21 de agosto de 2018

Tirando a máscara para fora! É revelado quem é o rei da censura na mídia social


Tirando a máscara para fora! É revelado quem é o rei da censura na mídia social

A recente onda de censura de vozes conservadoras na internet feita por gigantescas empresas da tecnologia como Facebook, Twitter, YouTube e Apple espelha um plano tramado por uma coalizão de grupos progressistas financiados por George Soros para retomar o poder em Washington do governo do presidente Trump.
George Soros
Um memorando confidencial de 49 páginas para derrotar Trump trabalhando com as principais plataformas de mídias sociais para eliminar “propaganda de direita e notícias falsas” foi apresentado em janeiro de 2017 pelo fundador de Media Matters, David Brock, em um retiro na Flórida com cerca de 100 contribuintes financeiros, o jornal Washington Free Beacon noticiou na época.
Na segunda-feira, o blog Gateway Pundit notou a relação do memorando com as recentes iniciativas das gigantescas empresas da tecnologia do Vale do Silício para “banir secretamente” candidatos e especialistas políticos conservadores e remover conteúdo.
O Free Beacon obteve uma cópia do memorando “Questões de Democracia: Plano Estratégico de Ação,” participando do retiro.
O memorando descreve uma agenda de quatro anos que mobilizou Media Matters, juntamente com American Bridge, Shareblue e Citizens for Responsibility and Ethics em Washington (CREW) para atacar Trump e os republicanos. As estratégias são impeachment, expandir a missão de Media Matters para combater a “desinformação do governo,” garantir o controle democrata do Senado nas eleições de 2018, entrar com processos contra o governo Trump, monetizar a defesa política, usar um “atacante digital” para deslegitimar a presidência de Trump e prejudicar os republicanos, e fazer parceria com o Facebook para combater “notícias falsas.”

Anulando “notícias falsas” com “precisão matemática”

O Free Beacon na sua reportagem de janeiro de 2017 disse que Brock buscou arrecadar US$ 40 milhões em 2017 para suas organizações.
O documento afirma que Media Matters e grupos de extrema esquerda têm “acesso a dados brutos do Facebook, Twitter e outros sites de mídia social” para que possam “monitorar e analisar sistemicamente esses dados não filtrados.”
“Quanto mais cedo pudermos identificar uma notícia falsa, mais efetivamente poderemos anulá-la,” afirma o memorando. “Com essa nova tecnologia na ponta dos dedos, os pesquisadores que monitoram as notícias em tempo real poderão identificar as origens de uma mentira com precisão matemática, criando um sistema de alerta antecipado para notícias falsas e desinformação.”
Media Matters se reuniu com o Facebook, que se gaba de possuir cerca de 2 bilhões de membros em todo o mundo, para discutir como reprimir notícias falsas, de acordo com o memorando.
A gigantesca empresa da mídia social recebeu “um mapa detalhado da constelação de páginas de direita no Facebook que foram os maiores fornecedores de notícias falsas.”
O memorando de Brock também diz que Media Matters deu ao Google “as informações necessárias para identificar 40 dos piores sites de notícias falsas,” para que pudessem ser banidos da rede de publicidade do Google.
O Gateway Pundit apontou que, em 2016, o Google executou esse plano no blog Gateway Pundit e em outros sites conservadores, inclusive o Breitbart, o Drudge Report, Infowars, Zero Hedge e Conservative Treehouse.
O Facebook, enquanto isso, mudou seu algoritmo de newsfeed, ostensivamente para combater “notícias falsas,” causando uma redução abrupta no tráfego de muitos sites conservadores.
O próprio presidente Donald Trump foi afetado, com seu engajamento no Facebook caindo 45%.
Um estudo realizado em junho pela Gateway Pundit revelou que o Facebook eliminou 93% do tráfego das principais agências de notícias conservadoras.
O Western Journal, em seu próprio estudo, revelou que, enquanto os esquerdistas que publicam notícias viram um aumento de aproximadamente 2% no tráfego de internet do Facebook depois das mudanças no algoritmo, sites conservadores viram uma perda de tráfego de cerca de 14%.

 “Impulso totalitário” da esquerda

O diretor da campanha de 2020 do presidente Trump acusou na semana passada as empresas gigantescas do Vale do Silício de estarem sufocando a liberdade de expressão, particularmente o discurso conservador, manifestando o “impulso totalitário inerente” da esquerda.
Na sexta-feira, o Facebook parecia estar banindo secretamente o site de educação sem fins lucrativos PragerU, fundado pelo apresentador de talk shows Dennis Prager, causando uma queda no engajamento de 99,9999 por cento ao remover dois vídeos considerados como “discurso de ódio.”
Depois que o Facebook rejeitou um anúncio altamente inspirador de um candidato republicano ao Congresso que incluía imagens que mostravam a perseguição de seus pais sob o regime comunista do Khmer Vermelho no Camboja, o Twitter seguiu com sua própria proibição.
O WND noticiou no início deste mês que o Facebook baniu um anúncio de vídeo pró-vida de um candidato judicial, dando a mesma explicação.
Em 6 de agosto, o WND informou que o Facebook, o YouTube e a Apple baniram o comentarista Alex Jones e seu site Infowars em poucas horas um do outro.
No mês passado, o WND informou que muçulmanos moderados e ativistas antiterroristas estavam sendo cada vez mais restringidos pelo Vale do Silício, enquanto conteúdo terrorista permanece nas plataformas de mídia social, de acordo com pesquisadores.
O diretor da campanha de Trump, Parscale, disse na semana passada que a proibição de Jones “inevitavelmente levará ao silenciamento de pessoas com opiniões muito menos controversas.”
“O que estamos vendo nas grandes empresas de tecnologia é o impulso totalitário inerente da esquerda entrar em foco total,” disse Parscale.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Mask off! Social-media censor king revealed
Outra leitura recomendada:
Leitura recomendada sobre a Esquerda dos EUA contra Julio Severo:

20 de agosto de 2018

Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil intimida e ameaça pastores de sua denominação que compartilharem denúncia de Julio Severo contra defensores luteranos de Lula e da Teologia da Libertação


Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil intimida e ameaça pastores de sua denominação que compartilharem denúncia de Julio Severo contra defensores luteranos de Lula e da Teologia da Libertação

