17 de junho de 2009

Lula surpreende o mundo com seu discurso sem precedentes sobre direitos humanos na ONU

Lula surpreende o mundo com seu discurso sem precedentes sobre direitos humanos na ONU

Comunidade internacional recebe muito bem presidente brasileiro abordando importantes temas éticos de forma justa

Julio Severo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez pronunciamento no Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, Suíça, em 15 de junho de 2009, enfatizando que a proteção e promoção dos direitos humanos são partes centrais de seu governo.

Em seu discurso, ele usou como exemplo o caso dos atletas cubanos que pediram asilo no Brasil em 2007. Considerando o fato de que eram cidadãos inocentes sofrendo opressão de um governo comunista internacionalmente reconhecido como violador dos direitos humanos de centenas de milhares de cubanos, o governo Lula prontamente lhes concedeu asilo e proteção.

Lula também deixou claro que se os três cubanos tivessem um passado terrorista, seriam sumariamente deportados.

Na ocasião, Lula criticou fortemente governos que protegem os abusadores de direitos humanos, não suas vítimas. Ele usou como exemplo um governo hipócrita que se recusou a dar asilo aos atletas cubanos, mas deu asilo a um terrorista italiano, acusado de assassinar várias pessoas. Ele também lastimou que esse mesmo país esteja vergonhosamente abrigando um líder da cúpula da Al-Qaeda, o maior grupo muçulmano terrorista do mundo, e tenha dado asilo a um dos líderes das FARC, o maior grupo terrorista narcotraficante do mundo, com sede na Colômbia.

“Numa sociedade democrática, a proteção dos direitos humanos das vítimas deve ser prioridade”, disse Lula sob os aplausos da ONU. “É impensável que em pleno século 21 governos e autoridades políticas ainda abriguem idéias de defender e proteger terroristas e opressores. Peço-lhes que usem como modelo meu governo, que garante a proteção dos mais fracos e oprimidos. Desde a concepção, a integridade dos brasileiros é garantida. Não permito e jamais permitirei que assassinos, estupradores, terroristas, oportunistas políticos e outros abusadores de direitos humanos sejam identificados e classificados injustamente como vítimas, em detrimento das verdadeiras vítimas inocentes. É por isso que em meu governo, o aborto é considerado um dos maiores abusos contra os direitos humanos”.

Nesse ponto, a audiência da Comissão de Direitos Humanos não mais se conteve. Todos se levantaram e ovacionaram Lula por longo tempo. Enfim, um homem decidido e empenhado na luta e defesa dos mais indefesos.

Semanas atrás, bem que Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã, tentou fazer um discurso melhor. Ele conseguiu apenas condenar governos e autoridades que, mesmo depois das atrocidades nazistas contra os judeus, insistem ainda em negar o Holocausto. Como muçulmano moderado e pacífico, Ahmadinejad criticou governos que financiam grupos terroristas contra Israel, deixando claro que tanto árabes como judeus têm o mesmo direito de existir e ter uma pátria.

Ahmadinejad perdeu para Lula, cujo discurso abrangente defendeu os direitos humanos universais, frisando que a contínua ameaça terrorista que Israel sofre há décadas é um assunto altamente preocupante. Lula exigiu ação imediata contra essas ameaças.

Ahmadinejad não pôde comparecer ao discurso de Lula, porque opositores iranianos, contrários às políticas de paz de Ahmadinejad, querem derrubar seu governo. Mesmo de longe, Ahmadinejad se emocionou com o discurso de seu amigo Lula.

Concluindo, Lula afirmou que num mundo democrático países com governos tirânicos como Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e outros devem sofrer pesadas sanções por suas violações de direitos humanos, exigindo enérgicas medidas internacionais para a proteção dos inocentes. “Como compromisso do meu governo, abro as portas do Brasil para receber cristãos e outros perseguidos de Cuba, Coréia do Norte e China”.

Assim termina o discurso memorável de Lula na Comissão de Direitos Humanos.

E assim termina seu sonho.

Mas não termina o pesadelo, pois os comportamentos e governos tirânicos apresentados neste artigo refletem fielmente a realidade. Apenas o papel e comportamento de Lula e Ahmadinejad são produtos de sonhos e aspirações deste escritor. O discurso e defesa de Lula a favor de direitos humanos de inocentes são pura ficção.

Ao contrário desse sonho, Lula nunca deu asilo aos três atletas cubanos, que não eram terroristas. Ele os deportou sem demora. Mas ele deu asilo para Cesare Battisti, terrorista comunista italiano que assassinou várias pessoas na Itália. Ele deu asilo para o infame Pe. Olivério Medina, um dos líderes das FARC. E seu governo tentou acobertar um dos líderes da Al-Qaeda.

Além disso, seu governo, que é conhecido por lutar para remover a proteção legal e direitos humanos dos bebês em gestação para atender às reivindicações de aborto da ONU e grupos internacionais, condena Israel na ONU, adula os países muçulmanos inimigos de Israel, adula e favorece terroristas comunistas do passado do Brasil, trata os militares que livraram o Brasil do comunismo como criminosos, trata estupradores e assassinos como merecedores de direitos humanos e desarma a população inocente vitimada por criminosos fortemente armados, que matam mais de 50 mil brasileiros por ano.

No discurso de Lula na Comissão de Direitos Humanos na ONU em 15 de junho, até os liberais criticaram Lula. O grupo Human Rights Watch declarou: “Lula deveria explicar o motivo por que o Brasil está usando seu voto no Conselho de Segurança da ONU para proteger países com pavorosas fichas de direitos humanos. Ao invés de defender as vítimas, o Brasil muitas vezes argumenta que os governos precisam receber uma chance e que a soberania das nações é mais importante do que os direitos humanos. O Brasil está do lado dos violadores dos direitos humanos, não de suas vítimas”.

Outros grupos de direitos humanos, que presenciaram o discurso de Lula na ONU, também criticaram a hipocrisia do governo brasileiro.

Versão em inglês deste artigo: World amazed by unprecedented address by President Lula at the UN Human Rights Council

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais:

Irã, ódio aos judeus e o esquizofrênico governo Lula

O presidente que o inferno pediu

8 comentários :

marcelo victor disse...

Retirado do site
http://prgeziel.blogspot.com/2008/12/o-pecado-da-hipocrisia.html


"...Todo mundo sabe que os hipócritas continuam a existir. Às vezes proliferam como ratos. E se tornam invulneráveis a qualquer tipo de raticida.
Quem concorda com um hipócrita, mais cedo ou mais tarde será hipócrita também. O vírus da hipocrisia se transmite mais facilmente do que sarampo ou varíola.
Quem defende um hipócrita é tão hipócrita quanto ele.
Quem bajula um hipócrita é mais hipócrita que ele.
Os hipócritas usam simultaneamente as duas mãos. Com uma afagam. Com a outra, apunhalam. Como morcegos, assopram uma suave brisa enquanto chupam e sugam o sangue de suas vítimas.
Todo hipócrita é conhecido pela facilidade com que dá um tapinha nas costas do seu líder. É com essa mesma mão que cumprimentam outros hipócritas e planejam a derrota do líder.
Todo hipócrita é manhoso. Todo hipócrita é cínico. Todo hipócrita é crítico e zombador sem piedade (Sl 35.16).
Todo hipócrita é desleal. Todo hipócrita é falante. Todo hipócrita é destruidor de vidas, Pv 11.9.
Todo hipócrita é mentiroso.
Todo hipócrita tem duplicidade de palavras e de atos. Diz uma coisa, enquanto está pensando noutra.

Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim. Mc 7.6.

Como identificar os hipócritas?
Jesus declarou (Mt 6.2) que eles gostam de tocar trombetas em função das esmolas que dão, quer nas sinagogas, quer nas ruas. São loucos por aplausos humanos, visto serem famintos inveterados. Têm uma insaciável fome de glória.
Os hipócritas amam os holofotes. Não podem viver fora das manchetes.
Os hipócritas não gostam de aprender. Ao contrário, tentam especializar-se em poucos temas, e fazem deles os ícones da sua vida. E vão a todos os lugares, fazendo perguntas unicamente sobre aquilo que julgam saber, a fim de parecerem sábios, enquanto humilham aqueles aos quais interrogam.
Foi assim desde os tempos de Jesus, como se lê em Mt 22.18.
Jesus não os chamou de irmãos, nem de discípulos, nem de coitados, nem de servos. Chamou-os de hipócritas. Essa é sua verdadeira identidade.
Existe uma grande aproximação entre hipócritas e cemitérios. Hipócritas estão espiritualmente mortos. Cemitério é lugar de mortos. Cemitério é lugar de sepulcros. Hipócritas, declarou Jesus, são semelhantes a sepulcros. Existem cemitérios que encantam pelo visual exterior. Mas todos sabemos o que existe lá por dentro. Exatamente assim são os hipócritas.

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia. Mt 23.27.

marcelo victor disse...

Complementando meu primeiro comentário, destaco uma passagem das Escrituras sagradas que entendo ser propícia para esta ocasião:

"Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (Jo 8:44).

Respeitosamente,

Marcelo Victor

Isaias disse...

"Os hipócritas não gostam de aprender. Ao contrário, tentam especializar-se em poucos temas, e fazem deles os ícones da sua vida. E vão a todos os lugares, fazendo perguntas unicamente sobre aquilo que julgam saber, a fim de parecerem sábios, enquanto humilham aqueles aos quais interrogam".

Esta descrição se encaixa perfeitamente com os integrantes do mundo acadêmico, os doutores e os mestres. Estudam a fundo um grão de areia, fazem uma tese sobre ele, e passam o resto da vida fazendo seminários e dando palestras para "ensinar" para os ingênuos a "importância do grão de areia para a sociedade", ou alguma outra baboseira deste tipo.

Doutores como estes também criam palavras como "diversidade", "pluralismo" e outras, e passam a forçar as pessoas a acreditarem em suas mentiras, a deixar o certo e o real, pela ilusão abstrata da utopia igualitarista.

O artigo reflete de maneira inteligente a triste realidade da sociedade atual, cada vez mais afastada de Deus, e mais submersa no pecado e nas mentiras do Pai de todas as mentiras.

Tiago Fernandes disse...

Lula é um farsante mor.Mas lamentavelmente teremos que suportá-lo por longo tempo,tendo em vista que seu "des"governo continuará com o seu ou sua sucessora.E ainda que a "oposição"chegue ao poder,a agenda é a mesma.DIGO PARA TODOS QUE ESTES SÃO TEMPOS DE ORAÇÃO,TEMPOS DIFÍCIES CONFORME 2 TIM 3.1

Anônimo disse...

http://www.conjur.com.br/2009-fev-04/menina-12-anos-mantinha-relacao-sexual-nao-alegar-estupro
Se há consentimento, sexo aos 12 anos não é estupro
Se as relações sexuais foram constantes e consentidas, adolescente de 12 anos não pode alegar estupro. Além do mais, a norma que prevê este crime, artigo 224 do Código Penal, é do século passado e não é mais adequada para o atual contexto da sociedade. As conclusões são da 6ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que manteve o entendimento da primeira instância e absolveu o namorado de 20 anos acusado pelo crime.
O desembargador relator, Mario Rocha Lopes Filho, entendeu que as provas são incontestáveis, pois houve diversas relações sexuais entre os jovens. A própria menina admitiu que eram namorados, e havia conhecimento dos pais. Em depoimento, ela não falou sobre coação física ou psicológica.
No TJ-RS, o Ministério Público tentava recorrer da sentença, alegando que houve crime cometido por violência presumida, uma vez que a vítima não possuía condições de “autodeteminação de seu comportamento sexual”. Fato descartado pelo desembargador.
O artigo 224 do Código Penal, que define como violência presumida a relação sexual é uma “norma forjada na década de 40 do século 20; porém não mais adequada à hodierna realidade social”, justificou o relator.
E completou: “entendo que o mesmo paradigma se encontra aplicável ao caso, como perspicazmente entendeu o juízo a quo, porquanto incontroverso que o relacionamento entre o acusado e a vítima era uma relação de namoro e, inclusive, com o assentimento da mãe da vítima e do padrasto.”

E com isso abre jurisprudência para outros casos, além de legislar. Como a sentença não define nem uma idade limite para o consentimento, legaliza qualquer ato, desde que com "consentimento".
Vale dizer que o conceito de minoridade legal foi sumariamente extinto por tal tribunal.

Bom, agora podem começar as passeatas anti-discriminação e a pressão por leis anti-pedofóbicas. Logo, logo, haverá um dia de "orgulho pedo", com parada pedo na paulista, distribuição de doces e balões coloridos, e divulgação maciça pela tv, com imagens de criancinhas beijando homões barbudos seminus. Vai ter pirulito a vontade.

Anônimo disse...

"trata estupradores e assassinos como merecedores de direitos humanos e desarma a população inocente vitimada por criminosos fortemente armados, que matam mais de 50 mil brasileiros por ano."

Quando fala aqui, o que quer dizer exatamente? Tem relação com a campanha de desarmamento?

Ismael Pio Elias disse...

Não é apenas hipocrisia, é "língua-de-pau", "ética" gramsciana posta em prática, típico da mentalidade comunista e revolucionária.

A União Soviética, quando inquirida acerca dos bombardeios sobre a fraca Finlândia, redarguia que estava apenas entregando "cestas-de-pão" à população faminta. Os finlandeses, ao verem que não podiam argumentar com mentirosos contumazes, passaram a se referir às bombas russas como "cestas-de-pão de Molotov".

No Brasil temos a "luta pela reforma agrária" (invasão de propriedade); "combate a homofobia" (banimento do cristianismo e da família); "leis de igualdade racial" (superioridade negra sobre os brancos); "luta contra a ditarura" (terrorismo, assassinatos, roubos, sequestros – financiados pela "democracia" cubana de Fidel Castro); e muitos outros exemplos de uso da "Novilingua".

Ave Gramsci, ave Marx, ave Lula, ave "Novilingua".

marcelo victor disse...

Srs,
Leiam a matéria do site "http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090619/not_imp389667,0.php", que trata da ESCALADA LULISTA DE VALORES.


"O presidente Lula é um político que não tem princípios. Tem fins. Dele só se poderia esperar, portanto, que saísse em defesa do presidente do Senado, José Sarney, engolfado pela onda de escândalos na instituição que comanda pela terceira vez. É notório que Lula deve a alma, como se diz, a Sarney, seu aliado firme desde a campanha de 2002, e conta com ele e a sua patota para adquirir em 2010 a adesão do PMDB à candidatura da ministra Dilma Rousseff - a "sacerdotisa do serviço público", como o senador a endeusou em um comício. Além disso, desde que alcançou o Planalto, Lula tem demonstrado uma coerência impecável: sempre que se viu obrigado a escolher entre a ética e a conveniência, jamais desapontou os que apostavam que ficaria com esta em detrimento daquela. Ainda há pouco, quando rebentou na Câmara a história da farra das passagens aéreas, Lula deu de ombros. "Sempre foi assim", desdenhou, como que repetindo o comentário, no auge da crise do mensalão, em 2005, de que o caixa 2 é "usado sistematicamente" por todos os partidos.

Mesmo que novamente ele tenha confirmado o retrospecto, suas palavras chamam a atenção por desnudar uma vocação insanável para a desmoralização das instituições. Se as posições do presidente não surpreendem, os termos que lhe ocorrem para manifestá-las retratam uma mentalidade à qual pode se aplicar, no sentido mais raso, o que já considerou "a evolução da espécie humana" (para justificar a teoria de que, com a idade, os esquerdistas migram para o centro). Na política, ele não perde para ninguém em matéria de capacidade adaptativa. Vinte anos atrás, quando fazia questão de se exibir como o demolidor de "tudo isso que está aí", dizia que Sarney era "grileiro" e "grande ladrão". Hoje, quando inebriado pelas delícias do poder só pensa em desfrutá-las pelo maior tempo possível, ensina que "Sarney tem história suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum". Pelo visto, na atual escala lulista de valores, as pessoas incomuns devem desfrutar de um salvo-conduto que lhes permita afrontar, se não a lei, o decoro pelo qual, dada a sua condição, deveriam ser as primeiras a zelar..."

É mesmo triste assistir o sujo sujar-se mais ainda e revolver-se nas suas próprias fezes.