráfico de sexo, tráfico de drogas, fraude e rituais de magia negra e tortura para fazer lavagem cerebral de prostitutas está se espalhando por toda a Suécia.
Axé Negro, uma organização criminosa internacional sediada na Nigéria, está avançando na Suécia depois de se estabelecer em cidades como Uppsala, Estocolmo, Gotemburgo e Malmö.
“Eles estão envolvidos principalmente no tráfico de pessoas,” diz o porta-voz da polícia de Uppsala, Jale Poljarevius.
“Eles mantêm as mulheres reféns e, através do vodu, as enganam, fazendo-as acreditar que acabarão mal se deixarem o emprego. Mas eles também estão envolvidos na venda de cocaína e heroína,” acrescentou Poljarevius.
Até agora, o Axé Negro criou raízes na Itália, Canadá, Suécia e outros países da Europa.
Autoridades da Suécia estão preocupadas com o fato de que a entrada de outra rede criminosa em uma Suécia já cheia de gangues de imigrantes vá resultar em um aumento da violência. Apenas na cidade de Estocolmo, capital da Suécia, há pelo menos 50 gangues organizadas — constituídas especialmente por imigrantes muçulmanos.
O Axé Negro se tornou tão poderoso que desafiou a máfia mais poderosa da Europa, a notória Cosa Nostra, em sua própria terra natal, Sicília, Itália.
A máfia nigeriana é conhecida por usar tortura e juju, equivalente nigeriano do vodu ou candomblé, para assustar e forçar os imigrantes a se tornarem traficantes de drogas ou prostitutas. O uso de tortura, juju e magia negra já foi visto em outros lugares da Europa, como Espanha e Itália, onde a máfia nigeriana também opera.
Mesmo não sendo entendido na Europa, o Axé Negro é totalmente entendido na Nigéria. Axé vem de uma palavra usada na Nigéria, que significa “o poder dos orixás.” Orixás são forças demoníacas nas religiões ocultistas da Nigéria.
No início de 2019, a polícia italiana alertou sobre o potencial de radicalização islâmica entre a máfia nigeriana, dizendo que a influência de grupos terroristas islâmicos como o Boko Haram estava se espalhando entre os membros do Axé Negro.
Na Nigéria, o Axé Negro opera por trás do Movimento Neo-Negro da África, um grupo esquerdista que promove o poder negro.
O Movimento Neo-Negro da África ajuda membros muçulmanos a imigrar ilegalmente para a Europa e até o Canadá, onde cometem crimes. Em 2015, uma rede sofisticada de roubo de carros administrada pelo Axé Negro foi pega em Toronto, Canadá. A rede havia roubado mais de 500 carros de luxo em um ano, no valor de 30 milhões de dólares.
A imigração ilegal da África, especialmente de muçulmanos, tem um alto fator espiritual. Os governos e a polícia são impotentes para derrotar a bruxaria.
A maior parte da Suécia, por exemplo, é nominalmente luterana, uma igreja denominacional cristã não conhecida por expulsar demônios. No entanto, um lar ou nação cristã que não expulsa demônios em que a bruxaria está envolvida está fadado ao suicídio.
Jesus deu o exemplo. Ele passava a maior parte do tempo pregando o Evangelho e expulsando demônios. Se a Suécia luterana não começar a seguir Jesus e expulsar demônios, a bruxaria africana dominará sua nação e imporá uma era sombria de opressão, escravidão, prostituição de meninas e mulheres suecas e morte.
Com informações da Voz da Europa, Breitbart, Dicionário Aurélio e Dicionário Michaelis.
Leitura recomendada sobre a Suécia:

26 de outubro de 2019

Meninas gêmeas de três anos de idade são mortas por negligência criminal do Estado depois que o Conselho Tutelar as removeu de seus pais biológicos


Meninas gêmeas de três anos de idade são mortas por negligência criminal do Estado depois que o Conselho Tutelar as removeu de seus pais biológicos

Julio Severo
Nos EUA o Conselho Tutelar, que alega proteger crianças, removeu meninas gêmeas de três anos de idade de seus pais por negligência não assassina. Então o Conselho Tutelar lhes infligiu negligência assassina.
Uma mulher que foi escolhida pelo Conselho Tutelar na da Geórgia para cuidar das crianças foi acusada de assassinato em segundo grau depois que as gêmeas de três anos foram encontradas mortas em um carro que estava com elevada temperatura.
Claudette Foster foi acusada cerca de duas semanas depois que Payton e Raelynn Keyes desapareceram em 29 de setembro de 2019.
Raelynn e Payton morreram dentro do veículo que estava estacionado no quintal de uma casa.
As temperaturas chegaram a 33 graus Celsius naquele dia, de acordo com os investigadores.
Um comunicado da polícia diz que as autópsias apuraram que as crianças morreram de insolação acidental.
A lei da Geórgia permite acusar cuidadores de assassinato em segundo grau quando crianças morrem por causa da crueldade decorrente de negligência criminal.
Claudette também é acusada de crueldade infantil em segundo grau.
Claudette Foster, escolhida pelo Conselho Tutelar para cuidar das meninas
O detetive da polícia de Hinesville, Bryan Wolfe, disse que a “falta de supervisão de Claudette para com as crianças lhes permitiu entrar no veículo e morrer.”
Claudette foi presa sem fiança em Liberty County.
Skye Keyes, a mãe biológica das gêmeas, expressou coração partido pela morte trágica de suas filhas.
Keyes, disse que viu as filhas pela última vez em 27 de setembro com uma assistente social do Conselho Tutelar. Ela disse que está arrasada e que sua família está despedaçada por mais uma perda trágica.
“É um pesadelo. Parece um pesadelo gigante,” ela disse. “Sinto que fomos os últimos a saber que nossas filhas morreram.”
Keyes e o marido tinham permissão para ver as duas meninas apenas uma vez por semana, dizendo que o Conselho Tutelar retirou a custódia deles sobre as meninas durante um período difícil de luto pela morte prematura de outra filha.
“Fiquei grávida seis meses depois que perdemos nossa primeira filha,” revelou Keyes. “Ela morreu com três semanas. Descobrimos que eu estava grávida das gêmeas. Eles nasceram 10 semanas mais cedo. Passamos por muitos problemas depois que perdemos nossa filha e passamos mais depois que as meninas nasceram. Foi azar. Apenas um problema após outro.”
A mãe enlutada disse que qualquer um que conhecesse as gêmeas concordaria em que elas tinham muita energia, capazes de fazer o rosto mais severo sorrir.
Raelynn e Payton foram removidas de seus pais biológicos e permaneceram sob os cuidados dos pais adotivos, escolhidos pelo Conselho Tutelar, com outros dois irmãos por cerca de um ano e meio.
É muito triste que o Conselho Tutelar retira os filhos de seus pais por negligência percebida ou real e depois os expõe a uma negligência maior.
Em seu livro “The Way Home” (De Volta Ao Lar), a autora Mary Pride diz:
“Os especialistas em abuso infantil geralmente pedem cautela ao deixar crianças com adultos, mesmo aqueles que os pais conhecem. O Dr. Ronald Summit, psiquiatra da Universidade da Califórnia em Los Angeles, observou que ‘não há dúvida, em todas as pesquisas, de que o risco de exploração de uma criança aumenta diretamente à medida que a criança é afastada dos cuidados de seu mãe biológica.’”
Contudo, no Brasil aconteceu um caso em que era necessária a ação do Conselho Tutelar, mas a negligência estatal foi imensa. Um pai pediu várias vezes para que o Conselho Tutelar intervisse para socorrer seu filho de menos de 10 anos contra uma mãe lésbica sádica envolvida com outra lésbica. O pai pediu socorro ao Conselho Tutelar durante anos, e nunca foi atendido. A mãe lésbica acabou cortando o pênis do menino para forçá-lo a ser “menina.” No fim, a mãe lésbica torturou e matou o próprio filho.
Então, em casos criminais em que o Conselho Tutelar precisa intervir, comete negligência e deixa lésbicas matarem. Mas em casos em que o Conselho Tutelar não precisa intervir, intervém e permite que agentes do Estado matem crianças.
A realidade é que o Conselho Tutelar tem sido um desastre em vários países.
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada:

25 de outubro de 2019

“Estou em um país capitalista,” disse Bolsonaro na China comunista


“Estou em um país capitalista,” disse Bolsonaro na China comunista

Julio Severo
No mês em que a República Popular da China fez o aniversário de 70 anos de sua revolução comunista (outubro de 2019), o presidente Jair Bolsonaro fez, em Pequim, um elogio: Ele chamou a China de país “capitalista.”
Na China, Bolsonaro disse que sua viagem visa ampliar o comércio entre Brasil e China. “Essa é a prioridade número um,” ele afirmou. “O que for possível fazer para o desenvolvimento do País nós faremos.”
Perguntado sobre a preocupação de seus eleitores direitistas perplexos com a presença dele em um país radicalmente comunista, ele respondeu: “Estou em um país capitalista.”
Durante a campanha eleitoral em 2018, Bolsonaro adotou uma retórica inflamada contra a China, chegando a dizer que os comunistas chineses estavam “comprando o Brasil.”
Hoje, o tom é diferente. Na China, Bolsonaro deu um presente para os chineses: Ele prometeu isentar chineses de visto de turismo e negócio — o mesmo presente que ele já tinha dado para Estados Unidos, Austrália, Canadá e Japão. Ele elevou assim, em palavras e atitudes, a China à categoria de países capitalistas privilegiados. Mas nenhum desses países isentou brasileiros de visto.
A viagem de Bolsonaro à China não foi o primeiro contato de seu governo com os chineses comunistas. Uma das primeiras ações depois da posse de Bolsonaro em janeiro de 2019 foi uma viagem de parlamentares de seu partido à China. O objetivo da viagem deles foi conhecer mais de perto o sistema de reconhecimento facial e monitoração da China e estabelecer uma parceria com os comunistas chineses para trazer essa tecnologia para o Brasil.
Talvez a ideia deles fosse: Se os comunistas chineses podem fazer uso do capitalismo para avançar o comunismo, por que direitistas brasileiros não podem fazer uso da tecnologia de monitoração comunista para avançar a direita?
Há duas preocupações principais dos conservadores sobre a viagem de Bolsonaro à China:
1. Perseguição contra cristãos. Os cristãos que se submetem ao Estado comunista chinês frequentam igrejas católicas e protestantes onde o comunismo está acima da Bíblia. Os cristãos que colocam Jesus acima do comunismo são perseguidos, torturados e enviados para campos de de trabalhos forçados. Muitos são mortos após torturas. E há denúncias de que o governo comunista chinês remove órgãos de prisioneiros de campos de trabalhos forçados.
2. Negócios mantidos com o governo chinês fortalecem diretamente o comunismo chinês, que está formando e equipando o maior exército comunista do mundo. O “capitalismo” chinês é um capitalismo totalmente a serviço do comunismo chinês.
A falta de preocupação de Bolsonaro com o comunismo chinês contrasta fortemente com sua excessiva preocupação com o socialismo venezuelano. A perseguição do comunismo chinês aos cristãos é vastamente maior do que a perseguição do socialismo venezuelano aos cristãos. A diferença básica é que o comunismo chinês é multibilionário e “capitalista,” como apontou Bolsonaro, enquanto o socialismo venezuelano é pobre.
A preocupação de Bolsonaro tem sido o Foro de São Paulo, um grupo de países socialistas pobres liderado por dois países pobres: Cuba e Venezuela. Nenhum membro do Foro de São Paulo tem um exército grande e armas nucleares.
Em contraste, a China tem o maior exército comunista do mundo e muitas armas nucleares.
Embora Bolsonaro seja conhecido por falar sem rodeios contra o comunismo, ele tem evitado falar sobre cristãos perseguidos na China ou sobre campos de trabalhos forçados chineses.
Tratar a China comunista como “capitalista” ajuda a disfarçar ou diminuir os crimes do comunismo contra os cristãos?
Bolsonaro foi levado a tratar o Foro de São Paulo como maior ameaça comunista por influência de Olavo de Carvalho, considerado seu Rasputin, que também propaga a ideia de que o cigarro não faz mal e que a Inquisição, que torturava e matava judeus e protestantes, foi vítima de campanhas “mentirosas” de evangélicos americanos. Para ele, a Inquisição era um tribunal que promovia direitos humanos.
Não se sabe quem foi que levou Bolsonaro a tratar a China comunista como país “capitalista.”
Com informações da revista Istoé e G1.
Leitura recomendada: