12 de dezembro de 2008

Policial é demitido por expressar opiniões cristãs acerca do homossexualismo

Policial é demitido por expressar opiniões cristãs acerca do homossexualismo

Em entrevista, ele disse que a demissão está “destruindo a ele e sua família”

Matthew Cullinan Hoffman

NORFOLK, GRÃ BRETANHA, 11 de dezembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Um policial do Condado de Norfolk que foi demitido por citar a Bíblia com relação à imoralidade das relações sexuais homossexuais diz que ele está “totalmente devastado” com o que aconteceu.

“Era um emprego que eu adorava. Isso está destruindo a mim e a minha família”, disse o policial Graham Cogman ao jornal Daily Mail na semana passada.

Cogman foi demitido de sua posição no final de novembro depois que ele mandou um email citando passagens da Bíblia que denunciam a conduta homossexual, e outro email com link para um ministério nos EUA que busca curar os homossexuais de seu problema.

Cogman diz que enviou os emails depois de ser “bombardeado” com emails mandados por funcionários da delegacia de polícia que estavam promovendo a agenda gay, inclusive mensagens incentivando-o a usar uma fita rosa em homenagem ao “mês da história gay”. Em resposta a um email de um homossexual envolvido num caso homossexual na delegacia, Cogman citou o ditado cristão: “Amar o pecador e odiar o pecado”.

Não há registro algum de demissões e disciplina contra funcionários da delegacia que promovem a conduta homossexual.

Autoridades policiais afirmam que Cogman violou as normas da delegacia com relação a uso de computadores, bem como normas que exigem “cortesia e tolerância”, de acordo com uma notícia. “A conduta deste policial ficou bem abaixo do que esperamos de nossa gente”, disse o porta-voz da delegacia Ian Learmoth.

“No trabalho policial em geral há um sentimento de medo”, disse Cogman ao Daily Mail. “Há um preconceito claro contra a religião cristã — e todas as outras religiões — quando o assunto envolve uma opinião que critica o sexo homossexual”.

“A opção fácil para mim teria sido ficar de boca fechada, mas quando há tal preconceito contra um ponto de vista, como é que isso pode ser certo? Para mim, isso não parece igualdade e diversidade”, acrescentou ele.

O Rev. Martin Young, da Igreja de St. Andrew em Norwich, escreveu uma carta aberta à polícia de Norfolk denunciando as ações deles.

“As opiniões de Cogman não são radicais nem incomuns“, escreveu Young. “As opiniões dele estão de acordo com a compreensão pública da Igreja da Inglaterra, da qual ele é membro”.

“A frase ‘Amar o pecador e odiar o pecado’ é um ditado cristão comum que resume o dever do cristão de amar todas as pessoas, independente de suas escolhas de estilo de vida”, a carta continuou. “É de presumir que a política de diversidade deveria também proteger as opiniões cristãs”.

“Cogman deu respostas cuidadosas num espírito de abertura e honestidade, e por isso ele deveria ser elogiado, não punido”.

Com a ajuda do Centro Legal Cristã, Cogman está apelando da decisão.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

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4 comentários :

Daniel de Oliveira disse...

“A frase ‘Amar o pecador e odiar o pecador’ é um ditado cristão comum que resume o dever do cristão de amar todas as pessoas, independente de suas escolhas de estilo de vida”,

Tem um "R" a mais na palavra pecado, mudando o sentido da frase. É erro ou pertence mesmo a frase?

Julio Severo disse...

Foi erro, mas graças à sua atenção e aviso, já foi corrigido. Muito obrigado!

Alexandre Pirola disse...

Olá !

Isto é uma prévia do que acontecerá se a PL122 for aprovada.

PAZATODOS !!!

Anônimo disse...

Sinceramente estas ditas sociedades civilizadas merecem mesmo radicalismo do Islam. E depois querem que eu seja contra o enforcamento de gays no mundo islâmico. Eles estão é protegendo sua gente da imundice, da alienação e da morte. E depois quando um muçulmano mata algum "artista" europeu querem que eu fique chocado.

Hoje eu digo sobre o meu país, hoje eu pensaria muito se lutaria ou não pelo Brasil.

Caso eu fosse convocado para defende-lo eu não iria. Essa coisa de sodonazismo esta fazendo com que eu deixe de ter qualquer sentimento patriótico. Eu vou morrer porque por este nosso país? Vou entregar meu sangue para defender o que? Imundos sodofascistas hipocritas como apenas os sodomitas consegue ser? Que pensam que a nação é formada por um monte de retadardos teleguiados pela rede globo, é isto que eu vou defender?.

E se a pl 122 for aprovada, ai é que eu não luto é mesmo. Lutar por um país e por uma dita civilização que relega a civilidade aos cuidados dos bichos do esgoto? Ora Brasil, vai tomar vergonha na cara! Ora governo, vai é pra p.q.p!

Hoje o cidadão não pode nem mesmo expressar opinião contrária, quanto menos agredir, legitimamente, em legitima defesa da moralidade pública um homossexual que esteja fazendo imoralidades e invadindo igrejas para ofender um culto religioso. E então vai que de repente aparece um governo, com discurso patriótico, me incitando a arrancar fora a cabeça de um "gringo" que eu nunca vi na vida, em defesa da patria? Em defesa do que afina, de que pátria? De um poço de petroleo? De um buraco no chão de onde sai uma lama negra, é em defesa disso que irão pedir que eu abra o peito de alguém com uma baioneta? Enquanto se eu der um soco em algum gay que dominaram as praças públicas para fazerem as suas imundices em plena luz do dia, se eu fizer isto vou em cana e serei lixado. Ora vão é pro quinto dos infernos! O meu sangue em defesa de vocês é que eu não ofereço!

Ei governo brasileiro, ei nobre cidadão que apoia os sodonazistas, você mesmo que acha que está combatendo o "preconceito", mas que na verdade quer é apenas deformar conceitos. Você mesmo, você quer os meus punhos em defesa da sua familia e do seu patrimônio? Então peça aos sodomitas que lhe defenda, porque o meu sangue para você eu não ofereço.

Brasil pode pegar o pre-sal e engolir.

E se alguém quiser separar o sul, o suldeste, o nordeste, o que for, do resto do país, eu é que também não levanto a minha bunda da cadeira para matar ninguém em defesa da unidade nacional.