4 de setembro de 2017

Benjamin Netanyahu, judeus direitistas e a agenda gay em Israel


Benjamin Netanyahu, judeus direitistas e a agenda gay em Israel

Julio Severo
Jerusalém, a Cidade Santa, tem sido palco de um dos atos mais profanos da Terra de acordo com as tradições judaicas mais sagradas: a celebração da homossexualidade.
Parada gay em Jerusalém
Não só judeus esquerdistas têm celebrado esse ato profano. Judeus direitistas têm também participado.
O Knesset, o Parlamento de Israel, oficialmente designou 23 de fevereiro de 2016 como o Dia de Direitos LGBT do Estado de Israel. O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu raramente aparece no Knesset nas terças-feiras, mas ele chegou especialmente para participar do “primeiro Dia de Direitos LGBT.”
Ele falou com ativistas homossexuais que estavam reunidos no Knesset.
“Vim aqui no meio de minha agenda, que está como sempre lotada, para dizer uma sentença aos membros da comunidade LGBT: ‘Todo homem foi criado conforme a imagem de Deus,’” ele disse, de acordo com o jornal Jerusalem Post. “Essa é a ideia que nossa nação trouxe à humanidade milhares de anos atrás, e é o princípio que tem de guiar nossas vidas nacionais hoje.”
Todos foram criados conforme a imagem de Deus, mas a conduta deles nem sempre reflete a imagem de Deus.
O princípio antigo, gravado nas Santas Escrituras Judaicas (conhecidas como Antigo Testamento entre os cristãos), é que as pessoas criadas conforme a imagem de Deus não deveriam se engajar em condutas contrárias à imagem de Deus. Entre essas condutas está a homossexualidade, que as Escrituras Judaicas chamam de “repugnantes.”
“Não se deite com um homem como se deita com uma mulher; é repugnante.” (Levítico 18:22 Bíblia de Estudo Judaica. Editora da Universidade de Oxford. 2014)
Usar a “imagem de Deus” nas pessoas para glorificar sua conduta homossexual não foi a intenção original de Deus para Israel e o mundo. A homossexualidade afronta a imagem de Deus.
Reforçando as palavras de Netanyahu louvando pessoas por sua conduta homossexual, o Ministério das Relações Exteriores dele disse num vídeo internacional público que tem orgulho de que Israel seja a capital homossexual do Oriente Médio.
O parlamentar Amir Ohana disse no Knesset que a comunidade LGBT é 10 por cento da população de Israel e é discriminada sob a lei.
Em 2015 Netanyahu comentou que Ohana, que foi o novo ministro do Interior de Israel, era o primeiro representante assumidamente gay a ser eleito para o Knesset do Partido Likud, de Netanyahu. O Likud é um partido direitista. Ele predisse que Ohana seria um excelente parlamentar.
Em seu discurso de posse, Ohana, que vive com seu parceiro homossexual, mencionou os componentes diferentes de sua identidade: “Judeu, israelense, mizrahi [sefardim], focado em segurança, liberal, apoiador do livre mercado e pai.”
Ohana, que é também veterano da agência de segurança Shin Bet, tem promovido a agenda homossexual como o fundador e presidente do Grupo de Orgulho Likud, que é a maior organização homossexual direitista em Israel.
Ohad Attya, um ativista gay no Likud, disse: “A ideia de que se você é gay você tem de ser esquerdista é falsa.”
A estatística absurda de 10 por cento de homossexuais na população geral defendida por Ohana foi inventada por Alfred Kinsey, mas foi cientificamente desmascarada pela pesquisadora judia-americana Dra. Judith Reisman.
Homossexuais não são mais que 2 ou 3 por cento da população geral. Se esse número subir algum dia, é porque a propaganda homossexual em massa na mídia social e escolas foi bem-sucedida. Mas sem propaganda, seus números são insignificantes.
Contudo, não é a Torá, as Escrituras Judaicas, suficiente para desmascarar mentiras sobre a homossexualidade? Aliás, a Torá vem expondo e condenando a homossexualidade por milhares de anos.
Mesmo assim, o Israel moderno está em direção contrária às suas tradições mais sagradas.
Mais de 200.000 pessoas encheram as ruas de Tel Aviv, a capital de Israel, em 2017 para a Parada do Orgulho LGBT anual, tornando-a a maior parada homossexual já ocorrida no Oriente Médio e Ásia, de acordo com a prefeitura de Tel Aviv-Jaffa.
“A Parada do Orgulho de Tel Aviv não é apenas uma celebração, mas também uma declaração importante de apoio. Tel Aviv, que já foi reconhecida como a ‘cidade mais amiga dos gays’ do mundo, continuará a ser uma cidade farol, espalhando os valores da liberdade, tolerância e democracia ao mundo,” disse o prefeito Ron Huldai.
Parada gay em Jerusalém
Até mesmo Jerusalém não tem escapado ilesa de avanços homossexuais. Em 2016 e 2017 mais de 45 mil israelenses homossexuais encheram as ruas da Cidade Santa com bandeiras do arco-íris, marchando de modo orgulhoso e resoluto pelo que foi considerado a “Marcha de Jerusalém em prol do Orgulho e Tolerância.”
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se dirigiu aos ativistas e participantes homossexuais na parada do orgulho gay de Jerusalém em 2016 numa mensagem de vídeo, dizendo que eles são uma parte inseparável da sociedade israelense.
“A marcha de hoje em Jerusalém não é só uma marcha da comunidade LGBT,” disse Netanyahu no vídeo postado em sua página de Facebook. “Não é uma marcha exclusiva para um grupo específico. É uma marcha para nós. É uma marcha de unidade. Nossos irmãos e irmãs na comunidade são parte de nós, da sociedade israelense. Somos todos uma só família. Respeitamos uns aos outros e aceitamos uns aos outros com respeito e igualdade. Todos temos o direito e a obrigação de aceitar uns aos outros sem exceções, independente de religião, raça ou preferência sexual. Fomos todos criados conforme a imagem de Deus. Somos todos israelenses, somos todos cidadãos do estado, somos um só povo.”
Em duas versões de um vídeo postado no Facebook, uma em inglês e a outra em hebraico, Netanyahu claramente se posicionou como um apoiador explícito, endossando o sentimento dos participantes da parada e criticando severamente os críticos que pintavam os esforços dos ativistas gays como negativos.
“Lamentavelmente, alguns elementos de nossa sociedade ainda não estão prontos para aceitar a comunidade LGBT,” ele disse. “Minha promessa solene para vocês hoje é continuar promovendo respeito por todos os cidadãos de Israel, sem exceção.”
Os discursos públicos de Netanyahu sobre esse assunto são fascinantes porque ele é o líder do governo de coalizão mais direitista da história de Israel.
Um governo direitista em Israel não só não salvou Israel da ideologia gay, mas tem realmente se juntado à Esquerda para apoiá-la.
Um dos melhores barômetros da influência crescente dos ativistas homossexuais é que os políticos direitistas estão mudando sua percepção da agenda gay. Nos Estados Unidos, líderes do Partido Republicano estão tentando convencer sua base de eleitores conservadores cristãos de que é necessário um realinhamento pró-homossexualismo.
No hoje infame “relatório de autópsia” do Comitê Nacional do Partido Republicano, compilado pelos líderes veteranos do partido depois da perda de Mitt Romney em 2012, eles disseram: “Precisamos fazer campanhas entre… americanos gays e demonstrar que nos importamos também com eles.” O senador Marco Rubio, que é um neocon católico, avisou seu Partido Republicano dos custos da não adesão à agenda gay.
Seguindo essa postura neocon, o governo de Trump tem sido marcado não só por não fazer oposição sistemática à agenda homossexual, mas também por esforços de pressionar outras nações a aceitá-la.
Em outros termos, o ativismo LGBT e suas exigências se tornaram importantes demais e financeiramente sedutoras demais para políticos direitistas ignorarem.
Israel, como nenhuma outra nação, sabe que a conduta homossexual traz destruição total, pois tem o testemunho valioso das Escrituras Judaicas, que não são lenda, mas um lembrete fiel e divino. Mesmo assim, Israel e seus líderes esquerdistas e direitistas buscam alianças com ativistas homossexuais para celebrar seus estilos de vida imorais.
A economia israelense ganhou pelo menos 100 milhões de shekels (em torno de 28 milhões de dólares) com o influxo de homossexuais estrangeiros que viajaram a Israel para participar da Parada do Orgulho de Tel Aviv em 2017.
Nadav Peretz — dono a agência de turismo OUTstanding Travel — disse que esses turistas homossexuais “se tornam embaixadores do Israel esquerdistas e progressista.”
“Pode parecer estranho,” ele disse, “mas eles são os ‘novos evangélicos.’ Eles falam bem de Israel e mal podem esperar para voltar.”
Ativistas homossexuais têm sido oficialmente convidados, por Israel, para visitar Israel. Em janeiro de 2016, o deputado federal Jean Wyllys, o ativista homossexual mais proeminente do Congresso Nacional no Brasil, deu uma palestra sobre “homofobia” na Univesidade Hebraica em Jerusalém. Sua palestra igualou “homofobia” com antissemitismo. Wyllys, que defende abertamente a doutrinação homossexual de crianças brasileiras nas escolas, foi oficialmente convidado por Israel.
Enquanto isso, uma pesquisa israelense de opinião pública publicada pela ONG Hiddush revelou que 90 por cento dos israelenses seculares apoiam o “casamento” de mesmo sexo. Entre os religiosos, 77 por cento dos judeus tradicionais, 46 por cento dos judeus religiosos nacionais e 16 por cento dos judeus ultra-ortodoxos também apoiam o “casamento” de duplas de mesmo sexo.
Durante a reunião no Knesset na primeira data oficial de Dia dos Direitos LGBT, Rachel Tevet, assessora sobre assuntos femininos do Chefe do Estado Maior da FDI (Forças de Defesa de Israel), apontou que jovens de 18 anos são alistados no serviço militar independente da orientação sexual.
Yoav Kisch, membro do Likud e presidente do subcomitê de Relações Exteriores e Defesa no Knesset, pediu à FDI que realizasse mais seminários homossexuais sobre o assunto para os comandantes e que melhorasse seu trabalho para integrar soldados transgêneros.
“Fiquei feliz de ouvir que as condições nas forças armadas são boas [para membros da comunidade LGBT], como deveria ser,” Kisch disse. “Ao mesmo tempo… as melhorias devem continuar.”
“A FDI é o exército do povo e todos devem se sentir à vontade e certamente não devem ter preocupações baseadas em sua identidade de gênero,” ele acrescentou.
A FDI é, alias, um “paraíso” socialista. Realizou uma façanha que os socialistas americanos lutam há muitos anos para impor nas mulheres americanas: o alistamento militar compulsório para moças. O “sonho” socialista se cumpriu em Israel: todas as moças de 18 anos são obrigadas a se alistar.
Se Cuba e a Coreia do Norte têm soldados do sexo feminino, conservadores e direitistas dizem que é feio, pois isso é comunismo. Mas se Israel tem soldadas, eles consideram isso belo, só porque foi feito em Israel — independente se é socialista ou não. Há uma idolatria desenfreada entre evangélicos conservadores que impede seus olhos de ver o socialismo em Israel. Eles conseguem vê-lo em Cuba, mas não conseguem reconhecer como socialista as mesmas imposições em Israel.
Israel é a única nação onde o socialismo tem sido bem-sucedido. Israel, que foi fundado por judeus marxistas, tem uma das leis de aborto mais liberais do mundo. Baniu também a autoridade dos pais de aplicar disciplina física em seus filhos.
Pelo fato de que Israel tem impostos elevados, que são típicos em nações socialistas, a corrupção em Israel é desenfreada.
Mesmo assim, os mesmos evangélicos conservadores que condenam o socialismo em Cuba o celebram em Israel.
Um cristão conservador deveria equilibrar seu apoio necessário a Israel, principalmente seu direito inalienável, intransferível e divino à Terra Prometida, sem comprometer seus valores apoiando tudo o que Israel faz. Às vezes, Israel faz coisas horríveis, inclusive apoiando terroristas islâmicos à custa de vítimas cristãs. Um cristão verdadeiro jamais deveria apoiar tais coisas.
Aborto legal, leis proibindo disciplina infantil, celebração da homossexualidade e feminismo, inclusive alistamento compulsório de moças, não são valores conservadores ou cristãos. Eles são socialistas, e não devem ser tolerados, mesmo por amor a Israel.
Evangélicos falam sobre Israel como se estivessem falando sobre a própria Terra Santa. Eles acham que os governantes de Israel e seus habitantes têm o respeito máximo por Deus e suas leis.
Eles acham que os governantes de Israel e seus habitantes praticam e celebram a família, não o aborto e a homossexualidade.
Eles acham que os governantes de Israel e seus habitantes praticam e celebram a Bíblia, não o socialismo e o feminismo.
Eles acham que os governantes de Israel e seus habitantes têm íntima comunhão com Deus e que eles são salvos, que eles são irmãos e irmãs para os cristãos, não tendo nenhuma necessidade de ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.
Não. Eles não têm nenhuma comunhão tal e Israel não está vivendo de acordo com as leis de Deus.
Sim. Israelenses e judeus esquerdistas, direitistas e religiosos precisam realmente ouvir o Evangelho de Jesus Cristo.
O Israel moderno atrai turistas, quer evangélicos ou ativistas homossexuais, só por amor a lucros.
E os israelenses direitistas, inclusive Netanyahu, estão atraindo ativistas homossexuais do mesmo jeito que eles sempre atraíram os turistas evangélicos.
É claro que eles não adotam a ideologia gay do mesmo modo radical que os israelenses esquerdistas fazem. Mas sua adoção “moderada” da sodomia (o pecado de Sodoma: a homossexualidade) está longe dos mandamentos de Deus aos judeus.
“Não se deite com um homem como se deita com uma mulher; é repugnante.”
A sodomia traz morte, conforme as Escrituras Judaicas avisam. É uma repugnância que judeus esquerdistas e direitistas vêm celebrando esse pecado mortal em Jerusalém, em Tel Avive e em toda a Terra Prometida.
A sodomia destruiu Sodoma — e as ruínas de Sodoma estão hoje em Israel, como um memorial para Israel e o mundo acerca da gravidade do pecado homossexual. Se Israel e seus políticos esquerdistas e direitistas continuarem celebrando a sodomia, o que Israel ganhará com isso?
Com informações do Jerusalem Post, Algemeiner, Washington Blade, The Advocate, Huffington Post, CSMonitor, Breitbart e Haaretz.
Leitura recomendada:

20 comentários :

Cicero disse...

É uma vergonha e humilhação ser gay, assim como os vícios escravizantes. O pecado ridiculariza a pessoa.
Israel que deveria ser um exemplo em seguir o Deus Único judaico-cristão, está se tornando uma abominação.
Então, fogo e enxofre para Israel assim como para os EUA!

Enéas Oliveira disse...

Há notícias que a Suprema corte de Israel negou o direito ao casamento homo afetivo no mês passado...

Enéas Oliveira disse...

Tem notícias em redes sociais que vem novelas com beijo gay entre crianças...

Thel Araújo disse...

Vendo uma coisa terrível dessa, e ainda mais com apoio popular daqueles que conhecem muito as Escrituras Sagradas e sabem muito bem o que Deus pensa sobre o assunto eu me pergunto se irá demorar mais do que 2 anos para a volta de Jesus, para resgatar os seus servos dessa terra devastada!

Jorge Santos disse...

É verdade. Os trejeitos são totalmente artificiais. Não conseguem imitar nem homens e nem mulheres. É muito triste. Só a misericórdia do Senhor nesses casos.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Confundir judaísmo com cristianismo é complicado.

Na fé judaica uma personagem como Cristo é uma enorme heresia

Cristo é tão aceite pelos judeus ortodoxos como Oxum ou Maomé é aceite pelos cristãos.

O judaísmo não vê os textos da Tora como literais.

São religiões diferentes o judaísmo e o cristianismo.

Tem uma base comum, como o islamismo, mas divergem muito na forma de ver o mundo.

Para um cristão ou islâmico o dilúvio ou a homossexualidade são vistas duma forma

Para um judeu é visto de forma diferente.

São formas diferentes de ver o mundo.

Israel é o mais laico dos países religiosos. O que é difícil para um não judeu perceber.


Como para um não católico a transubstanciacao é difícil de entender, para um não islâmico a sura da vaca é difícil de entender ou para um hindu tudo isto parece irracional

Ler a Tora com a visão dum cristão é bom.

Não é a Tora.

Cristianismo, islao, é judaísmo São coisas diferentes.

Quase tanto como o hinduismo , o vodu ou o candomblé

Ler os textos sagrados do hinduísmo com uma interpretação islâmica é tão grande disparate como ler , e interpretar a Tora , como texto só cristão .
Culturas e formas de ver o mundo muito diferentes e pouco compreensíveis para quem está de fora

O judaísmo inclui toda a tolerância com cor de pele ou com a orientação sexual.

Visto, o judaísmo, por uma óptica cristã, hindu ou vodoo será outra coisa.

Mas isso pouco tem a ver com judaísmo


Cicero disse...

João, muitos judeus estão vindo para Cristo. São os judeus messiânicos.
E tanto o AT como o NT condenam veementemente a prática homossexual com terríveis consequências em todas as áreas para o indivíduo. E nem precisaria a Bíblia. A medicina e ciência já fazem isso muito bem!

Thel Araújo disse...

A recomendação da Torá judaica ao homossexual é o apedrejamento, pois se trata de prática abominável. Logo, quando se vê justamente o comportamento ao contrário dos judeus dos nossos dias atuais sobre esse pecado, nota-se o quão distante eles estão até do livro sagrado deles.

Marcelo Victor disse...

Os que consentem são semelhantes aos que praticam, na visão bíblica (Rm 1:32).

Marcelo Victor disse...

Há sites que defendem que Jerusalém é a verdadeira prostituta de Apocalipse, como o seguinte:
http://macabeus.no.comunidades.net/jerusalem-e-a-grande-meretriz-do-apocalipse

O versículo que parece apoiar literalmente tal afirmação é o seguinte: “E os seus corpos jazerão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado”. (Apocalipse 11:8)

Marcelo Victor disse...

Outros versos interessantes que mostram que Jerusalém é a prostituta de Apocalipse:
https://www.youtube.com/watch?v=CQNlzPoJDX4

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Cicero: um judeu convertido ao cristianismo ou islao .... torna-se cristão ou islâmico.

O judaísmo como mundividencia e ou religião é diferente.

A Tora tem diversas leituras. Uma para o povo com pouca Cultura e que é mais ou menos literal : Adão e Eva são literais , o dilúvio idem aspas e porá aí fora.

Depois há a leitura , ou leituras, mais elaboradas.

Nos textos judaicos o mais importante a reter é o ritual , a repetição e o significado oculto dos símbolos.

O cristianismo basea-se em algo do judaísmo mas é profundamente moldado pela herança Greco romana.
Toda a filosofia cristã é aristotélica. É trabalhada pelos pensadores da idade média numa lógica aristotélica
Incorpora muito da religião romana mas o Deus trino dos cristãos com as características de omnisciência e omnipresença é uma herança não do judaísmo mas da filosofia greco-romana e muito estranha para o judaísmo.

Até porque o cristianismo aparece nos primeiros séculos da nossa era e o judaísmo é muito mais antigo.

Portanto é diferente a interpretação dum versículo para um cristão sola scriptura e para um judeu.

Há quem diga que o judaísmo é uma religião sem Deus.

Pode-se ser judeu sem acreditar na existência naquele cujo nome não deve ser pronunciado.....

É complicado de entender mas é assim.
Talvez o texto cristão mais perto do pensamento judeu sejam os textos atribuídos a João.

No princípio era o verbo... O nome do inominável que são as 5 letras do alfabeto hebraico.
Com as quais tudo se pode nomear...

É difícil de entender os sistemas de crenças alheias.

Um bom exemplo dum pensamento tipicamente judeu em escrituras cristãs é :
A vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus, mas aos outros por parábolas, para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam.


Cicero disse...

João, de acordo com seu último versículo citado, somente os cristãos nascidos de novo podem entender perfeitamente as Escrituras hebraicas e cristãs conforme determina João 3:3. Pergunto: tu já nasceu de novo?
O judeu Jesus veio para os judeus, mas a maioria dos judeus O rejeitaram. Assim, o Messias voltou-se para o mundo e quem o desejar será bem vindo e conhecerá todos os mistérios do reino de Deus estando somente em Cristo!

Thel Araújo disse...

Faz sentido mesmo, Jerusalém ser a Grande Prostituta, porque sendo ela os Estados Unidos seria muito óbvio.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

Cícero : eu não sou cristão. Entendi que para um cristão seja essa a resposta.

Quero é que perceba que há outras interpretações.

O meu ponto era explicar que não se pode tentar entender uma visão do mundo como o judaísmo, o islao , o hinduísmo ou o cristianismo usando um paradigma de outra religião.

As três religiões do velho testamento interpretam o velho testamento de formas radicalmente diferentes.

Mesmo dentro de da mesma religião há diferentes formas de sentir a interpretar.

Imagine que colocamos numa mesa :

Um católico romano

Um evangélico defensor da terra

Um rabi liberal

Um islâmico sunita

um cristão copta

Um islâmico wababita

Um cristão ortodoxo

Um católico velho romano

Um adventista do sétimo dia.

Um Baptista renovado.

Bom ! Para dar mais cor à coisa juntemos um hindu e um cabalista judeu.

Abra-se o Genesis e pergunte-se a cada um o que significa.

Todos, com excepção do hindu,vão reconhecer como um livro sagrado mas vão discordar em tudo o resto.

Literal ? Um poema? Um significado oculto ? Um significado dentro do significado?

O anúncio de Maomé? De Cristo? Literal? Em parte literal mas noutra não. .

Enfim cada crençatem o seu sistema de valores e de interpretações muito próprias
O problema do mundo é tentar que a crença alheia se adapte à nossa , que por definição, é superior à dos outros

Israel tem o seu sistema de crenças que é muito parecida com a moderna Europa.

A maioria dos cristãos e bastantes muculmanos , hindus e outras velhas e venerandas religiões revveem-se nestes valores.

Tolerância, igualdade de sexo,gênero, cor de pele,fé, etc e etc.

Embora haja raízes culturais diferentes, como língua , fé num messias que há de vir,num Cristo que já veio, que é divino ou não, na shiva dos 6 braços, no último profeta que é Maomé ou na mais esdrúxula fé é importante perceber que não podemos aplicar o paradima da nossa fé à fé dos outros nem ele à nossa.

Israel, talvez devido à sua matriz religiosa é tolerante e muito parecida com a Europa

Integradora, compreensiva com outras formas de ver o mundo e , o que é mais, vencedora

O comunismo, O fascimo e o nazismo eram , pelo menos teoricamente, muito superiores à débil democracia -dos fracos que acolhe tudo e todos.

Até concordo que teoricamente iam fazer maravilhas e mundos e fundos.

Do comunismo resta a jurassica cuba e do nazismo e fascismo apenas livros de história


A Coreia do norte e a China de comunistas tem o nome é a Venezuela é o manicômio em auto gestao😊


é, por tudo isto, importante pensar que os valores que nos unem :
Tolerância, respeito pelo próximo, liberdade e por aí fora são muito mais importantes do que nos afasta do ku klux klan, da inquisição, Do daesh ou da alqaeda.

Admitindo que somos todos diferentes.

Tão só.

Cicero disse...

João,
qualquer um, qualquer pessoa no mundo que tenha sede e fome da Verdade, e preencher seu vazio existencial, a encontrará somente em Jesus.

As palavras e ações de Cristo (não religiões) na Escritura são extremamente racionais e ao aplicar seus ensinos no cotidiano das pessoas presas por inúmeras mazelas sociais (medo, depressão, doenças várias, decepções, solidão etc) estão recebendo os benefícios e a doutrina revolucionária de Cristo em ações, sinais e milagres, confirmado hoje em inúmeros depoimentos de vidas transformadas e libertas, isso é um fato plenamente observável no mundo. Ainda que muitos pagaram com a vida por segui-lo. Ninguém morreria por um mito ou charlatão de palavras bonitas,... inclusive até hoje!

Notório é que já são milhões também de hindus, muçulmanos, judeus e orientais que se converteram ao cristianismo, pois experimentaram transformações e milagres em suas vidas cfe. os escritos do Novo Test. atestam os inúmeros sinais, milagres, curas, maravilhas, mudanças operados em nome de Cristo até hoje, coisas que suas religiões teóricas primitivas não fazem. A diferença é gritante, isso é FATO, é REAL é MUNDIAL atualmente.

O Sousa da Ponte - João Melo de Sousa disse...

É capaz de ser verdade. Possivelmente quem aceitar Cristo como Salvador pode ter algo de bom.

Quem sou eu para negar que haja grandes conversões entre religiões.

Patece-me é que dentro dos territórios das grandes religiões, nos últimos 1000 anos, as conversões tem mais a ver com poder militar que com conversão pacifica.

O que me parece é que há uma conversão ao laicismo crescente na Europa.
Cristãos, muculmanos, hindus e etc e é etc que se laicizam e que embora não reneguem os seus deuses ou Deus , tentam viver em paz e harmonia.

No fundo , é vistas bem as coisas, os deuses parecem bastante alheios disto tudo.

Que cada um tenha a sua fé sem contrariar os outros.

E até os deuses de cada um vão ficar contentes....

Cicero disse...

João, o laicismo é uma grande falácia. Quando o islã for maioria na Europa ou outro continente, jamais aceitarão o convívio pacífico com outros grupos.
Onde o islã chega trás perseguição, ódio, morte, destruição, sofrimento e sangue como prega o Corão, pois o islamismo é a maior máquina assassina da história como já foi provado aqui.
Outra prova é que morre um cristão a cada cinco minutos no mundo, principalmente em países islâmicos.

Deve ser por isso que Jesus está se manifestando a eles de forma tão tremenda com muitos sonhos e visões, com relatos surpreendentes de conversões.
Onde o homem não chega ou é impedido, o Deus-Jesus chega!

CARAVANA ADTRADICIONAL ISRAEL disse...

Júlio, acompanho noticiário, cultura, cotidiano, história, etc., de Israel, vc tem razão mas vale ressalvas. O exército de defesa de Israel aceita mulheres desde sua fundação, isso pq a "mão de obra" sempre foi escassa. Na guerra de libertação as mulheres foram preponderantes, não se podia nem pensar em na sua própria vida e futuro quanto mais em agenda feminista. Verdade é que Ben Gurion era de esquerda, mas para isso foi criado os kibutz, para os comunistas viverem segundo a sua agenda, qual surpresa, hoje kibutz so serve para passeios turísticos. A outra coisa é sobre a defesa de cristãos, faço parte de alguns grupos de judeus, pela defesa sionista, e acompanho jornais, blogs, sites de apoio a judeus e sempre estão denunciando perseguição aos cristãos no OM por países islamitas, sempre. Mas que eles, judeus de todas as correntes precisam ouvir o evangelho, precisam.

Julio Severo disse...

Caravana, o papel preponderante das mulheres israelenses nas forças armadas desde o nascimento de Israel só tem a ver com socialismo. O moderno Estado de Israel foi fundado por judeus socialistas, e muitos deles trouxeram a bagagem da União Soviética, onde as mulheres também serviam nas forças armadas. Mesmo hoje em Israel, o socialismo é preponderante. Na última eleição presidencial dos EUA, a maioria dos israelenses preferiu a socialista Hillary Clinton. Veja: http://juliosevero.blogspot.com/2016/09/israelenses-preferem-vitoria-de-hillary.html

Tradicionalmente, a vasta maioria dos judeus americanos também prefere candidatos socialistas.

Os judeus sempre andam junto com socialismo. Basta você conferir que o fundador do marxismo, Karl Marx, era judeu neto de rabino.

Sobre perseguição aos cristãos no Oriente Médio, há de fato alguns judeus que denunciam isso. Mas na prática, o governo de Israel não faz absolutamente nada para ajudar os cristãos, mesmo os cristãos que sofrem perseguição nos países muçulmanos vizinhos de Israel. Não existe nenhuma política israelense para ajudar esses cristãos perseguidos ou para permitir a entrada deles em solo israelense. Pelo contrário, há denúncias, até mesmo veiculadas por jornais israelenses, de que o governo de Israel tem enviado, secretamente, unidades militares especiais para resgatar terroristas do ISIS e levá-los para tratamento médico em Israel. Veja: http://bit.ly/2qHDUbh

Depois, esses terroristas, já curados, são enviados de volta para sua rotina terrorista.

O ISIS tem sido o principal executor de genocídio de cristãos no Oriente Médio. É totalmente indesculpável que Israel salve terroristas do ISIS e NÃO SALVE cristãos, que são as principais vítimas desses terroristas.