20 de março de 2010

Homossexuais funcionários do Vaticano removidos depois de revelações de rede de prostituição

Homossexuais funcionários do Vaticano removidos depois de revelações de rede de prostituição

Hilary White
ROMA, Itália, 8 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Dois funcionários do Vaticano foram removidos depois de revelações de que eles estavam envolvidos numa rede de prostituição homossexual.
Angelo Balducci, um Papal Gentiluomini (“chefe de cerimônia” que ajuda a saudar os dignitários), e Thomas Chinedu Ehiem, um nigeriano de 29 anos que era corista profissional no Coro Giulia, que canta na Basílica de São Pedro, estavam trabalhando juntos para fornecer ao sr. Balducci prostitutos homossexuais.
A descoberta foi feita por escutas telefônicas da polícia italiana durante uma investigação sobre o envolvimento de Balducci em corrupção política por causa de contratos de obras públicas. Essa corrupção foi noticiada no jornal italiano La Repubblica na quinta-feira. O programa Panorama da BBC citou Ehiem dizendo: “Ele [Balducci] me perguntava se eu podia conseguir outros homens para ele. Ele me disse que era casado e que eu tinha de fazer tudo com muita discrição”.
“Ele pedia e eu fazia. Ele costumava me dar 50 ou 100 euros, nunca mais do que 1.000 ou 1.500 euros por ano”, disse Ehiem.
O jornal Guardian obteve cópias escritas das conversas entre Ehiem e Balducci que revelam que pelo menos um dos prostitutos homossexuais era um seminarista, além de um ex-modelo masculino e jogador de futebol americano. As cópias escritas revelam que durante um período de cinco ou seis meses em 2008, Ehiem conseguiu para Balducci pelo menos 10 contatos com homens, coletados do site “Pianeta Escort” (Planeta Acompanhante).
O papel do Papal Gentiluomini é em grande parte cerimonial e a principal ocupação de Balducci é como engenheiro e membro da diretoria do Ministério de Obras Públicas da Itália.
A polícia italiana, investigando em favor de promotores de Florença, declarou: “A fim de organizar encontros casuais de natureza sexual, ele fazia uso da intermediação de dois indivíduos que podem formar parte de uma rede organizada, ativa especialmente em [Roma], de exploradores ou pelo menos facilitadores de prostituição de homens”.
Ehiem foi despedido do Coro Giulia e Balducci, que também trabalha como consultor sênior da Congregação para a Evangelização dos Povos do Vaticano, está preso.
Thomas Williams, padre americano e frequente comentarista nos meios de comunicação, disse para o noticiário da TV CBS: “Estamos apenas arranhando a superfície aqui. Não há a menor dúvida de que mais coisas virão”.
“Só estamos sabendo desses dois homens conectados ao Vaticano de alguma forma, mas obviamente, estamos falando de uma rede, e uma rede sem dúvida significa que há mais pessoas envolvidas”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030801.html
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2 comentários :

Cripens disse...

Dentro do Vaticano, debaixo das barbas do Papa (figura de linguagem, ele não usa barba).

E o pior é que quando essas notícias aparecem, os meios de comunicação acusam a igreja católica, como se estivesse na doutrina que seguem que pedofilia ou homossexualismo é regra.

Não sou católico, mas nutro imensa admiração por eles, já que a civilização ocidental foi moldada pelo catolicismo.

Quando a imprensa começar a noticiar o ocorrido, vai culpar a igreja católica.
A culpa, ou grande parte dela é do Papa, não tem nada que pedir "perdões" por aquilo que não foi ordem expressa da igreja.

Unknown disse...

Seria bom você caro Julio noticiar isto aqui também:

""Revistas alemãs oferecem prêmios...
.
a quem acusar falsamente o Santo Padre de abuso.

Chegamos no "fim da picada", não sei se todo mundo conhece essa expressão, mas é igual a ao fim do caminho, ao absurdo, aonde nínguém imagina chegar.

A revista alemã, originalmente nazista, "Der Spiegel" está oferecendo 1 milhão de euros a quem acusar, falsamente, o Santo Padre de abusos sexuais. Isso porque o objeto declarado é levantar rumores difamatórios.

Enquanto isso, a Revista Schmiermagazine oferece a mesma quantidade a seminaristas dos anos 60 e 70 que estudaram com o Papa que denunciem-no como pedófilo. Igualmente não se faz questão de veracidade.

Ao mesmo tempo, a revista Stern, oferece "somente" 50.000 euros a quem acuse o Papa.

Uma reportagem sobre isso foi feita pelo Glória TV:

http://www.gloria.tv/?media=59763

""

Desse modo quando aparecerem outros casos você já sabe que se trata de uma armação contra a igreja católica.