24 de novembro de 2007

Jerusalém, cidade de Deus para os judeus

Jerusalém, cidade de Deus para os judeus

Letra da música do vídeo

Jerusalém de Ouro
Composição: Naomi Shemer

O ar de montanhas, cristalino como vinho,
e aroma de pinhos
Voam com o vento da tarde,
e sons de campainhas

No adormecer da árvore e da pedra,
aprisionada em seu sonho
Está a cidade que habita solitária,
e no seu coração uma muralha.

Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Pra todas suas canções serei o violino

Secaram os poços das águas
e o mercado está vazio
Ninguém visita o templo da montanha
dentro da cidade velha

Nas cavernas das rochas,
choram os ventos
Ninguém desce para o Mar Morto,
via Jericó

Jerusalém de ouro,
e de bronze, e de luz
Pra todas suas canções,
serei o violino

Mas venho hoje para cantar a ti,
e a ti amarrar coroas
Sou menos que o mais jovem de seus filhos,
e do último dos poetas

Porque seu nome queima os lábios,
como um beijo se Seraph
Se a ti esquecer oh Jerusalém,
que és toda ouro

Voltamos aos poços de água,
e aos mercados e a praça
Se ouve o shofar no Monte do Templo,
na cidade Velha

E nas cavernas das rochas,
milhares de sóis iluminam
Novamente desceremos ao Mar Morto,
via Jericó

Jerusalém de ouro, e de bronze, e de luz
Pra todas suas canções serei o violino

Tradução: Dori Azoubel

Fonte: UnisiBlog

Leitura recomendada: O que todo cristão precisa saber sobre Israel

19 comentários :

Anônimo disse...

As vezes fico pensando... Como uma mentira pode ser tanto divulgada, e muito poucas pessoas parecem não querer saber da verdade. Essa mentira de "Estado Palestino" pela lógica nunca poderia nem sequer existir. Pra começar, nem palestinos existem, isso mesmo: Palestinos falam árabe, escrevem árabe, tem cultura árabe, portanto são árabes, não podem ser palestinos. Os judeus ao contrário, já habitaram aquelas Terras Santa por milhares de anos, tiveram Reinos, língua e cultura própria naquela Terra. Os judeus têm o título de propriedade dela dado por Deus desde o começo da história. É impressionante que antes de 1947, quando aquela Terra estava sob o julgo da Jordânia e do Egito nunca houve um movimento, e nem nunca se ouviu falar em "povo palestino". Onde é que eles estavam será ? Nada queria aquele lugar, era uma Terra desolada. Mas, depois de 1948, com a criação do Estado de Israel, os judeus foram ao trabalho: Reconstruíram cidades inteiras, fizeram o deserto produzir frutos e muitas profecias se cumpriram aí. Logo os árabes(Egito,Jordania,Arabia Saudita, Siria e outros) se dispuseram a exterminar o Estado judaíco, disseram para os árabes que habitavam em Israel para fugirem, que eles exterminariam os judeus, para logo em seguida eles pudessem regressar para apossar dos espólios. Milagrosamente, Israel derrotou a todos. E os árabes disperssados pelos próprios com a promessa de regresso foram abandonados a própria sorte. Os judeus expulsos dos países árabes com as roupas nas costas foram todos assimilados por Israel com cidadania e tudo. Os árabes disperssos pelos próprios árabes foram amontoados em campos de concentração. Daí que derepentemente, do nada, surgem os palestinos. Incrível, não ?! Não importam o que eles façam ou dizem, eles(árabes) não tem direito àquela Terra, foram, são e serão derrotados pelo Altíssimo, os judeus sim a terão.

Anônimo disse...

Realmente, Edinei, com a criação do Estado de Israel, os judeus foram ao trabalho: reconstruíram cidades inteiras, fizeram o deserto produzir frutos e tantas outras coisas. Mas também foram os pioneiros na promoção da primeira passeata gay em toda a história do Orinete Médio.

Antônio Ahmed Ramdan.

Anônimo disse...

