14 de março de 2010

Líderes conservadores vão divulgar o Manifesto de Monte Vernon

Líderes conservadores vão divulgar o Manifesto de Monte Vernon

Kathleen Gilbert
MOUNT VERNON, Virginia, EUA, 16 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Proeminentes líderes conservadores anunciaram nesta semana o advento de um novo manifesto defendendo os valores constitucionais conservadores contra as tendências políticas esquerdistas — e fixando esses valores em Deus, lei natural e virtude humana.
Líderes esperam divulgar a “Declaração de Monte Vernon” na quarta-feira na Biblioteca e Museu Collingwood em Alexandria, Virginia. A declaração, dizem eles, segue o modelo da Declaração Sharon, um documento memorável amplamente considerado por ter ajudado a lançar o moderno movimento conservador na década de 1960.
Os líderes que escreveram a declaração incluem: Edwin Feulner, presidente da Fundação Herança; Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família; Grover Norquist, presidente de Americanos em prol da Reforma Tributária; Edwin Meese, ex-Procurador Geral da Justiça; Brent Bozell, líder do Centro de Pesquisa dos Meios de Comunicação; Richard Viguerie, presidente do ConservativeHQ.com; David Keene, presidente da União Conservadora Americana; entre outros.
Um resumo da Declaração de Monte Vernon, divulgada de antemão pelos líderes, diz:
“Em décadas recentes, os princípios dos EUA têm sido minados e redefinidos em nossa cultura, nossas universidades e nossas políticas. As verdades óbvias de 1776 têm sido suplantadas pela noção de que não existem tais verdades. O governo federal hoje ignora os limites da Constituição, que é cada vez mais descartada como obsoleta e irrelevante.
“Alguns insistem em que os EUA precisam mudar, jogar fora o velho e vestir o novo. Mas onde isso levaria — para frente ou para trás, para cima ou para baixo? Não é essa idéia de mudança uma promessa vazia ou até mesmo uma mentira perigosa?”
O documento conclui que a verdadeira mudança necessária “não é afastar-se dos princípios que fundaram os EUA, mas ir na direção deles”.
“Neste tempo importante, precisamos de uma reafirmação do conservadorismo constitucional baseado no impagável princípio de liberdade com ordem articulado na Declaração de Independência e na Constituição”, declara o documento.
“O conservadorismo da Declaração afirma verdades óbvias baseadas nas leis da natureza e no Deus da natureza, defendendo a vida, a liberdade e a busca da felicidade, reconhecendo a autoridade ao consentimento dos governados e reconhecendo o interesse próprio do homem, mas também sua capacidade para a integridade moral”.
A assinatura da declaração na Biblioteca Collingwood na quarta-feira foi marcada para coincidir com o início da anual Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), o maior encontro nacional de conservadores, que começará no dia seguinte na capital dos EUA.
Meese caracterizou a meta do documento como “lembrar aos conservadores econômicos que a moralidade é essencial para o governo limitado, aos conservadores sociais que o governo é uma ameaça ao governo moral autônomo, e aos conservadores de segurança nacional que um governo enérgico mas responsável é a chave para a segurança e liderança dos EUA no mundo”, noticiou Politico.
Outro assinante, Alfred Regnery, publicador do jornal American Spectator, disse que o documento também tem o objetivo de responder à noção de que o movimento conservador “precisa se tornar mais comum na sociedade”. “De certa forma, essa é uma reação a isso, que nós pensamos que poderíamos ficar firmes”, disse ele.
De acordo com W. James Antle, de American Spectator, a estrutura conservadora proposta pelo documento tem também a intenção de “inspirar a firme defesa do conservadorismo à família, vizinhança, comunidade e fé”.
O ex-congressista David McIntosh, um importante participante no Projeto de Ação Conservadora, disse para American Spectator que os líderes esperam que o documento ajude a afiar os princípios que já unem a atividade conservadora de base nos Estados Unidos. Tal atividade se tornou eminentemente visível no enorme movimento Tea Party, que surgiu espontaneamente durante o ano passado em oposição às políticas de governo inchado do governo de Obama.
“Esperamos que os ativistas do Tea Party adiram a isso como um sistema de referência”, disse McIntosh. “Para ter um impacto, tem de vir das pessoas”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10021608.html
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Um comentário :

Anônimo disse...

Olá amigo Julio tudo bem ? Venho até aqui para você analisar está materia que saiu no jornal do Brasil.
Acho que depois desta materia ficará dificil para os gayzistas dizerem que eles nao sao os principais grupo risco com relacao a Aids.
http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/01/03/e030115675.asp
Abracos a noticia é extremamente pesada nojenta incrivel que pessoas façam coisas deste tipo.
Por favor se possivel escreva um artigo a respeito disto. Ja que está pratica é antiga pelos homossexuais visto que na maioria de suas boates existem os chamados "dark rooms" onde ninguem é de ninguem e o uso de camisinha é inexistente.
Obrigado.