31 de julho de 2017

Marido que RECUSOU desligar os aparelhos de sua esposa depois que ela havia sofrido um ataque do coração e derrame revela como ela teve uma “recuperação miraculosa” — e agora tiveram um bebê


Marido que RECUSOU desligar os aparelhos de sua esposa depois que ela havia sofrido um ataque do coração e derrame revela como ela teve uma “recuperação miraculosa” — e agora tiveram um bebê

Stephanie Linning
Um marido que recusou permitir que os médicos desligassem os aparelhos que mantinham sua esposa viva revelou como ela depois teve uma recuperação “miraculosa.”
Casal Alexander e Beatrice Way e sua filha Rosemary
Alexander Way, de 44 anos, sentiu-se devastado depois que sua amada esposa Beatrice, de 42 anos, sofreu um derrame e ataque do coração em seu lar na vila de Ugley, Essex, Inglaterra, seis anos atrás.
Com Beatrice de coma, Alexander lembrou como ele ficou “perplexo” quando os médicos perguntaram se ele queria desligar os aparelhos que a mantinham viva e doar os órgãos dela. Ele veementemente recusou e exortou a equipe médica a continuar o tratamento.
Beatrice desafiou as adversidades e teve uma recuperação total e no ano passado o casal teve seu primeiro filho juntos, uma menina chamada Rosemary.
Beatrice disse: “Rosemary se tornou um bebê belo e saudável. Todos os dias são um lembrete de como temos sorte.”
Como tudo aconteceu. Beatrice havia de repente passado mal e sofreu um ataque do coração. Dois dias depois, ela entrou em coma.
Alexander disse: “Os médicos insistiam em que Beatrice tinha muito pouca reação cerebral e que não havia jeito de ela chegar a melhorar. Se ela chegasse a despertar, ela mal reagiria aos outros. Ela também ficaria cega.”
Os médicos também perguntaram se ele doaria os órgãos dela para transplante.
Alexander disse a eles: “Não desliguem as máquinas que mantêm minha esposa viva.”
Beatrice foi transferida para uma unidade neurocirúrgica em que ela recebeu tratamento especializado. Quatro semanas mais tarde ela despertou no hospital. A mãe de um filho mais tarde ficou sabendo que ela havia sofrido o ataque devido a uma deficiência coronária chamada cardiomiopatia hipertrófica congênita.
Nos próximos nove meses: Beatrice fez reabilitação intensiva que a ajudou a vencer a paralisia que afetava sua perna e braço esquerdos.
Não obstante os médicos avisarem de que o casal deveria evitar uma gravidez, Beatrice e Alexander avançaram, apesar das dificuldades, e em junho do ano passado eles tiveram Rosemary.
Beatrice Way e sua filha Rosemary
Alexander disse: “Esperamos que nossa experiência dê a outros a confiança de saber que é possível continuar quando seus parentes estão desesperadamente doentes. Isso é algo que sentimos muito forte. É vital investigar todas as opções antes de concordar com decisões de vida e morte envolvendo nossos amados. Não tenho dúvida nenhuma de que a oração nos ajudou a atravessar nossos momentos escuros. A oração foi muito importante para nós em tudo. Sou verdadeiramente abençoado de ter Beatrice e Rosemary. Devemos a Deus o milagre da sobrevivência de Beatrice e Rosemary.”
Beatrice acrescentou: “Sou tão grata a Alexander por questionar os médicos que achavam que minha vida estava acabada. Ele salvou a minha vida.”
Leitura recomendada:

30 de julho de 2017

Empresário muçulmano: a raça branca da Austrália vai se extinguir em 40 anos


Empresário muçulmano: a raça branca da Austrália vai se extinguir em 40 anos

(News.com.au) O diretor do Órgão de Certificação de Halal diz que as mulheres australianas [que são em grande parte brancas, descendentes de ingleses] precisam de homens muçulmanos para fertilizá-las para “mantê-las cercadas de bebês muçulmanos,” declarando que a “raça branca estará extinta” em 40 anos.
Mohamed Elmouelhy
Mohamed Elmouelhy fez esses comentários no Facebook em resposta a um estudo de pesquisadores da Universidade Hebraica, publicado na revista “Human Reproduction Update,” que revelou que estão caindo os índices de fertilidade entre homens da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia.
“De acordo com a Universidade Hebraica, a contagem de esperma dos homens australianos caiu 52 por cento nos últimos 40 anos, de modo que os homens [brancos] são uma espécie em extinção. As mulheres australianas precisam de nós para fertilizá-las e mantê-las cercadas de bebês muçulmanos. As mulheres australianas que bebem cerveja, fumam cigarros e injetam drogas mal podem imaginar do que os homens muçulmanos são capazes de fazer,” o sr. Elmouelhy escreveu num comentário de Facebook, o qual primeiro foi mostrado numa reportagem do DailyMail e desde então foi deletado.
“Se a Austrália for deixada nas mãos dos homens brancos fanáticos, a raça branca será extinta em outros 40 anos. Os muçulmanos têm a obrigação de alegrar as mulheres dos australianos, pois eles estão se reduzindo, então é melhor escolherem um túmulo num cemitério local. Se os brancos não têm condições financeiras de comprar um túmulo, cometam suicídio. É uma alternativa mais barata para os fanáticos.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Muslim businessman: Australia's white race to die out in 40 years
Leitura recomendada:

28 de julho de 2017

Trump proíbe transgêneros nas forças armadas. Conservadores estão muito contentes. Mas até quando?


Trump proíbe transgêneros nas forças armadas. Conservadores estão muito contentes. Mas até quando?

