7 de setembro de 2006

Amém, irmão Lula

Amém, irmão Lula

Houve tempo em que Lula era apresentado em cultos evangélicos –sobretudo os da Igreja Universal—como a própria encarnação do Tinhoso. Hoje, isso tudo mudou. Lula agora é visto como um político que aceitou Jesus. Aceitou também o bispo-senador Marcelo Crivella, cuja candidatura apóia no Rio, em detrimento da do petista vermelho Vladimir Palmeira. A proximidade com os novos “irmãos” inspirou em Lula um novo um novo gesto, informa o Painel (assinantes da Folha):

 

Irmãos- Em carta endereçada aos evangélicos, Lula faz referências à Bíblia e diz que "nunca na história deste país" se investigou tanto denúncias de corrupção como agora. "Sei que o povo evangélico tem fortes princípios e valores éticos", diz o presidente.

Figurino- Em linguajar em tudo semelhante ao dos cultos evangélicos, Lula diz que agradece a Deus "por ter tido a honra de servir às igrejas", sem fazer distinção entre as denominações. No final, o presidente diz contar com as "orações" dos evangélicos para se reeleger.

Conta com as orações e, naturalmente, com os votos.

Extraído do blog do Josias de Souza:

http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/

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