Julio Severo
Em carta de 17 de agosto de 2018 dirigida a todos os pastores da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB), seu presidente, Pr. Nestor Paulo Friedrich, disse: “Tenho acompanhado com indignação as manifestações envolvendo a IECLB nas redes sociais, agora também com ataques pessoais!”
Templo da IECLB
Ele então explica o que são os supostos ataques pessoais:
“O autor de um texto acusa ‘os líderes da IECLB de defender Lula e o aborto’. Acompanha uma foto de culto de ordenação. Trata-se de uma manifestação de calúnia e ódio! Alerto que, compartilhar um texto assim, torna-me conivente com tal manifestação de calúnia e ódio. Pior ainda é quando um Ministro ou Ministra compartilha tal texto sem antes conferir a veracidade do que ali está sendo afirmado.”
Enquanto que o que está mais destacado na carta dele são as palavras “calúnia e ódio,” o que está mais destacado no meu artigo são as palavras “Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral.”
Ataques pessoais, como palavrões e adjetivos maliciosos, estão ausentes do meu artigo. Essa ausência invalida completamente a falsa acusação de Friedrich de que meu texto contém supostos “ataques pessoais.”
Denunciar que Lusmarina Campos, que é pastora da IECLB, defendeu o aborto no Supremo Tribunal Federal não constitui calúnia nem ataque pessoal.
Denunciar que o presidente da IECLB assinou manifesto em apoio a Lula não constitui calúnia nem ataque pessoal, pois o link do manifesto veio registrado, com a devida assinatura, no meu artigo.
Para que a acusação de Friedrich (de que meu artigo é uma manifestação de calúnia e ódio) tenha fundamento, primeiro ele precisa provar que o que escrevi é calúnia, que significa “mentira, falsidade e invenção.”
Ele precisa provar que pastores principais da IECLB não defendem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral. Se ele conseguir provar que Walter Altmann na verdade combate ambas as teologias, serei obrigado a reconhecer que caluniei ao dizer que Altmann e outros pastores da IECLB defendem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral.
Se ele conseguir provar que pastores da IECLB não defendem o aborto e nenhum pastor da IECLB nunca foi ao Supremo Tribunal Federal para defender o aborto, sua acusação de calúnia terá base para me punir legalmente. Então terei de reconhecer que caluniei ao dizer que uma pastora da IECLB foi ao Supremo Tribunal Federal defender o aborto.
Se ele conseguir provar que nenhum pastor da IECLB foi visitar Lula na cadeia para prestar solidariedade, então serei obrigado a reconhecer que cometi calúnia ao dizer que o vice-presidente da IECLB foi visitar o criminoso condenado Lula.
Apesar de tudo, reconheço que o presidente da IECLB está certo numa acusação: ódio. Confesso que tenho profundo ódio da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral, que são ideologias marxistas que parasitam a missão da Igreja, usando-a como plataforma de causas estranhas ao Evangelho.
Sim, reconheço que sou culpado desse tipo de ódio. Portanto, se existe na lei alguma cláusula que pede punição e prisão para alguém que odeia essas duas teologias, então mereço punição e prisão!
Se Friedrich quiser saber a razão por que odeio tanto a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral, a explicação é muito simples: É porque amo Jesus Cristo e Seu Evangelho puro.
O discursinho de “ódio” é o mesmo discurso da esquerda, que apela dizendo que oposição ao aborto é “ódio” às mulheres, que oposição à doutrinação homossexual de crianças é “ódio” às crianças e que oposição à agenda gay é “ódio” aos homossexuais.
Agora, na versão do presidente da IECLB, “calúnia e ódio” é fazer oposição à Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral!
Se com esse discurso patentemente marxista ele quisesse amedrontar só a mim, ele teria enviado sua carta blefadora diretamente para mim. O fato de que ele enviou aos pastores é sinal de que ele quer intimidá-los com tais blefes, acusando de calúnia e “ataques pessoais” um artigo que apenas desmascara a defesa de Lula, do aborto, da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral.
A ameaça de processo é contra o autor do texto (eu mesmo!) e aos compartilhadores. Isso ficou evidente no trecho da carta onde Friedrich diz: “Alerto que, compartilhar um texto assim, torna-me conivente com tal manifestação de calúnia e ódio.”
Sua carta foi na verdade uma manifestação de bullying, intimidação e autoritarismo. Sendo-lhe impossível negar que a IECLB está infestada de líderes que promovem a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral, o presidente da IECLB apelou para a tática de amedrontar os pastores de sua denominação com uma carta com falsas acusações.
Acusar, sem base alguma, de ódio e calúnia e ao mesmo tempo intimidar é tática tipicamente esquerdista. Ameaçar de processo a mim e aos pastores que compartilham meu artigo é conduta esquerdista.
Não fui o único que percebi a intimidação do presidente da IECLB. Em email enviado a todos os pastores da IECLB, o pastor emérito Werner Dietz denunciou:
Aos Ministros e Membros da IECLB!
Eu nem sei com que palavras manifestar meu desconforto com a Direção da IECLB, encabeçada hoje pelo colega P. Dr. Nestor Paulo Friedrich.
1.- Em primeiro lugar ele, Nestor, persegue e permite que sejam perseguidos membros da nossa Igreja. Não me refiro somente ao fato de a IECLB PROCESSAR um membro por ele ter externado o seu ponto de vista. Onde estamos? A DIREÇÃO da Igreja processando aqueles que a sustentam financeiramente? Amanhã a IECLB não vai mais ter MEMBROS, que foram todos espantados porque não queriam se ver processados, e sobra apenas uma DIREÇÃO, mas que então pode dizer: “Nós ganhamos na justiça!”
Hoje a DIREÇÃO da IECLB persegue um membro simplesmente por ter passado adiante um LINK em que uma verdade sobre a IECLB está sendo apontada: o desvio DOUTRINÁRIO, MORAL e POLÍTICO da DIREÇÃO da IECLB – com uma foto de uma cena de ordenação de pastores em que aparece o Presidente da IECLB (“Por postar no facebook invadiram a minha conta, denunciaram e o face me bloqueou.”).  O nosso Pastor Presidente não gostou que tenha sido usada indevidamente uma FOTO ilustrativa. Depois de tirada a FOTO, ele se tranquilizou; só que isso não mudou o conteúdo pesado do LINK com a VERDADE contra a DIREÇÃO DA IECLB! A liderança da IECLB CONTINUA a defender o aborto, além de um bandido condenado por roubo, bem como os seus asseclas. Para a nossa Direção o sistema judiciário brasileiro é que é o criminoso, e não a bandidagem que desmontou a economia do nosso País e depenou a Petrobrás, para ficar só nestes dois exemplos. 
2.- Hoje recebo um LINK da parte da PRESIDÊNCIA DA IECLB (“Compartilhamos, através do link http://www.aplicativosieclb.org.br/docs/267020.pdf , carta do Pastor Presidente da IECLB, Dr. Nestor P. Friedrich”). Neste ele tenta remendar o uso político a que a IECLB está sendo submetida nas últimas décadas.
Coitado do Pastor Presidente, ele se queixa de “ódio e calúnia.”
“Forte Abraço” Ai do abraço dela!
Werner J. Dietz
Se não houver reação de luteranos conservadores contra as investidas de luteranos esquerdistas, as palavras de Jesus se cumprirão na IECLB:
“E Jesus disse ainda: —Eu digo isso para que vocês não abandonem a sua fé. Vocês serão expulsos das sinagogas, e chegará o tempo em que qualquer um que os matar pensará que está fazendo a vontade de Deus. Eles vão fazer essas coisas porque não conhecem nem o Pai nem a mim. Mas eu digo isso para que, quando essas coisas acontecerem, vocês lembrem que eu já os tinha avisado.” (João 16:1-4 NTLH)
Parafraseando:
“Eu digo isso para que vocês não abandonem a sua fé. Vocês serão expulsos da IECLB, e chegará o tempo em que líderes da IECLB que intimidarem, caluniarem e ameaçarem vocês de processo pensarão que estão fazendo a vontade de Deus. Eles vão fazer essas coisas porque não conhecem nem o Pai nem a mim. Mas eu digo isso para que, quando essas coisas acontecerem, vocês lembrem que eu já os tinha avisado.”
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19 de agosto de 2018

Meninas corajosas rechaçam, com táticas impressionantes, homem que tentou sequestrá-las


Meninas corajosas rechaçam, com táticas impressionantes, homem que tentou sequestrá-las

Carly Hoilman-Faithwire
Um homem que tentou realizar um sequestro encontrou vítimas à altura no fim de semana quando tentou agarrar quatro meninas do lado de fora de uma loja de conveniência em Michigan, EUA. As meninas corajosas frustraram seu agressor jogando café quente nele e resistindo, de acordo com a polícia.
O confronto aconteceu na noite de sexta-feira, quando Bruce Hipkins, de 22 anos, seguiu as meninas, com idades entre 11 e 14 anos, quando elas saíram de uma loja de conveniência em Millington, Michigan, informou o canal televisivo noticioso ABC News. Segundo a polícia, Hipkins agarrou uma das meninas e “disse que ela ia com ele.”
“As outras três meninas chutaram, bateram e jogaram café quente nele,” disseram policiais do Departamento de Polícia de Millington em comunicado no sábado. “O suspeito largou a menina e pegou outra das meninas pelos cabelos. O suspeito foi novamente chutado e atingido pelas meninas até que ele a soltou e fugiu a pé.”
As irmãs Allison e Lauren Eickhoff, de 11 e 13 anos, relembraram o encontro traumático em uma entrevista à WJRT-TV.
“Ele disse: ‘Você vem comigo.’ E tipo, ele agarrou meu rosto,” disse Allison.
“Isso não pode estar acontecendo,” ela pensou na hora. “Eu pensei que era um teste no começo, mas na hora fiquei pensando, ‘Isso é real.’”
A irmã mais velha de Allison, Lauren, disse que gritou e fez tudo o que pôde para deter o agressor. O pai das meninas ensinou-as a resistir se sentissem que estavam em uma situação perigosa, acrescentou Lauren.
“Peguei minha bebida e joguei na cabeça dele. Tentei, dei-lhe um soco na cabeça,” ela disse. “Ver que sua irmãzinha seria pega é muito assustador.”
Todas as quatro meninas conseguiram escapar ilesas e correram para um hotel próximo, onde ligaram para relatar o incidente.
Os policiais rastrearam Hipkins minutos depois, de acordo com o WJRT, e o prenderam sob acusações de aprisionamento ilegal, agressão e violência e duas acusações de conduta sexual criminosa, informou a ABC.
Desde terça-feira, Hipkins está sendo mantido na Cadeia do Condado de Tuscola em uma fiança de US$ 250.000.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Rede de Televisão Cristã do EUA (Christian Broadcasting Network): Brave Young Michigan Girls Fight off Would-Be Kidnapper With Impressive Tactics
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18 de agosto de 2018

