26 de julho de 2017

Encobrindo os rastros de cumplicidade de Hillary e Obama: Advogados do Departamento de Estado dos EUA removendo referências ao “genocídio” do ISIS contra os cristãos


Encobrindo os rastros de cumplicidade de Hillary e Obama: Advogados do Departamento de Estado dos EUA removendo referências ao “genocídio” do ISIS contra os cristãos

Julio Severo
Os advogados mais importantes do Departamento de Estado dos EUA estão, em pleno governo de Trump, sistematicamente removendo a palavra “genocídio” para descrever a matança em massa do Estado Islâmico contra cristãos, yazidis e outras minorias étnicas no Iraque e Síria de discursos que são dados e outros documentos oficiais, de acordo com ativistas de direitos humanos e juristas que conhecem bem essas políticas.
Richard Visek, que havia sido nomeado pelo presidente Obama (e mantido pelo presidente Trump) como diretor da Secretaria de Assessoria Legal do Departamento de Estado em outubro de 2016, está por trás da decisão de remover a palavra “genocídio” dos documentos oficiais, de acordo com Nina Shea, uma jurista de direitos humanos internacionais que dirige o Centro de Liberdade Religiosa do Instituto Hudson.
“Não acho nem um pouco que é um decisão burocrática — é ideológica,” disse Shea, que também passou 12 anos como membro da Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional de 1999 a 2012.
É ideológica e também uma tática de sobrevivência. Os advogados do Departamento de Estado só estão acobertando os rastros de cumplicidade de seus ex-patrões. Pelo fato de que Obama e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton estavam por trás da criação do ISIS, com a assistência da Arábia Saudita, acusar o ISIS de genocídio contra os cristãos é indicar um reconhecimento de que Obama, Hillary e a ditadura saudita são cúmplices de genocídio.
Quem é que não sabe que eles são cúmplices?
Reportagem do WND de novembro de 2015: “Rússia: EUA realmente ajudaram ISIS.”
Reportagem do WND de agosto de 2016: “Trump: Obama é o ‘fundador do ISIS.’”
Se o código e exemplo legal de Nuremberg tivessem algum valor, Obama, Hillary e os sauditas deveriam ser interrogados, julgados, condenados e enforcados por crimes contra a humanidade.
Com informações da FoxNews.
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Um comentário :

SHTF way of life disse...

Trump acaba de declarar a América como sendo uma teocracia cristã, e você falando de Hillary...

Você é realmente uma lástima.