1 de maio de 2008

Irmãs são cidadãs de segunda classe em Estado pró-homossexualismo

Irmãs são cidadãs de segunda classe em Estado pró-homossexualismo

Elas são duas mulheres. Elas viveram uma vida inteira juntas. No entanto, aqueles privilégios que hoje em dia são concedidos a parceiros homossexuais pervertidos serão negados a elas.

(kreuz.net) Joyce Burden (90) e sua irmã Sybil (82) perderam uma batalha de longos anos.

As duas irmãs moraram juntas a vida inteira na cidade de Marlborough no condado de Wiltshire, no sudoeste da Inglaterra.

Quando uma delas falecer, o imposto sobre herança será tão alto que a irmã sobrevivente será obrigada a vender a casa paterna em que ambas viveram a vida inteira.

Assim, há décadas, as duas irmãs recorrem na justiça. Primeiramente, elas recorreram às instituições britânicas e, finalmente, ao Tribunal de Justiça Europeu.

Como irmãs que moram juntas, tudo o que elas queriam era ter os mesmos direitos que casais ou parceiros homossexuais já têm.

Contudo, o injusto tribunal em Straßburg rejeitou em caráter definitivo a sua objeção contra uma decisão anterior do tribunal com proporção de votos de 15 a 2.

A discriminação de pares de irmãs em face a uniões de homossexuais não seria nenhuma “discriminação injusta” — afirmaram os juízes pró-homossexualismo, segundo informação da “rádio britânica”.

Joyce Burden comentou: “Se fôssemos duas lésbicas, teríamos todos os direitos do mundo. Mas nós somos irmãs e parece que não temos direito algum”.

Desde 1976 as duas irmãs escrevem todos os anos ao governo, para que perante a lei do imposto de renda elas sejam reconhecidas como um casal que mora junto.

Quando em 2004 a Grã Bretanha concedeu privilégios de imposto sobre herança aos casais de homossexuais, as duas irmãs se dirigiram ao Tribunal de Justiça Europeu para Direitos Humanos.

A petição das irmãs Burden foi rejeitada pela primeira vez em 2006, embora três membros do tribunal tenham descrito o seu imposto sobre herança como “horrível” e “muito pesado”.

O argumento espúrio do tribunal: a ausência de um pacto jurídico vinculativo entre as reclamantes tornou a sua coabitação, apesar de sua duração, em algo “essencialmente diferente” de um casamento ou uma união homossexual.

Tradução e adaptação do artigo “Geschwister sind im Homo-Staat Bürger zweiter Klasse” publicado em 30/04/08 na kreuz.net

Divulgação: www.juliosevero.com

Um comentário :

Anônimo disse...

Os filhos das trevas tem mais valor para os governos que os filhos da luz. Por isso a terra geme, a humanidade geme. Haverá um dia de justiça divina para todos.