Cinco muçulmanos e outros são acusados de abusar sexualmente de meninas de até 12 anos em Huddersfield, Reino Unido


Cinco muçulmanos e outros são acusados de abusar sexualmente de meninas de até 12 anos em Huddersfield, Reino Unido

O local de nascimento do parlamentar trabalhista britânico Harold Wilson é o mais recente local de um escândalo de abuso sexual infantil. Huddersfield.
Acusações foram feitas contra 31 pessoas, 12 das quais não podem ser nomeadas para fins legais, por delitos que vão desde facilitar a prática de crime sexual infantil até estupro de meninas novas, com idades entre 12 e 18 anos. Os crimes ocorreram entre 2005 e 2012.
A maioria dos acusados é da área de Huddersfield e Dewbury, situada entre Leeds e Manchester. Uma mulher e 30 homens foram acusados e devem comparecer ao Tribunal de Magistrados de Kirklees nos dias 5 e 6 de setembro.
O jornal Huddersfield Daily Examiner publicou a lista de réus e as acusações contra eles. A lista é a seguinte:
Mohammed Sajjad, de 31 anos, de Huddersfield, tem contra si quatro acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino entre 13 e 15 anos, um estupro de uma menina de menos de 13 anos e por facilitar a prática de crime sexual infantil.
Banaras Hussain, de 37 anos, tem contra si uma acusação de estupro de uma vítima do sexo feminino de mais de 16 anos.
Mubasher Hussain, de 35 anos, de Huddersfield, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos e de agressão sexual.
Banaris Hussain, de 35 anos, de Huddersfield, tem contra si uma acusação de estupro de uma garota de 13 a 15 anos.
Mohammed Suhail Arif, de 30 anos, também de Huddersfield, é acusado de estupro de menina entre 13 e 15 anos.
Shaqeel Hussain, de 35 anos, de Dewsbury, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos e de duas acusações de tráfico.
Iftikar Ali, de 37 anos, de Huddersfield, é acusado de tentativa de estupro de uma menina entre 13 e 15 anos e três acusações de estupro de uma menina de 13 a 15 anos.
Fehreen Rafiq, de 38 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de facilitar a prática de crime sexual infantil.
Umar Zaman, de 30 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Basharat Hussain, de 31 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Amin Ali Choli, de 36 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de mais de 16 anos de idade.
Samuel Fikru, de 30 anos, tem contra si duas acusações de estupro de vítimas do sexo feminino entre 13 e 15 anos.
Abdul Majid, de 34 anos, tem contra si duas acusações de estupro de vítimas do sexo feminino entre 13 e 15 anos.
Mohammed Dogar, de 35 anos, de Huddersfield, tem contra si duas acusações de facilitar a prática de crime sexual infantil.
Usman Ali, de 32 anos, de Huddersfield, em contrasi duas acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Mohammed Waqas Anwar, de 29 anos, de Huddersfield, tem contra si cinco acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Gul Riaz, de 42 anos, de Huddersfield, é acusado de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Mohammed Akram, de 4 anos, tem contra si duas acusações de tráfico, com vista à exploração sexual de uma vítima do sexo feminino e à violação de uma vítima do sexo feminino de 14-15 anos.
Manzoor Akhtar, de 29 anos, é acusado de tráfico e três acusações de estupro de uma vítima do sexo feminino de 13 a 15 anos.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Voz da Europa: Five Mohammeds and others charged for abusing girls as young as 12 in Huddersfield, UK
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