18 de julho de 2010

Clinton e Obama competem para ver quem ama mais o homossexualismo

Clinton e Obama competem para ver quem ama mais o homossexualismo

James Tillman
WASHINGTON, D.C., EUA, 23 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Numa continuação de sua luta durante as eleições primárias presidenciais pela posição de quem apoia com mais empenho o homossexualismo, tanto o presidente Obama quanto a secretária de Estado Clinton têm se esforçado muito em meses recentes para mostrar a seus apoiadores que eles marcharão de acordo com a totalidade da agenda de “direitos gays”.
Obama recentemente declarou junho como o “Mês de Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual e Transgênero”. Para coincidir com esse mês de “orgulho”, ele expandiu a definição de uma lei federal de 1993 de modo que empregadores privados em toda a nação americana sejam forçados a dar a seus empregados licença de ausência não remunerada para cuidar de um “parceiro” de mesmo sexo ou do filho de tal parceiro. Líderes pró-família denunciaram a medida como descaradamente ilegal por violar a Lei de Defesa do Casamento (LDC).
Obama recentemente assinou um memorando ordenando a todas as secretarias e órgãos executivos para estenderem tantos benefícios para “parceiros” de mesmo sexo de funcionários federais quantos a lei permitir. E em sua proclamação do Dia dos Pais, ele fez referência a famílias homossexuais com “dois pais”.
No fim, Obama usou sua influência a favor das atuais campanhas para anular a política “Não Pergunte, Não Diga” e para permitir que homossexuais sirvam abertamente nas forças armadas.
Contudo, Clinton tem sido não menos entusiástica em atrair o apoio de ativistas LGBT.
Num recente evento de “orgulho LGBT” Clinton relembrou que como senadora de Nova Iorque ela patrocinou a Lei de Não Discriminação no Emprego, que forçaria as empresas a contratar homossexuais sem se importar com as convicções do proprietário da empresa, e também patrocinou a Lei de Benefícios e Obrigações de Parceria Doméstica, que faria com que os parceiros domésticos de mesmo sexo de empregados federais fossem tratados pelo governo como se fossem cônjuges.
Clinton também descreveu como o Departamento de Estado, sob sua liderança, tem demonstrado o compromisso de promover um programa homossexualista semelhante ao programa que ela apoiou como senadora.
Na Albânia, Clinton disse, depois que um homem “saiu do armário” como homossexual num popular programa de televisão, o embaixador dos EUA apareceu na televisão para apoiá-lo, visitou sua cidade natal e o convidou para um evento na Embaixada dos EUA. Na Eslováquia, outro representante dos EUA marchou na primeira parada do orgulho gay da nação. Ela também mencionou outros meios que os EUA estão usando para promover a agenda homossexual, tais como assistência especial reservada para ativistas LGBT e maior proteção para refugiados “que enfrentam perseguição por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero”.
Mas, acrescentou ela, “à medida que continuamos a avançar os direitos LGBT em outros países, também devemos continuamente trabalhar para garantir que estejamos avançando a agenda nos EUA”.
Clinton disse que ela estava feliz de anunciar que “pela primeira vez, a identidade de gênero será incluída junto com orientação sexual na Declaração de Oportunidades Iguais do Departamento de Estado”.
“Identidade de gênero” é um termo usado pelos ativistas LGBT para indicar se as pessoas “se enxergam” como homens, mulheres ou outra coisa. O fato de que alguém tem uma “identidade de gênero” em desacordo com seu sexo biológico é usado por tais ativistas para justificar o uso de roupas do sexo oposto, homens usando o banheiro das mulheres e condutas semelhantes.
Clinton também elogiou uma nova política da Agência de Assuntos Consulares que facilita que homens se registrem como mulheres e mulheres se registrem como homens em seus passaportes se planejam ter uma cirurgia de “mudança de sexo”.
Ela concluiu dizendo à sua audiência que apesar de tais avanços animadores, a luta do movimento homossexual tem de continuar.
“A luta pela igualdade nunca, jamais está concluída”, disse ela. “E raramente é fácil, apesar de que é tão óbvia”.
Todos devem fazer um compromisso renovado de construir um futuro em que todos sejam “livres para viverem à altura do potencial que Deus lhes deu, onde quer que vivam e com quem quer que estejam”, disse ela.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062306.html
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Um comentário :

Anônimo disse...

NO BRASIL NÃO DÁ PRA MENSURAR QUAL A MAIOR GAYZISTA ENTRE LULA, ALCKMIN, SERRA E DILMA