Prezado Júlio,
maravilhoso vídeo! Obrigado por tê-lo postado com a tradução em portugês. Novamente seu site foi fonte de bênção para mim e minha família.

Glórias eternas ao Deus de Israel e a Jesus Cristo, Seu Filho. Paz para Jerusalém!

Que o Altíssimo abençoe você e sua família com Proteção, Paz, Saúde e Prosperidade.

Anônimo disse...

Realmente Lindo Esse Video acabei postando no meu blog!

A Paz!

Julio Severo disse...

Gente, precisei postar este vídeo com hino nacional de Israel porque os "palestinos" já começaram a reivindicar Jerusalém como capital do fictício país da Palestina. Isso faz tanto sentido quanto os judeus reivindicarem Meca como capital de Israel. Por que os "palestinos" não reivindicam o Vaticano também?

Anônimo disse...

Invariavelmente, os ocidentais fazem grande confusão entre o que é religião e o que é sentimento de nacionalidade. Além da raça, da religião majoritária e do idioma, o sentimento de pertencer a uma determinada terra também é uma característica da nacionaliadade.

Antônio Ahmed Ramadan.

Anônimo disse...

Querido Antonio:

Passeatas gay é abominação em qualquer lugar do Universo. Assim diz O Senhor: Leviticos 20, 13. Mas estamos referindo a quem O Rei do Universo deu o título da posse da Terra: Genesis 12,7.-Genesis17,19.Genesis 28,13-15.Aí vocêecontrará a quem prometeu aquela Terra Santa. A Ismael Deus fez outras promessas, e não incluia a posse da Terra de Canaã. Deus é fiel e cumpre o que promete. Os árabes estariam em um plano muito melhor se acatassem as ordens do Altíssimo. Ele é soberano, e não importa o que o mundo diz, ou pensa a respeito de Israel. A promessa é com Israel(Abrão, Isaac e Jacó). Os judeus terão a posse da Terra, não que eles mereçam, porque também desobedeceram a DEUS. Eles a terão porque Deus prometeu e ele não pode falhar ou mentir. Omesmo Deus que condena passeatas Gay, é o Mesmo que deu a posse a Israel.

Anônimo disse...

Edinei,

A argumentação que você faz baseando-se na bíblia, para mim, não surtem efeito, não tem valor algum, tendo em vista que me baseio em outra escritura sagrada. Assim sendo, é inútil, da sua parte, citar passagens de livros que para mim não fazem sentido, não são minhas referências espirituais nem culturais. Para você ter uma idéia, quando eu saí do cristianismo e fui para o Islam, eu não fiz uma mera troca de religiões, fui mais além, saí do ocidente e mudei para o oriente, de mala e cuia, abandonei aqueles valores e absorvi estes. E para ficar ainda mais claro, por exemplo, eu digo que, quando alguém sai do catolicismo e vai para alguma denominação evangélica, ou quando alguém resolve sair da macumba e ir para o Kardecismo, pouco importa!, você está apenas transitando dentro da cultura ocidental. Estes foram os motivos que me levaram a ser muçulmano, pois eu já previra que a sociedade judaico-cristã não iria se sustentar ao longo do tempo, é só você dar uma olhadinha nas coisas que estão acontecendo à sua volta.

Antônio Ahmed Ramadan

Anônimo disse...

Amigo Antonio

Pregamos e ensinamos o que Senhor nos diz através da Bíblia sagrada. O evangelho do Reino é a mola propulsora, e não devemos nada a ninguém. A nossa opinião própria, previsões, ou de quem quer que seja não tem nenhum valor. A Deus toda honra e toda glória. Quanto a crer ou não, infelizes dos que não crêem : João 3,35-36. Jamais verão a vida. E para terminar esse assunto, você só está aqui dando "sua opinião" porque somos ocidentais e muito mais do que isso, uma família cristã. Apesar dela(opinião) ser contra o que cremos,é respeitada e posta a que todos a vêem. Mas a recíproca não é verdadeira: Sociedades que você vem aqui defender matam, torturam e manda para prisões pessoas que nada mais tem que uma Bíblia debaixo do braço. Mas mesmo assim pedimos ao Criador: Que traga o seu Reino em nome do seu filhoJesus, e que ele nos abençoe avocê e a todos nós.
Amém.

Anônimo disse...

Se infelizmente em Israel tem parada gay é porque ainda é um Estado de Direito ao contrário dos outros países da região.E quanto ao colapso dos valores judaico-cristãos também não é novidade nenhuma para quem já leu e estudou o apocalipse.

Anônimo disse...

Ramadan

Há alguns pontos que os árabes tentam deixar obscuros no debate sobre a Terra Santa:

1. A população antiga da Terra Santa não era árabe. Existiam amonitas, moabitas, filisteus, amorreus, hebreus, idumeus, cananitas, etc. Viveram mais ou menos entremeados por séculos, freqüentemente em guerra. O ismaelitas apenas passavam por lá para fazerem comércio. Mais de mil anos antes de Cristo, os ismaelitas começaram a invadir a península arábica, matando ou absorvendo sua população original, camita.

2. Quando os romanos destruíram os países chamados Judéia, Samaria e Galiléia, que se revoltaram contra seu domínio, expulsaram a maior parte da população e deram ao local o nome de palestina (significando filisteia), apenas para ofender os judeus. Séculos depois, os árabes invadiram a Terra Santa. O nome palestina continuou nos domínios bizantino, árabe, cruzado, turco e inglês, não significando um povo em particular, mas a região. Os árabes que vivem na Terra Santa não são descendentes dos filisteus, que eram um dos "povos do mar" vindo da atual turquia, parentes de indo-arianos, e que foram rechaçados pelos egípicios, após sua invasão. Moravam na região da atual faixa de Gaza e eram pagãos. Entravam constantemente em guerra contra outros povos da região: hebreus, moabitas, amonitas, idumeus, etc.

3. Depois da destruição das cidades-estado filistéias, jamais houve um país chamado filistéia. O nome palestina foi aplicado pelos romanos à região, que abrangia vários povos, entre os quais os hebreus. Durante séculos, conviveram judeus, cristãos e islamitas (a partir do século VII).

4. A população judaica na região começou a aumentar nos séculos XVIII e principalmente XIX, com a vinda de judeus de outras parte do mundo. Nesta época, pelo declínio econômico e estado de destruição da pecuária e agricultura, a população local era mínima. A região que hoje abranje Sinai, territórios em disputa, Israel, Jordânia, Líbano e Síria, era de 200.000 pessoas no século dezenove.

4. Em meados do século XIX, a pupulação de Jerusalém era muito mais judaica do que árabe.

5. Através da COMPRA DE TERRAS, judeus se estabeleceram em fazendas comunitárias e começaram a desenvolver a agricultura. Atraídos pela oferta de empregos, árabes das regiões vizinhas vieram em grande quantidade. Portanto, boa parte dos árabes hoje chmados "palestinos" são descendentes de árabes de regiões que seriam o Egito, Jordânia, Síria e Líbano.

6. Durante a década de 40, os judeus convidaram constantemente os árabes para formarem um país JUNTO COM ELES, com um governo eleito pelos votos da maioria.

7. Quando da emancipação da região, os árabes recusaram-se a formar um governo próprio, ficando a região prevista para eles sob o domínio da Jordânia e Egito. Não se falava em criação de um estado "palestino".

8. As nações árabes moveram, sem provocação, desde a criação do Estado de Israel, cinco guerras de agressão, com o objetivo explícito de massacrar toda a população judia.

9. Embora tenha havido um ou dois episódios isolados de violência contra população árabe durante a guerra da independência de Israel, o motivo da saída de grande parte da população árabe foi a instrução dada a eles, anteriormente, pelos governos árabes vizinhos, que pediram para eles saírem, pois pretendiam massacrar todos os que ficassem, os judeus. Isto é admitido abertamente por muitos "palestinos". Portanto, seu exílio é um auto-exílio.

10. O motivo da invasão dos países árabes vizinhos é que as famílias árabes ricas, que venderam as terras aos judeus, viviam no Cairo e Damasco, e queriam recuperar pela força o que venderam, ganhando duas vezes. Por este motivo torpe, incentivaram os seus governos à guerra, causando a morte e sofrimento de uma multidão.

11. Israel JAMAIS teve o objetivo de entrar em guera com seus vizinhos, ou tomar terras pela força. Todos os territórios que tomaou foram em guerras defensivas. Portanto, pelas leis internacionais, não teria obrigação de devolver território algum.

12. Apesar disto, com extrema boa-fé, os israelenses tem devolvido muitas terras em acordos, objetivando a paz. Também implantou uma educação para a paz, insinando a suas crianças que eles devem conviver em paz com os árabes.

13. Os árabes jamais cumpriram acordo nenhum. Tem sempre ensinado a suas crianças que os judeus são uma raça malígna que deve ser destruída. Isto é inegável, pois há inúmeros discorsos de religiosos mulçumanos na internet, tanto em vídeo como por escrito.

14. A OLP foi criada por um agente da KGB, o egípicio Yasser Arafat, com o objetivo de impedir que se chegasse a qualqer fim pacífico para o conflito, conforme o interesse soviético de manter a região em guerra, para ameaçar o suprimento de petróleo para o ocidente.

15. A população "palestina" era em grande parte cristã. O "governo" "palestino" e organizações terroristas tem expulsado a maior parte dos cristãos "palestinos". E tem perseguido-os até em outros países, para onde eles fogem. Tem sistematicamente roubado suas terras e matado suas famílias. O maior malfeitor contra a população palestina é seu próprio "governo".

Se você quiser pesquisar, descobrirá que tudo o que eu digo tem provas evidentes. Mas duvido que queira acreditar em mim, independentemente de qualquer prova.

Desmistificador

Anônimo disse...

Prezado Desmistificador,

poucas vezes vi uma análise tão centrada e bem elaborada (isso num espaço minúsculo) sobre as raízes histórico-geográficas da região denominada "palestina". Seus comentários servem não só a maometanos usuários da internet (essa maldita invenção ocidental) mas também a cristãos que ainda se iludem com as notícias que saem na impremsa brasileira. Parabéns.

Julio Severo disse...

Concordo plenamente. O Desmistificador fez um comentário nota 10!

Anônimo disse...

Caro Ramadan

Acho interessante o senhor falar em insustentabilidade da sociedade judaico-cristã, como se o Islã oferecesse, de fato, uma solução à essa visão de mundo. É verdade que muitos valores bíblicos estão em decadência no Ocidente e que a sociedade laica ocidental passa por uma crise existencial e de valores. É verdade que isso também atinge os cristãos (ainda que denominacionais) e judeus (ainda que leigos), mas nem um nem outro está explodindo carros ou tirando a vida das outras pessoas porque não concordam com seus valores.
O Ocidente, embora “falido”, dá ampla liberdade à mudança religiosa e o senhor é o exemplo disso.
A pergunta que lhe faço é o que o Islã pode oferecer ao mundo?
Onde está a liberdade do muçulmano, no Islã, para romper as amarras espirituais do ódio e sair livremente bradando, talvez até erroneamente segundo sua visão teológica, “Jesus é o Messias”? Basta se ler notícias do dia a dia, onde há islamismo há intolerância, perseguição, morte, sangue e miséria. O Islã tem solução para isso? Ou decerto viveríamos, caso convertidos, numa cultura de medo a semelhança do Irã dos Aiatolás, da Arábia sunita, feudo da família Saud, ou, quem sabe, o Afeganistão do Talibã ?
Onde está a superioridade moral do Islã quando se trata de dar fim aos sangrentos episódios de mutilação genital feminina no Magreb? Onde está esta religião do amor quando se trata de dar dignidade às mulheres que mantêm cativas sob o regime de terror de homens brutos? Que estranha superioridade é essa que em nome de um líder homicida infalível, se mata e se morre? Que amor é esse, que treina crianças desde pequenas para o ódio, visando serem futuros homens-bomba?
Caro Ramadan, não lhe quero o mal e respeito sua opção, mas o Islã não oferece nada ao mundo exceto ódio e sofrimento. Quando não vence por convencimento das palavras que são sempre incoerentes (pois histórica e teologicamente, o Alcorão é uma sucessão de incorências), tenta vencer sempre pela força e pelas armas. Nenhuma civilização que se apóia longamente sobre uma cultura belicosa e do ódio, tem longa vida na Terra e isso não é pacifismo político, é puramente análise histórica.
Há uma tempo atrás um homem escreveu “Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.” Esse homem era Ergun Mehmet Caner, ex-islâmico que entendeu duas coisas, a) Yeshua é o messias judaico prometido e b) Deus sempre protegerá Israel, não importa se todo o mundo se lance contra essa nação. Como já disse Daniel Pipes o valor religioso de Jerusalém para os muçulmanos oscilou entre o mais e o menos conforme as circunstâncias políticas convenientes.

Alexandre Kich

Anônimo disse...

Em respeito ao objetivo principal deste blog e a seu administrador, é minha obrigação dizer que nunca pretendi estar aqui com o intuito de gerar polêmica fora de contexto ou de causar mal-estar a quem quer que seja, como também emitir opinião fora da linha editorial deste informativo. Portanto, prezados, a razão por que emito aqui algumas opiniões vai no sentido de me aliar nessa luta convosco, e de ser mais uma voz que se levanta contra as pretensões neonazistas homossexuais e seu projeto político, o qual, em logrando êxito, afetará tanto o púlpito cristão quanto o muçulmano. Logo, meus caros, salvemos nossos púlpitos sem nos atermos a questões desviantes que fogem do tema principal.

Antônio Ahmed Ramadan

Anônimo disse...

Ramadan

Concordo. Saio fora da polêmica sobre Israel neste forum, enquanto não for novamente necessária a apologia.

Desmistificador

Anônimo disse...

De fato, os evangélicos, (como todos os cristãos, de maneira geral), são criaturas realmente interessantes. Conforme a maré e os modismos em voga no mercado das teologias, rapidamente abandonam suas crenças antigas e aderem sem a menor cerimônia a qualquer inovação "teológica" que porventura esteja disponível. Refiro-me à fantasia mais em voga atualmente entre os cristãos evangélicos: de que os judeus constituem a chave para a "segunda vinda" de Jesus e a salvação de toda humanidade. Mas tendo em vista que a corroboração de qualquer outro novo modismo teológico depende obviamente de sustentação nas escrituras deles, recorrem ao livro do João 4:22, onde está escrito que "a salvação vem dos judeus", e também ao livro do Mateus 23:39, que diz: "Vocês não me verão até que vocês (judeus) digam abençoado seja (Jesus)o que vem em nome do Senhor".

Muitos, até acreditam que o retorno de Jesus depende da conversão de exatos 144.000 judeus, a desconsiderar que o número deles está na casa dos milhões.

Mas paradoxalmente, não faz muito tempo, a atitude em relação aos judeus era completamente outra. Em uma entrevista proferida a um determinado veículo de mídia, Richard Yao, um historiador não-judeu, disse:

"... o que mais me perturba em tudo isto é que milhões de pessoas neste país estão se acostumando com a idéia de que é correto que milhões e milhões de pessoas (judeus) morram neste terrível holocausto, pois este é um requerimento para a volta de Jesus. Acho isto muito, mas muito amendrontador".

Durante séculos, a atitude em relação aos judeus era baseada no João 8:44: "Vocês, judeus, são de seu pai, o Demônio".

Como também no livro do Tessalonicense 12:15, que diz: "... os judeus que mataram tanto Jesus quanto os profetas e nos perseguiram, não são agradáveis aos olhos de Deus"; sendo que o ápice da rejeição antiga se baseava no Mateus 27:35: "... que seu sangue (o de Jesus) esteja sobre nós e nossas crianças".

Estas eram bases escriturais evangélicas para repudiarem os judeus. Agora as bases escriturais são mais elásticas.

Uma outra moda teológica muito em voga atualmente entre os crentes evangélicos é o chamado "rapto da igreja" - popularmente conhecido como arrebatamento. Parece que abandonaram por completo a teologia do reino de Deus e chegaram à conclusão de que passarão a viver eternamente suspensos no ar ao lado de Jesus.

Por causa desse frenético muda-muda teológico por parte dos evangélicos, fico esperando com bastante interesse qual será a nova opinião em termos bíblicos por parte deles, qual seria sua nova opção no grande self-service chamado bíblia: qual será nova moda cristã evangélica daqui a uma década? Será que esta postura dos evangélicos é apenas mitologia ou é realmente a pura verdade?

Espero que publiquem!

Anônimo disse...

Ramadan

Apóio também a luta dos mulçumanos contra os graves ataques a sua religião, partindo de ideologias européias. Enquanto o cristianismo e judaísmo estão sob forte ataque da escola de Frankfurt e do marxismo, o islã tem sido atacado pelo nazismo e o marxismo, oa quais, infelizmente, tem conseguido modificar o islã. Meu apoio sincero a todos os mulçumanos que quiserem se opor a esta terrível tendência.

Considero também que nem é preciso avisa-lo, pois certamente você está atento, a respeito da traição planejada pelas esquerdas mundiais contra o islã, depois de décadas fingindo amizade.

Desmistificador

Anônimo disse...

Caro anônimo

Esclarecimentos a respeito do que você postou:
1. Muitas das opiniões citadas por você são distorções ou posições particulares de algumas pessoas, dentro do dispensassionalismo pré-milenista.
2. A teoria citada é realmente nova, tem menos de duzentos anos. Entretanto, o pré-milenismo em sí é mais antigo que o amilenismo e o pós-milenismo. Este último tem atestação desde o século III, me parece, enquanto o pré-milenismo é a primeira interpretação atestada na escrita patrística. O amilenismo é o mais recente dos três. Portanto, não diga que o pré-milenismo é uma moda recente. Certamente tem atestação histórica mais antiga que o próprio islã, por exemplo. Pessoalmente, creio no pré-milenismo, mas não sou dispensassionalista.
3. O motivo de muitos terem voltado ao pré-milenismo é que ele interpreta melhor muitos textos da Bíblia. Pode-se dizer que as outras interpretações foram criadas por causa do ambiente da época.
4. A respeito das palavras de Yeshua, realmente ele, como os antigos profetas, era muito duro com o SEU povo (contra alguns de seu povo, em particular). Entretanto, como os profetas, trazia uma mensagem de esperança e reconciliação após palavras muito duras. Faço como os egípcios, que saíram da presença de José e seus irmãos quando aquele se deu a revelar a estes. Assim nós também, dos povos, não devemos nos meter em assuntos que não nos dizem respeito, quando Deus repreende seu povo. Por tal motivo foi destruído o povo de Edom.
5. Realmente interessante é como as pessoas que não conseguem responder à nossa argumentação, em vez de ficarem quietas, desviam do assunto.
6. E finalmente concordo com você sobre interpretações recentes, de uma forma geral. São modismos que atrapalham a nós, cristãos, e a vocês mulçumanos. Veja, por exemplo, o nome Al-Aqsa. Todo mulçumano culto, por mais de mil anos, sempre soube que tratava-se da mesquita situada em Medina. Mesmo porque, sobre o monte do Templo, na época de Mohamed, existia uma igreja ortodoxa (o mesmo prédio atual, depois transformado em mesquita). A interpretação recente, surgida por ignorância de um escritor, tornou-se, por motivos políticos, a interpretação quase universal entre os mulçumanos.
7. Caro Ramadan, visto que nosso colega anônimo não compartilha do seu pendor para o acordo, fui obrigado a responder.

Desmistificador