Julio Severo
Franklin Graham, filho do famoso evangelista Billy Graham, disse na quarta-feira:
“O presidente Donald J. Trump tomou uma atitude corajosa hoje ao anunciar que as forças armadas dos EUA não aceitarão indivíduos transgêneros para servir. Ele está exatamente certo. E estou orgulhoso de que tenhamos um presidente que vê e entende a verdade. Como americanos, quer você seja democrata ou republicano, precisamos celebrar quando nossos líderes fazem o que é certo por nosso país. A política do presidente Obama nisso foi um erro. Não precisamos de pessoas confusas sobre seu sexo nas forças armadas — e as forças armadas não deveriam ajudar em ‘transições’ sexuais. O presidente Trump está com o foco afiado em tornar nossas forças armadas melhores e mais fortes. Ore por ele enquanto ele enfrenta críticos e opositores.”
Embora Graham esteja certo em sua opinião acerca da declaração de Trump, os líderes mais elevados do Pentágono declararam que continuarão permitindo que soldados transgêneros permaneçam em seus uniformes até que uma ordem oficial lhes ordene removê-los. Afinal, um tuíte, até mesmo um tuíte presidencial, não é uma ordem.
Enquanto os conservadores estavam celebrando o tuíte presidencial de Trump proibindo soldados transgêneros, um americano comentou no Facebook de Peter LaBarbera:
“Trump é ambíguo e ambivalente ao querer taticamente agradar a todos para subornar os conservadores e controlá-los. Ele proíbe transgêneros de servirem nas forças armadas e por outro lado está se preparando para propagar a mesma agenda sodomita. Conheço o significado real por trás dessa cena. Que Trump não quer apoiar o casamento, ele só está manipulando os ingênuos para recuperar o apoio que ele perdeu, e está mantendo ambos os lados da luta contentes para avançar. Se ele conseguir avançar o suficiente e recuperar apoio e adoração suficiente, ele forçará a sodomia e o sexo fecal goela abaixo de todos os seus idólatras.”
É difícil levar Trump a sério, pois suas ações passadas e presentes são marcadas por um desejo de agradar a ambos os lados e também por suas famosas mudanças súbitas de direção. Ele envia sinais conflitantes.
Um forte sinal conflitante recente é que logo antes de seu tuíte presidencial, Trump nomeou Anthony Scaramucci como seu novo diretor de comunicações na Casa Branca.
De acordo com o líder pró-família Peter LaBarbera, Scaramucci “se descreve como ‘pró-aborto’ e ‘ativista gay” que se gaba de doar dinheiro para a Campanha de Direitos Humanos, o lobby LGBTQ mais poderoso do mundo.”
É muito incoerente que um presidente que tem um ativista gay pró-aborto como seu diretor de comunicações queira proibir ativistas gays nas forças armadas!
A decisão de Trump proibir soldados transgêneros vem enfrentando oposição até mesmo dentro de seu Partido Republicano.
John McCain, um neocon republicano anti-Rússia, se opôs à decisão de Trump, mas não se opôs à nomeação de Scaramucci. A última vez que a vontade de McCain foi feita, a Ucrânia teve uma revolução, com a participação direta de McCain em protestos anti-Rússia em Kiev, e agora a Ucrânia tem o que nunca teve antes: paradas homossexuais.
Depois de sua revolução bem-sucedida na Ucrânia, McCain “visitou” (sem ser convidado, o que significa que ele invadiu) a Síria para mostrar apoio aos rebeldes islâmicos, que com o ISIS e a al-Qaida buscam derrubar o governo sírio. Se a vontade de McCain for feita, a Síria terá o que nunca teve antes: paradas homossexuais.
No que depender de McCain, o governo russo será derrubado pelas sanções criminosas que Obama havia imposto (esporeado por McCain e suas hordas de neocons), e terá o que proibiu por 100 anos: paradas homossexuais.
Em abril, esporeado por McCain, que incessantemente busca provocar a Rússia, Trump atacou a Síria
Na próxima vez, não se sabe se Trump agradará ou não McCain e suas hordas neocons lunáticas.
Na próxima vez, não se sabe se Trump agradará ou não as hordas homossexuais lunáticas.
Falando em McCain e Rússia, ontem o Senado dos EUA, esporeado por McCain, aprovou novas sanções contra a Rússia, numa votação de 98 a favor e só 2 contra. Praticamente todos os republicanos (que supostamente são conservadores) e todos os democratas (que supostamente são socialistas) uniram as forças contra a Rússia.
Então a América moderna não pode proibir o que o primeiro presidente americano George Washington proibiu (a homossexualidade), pois os democratas estão unidos a favor da sodomia, e os republicanos estão ambivalentes. Eles não conseguem unir forças para combater a sodomia, mas quando o assunto é a Rússia, que é agora mais conservadora e proibiu a propaganda homossexual para crianças e adolescentes, tanto republicanos conservadores quanto democratas socialistas alegremente unem suas forças para combater a Rússia!
A confusão sexual está assolando nos EUA os partidos, os políticos, os meios de comunicação, as igrejas, as forças armadas, etc.
Originalmente, as forças armadas dos EUA foram criadas para proteger as fronteiras e a soberania nacional dos EUA.
Hoje, as forças armadas dos EUA estão tão ocupadas policiando o mundo que não têm quase tempo para vigiar suas próprias fronteiras. Hordas de criminosos invadem os EUA por causa de puro fracasso militar.
E as ações dos EUA como polícia mundial muitas vezes fazem mais mal do que bem. Tenho muita dificuldade de me lembrar da última vez em que os EUA, o maior país protestante do mundo, ajudaram os cristãos em suas intervenções militares internacionais. Bush invadiu o Iraque e deixou um rastro sangrento de 500.000 cristãos massacrados. Apoiei Bush, porque ele era pró-vida e pró-família. Agora, me arrependo de meu apoio, pelo menos na questão da invasão do Iraque.
Trump condenou Bush pela invasão do Iraque. Aliás, em 2016 o candidato Trump também condenou Obama por tentar atacar a Síria por um alegado ataque de armas químicas. Mas esporeado por McCain, em 2017 o presidente Trump atacou a Síria por um alegado ataque de armas químicas… A mesma novela sangrenta de política externa, com atores diferentes.
Em 2014, Raymond Ibrahim, autor do livro best-seller “Crucified Again” (Crucificados de Novo), escreveu o artigo intitulado “Confirmado: Os EUA são o Principal Facilitador da Perseguição aos Cristãos,” que explica a novela sangrenta de política externa dos EUA.
Outros escritores também lidaram com o problema de invasões americanas.
Com soldados homossexuais preparando o caminho para selvagens muçulmanos massacrarem milhares de cristãos no Oriente Médio, é compreensível que 20 veteranos de guerra por dia cometam suicídio nos Estados Unidos. Só em 2014, mais de 7.400 veteranos de guerra americanos tiraram a própria vida.
Então as intervenções americanas desnecessárias em outras nações estão cobrando um preço alto de vidas cristãs no Oriente Médio e um preço alto também de vidas de soldados americanos.
E o preço alto atinge também meninas e moças.
Em seu artigo “O americano arrogante e insensível, que viaja por outros países fazendo o que quer: o tráfico sexual que humilha os Estados Unidos,” o Rev. Albert Mohler disse que o deputado federal americano Christopher Smith (R-NJ) declarou que “mulheres e crianças estão sendo forçadas à prostituição para clientes que consistem em grande parte de membros das forças armadas dos EUA, trabalhadores contratados pelo governo dos EUA e soldados internacionais das tropas de paz.”
Tive dois encontros pessoais com Smith e ele é um deputado pró-família muito fino.
Mohler disse que um relatório indica que meninas novas estão sendo raptadas da Europa Oriental “especificamente para serem vendidas para uso sexual para trabalhadores contratados pelo governo dos EUA.” Esses trabalhadores estão em outros países sob o patrocínio do governo dos EUA para estabelecerem paz e segurança. Mohler disse que representantes do governo dos EUA deveriam estar dando o exemplo para o mundo, não alimentando o problema do tráfico sexual.
Então o problema não é só homossexuais nas forças armadas dos EUA (e na Casa Branca trabalhando como diretor de comunicações e outros postos). O problema é maior. É as forças armadas dos EUA não trabalhando onde deveriam trabalhar — protegendo as fronteiras dos EUA — e invadindo nações islâmicas onde colocam em perigo as vidas de cristãos e outras intervenções militares internacionais que, como avisado por Mohler, alimentam o problema do tráfico sexual de meninas e moças.
Nesse contexto caótico, não é de admirar que veteranos de guerras estejam tirando a própria vida.
Com ou sem homossexuais em suas fileiras, as forças armadas dos EUA não estão se conduzindo corretamente com relação a invasões, minorias cristãs vulneráveis e tráfico sexual de meninas e moças.
Alguém deveria remover os ativistas homossexuais da Casa Branca e das forças armadas dos EUA. E alguém deveria remover as forças armadas americanas de nações longínquas e colocá-las para guardar as fronteiras e soberania dos EUA.
Com informações da Associated Press, DailyMail e LifeSiteNews.
Leitura recomendada:

