22 de novembro de 2009

Assassino de Fort Hood sujeito à acusação de assassinar bebê em gestação


Assassino de Fort Hood sujeito à acusação de assassinar bebê em gestação

Código Uniforme da Justiça Militar (CUJM) foi emendado em 2004 para incluir Lei de Bebês em Gestação Vítimas de Violência

Peter J. Smith
FORT HOOD, Texas, EUA, 10 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um oficial do exército americano com ligações com o islamismo radical e acusado de ter cometido o massacre de treze soldados americanos na base militar de Fort Hood na quinta-feira, verá que fez uma vítima a mais sob a lei federal — o bebê em gestação da soldada rasa morta Francheska Velez.
Velez, de 21 anos, havia retornado de seu período de serviço militar no Iraque e havia solicitado licença maternidade ao descobrir que estava grávida, A soldada, grávida de três meses, havia parado em Fort Hood aguardando sua licença que seria dada em apenas algumas semanas, quando sua vida estava entre aqueles que foram violentamente assassinados pelo Major Nidal Hasan. Hasan, um psiquiatra militar e muçulmano americano que parece ter estabelecido laços com um imame radical no exterior, estava angustiado de ser designado para um período de serviço militar no Iraque onde ele sentiu que estaria participando da matança de colegas muçulmanos.
Hasan conseguiu matar 12 soldados, um civil e feriu pelo menos 30 outros até ser abatido por uma policial civil que também foi ferida.
Enquanto Hasan está se recuperando no Centro Médico Militar Brooke em San Antonio, o exército está se preparando para acusar Hasan em tribunal militar, onde ele poderá enfrentar a pena de morte. Mas promotores terão de acusar Hasan sob o Código Uniforme da Justiça Militar (CUJM), que foi emendado em 2004 para incluir a “Lei de Laci e Conner” ou a Lei de Bebês em Gestação Vítimas de Violência (LBGVV).
A LBGVV exige que o sistema judiciário acuse o autor de um crime violento contra uma mulher grávida, resultando em morte ou dano físico para seu bebê em gestação, de cometer um crime separado e distinto contra o bebê em gestação da mãe. A lei estipula que o castigo aplicado pelo dano ou morte do bebê tem de ser o mesmo — com a exceção da pena de morte — como se “esse dano ou morte tivesse ocorrido à mãe do bebê em gestação”.
Por esses motivos, Hasan poderia enfrentar uma acusação adicional de assassinato na morte do bebê em gestação de Velez além das treze outras acusações de assassinato que ele provavelmente enfrentará quando estiver bem para ser julgado.
Um especialista de imprensa de Fort Hood disse para LifeSiteNews.com nesta tarde que até que haja mais informações, o exército não poderia comentar nesta ocasião com relação a quais acusações Hasan poderia enfrentar, inclusive acusações relativas à LBGVV.
Hasan ainda tem de ser formalmente acusado sob o CUJM.
O jornal Washington Post relata que Hasan criou uma apresentação de PowerPoint em junho de 2007 com o título de “A Cosmovisão do Corão em sua relação aos Muçulmanos nos Exército Americano”. Na apresentação, Hasan palestrou para médicos e funcionários do Centro Médico Militar Walter Reed sobre o islamismo e a possibilidade de “casos adversos” que o exército poderia esperar de muçulmanos nas forças armadas que são enviados para lutar contra outros muçulmanos no Iraque e Afeganistão.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/nov/09111003.html
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2 comentários :

Anônimo disse...

Os muçulmanos são quinta coluna, não
são confiáveis,são fanáticos,atrozes
perseguidores ensandecidos,parecem
mais com um bando de loucos.Relegião
do ódio do atraso e da injustiça.
Veja www.portasabertas.com.br

Marcia disse...

Se bem entendi, existe uma lei no s EUA, que protege a vida de bebês no ventre de sua mãe (vida intrauterina), então como pode ser permitido o aborto? È, no mínimo, contraditório!