21 de junho de 2019

O berço do Cristianismo nos EUA é agora uma região longe do Cristianismo


O berço do Cristianismo nos EUA é agora uma região longe do Cristianismo

Julio Severo
A região nordeste dos Estados Unidos abrigava no passado os puritanos (calvinistas, ou como eles gostam de ser chamados, “reformados”) e outros cristãos devotos que vieram para o Novo Mundo para praticar o Cristianismo em liberdade.
Hoje, é a região dos EUA que mais está se distanciando do Cristianismo, de acordo com uma nova pesquisa do Grupo Barna.
O estudo mais recente do Barna revela que as cidades do nordeste estão entre as oito primeiras das dez cidades que mais estão se distanciando do Cristianismo dos Estados Unidos.
As 10 principais cidades americanas pós-cristãs incluem:
* Springfield-Holyoke, MA
* Portland-Auburn, ME 
* Providence, RI
* New Bedford, MA 
* Burlington, VT 
* Boston, MA
* Manchester, NH 
* Albany-Schenectady-Troy, NY 
* Hartford-New Haven, CT 
* Rochester, NY 
* Santa Barbara-Santa Maria-San Luis Obispo, CA 
* Seattle-Tacoma, WA
No estudo, Barna define “pós-cristão” de acordo com 16 características, inclusive se os indivíduos se identificam como ateus, nunca se comprometeram com Jesus, não frequentaram a igreja no último ano ou não leram a Bíblia na última semana.
A pesquisa foi realizada ao longo de um período de 10 anos. Os dados foram coletados de 21.378 pessoas.
Barna escreveu em 2017 que “o papel da Cristianismo na vida pública vem diminuindo lentamente, e a igreja não funciona mais com a autoridade cultural que tinha no passado.”
Um triste exemplo é a igreja protestante que George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos, frequentava e ajudou a fundar. Embora Washington fosse conservador, a igreja dele é hoje pastoreada por uma mulher que prega o feminismo e a teologia da libertação.
Enquanto nos EUA os descendentes de calvinistas e outros protestantes tradicionais abandonam suas igrejas, cujos templos hoje estão vazios e muitas vezes são vendidos para muçulmanos, o único tipo de Cristianismo que avança nessas regiões agora longe do Cristianismo é a igreja carismática, a igreja pentecostal e a igreja neopentecostal. Se não fosse por essas igrejas mais avivadas, as regiões que outrora eram calvinistas, reformadas e protestantes tradicionais seriam hoje praticamente não-cristãs.
A diferença é que as igrejas calvinistas, reformadas, luteranas e metodistas que estão diminuindo são, de modo geral, muito mais liberais e esquerdistas, enquanto as igrejas carismáticas, as igrejas pentecostais e as igrejas neopentecostais são de modo geral muito mais conservadoras.
O Presidente Donald Trump é um exemplo do enfraquecimento do protestantismo tradicional nos EUA. Ele nasceu em lar presbiteriano tradicional, casou-me mais de uma vez e hoje está casado com uma católica.
Embora ele tenha um interesse óbvio pelo neopentecostalismo, não passa de interesse, sem nenhum compromisso. Como é tradição entre muitos presbiterianos, ele só vai à igreja em ocasiões muito especiais. Nem da data da comemoração dos 500 anos da Reforma protestante, em 17 de outubro de 2017, ele se lembrou. Ele preferiu celebrar o Dia das Bruxas.
Assim andam os presbiterianos e outros protestantes tradicionais dos EUA.
Com informações da Rede de Televisão Cristã.
Leitura recomendada:

13 comentários :

Unknown disse...

Depois os "reformodinhas" da vida dizem que o pentecostalismo é responsável pela crise no cristianismo.....

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

É o problema do cristianismo. As regiões mais ricas e com melhores níveis educacionais afastam se do cristianismo.

As regiões mais pobres, como cintura bíblica, continuam a ter baixos níveis educacionais e muitos cristãos.

É difícil em países ou regiões com bom nível educacional, com boa formação em ciência, manter um fé cristã.

O reduto do cristianismo é a teologia da prosperidade virada para populações incultas ou a Igreja católica pelo seu cerimonial.

É muito difícil atingir o nordeste americano, a Europa ou as classes mais cultas da América latina.

Uma ministra brasileira, da educação, salvo erro admitiu que a introdução da ciência, nomeadamente a teoria da evolução no sistema de ensino foi a grande derrota dos cristãos.

É muito difícil passar a mensagem que a verdade absoluta é um livro que descreve uma criação há 6 ou 10 mil anos, um dilúvio, uma crucificação para lavar um pecado hereditário dum homem que também era um deus imortal, mas que morre e ressuscita. Tudo com genealogias, datas e idades de morte.

Um estudante médio do ensino médio consegue demonstrar, com bastante facilidade, que é um relato mitológico, sem fundamentos.

A alternativa é dizer que a Bíblia é um grande poema com um significado oculto, coisa da gnose, interpretado apenas por iniciados.

Enfim. Um problema que não é fácil de resolver perante plateias cultas.

Fica um cristianismo tipo auto ajuda, com pagamento de taxa para receber dinheiro aqui e agora.

Sem grande futuro, penso eu, porque cada dia o ensino é melhor, ciência é mais divulgada e é muito difícil dar credibilidade a uma estória tão bizarra.

O futuro o dirá.

Cicero disse...

Caro Sousa, parabéns pelas suas patéticas fake news!
A história, ciência, arqueologia, geologia são hoje, fortes aliadas da Escritura judaico-cristã.
Ao contrário da mitologia transformista darwinista onde amebas viram camelos, elefantes e gente!

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Cícero

Não são fake news. Diga me se alguma universidade credível que estude o dilúvio ou uma terra jovem.

A nasa, mit, universidade de São Paulo, Nova York, Lisboa ou Japão não contemplam nos seus estudos algo parecido com o diluvio, terra plana ou terra jovem.

Ou temos uma grande conspiração que envolve todas as universidades, os governos, NASA, cia e KGB, a Índia, o governo Bolsonaro, a Korea do norte, Israel e a China para esconderem a verdade, o que me parece muito improvável ou os trabalhos científicos não são meras falsificações.

Repare que coordenar todos estes governos, universidades, centros de investigação, institutos independentes e rivais entre si para viciar dados, fazer falsas pesquisas e em tantas áreas do saber parece me muito, mas mesmo muito improvável.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Cícero : penso que concordará comigo que se o relato do Génesis for falso ou uma mera metáfora a credibilidade de todo o texto bíblico fica comprometida.

O texto não nos dá indicação nenhuma que se trata duma alegoria. Os factos são descritos com pormenores, as medidas da arca, a idade de morte e concepção dos personagens.

A morte e ressurreição só farão sentido se o Genesis o for.

Se génesis é uma alegoría a ressurreição também o pode ser.

Ora à minha dificuldade é a seguinte:

Mesmo que nunca tivesse existido a teoria da evolução o problema da credibilidade do Genesis mantinha-se.

A astro física aponta-nos para uma terra e um universo incompatível com uma criação jovem.

A geologia também é incompatível com uma escala de tempo tão pequena.

A história é incompatível com um dilúvio. Há civilizações anteriores que continuam.

É interessante que a grande dúvida sobre a idade da Terra começa con a expedição de napoleão ao Egito.
Ele levou cientistas e, a falta de melhor fonte, aceitava se a cronologia bíblica como boa. Isto dava à criação há aproximadamente 6500 anos e o dilúvio há 4500.

Os cientistas viram que a muralha de trajano junto às pirámides e algumas pirâmides tinham sido construídas com as pedras duma mesma pedreira que ainda lá está.

Uma coisa que lhes saltou à vista é que a erosão das pirâmides era muito maior que a da muralha. É que dentro das pirámides havia níveis de erosão com diferenças tão significativas como entre pirâmides mais recentes e a muralha. E que a erosão bda pedreira em si era muito maior.
Foram reler Heródoto e constataram que as datas de Heródoto eram compatíveis com a erosão verificada.

O que dava uma construção de pirâmides e outros monumentos anteriores à data da criação e que continuava consistente antes e depois do alegado dilúvio.
Sem outros métodos de datação est aram que a pedreira seria muito antiga. Na ordem de muitos milhares de anos. Um até aventou a hipótese de alguns milhões.

Estes dados começaram a ser verificados noutros lugares em todo o mundo. Marcas de erosão por rios, sistemas montanhosos, etc que indicavam períodos muito grandes de tempo.

Claro que os métodos de datação do século XXI são muito ais eficazes e é possível agora por métodos muito diferentes, mas compatíveis entre si, demonstrar que não há indícios de dilúvio, que a terra é o universo são muito antigos.

Ora isto põe-me uma dúvida :

Para aceitar o cristianismo tenho de rejeitar toda a ciência dos séculos XVII XIX XX E XXI.

Fico como os terra planistas.
Tenho de acreditar que há uma enorme conjura que envolve o presidente Bolsonaro, o dirigente da koreia, o governo italiano, a cía, os serviços secretos iranianos, a universidade de Xangai, a pontificia universidade de s Paulo e todas as universidade de todos os países, em conluio com todos os governos que podem falsa ciência em todos os ramos da ciência.

Ou en contrapartida aceitar que o que é ensinado é investigado nas universidades e institutos é boa ciencia.

O que condena a Bíblia.

Só isso.

Cicero disse...

Sousa, a Bíblia diz que a terra é "arredondada" em Is 40:22 ou seja, um geoide como provou a ciência, e certamente não plana.

Sobre a cronologia bíblica, de fato não podemos afirmar que o mundo tem exatamente 6 mil anos. Há boas evidências (até científicas) que a humanidade tenha mais de 6 mil anos. Mas há boas razões para se crer que as genealogias de Gn 5 e 10 e outras do AT tenham lacunas.
É melhor vermos Gn 5 e 10 como genealogias adequadas, gerais, ideais, básicas mas não como cronologias completas. Assim, sabendo que há lacunas, não podemos determinar exatamente a idade da raça humana simplesmente pela soma de Gn 5 e 10.

O universo pode ter milhões, bilhões, trilhões de anos, isso não desaprova a Bíblia. Ela apenas nos diz “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Gn. 1:1
Quando isso aconteceu? Não sabemos.
E não sabemos por quanto tempo Adão e Eva viveram antes da Queda e antes de gerarem filhos; pois a Bíblia não revela esse fato, e nem uma suposta idade pro Universo. Isso é segredo de Deus – Dt 29:29.

Cicero disse...

Quanto ao Dilúvio, alguns FATOS CIENTÍFICOS evidenciam o Dilúvio global dentre tantos, ainda que o termo seja politicamente rejeitado no meio científico e acadêmico devido ao preconceito ideológico antissobrenaturalista de maioria ateísta que obviamente não tem interesse em divulgar este Mega-Evento ocorrido:

1. Em diversas altas montanhas do mundo há vários fósseis de baleias, tubarões, animais marinhos, mamíferos, répteis e dinossauros juntos cimentados em calcita, inclusive com tecidos orgânicos neles; o que caracteriza que morreram num evento rápido e violento de soterramento tipo o Dilúvio.
2. A rápida fossilização por deposição de materiais orgânicos, como mostram as descobertas de tecidos moles em vários fósseis indica que não poderiam ter "milhões de anos", mas foi um evento recente com violento e rápido sepultamento dos animais. Uma característica do Dilúvio mais uma vez.
3. Outra prova do Dilúvio é que fósseis de animais; e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado em todo continente americano, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia.
4. Um dos maiores depósitos de madeira petrificada está em Holbrook, Arizona, onde existem cerca de 10.000 árvores enormes petrificadas naquele local. Só um evento rápido, poderoso e maciço como o Dilúvio; seria a causa de tamanho depósito.
5. A explicação para a existência de grandes depósitos de gás e petróleo gerados pelo acúmulo e subseqüente soterramento de enormes quantidades de material orgânico (plantas e animais) por violenta pressão e queima desse material, algo típico para um evento de tamanha magnitude.
6. Outra prova são os abismos marítimos, e o Talude Continental, que é um declive acentuado abrupto no oceano, após a plataforma continental formado por violento efeito geológico. Se a Terra tivesse bilhões de anos não existiria Talude pois os sedimentos dos rios nivelariam de forma proporcional os oceanos depois de tanto tempo.
7. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou imediatamente após a morte.
8. Organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis. Temos inclusive cemitérios imensos de dinossauros em muitos lugares!
9. O Dilúvio explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes.
10. Descrições de uma grande Inundação Global são relatadas por inúmeras culturas/povos antigos. Sendo o MESMO evento de destruição global. O fato que o dilúvio é citado por vários outros povos antigos e em todo o mundo e não somente do povo hebreu. Portanto, é mais uma prova de sua REALIDADE e não uma mera crença. Se fosse mito, não poderia ser o mesmo “mito” em várias culturas de vários lugares. Por que sempre um dilúvio universal e não outro evento de destruição? tipo: fogo ou raios ou pedras do céu ou doenças ou feras ou guerras. Mas se nunca houve um Dilúvio porque fazer referências a ele??!!
11. O Dilúvio não foi apenas uma grande chuva; veio mais água de baixo que de cima, Gn 7:11- "romperam-se todas as fontes do grande abismo". Foi um mega-evento que alterou de forma brusca toda a crosta terrestre. Antes do dilúvio era a Pangeia (somente uma porção de terra). Ou seja, veio violentamente água e fogo debaixo, com mega-terremotos/maremotos, vulcanismos, meteoros rasgando a pangeia que não tinha altas montanhas, e o oceano não era tão profundo, formando os continentes atuais e o efeito no fundo do mar empurrando na vertical formaram as grandes cordilheiras, onde vemos a desaceleração até hoje.
12. Lagos de águas doces com água salgada acima gerados pelo assentamento pós-Dilúvio.
13. Grandes depósitos de água subterrânea, maiores que os oceanos atuais!
14. Presença de fósseis poliestráticos de árvores e animais, encontram-se extremamente bem fossilizadas atravessando DIFERENTES camadas geológicas!
15. Fósseis de animais marinhos em regiões desérticas... etc.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Cícero :

Os argumentos que apresenta são bons. Desde tempos imemoriais os fósseis são conhecidos. Peixes no topo de montanhas, restos de animais enormes que não existem e uma memória cole tiva de subidas de água no passado.

Uma forma magnífica de explicar isso seria um dilúvio que matasse os animais e que cobrisse as montanhas para haver lá peixes.

O primeiro relato com esta explicação aparece na epopeia de gilmanesh, é repetida na Bíblia e Alcorão.

Foi a melhor explicação até ao século XIX.

A descoberta dum número enorme de fósseis e a descoberta que estes se encontravam ordenados por camadas e que os que se encontravam numa não aparecem noutras levou à alteração da teoria do dilúvio para a teoria das criações e aniquilicoes sussecivas.
Muito mais de acordo com as observações.

Dois séculos depois e tendemos muito melhor a plasticidade da crosta, como datar as amostras, e toda uma panóplia de instrumentos, modelos e teorias que apontam não para um dilúvio único ou várias criações e destruições mas para uma continuidade de vida na Terra nos últimos milhares de milhões de anos, aprendo a nossa espécie muito recentemente.

Pouco compatível com a morte ter começado com os homo sapiens há poucos milhares de anos.

Daí a minha dificuldade em crer. Se a permissa primeira que nos diz que a morte surge com o pecado original não parece vardadeira tudo o resto cai.


ÉLQUISSON disse...

Respondendo ao Sousa da Ponte e ao Cícero,

Não sei se a opinião que eu vou dar aqui vai ser muito pertinente (ou muito apropriada) para o teor deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (me corrijam se eu estiver errado):

Segundo algumas pessoas antigas contam, a nação americana nasceu e cresceu sob o temor e a obediência à Palavra de Deus. Enquanto se manteve assim, prosperou em todos os sentidos.

Só que, com o passar do tempo, o desenvolvimento material, científico, e financeiro fez com que os Estados Unidos começasse, aos poucos, a negligenciar a obediência à Palavra de Deus. Sem contar que a influência da Maçonaria (e de outras filosofias anti-cristãs) também contribuiu muito para aumentar essa mesma negligência. E também houve um outro fator que agravou ainda mais esse processo: a retirada do ensino religioso das escolas americanas a partir dos anos 60 (coincidência ou não, foi na mesma década que teve o início do movimento feminista). Em suma: os Estados Unidos passou a não dar mais prioridade à obediência à Palavra de Deus!

E quando isso acontece, qual o resultado? Muito simples: a partir do momento em que uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente em sua própria sabedoria, ela fica espiritualmente desprotegida e se torna uma presa fácil para os ataques do diabo e dos demônios (e também de todo tipo de pecado, vício, heresia, seita demoníaca, falsas profecias, e falsos profetas). É como bem disse o profeta Jeremias:

"Os sábios foram apanhados; ficaram envergonhados e serão aterrorizados. Eis que eles desprezaram a Palavra do Senhor, e que sabedoria eles têm?" (Jeremias 8:9)

"Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e que aparta o seu coração do Senhor" (Jeremias 17:5)

O que está acontecendo hoje nos Estados Unidos nada mais é do que a conseqüência do abandono total da verdadeira fé cristã. Em outras palavras: a nação americana agora está colhendo os frutos de pouco mais de 50 anos do seu desprezo à obediência à Palavra de Deus!

O maior erro dos Estados Unidos foi exatamente este: trocar Jesus por Satanás! E o que é pior: foi um erro deliberado (ou seja, foi feito de forma consciente)! No dia do juízo final, este mesmo erro vai ser seriamente cobrado! É como Jesus diz na Sua Palavra:

"Por que vós Me chamais de Senhor, e não fazeis o que Eu digo?" (Lucas 6:46)

"E aquele a quem muito foi dado, muito mais lhe será exigido" (Lucas 12:48)

Muito foi dado aos Estados Unidos (no caso, o conhecimento da Palavra de Deus). Só que agora muito mais vai ser exigido (a obediência à mesma Palavra). Logo, os responsáveis pelo destino moral e espiritual dos Estados Unidos fatalmente irão prestar contas da sua negligência na obediência à Palavra de Deus! O livro de Hebreus adverte sobre isso de forma muito séria:

"Pois se continuarmos voluntariamente a praticar o pecado, depois de já termos recebido o conhecimento da verdade, já não haverá mais sacrifício pelos pecados, mas uma terrível expectativa de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos Aquele que disse: Minha é a vingança, Eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o Seu povo. Coisa horrível é cair nas mãos do Deus vivo" (Hebreus 10:26–31)

Tomara que os Estados Unidos "desperte" o mais rápido possível dessa sua indiferença moral e espiritual antes que seja eternamente tarde demais!

P.S: Se algum de vocês quiser se manifestar, estejam à vontade

Cicero disse...

Sousa,

Quando comparado os relatos bíblico com os contos da Babilônia da Epopéia de Gilgamesh e outros; umas séries de semelhanças se encontram vinculadas que não deixam dúvidas de que essas histórias estão enraizadas no MESMO evento ou tradição oral.
Gilgamesh é do século VII A.C. escrito pelo rei assírio/babilônico Assurbanípal enquanto a Bíblia começou a ser escrita bem antes por Moisés em torno do séc XV A.C. (saída do Egito em torno de 1446 AC).

Porém, em Gênesis a descrição é mais realista não há enfeites mitológicos, somente em Gênesis existem cronologias como o ano do Dilúvio, assim como a idade de Noé. Seria um tipo um diário de bordo dos eventos.
As semelhanças superficiais indicam uma base histórica de eventos que inspiraram todas as versões, em vez de indicar plágio por parte de Moisés.

E nos mitos pagãos os heróis recebem imortalidade e louvor; ao passo que a bíblia descreve o pecado de Noé. Somente a versão original que diz a verdade incluiria tal falha em seu herói.
Os mitos dizem que a chuva durou só 7 dias; o que não seria suficiente para a devastação global e ainda dizem que a água sumiu toda em um dia, o que seria um absurdo!
No conto babilônico o barco era de formato cúbico, que não poderia salvar ninguém.
A importância da tradição oral Judaica e a possibilidade de que algumas partes da história tenha sido registradas por Noé durante o tempo em que ele esteve vivo, o que faria com que a descrição Hebraica precedesse a versão Babilônica.

Tendo como base as imensas e as variadas diferenças entre estas histórias, parece pouco provável que a versão Bíblica dependesse duma pré-existente fonte Suméria. Para além disse, dada à reputação dos Hebreus de passar informação de geração para geração de modo minucioso, mantendo a consistência no relato dos eventos, Gênesis é olhado por muitos como muito mais histórico do que o Épico de Gilgamesh.

Os Fatos Científicos comprovam este mega-evento! existem cemitérios de dinossauros em todos os continentes do mundo.
Que outro evento poderia reunir tantos dinossauros juntos e mais jacarés e tartarugas morrendo afogados???!!!
Recentemente acharam um na China com mais de 15 mil ossos de dinossauros!

Na questão geológica, por que não há erosão nas camadas intermediárias, sendo todas planas? Todas elas teriam ficado expostas na superfície, cada uma em seu tempo, por milhões de anos. Por que não erodiram? Por que há interposição de camadas (camadas da Redwall Limestone entre camadas da Cambrian Muav e vice-versa) que deveriam estar separadas por 200 milhões de anos?

Mesmo para um evolucionista, vale pelas fotos (inclusive de uma delicada folha fossilizada, parte em UMA camada, parte em OUTRA):
http://www.detectingdesign.com/geologiccolumn.html
Questões simples como estas deveriam ter respostas simples, mas são tratadas como “mistério” pelo próprio Parque do Grand Canyon. Então fico com as respostas do modelo diluviano.

Homo sapiens?
A descoberta das tábuas de Ebla; atual Siria; datadas em torno de 2500 AC, na placa que relata a criação é bem parecida com a biblia. O povo de Ebla acreditava na criação a partir do nada. Ali contém nomes das cidades de Ur, Sodoma, Gomorra e deuses pagãos citados na bíblia como Baal, além de nomes como Adão, Eva e Noé.

Tabletes de argila sumérios expostas no Museu Britânico registram a confusão de línguas de acordo com o registro da torre de Babel, também os babilônios tem registros similares.
É fato que as civilizações humanas organizadas, construídas em cidades e demais estruturas ordenadas surgiram somente a uns 5 mil anos como prova a história. Então como explicar a alegação que o homo sapiens já existia a mais de 200 mil anos? Seria o caso do homem moderno (sapiens) ficar mais de 190 mil anos somente pintando, caçando e dormindo esse tempo todo??? Diga-me, como isso foi possível???

Cicero disse...

Sim ÉLQUISSON, suas explanações são muito pertinentes; de fato os EUA abandonaram ao Senhor e já estão pagando o preço por isso. Na economia, a China já é a nova potência e militarmente é a Rússia.

Everaldo disse...

Respondendo ao Cícero,

Realmente, Cícero, o comentário do Élquisson foi mais do que oportuno. E ele disse uma coisa que me chamou a atenção:

"... a partir do momento em que uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente em sua própria sabedoria, ela fica espiritualmente desprotegida e se torna uma presa fácil para os ataques do diabo e dos demônios (e também de todo tipo de pecado, vício, heresia, seita demoníaca, falsas profecias, e falsos profetas)..."

Talvez muitos não saibam (ou não estejam lembrados), mas há um episódio (com fundamento bíblico) que confirma estas palavras do Élquisson. Vejamos:

Joaquim tinha subido ao trono de Judá aos 18 anos de idade (2 Reis 24:8). O momento da nação era crítico. A ameaça dos caldeus era um perigo iminente. Era preciso que um rei se posicionasse ao lado de Deus para reestabelecer a segurança do povo judeu. A situação era momentaneamente grave, mas não irremediável. O futuro do Reino de Judá estava nas mãos de Joaquim. Logo, a escolha que ele fizesse selaria o destino da nação. Nem mesmo todos os exércitos estrangeiros poderiam subjugar (ou destruir) uma nação que tivesse Deus a seu favor.

Muito dependia de Joaquim. Daria ele o bom exemplo a todos? Romperia ele com a idolatria pagã que asfixiava espiritualmente a nação? Não, infelizmente não. Dele é dito que "fez o que era mau os olhos do Senhor" (2 Reis 24:9). O apego ao pecado era demasiadamente forte em sua vida. Ao invés de entrar pela porta estreita, preferiu o atalho largo da perdição (Mateus 7:13-14). Este mesmo atalho foi atraente no início, mas resultou em desastre pouco tempo depois: Jerusalém e Judá caíram nas mãos de Nabucodonosor, e Joaquim e sua família foram levados para o exílio (Jeremias 22:24–30;24:1). Joaquim só foi libertado do cativeiro 37 anos mais tarde, já no tempo de Evil–Merodaque, o novo rei da Babilônia (Jeremias 52:31).

Se Joaquim, Jerusalém, e o Reino de Judá tivessem se mantido fiéis a Deus desde o princípio, esta mesma história certamente teria um outro final totalmente diferente!

Não duvido nada de que a mesma coisa pode acontecer não só com os Estados Unidos, como também com os países que desprezam a obediência à Palavra de Deus! A respeito disso, o apóstolo Paulo advertiu sabiamente:

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

Precisa dizer mais?

Aguardo sua opinião.

Cicero disse...

Everaldo, concordo 100% com suas palavras, o mundo vai de mal a pior como já previsto na Palavra.
Mas o islamismo é hoje a maior ameaça ao cristianismo, porém Deus vai subjugar o islã após uma guerra que haverá no Oriente médio e nações inteiras irão se converter a Cristo!