26 de julho de 2017

Encobrindo os rastros de cumplicidade de Hillary e Obama: Advogados do Departamento de Estado dos EUA removendo referências ao “genocídio” do ISIS contra os cristãos


Encobrindo os rastros de cumplicidade de Hillary e Obama: Advogados do Departamento de Estado dos EUA removendo referências ao “genocídio” do ISIS contra os cristãos

Julio Severo
Os advogados mais importantes do Departamento de Estado dos EUA estão, em pleno governo de Trump, sistematicamente removendo a palavra “genocídio” para descrever a matança em massa do Estado Islâmico contra cristãos, yazidis e outras minorias étnicas no Iraque e Síria de discursos que são dados e outros documentos oficiais, de acordo com ativistas de direitos humanos e juristas que conhecem bem essas políticas.
Richard Visek, que havia sido nomeado pelo presidente Obama (e mantido pelo presidente Trump) como diretor da Secretaria de Assessoria Legal do Departamento de Estado em outubro de 2016, está por trás da decisão de remover a palavra “genocídio” dos documentos oficiais, de acordo com Nina Shea, uma jurista de direitos humanos internacionais que dirige o Centro de Liberdade Religiosa do Instituto Hudson.
“Não acho nem um pouco que é um decisão burocrática — é ideológica,” disse Shea, que também passou 12 anos como membro da Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional de 1999 a 2012.
É ideológica e também uma tática de sobrevivência. Os advogados do Departamento de Estado só estão acobertando os rastros de cumplicidade de seus ex-patrões. Pelo fato de que Obama e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton estavam por trás da criação do ISIS, com a assistência da Arábia Saudita, acusar o ISIS de genocídio contra os cristãos é indicar um reconhecimento de que Obama, Hillary e a ditadura saudita são cúmplices de genocídio.
Quem é que não sabe que eles são cúmplices?
Reportagem do WND de novembro de 2015: “Rússia: EUA realmente ajudaram ISIS.”
Reportagem do WND de agosto de 2016: “Trump: Obama é o ‘fundador do ISIS.’”
Se o código e exemplo legal de Nuremberg tivessem algum valor, Obama, Hillary e os sauditas deveriam ser interrogados, julgados, condenados e enforcados por crimes contra a humanidade.
Com informações da FoxNews.
Leitura recomendada:

25 de julho de 2017

Igrejas católicas em Jerusalém se unem para condenar Israel pela violência e terrorismo dos muçulmanos


Igrejas católicas em Jerusalém se unem para condenar Israel pela violência e terrorismo dos muçulmanos

Adam Eliyahu Berkowitz
Em meio às batalhas que estão se intensificando em torno do Monte do Templo em Jerusalém, a Igreja Católica expressou suas preocupações em termos que colocaram a culpa totalmente em Israel enquanto se referiu ao local exclusivamente por seu nome muçulmano. Um bispo declarou numa entrevista na Rádio do Vaticano que não tem havido nenhuma violência dos palestinos.
No domingo, o Papa Francisco se dirigiu à multidão reunida na Praça São Pedro no Vaticano, dizendo-lhes que ele via “com apreensão as tensões graves e violência” em torno do Monte do Templo em Jerusalém.
“Sinto a necessidade de expressar uma apelo angustiado por moderação e diálogo,” o papa disse, pedindo que o povo rezasse por amor a Jerusalém.
A violência mencionada pelo papa começou dez dias atrás quando três terroristas palestinos mataram dois policiais israelenses druzos enquanto eles guardavam a entrada do Monte do Templo. A polícia israelense entrou no local e, depois de troca de tiros, matou os três terroristas.
O governo israelense fechou o local para todos os visitantes até domingo, quando o reabriu para muçulmanos com maiores medidas de segurança que incluíam entradas com detectores de metal. A Waqf islâmica, a entidade muçulmana que controla o Monte do Templo, pediu um boicote do local. As multidões muçulmanas provocaram distúrbios na semana passada e três palestinos foram mortos em confrontos com a polícia israelense.
Na sexta-feira de noite, um palestino, citando a situação no Monte do Templo como sua motivação, entrou na cidade de Halamish. Ali, ele matou um avô de 70 anos e seu filho e filha de meia idade enquanto eles estavam na mesa do Shabat. Ele também feriu gravemente uma avó de 68 anos.
No rastro da violência crescente, o Patriarcado Latino de Jerusalém divulgou uma declaração. Assinada pelos líderes de todas as 13 comunidades cristãs de Jerusalém, a declaração condenou a intensificação recente de violência no Monte do Templo, mas fez isso numa linguagem que claramente favoreceu os palestinos e condenou Israel. A declaração se referiu ao Monte do Templo por seus nomes árabes, desconsiderando qualquer conexão judaica ou cristã ao local.
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do BreakingIsraelNews: Jerusalem’s Catholic Churches Join Forces to Condemn Israel for Muslim Violence, Terror
Leitura recomendada:

24 de julho de 2017

É fácil publicar documentos fraudulentos em revistas científicas americanas


É fácil publicar documentos fraudulentos em revistas científicas americanas

Julio Severo
Um especialista em neurologia revelou que conseguiu convencer três revistas médicas a publicar seu manuscrito fraudulento com o tema de Guerra nas Estrelas, apesar de abarrotado de referências à série clássica de George Lucas.
George Lucas e Anakin Skywalker de Guerra nas Estrelas
O autor, que escreve online sob o nome de Neuroskeptic (Neurocético), disse que seu documento intitulado “Mitocôndria: Estrutura, Função e Relevância Clínica” foi escrito de modo precário e “uma bagunça absurda de erros factuais, plágio e citações cinematográficas.”
“Eu queria testar se revistas ‘predatórias’ publicariam um documento obviamente absurdo,” o autor do trote escreveu. “Então criei um manuscrito falsificado. Eu o enchi de outras referências à galáxia longínqua, e o apresentei a nove revistas sob os nomes de Dr. Lucas McGeorge e Dra. Annette Kin.”
O nome dos autores dados no documento fraudulento são referências mal-disfarçadas a Lucas — o criador de Guerra nas Estrelas — e Anakin Skywalker.
O documento foi aceito por quatro diferentes revistas — a Revista Americana de Pesquisa Médica e Biológica, a Revista Internacional de Biologia Molecular: Acesso Aberto, a Revista de Farmacologia e Terapia de Austin e a Revista Americana de Pesquisa de Biociência.
A Revista Americana de Pesquisa Médica e Biológica não publicou o documento, mas pediu uma taxa de 360 dólares para publicar.
“É só para lembrar que em algumas revistas cujo conteúdo é avaliado por outros especialistas, não existe de fato nenhuma avaliação significativa,” Neuroskeptic disse. “Tudo o que eu fiz, como Lucas McGeorge, foi testar a qualidade dos produtos que estão sendo anunciados.”
Um documento fraudulento cheio de fantasias foi aprovado em três revistas científicas. Então um documento com apenas algumas referências falsas seria provavelmente aprovado por um número maior de revistas científicas.
Numa época em que as pessoas acreditam em tudo o que as revistas científicas dizem, inclusive seus louvores a fantasias irracionais sobre a homossexualidade, principalmente quando em conflito óbvio com as funções reprodutivas humanas e a complementaridade e as diferenças biológicas naturais, muitas vezes os leitores esquecem que os seres humanos erram, mesmo quando são cientistas, e às vezes são maliciosos na defesa de suas preferências e ideologias.
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada:

22 de julho de 2017

Pá é aprovada como castigo para estudantes mal-comportados em distrito escolar do sul do Texas, EUA


Pá é aprovada como castigo para estudantes mal-comportados em distrito escolar do sul do Texas, EUA

Ann Schmidt
Os estudantes podem agora apanhar de pá quando se comportarem mal num distrito escolar do sul do Texas, EUA.
O conselho administrativo da Escola Independente Three Rivers aprovou a política de castigo físico na terça-feira com uma votação de 6 x 0 com só um membro ausente.
O castigo físico nas escolas é legal no estado do Texas. A Associação de Professores de Sala de Aula do Texas define castigo físico como “imposição deliberada de dor física batendo com uma pá, com a mão ou qualquer outra força física usada como meio de disciplina.”
Pá de disciplina
Só um coordenador comportamental ou o diretor pode bater nos estudantes com uma pá, diz a nova política.
Os pais terão de dar consentimento escrito e verbal se seus filhos devem apanhar com pá ou não, noticiou o jornal Corpus Christie Caller-Times.
Eles decidirão quando matricularem seus filhos no novo ano escolar.
Se o pai ou a mãe aprovou, uma criança mal-comportada apanhará de pá por sua transgressão, o que pode significar ser desobediente aos professores ou não seguir as normas de sala de aula.
“Se o pai ou a mãe não se sente à vontade com isso, fim da discussão,” disse Mary Springs, superintendente do distrito escolar da Escola Independente Three Rivers.
Ela acrescentou que eles ficarão de olho nos incidentes para ver se a nova política faz uma diferença.
“Examinaremos quantos encaminhamentos para especialistas foram feitos em comparação com o ano passado e quantas vezes (o castigo físico) foi administrado. Se reduzir o número de encaminhamentos, então é uma coisa boa,” disse ela.
A ideia da política veio de Andrew Amaro, coordenador comportamento da Escola de Ensino Básico Three Rivers, que espera que a nova política tenha um efeito mais imediato em estudantes mal-comportados.
Antes de o conselho aprovar a política, o distrito escolar da Escola Independente Three Rivers proibia disciplina física.
O Texas é um dos 19 estados dos Estados Unidos que permitem castigo físico nas escolas. Todos os distritos escolares do Texas que permitem o castigo físico requerem que os pais deem consentimento.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do DailyMail: Paddling is approved as a punishment for misbehaving students in South Texas school district
Leitura recomendada: