6 de junho de 2019

Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual


Duas lésbicas matam a facadas um menino, um ano depois de lhe cortarem o órgão sexual para transformá-lo em “menina,” mas imprensa e psicólogos se recusam a ligar o crime ao comportamento homossexual

Julio Severo
Comportamento lésbico obsessivo. Essa era a vida nos últimos cinco anos de Rosana da Silva Candido, 27, e Kacyla Damasceno Pessoa, 28, que mataram com golpes de faca o menino Rhuan Maycon, de 9 anos, filho de Rosana, em 31 de maio de 2019.
Lésbicas Rosana da Silva Candido e Kacyla Damasceno Pessoa
De acordo com o depoimento dado na delegacia, as duas lésbicas haviam decepado o pênis do menino há cerca de um ano.
“Foi uma espécie de cirurgia de mudança de sexo. Após retirarem o pênis, elas costuraram a região mutilada e improvisaram uma versão de um órgão genital feminino, fazendo um corte na virilha,” disse a conselheira tutelar Claudia Regina Carvalho.
A mãe lésbica queria transformá-lo em uma menina.
Sem nenhum acompanhamento médico, o menino passou por sofrimentos físicos que culminaram um ano depois com as duas lésbicas matando Rhuan, com golpes de faca, enquanto ele dormia.
Rhuan
Psicólogos apressadamente afirmaram que o crime não teve nenhuma ligação com o comportamento homossexual, chamado pela esquerda de “orientação sexual.”
Curiosamente, quando um caso de crime parece indicar homossexuais como vítimas, psicólogos se apressam em apontar que as supostas vítimas sofreram por serem homossexuais. Quando o caso é negativo para a imagem homossexual, eles simplesmente rejeitam qualquer conexão homossexual.
A grande imprensa teve a mesma atitude. Nenhum grande jornal brasileiro, que costuma apontar a homossexualidade de supostas vítimas de crimes, chamou de lésbicas as duas mulheres envolvidas num crime violento contra uma criança inocente.
O crime chocou o Brasil inteiro, mas o fator homossexual do crime foi devidamente encoberto e protegido de uma exposição negativa na mídia.
A imprensa internacional, que sempre noticia supostos crimes contra homossexuais no Brasil apontando a conexão anti-homossexual do criminoso, não noticiou nada do crime brasileiro apontando a natureza homossexual do crime.
O público brasileiro tem perguntado como as autoridades não conseguiram investigar o sofrimento do menino nas mãos das duas lésbicas. Onde estava o pai?
O pai viveu um relacionamento sexual, sem nenhum casamento, de quase dois anos com Rosana, que o traiu para ficar com a lésbica Kacyla, que já tinha uma filha (hoje com 8 anos) em 2014. Depois da traição, as duas fugiram.
O pai de Rhuan registrou boletim de ocorrência logo em seguida e disse para a imprensa brasileira que durante cinco anos ele procurou o filho, tinha obtido a guarda dele na Justiça e buscou a polícia e o Conselho Tutelar para ajudá-lo. “Tentamos salvar o Rhuan. Postamos nas redes sociais, procuramos polícia e Conselho Tutelar. Ninguém nos ajudou,” desabafou Maycon Douglas Lima de Castro, pai de Rhuan, em entrevista ao UOL.
As duas lésbicas fugiam mudando de lugar para lugar. Elas estiveram em vários estados. Elas conseguiram escapar do Conselho Tutelar, mesmo havendo denúncias contra elas desde 2014. Durante cinco anos o Conselho Tutelar não conseguiu fazer absolutamente nada para salvar um menino torturado por duas lésbicas sádicas.
Entretanto, são notórios os casos no Brasil em que o Conselho Tutelar persegue pais e mães que educam os filhos em casa, na escolha educacional chamada internacionalmente de homeschooling, totalmente legal e praticada nos Estados Unidos e outros países avançados. Até a Rússia dá liberdade para os pais praticarem o homeschooling.
O Conselho Tutelar persegue implacavelmente essas famílias, que não estão decepando o pênis de seus meninos nem matando-os com golpes de faca, do jeito que deveriam ter perseguido as duas lésbicas, mas não o fizeram.
As duas lésbicas praticaram tortura física e psicológica contra o menino Rhuan, forçando-o a rejeitar sua masculidade. Quanto à filha de Kacyla, a menina tem aversão à figura masculina, pois as duas lésbicas a convenceram de que todos os homens são agressores e maus.
De acordo com a polícia, as duas lésbicas planejavam também matar a menina, que testemunhou os anos de tortura delas contra ela e seu irmão.
O governo Bolsonaro, que só assumiu neste ano, não tem culpa do assassinato do menino Rhuan, embora pudesse ter tentado fazer alguma coisa em seus primeiros 5 meses de governo. A culpa principal nesses 5 anos em que as duas lésbicas viviam fugindo e torturando um menino é do Conselho Tutelar que estava sob a responsabilidade da presidente esquerdista Dilma Rousseff e depois Michel Temer, que nada fizeram.
O esquerdismo, que imperou na era Dilma, não se importa com crimes praticados por homossexuais. Talvez por isso ninguém no governo Dilma tenha se mobilizado para atender aos pedidos de socorro de um pai que recorreu à polícia e ao Conselho Tutelar, mas ninguém o ajudou.
Neste exato momento, o Supremo Tribunal Federal está criminalizando a chamada “homofobia,” impedindo assim toda crítica ao comportamento homossexual. O resultado sinistro de tal lei draconiana é que torturas físicas e psicológicas cometidas por homossexuais, inclusive doutrinação para crianças odiarem homens e assassinato de meninos vítimas do sadismo homossexual, não poderão ser noticiadas como crimes homossexuais. Quem ousar dizer a verdade poderá ser preso.
Embora o Presidente Jair Bolsonaro acuse com todo o direito a imprensa de fabricar fake news, ninguém no governo Bolsonaro ainda se manifestou sobre a fake news da imprensa buscando desligar o homossexualismo da tortura e assassinato de Rhuan.
O menino Rhuan sofreu torturas durante cinco anos. Muito antes de seu pênis ser decepado, sua masculinidade já tinha sido violentada. Mesmo assim, psicólogos buscam um milhão de razões para o crime, mas não encontram explicação satisfatória, pois evitam a todo o custo a conexão homossexual. O governo Bolsonaro está perdendo uma chance de ouro de falar a verdade.
A normalização do homossexualismo nas novelas, músicas, filmes e cultura durante muitos anos trouxe como consequência duas mulheres que viram como normal sua obsessão lésbica e tortura física e psicológica para transformar um menino em “menina” e para fazer uma menina odiar homens.
Enquanto o governo Dilma privilegiava supostos crimes contra homossexuais e ocultava crimes cometidos por homossexuais, espero que o governo Bolsonaro faça justiça por Rhuan depois de morto, mostrando que relacionamentos homossexuais têm realmente ligações com perversões e crimes violentos, inclusive contra crianças.
Com informações do UOL, Midiamax e Globo.
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6 comentários :

Eliane Souza disse...

Você escreveu que ninguém no governo Bolsonaro falou a verdade sobre esse caso; a ministra Damares Alves se manifestou a respeito desse crime.

Julio Severo disse...

Eliane, consultei várias reportagens e nenhuma delas disse que o governo Bolsonaro disse a verdade, isto é, ligou o crime ao comportamento homossexual. Se você tem alguma reportagem mostrando um ministro do governo Bolsonaro fazendo essa ligação importante, mande-me o link.

Thel disse...

Destruíram a vida do menino assim que o castraram.
Você não ouvirá nem lerá nota alguma a respeito disso emitida pelo CFP, porque a maioria desse pessoal é homossexual também.
Nojo e repúdio!
Estou apenas aguardando Jesus voltar para dar a cada um segundo a sua maldade.

Unknown disse...

Está ta dificel que acredito na volta de Jesus, com certeza terão suas maldades julgadas.Mas sua mão e tão pesada que não aguentaria seu peso.

Anônimo disse...

Queimem no inferno essas duas!!!!! devem sofrer 1000 vezes o que o menino sofreu, miseráveis, conselho tutelar é um lixo !!!!!

Luis Filipe disse...

Isso não são duas mulheres mas duas monstras horrendas e creio que só pena de morte poderia freiar tais abominações e aberrações que os malditos LGBT cometem.
Esse tipo de crime é horrendo. Diga não ao LGBT e diga não à Nova Ordem Mundial.