10 de maio de 2018

Entendo a censura do Facebook


Entendo a censura do Facebook

Julio severo
A censura sistemática do Facebook contra os cristãos o faz parecer uma plataforma comunista possuída por algum cubano ou uma plataforma islâmica possuída pelos ditadores bilionários da Arábia Saudita. Nem parece ser um serviço dos EUA.
Embora seja 100 por cento americano, o Facebook segue a vontade de seu dono, um americano de ascendência judaica que gosta da esquerda.
Ele não gosta que usem sua mídia social para promover ideias conservadoras.
Se nós conservadores tivéssemos uma mídia social, daríamos espaço livre para ideias esquerdistas e a promoção de figuras nojentas como Fidel Castro, Che Guevara, Hugo Chávez, Nicolas Maduro e ditadores islâmicos? Claro que não. Nossa tentativa de barrar a disseminação do mal seria rotulada como “censura” pelos esquerdistas.
O dono do Facebook, com sua visão esquerdista, sente nojo das ideias conservadoras. Ele condena o que não gosta e barra em seu espaço a disseminação do “mal,” que para ele são as opiniões conservadoras.
Na moralidade esquerdista dele, ele está certo em censurar o “mal.” E na nossa moralidade conservadora, nós estamos certos em censurar o verdadeiro mal — o esquerdismo.
O certo, para cada grupo, era esquerdistas terem um Facebook esquerdista e conservadores terem sua própria mídia social.
Notícia desgraçada: os esquerdistas já têm seu próprio Facebook, que é a maior mídia social, e nós conservadores não temos nada parecido. Então, ocupamos os espaços deles. Essa é a triste realidade.
Infelizmente, todos os maiores serviços de redes sociais — Google, Facebook e Twitter — e todas as grandes empresas que nós conservadores precisamos para acessar a internet — Microsoft, Apple, etc. — são de natureza esquerdista.
O maior país capitalista do mundo, os EUA, depois de divorciar o capitalismo de seus antigos valores protestantes se presta a servir a qualquer ideologia que lhe seja rentável, seja o esquerdismo, o islamismo e qualquer outro ismo lucrativo.
E nós conservadores cristãos temos de usar todos os serviços e empresas esquerdistas que são lucrativos para o capitalismo americano.
Se é nojento o casamento do comunismo com o capitalismo na China, mais nojento ainda é o caso americano, onde o capitalismo se divorciou do protestantismo e tem se casado com toda e qualquer ideologia que lhe dê lucro. O capitalismo americano virou uma grande prostituta a serviço de clientes perigosos.
A luta mais importante seria devolver os valores protestantes ao capitalismo americano.
Mas será que temos tempo para isso, em vista do chamado urgente de Jesus, que é pregar o Evangelho, curar os enfermos e expulsar demônios entre pecadores socialistas, muçulmanos, ateus, capitalistas, budistas, feiticeiros e até cristãos nominais que, percebendo ou não, servem a Satanás?
Somos orientados na Bíblia a pregar em tempo e fora de tempo, o que pode ser traduzido para pregarmos Jesus Cristo no Facebook, Twitter, Google e fora deles, caso haja censura ou não, caso haja perseguição ou não.
A missão maior não pode ser esquecida. Se esquerdistas não esquecem sua missão, como podemos esquecer a nossa?
Versão em inglês deste artigo: I understand Facebook’s censorship
Leitura recomendada:
Postar um comentário