26 de outubro de 2020

A vida depressiva das filhas de Karl Marx, o fundador do marxismo

 

A vida depressiva das filhas de Karl Marx, o fundador do marxismo

Julio Severo

Em um artigo intitulado “A amarga vida das filhas de Marx,” o jornal El País relatou sobre a vida de depressão das filhas de Karl Marx, o alemão judeu que se tornou o pai do marxismo.

Filhas de Karl Marx

O jornal disse que Marx tinha três filhas: “Jenny, Laura e Eleanor. A primeira morreu de câncer aos 38 anos, as outras duas cometeram suicídio. Laura, com seu marido, Paul Lafargue, um dos introdutores do marxismo na Espanha e autor do famoso O Direito à Preguiça.”

Dando mais detalhes, o jornal afirmou:

“A mais nova, Eleanor, se envenenou aos 43, talvez enojada e desanimada com os enganos de seu companheiro, o socialista Edward Aveling, de que cuidara durante uma longa doença, embora soubesse de suas infidelidades. Aparentemente, ela não pôde suportar a descoberta de que Aveling se casara secretamente com uma amante. Todos elas passaram por fases de autêntica miséria – não apenas na infância – e de perseguição política. As três se casaram ou viveram com ativistas de esquerda.”

O jornal relatou que desde muito cedo as filhas de Marx estavam engajadas em ativismo político de esquerda:

“Um detalhe revelador sobre Jenny: quando fez 13 anos, sua irmã Laura lhe deu um diário e, em vez de dedicá-lo a criancices, começou a escrever um ensaio sobre a história da Grécia. Em 1870, publicou vários artigos sobre o tratamento dado aos presos políticos irlandeses, outro sobre os abusos da polícia francesa quando foi presa com sua irmã Eleanor. Ela também era secretária do pai na Associação Internacional dos Trabalhadores.”

“Laura teve uma vida particularmente difícil, passando por fases de depressão… Oprimida pela pobreza, trabalhou como professora de línguas e acompanhou o marido em vários países, fugindo da polícia e colaborando com movimentos socialistas. Essa mulher, que tinha ajudado o pai com pesquisas para ele, escreveu artigos políticos (sobre o socialismo na França, por exemplo), mas não chegou a ter uma obra notável, ficando sempre à sombra de dois homens: o pai e o marido.”

Embora o jornal tivesse conseguido explicar que por trás do suicído das filhas de Marx estava a depressão, a conclusão que o jornal tentou impor nos leitores é que a depressão delas era porque elas viviam “à sombra dos homens.” Isto é, os homens as estavam impedindo de ocupar os espaços deles.

O jornal disse:

“Eleanor, que queria ser atriz, foi a mais intelectual das três: escreveu inúmeros artigos, alguns de interpretação da obra de seu pai, outros sobre diferentes questões de importância política e social: um dos mais interessante é o que escreveu sobre a situação das mulheres tiranizadas pelo capitalismo e pelos homens. Considerava que a chegada do socialismo as tornaria livres e iguais aos homens.”

O jornal concluiu:

“As três, filhas de Karl Marx e Jenny von Westphalen, sentiam adoração pelo pai. A mãe, como elas, ficaria na obscuridade e relegada a um mundo de homens. O socialismo e o feminismo estavam longe de serem equivalentes.”

El País, que é um jornal de tendência socialista, não permitiu que os leitores chegassem à conclusão de que a vida de infelicidade, depressão e suicídio das filhas de Karl Marx foi resultado catastrófico do socialismo. Em vez disso, o jornal explicou que a vida infeliz delas era porque elas viviam em obscuridade por causa dos homens e que se elas tivessem igualdade como os homens, elas nunca seriam infelizes.

Em vez de usar o exemplo das filhas de Marx para mostrar que a utopia socialista leva à infelicidade, o jornal maliciosamente usou a vida triste delas como exemplo de como as mulheres ficam infelizes se, por exemplo, elas não puderem ser generais e ocupar outras responsabilidades masculinas.

Essa conclusão macabramente utópica deixa muitos questionamentos que nenhuma mente socialista pode responder: Se a felicidade feminina depende exclusivamente de as mulheres deixarem o lar e filhos para viver as ocupações dos homens, como mulheres durante milhares de anos sobreviveram cuidando de seus lares, maridos e filhos sem se suicidarem?

Para os cristãos, que não foram contaminados pela doença mental do marxismo, é fácil ver os exemplos da Bíblia, onde mulheres eram felizes sem cargos masculinos. Elas desempenhavam suas funções de lar e mães e eram felizes. Sara era feliz. Maria era feliz como mãe de Jesus e outros filhos.

Impossível imaginar que quando o anjo Gabriel visitou Maria oferecendo uma gravidez, Maria recusaria dizendo: “Dedicar-me ao lar vai me deixar deprimida e com vontade de me matar. Poderia me dar em vez disso um cargo de capitão do exército? Isso vai com certeza eliminar da minha cabeça todo pensamento de suicído.”

Nem passava pela cabeça de Maria e outras mulheres da Bíblia ocupar as funções dos homens. Elas eram felizes com a ocupação que Deus lhes havia dado. Elas eram felizes cuidando de suas famílias, maridos e bebês.

O problema das filhas de Marx era que elas não tinha Jesus, que é a verdadeira fonte da felicidade.

Não existe felicidade no marxismo, e as filhas de Marx são exemplo.

William J. Murray é outro exemplo. Ele frequentava a escola na década de 1960. Sua mãe era uma famosa marxista e ateia americana. Quando ele voltou da escola dizendo que havia oração e leitura da Bíblia na sala de aula, sua mãe processou a escola, e no embate legal o caso foi até o Supremo Tribunal, que acabou proibindo toda oração cristã e leitura da Bíblia nas escolas americanas.

A mãe de Murray vivia também na mesma depressão em que viviam as filhas de Marx. Murray decidiu abandonar essa vida para entregar-se a Jesus Cristo, e hoje ele é um cristão ativo. Ele chegou a estabelecer na Rússia na década de 1990 a primeira editora comercial de Bíblia. De propagador do marxismo, ele se tornou propagador do Evangelho.

Para ler o testemunho de William J. Murray, clique neste link: “Entrevista exclusiva com William J. Murray, defensor dos cristãos perseguidos.”

Faltou às filhas de Marx o que Murray tinha: Jesus. Pode-se entupir mulheres de marxismo e empregos masculinos, mas sem Jesus, a depressão e pensamentos de suidício continuam.

Fonte: www.juliosevero.com

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24 de outubro de 2020

Trinta e duas nações assinam declaração afirmando que “não existe direito ao aborto,” mas a declaração coloca o feminismo na frente dos bebês

 

Trinta e duas nações assinam declaração afirmando que “não existe direito ao aborto,” mas a declaração coloca o feminismo na frente dos bebês

Julio Severo

Os Estados Unidos, Brasil, Egito, Hungria, Indonésia e Uganda em 23 de outubro de 2020 co-patrocinaram uma declaração internacional pró-vida não obrigatória, em uma repreensão aos órgãos de direitos humanos da ONU que têm buscado aumentar o acesso ao aborto.


A declaração foi assinada por 32 países no total, representando mais de 1,6 bilhão de pessoas, e foi intitulada “
Declaração de Consenso de Genebra.”

“Não existe direito internacional ao aborto,” disse o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

A declaração afirma que os países signatários “enfatizam que ‘em nenhum caso o aborto deve ser promovido como método de planejamento familiar’” e que “a criança… precisa de salvaguardas e cuidados especiais… antes e depois do nascimento.” Afirma também que os Estados não têm obrigação de financiar ou facilitar o aborto.

Pompeo disse em seus comentários: “Sob a liderança do presidente Trump, os Estados Unidos defendem a dignidade da vida humana em todos os lugares e sempre. Ele faz isso como nenhum outro presidente na história. Montamos também uma defesa sem precedentes dos bebês em gestação no exterior… Hoje, estamos dando o próximo passo, ao assinar a Declaração de Consenso de Genebra. Em sua essência, a Declaração protege a saúde da mulher, defende os bebês em gestação e reitera a importância vital da família como a base da sociedade.”

Em setembro de 2020, Trump disse à Assembleia Geral da ONU: “Os Estados Unidos sempre serão líderes em direitos humanos” e acrescentou: “Meu governo está promovendo a liberdade religiosa, oportunidade para as mulheres, a descriminalização da homossexualidade, o combate ao tráfico de pessoas e a proteção dos bebês em gestação.”

Trump colocou a liberdade religiosa em primeiro lugar. Mas em um decisão equivocada, o governo Trump concedeu sua maior condecoração de liberdade religiosa a um feiticeiro esquerdista brasileiro que persegue evangélicos conservadores, inclusive evangélicos negros, no Brasil. Foi uma das condecorações mais absurdas que já vi, mesmo depois de anos testemunhando muitos absurdos do governo esquerdista de Obama.

E Trump colocou a descriminalização da homossexualidade na frente da proteção dos bebês em gestação. Colocar a descriminalização da homossexualidade em um discurso conservador é por si só um absurdo, mas colocá-la na frente da proteção de bebês em gestação é um absurdo maior. É de se admirar que ativistas gays digam que Trump é o presidente mais pró-homossexualismo da história dos Estados Unidos? Mesmo assim, seus apoiadores evangélicos relutam em criticar isso.

Essa não é a única polêmica. Trump também acredita que bebês em gestação vítimas de estupro não merecem proteção legal.

Embora a Declaração de Consenso de Genebra apresente uma defesa pró-vida contra o aborto, ela nunca chamou o aborto de assassinato. Ela disse:

“Reafirmamos que não existe direito internacional ao aborto, nem qualquer obrigação internacional por parte dos Estados de financiar ou facilitar o aborto, de acordo com o consenso internacional de longa data de que cada nação tem o direito soberano de implementar programas e atividades de acordo com suas leis e políticas.”

O assassinato é sempre incompatível com o direito à vida. Se o aborto tivesse sido mencionado claramente como assassinato, as nações entenderiam que “programas e atividades de acordo com suas leis e políticas” nunca tolerariam qualquer assassinato, inclusive o aborto.

Além disso, em tom feminista, o documento colocou as mulheres e seus direitos na frente da família, chegando a dizer:

“Melhorar e garantir o acesso à saúde e ganhos de desenvolvimento para as mulheres, inclusive saúde sexual e reprodutiva.”

“Saúde sexual e reprodutiva” é um jargão da ONU para a agenda feminista, homossexualista e até mesmo do aborto. Então, como pode um documento pró-vida condenar o aborto e ao mesmo tempo usar um de seus jargões da ONU?

Então, como “melhorar” a “saúde sexual e reprodutiva” das mulheres? Sob “saúde sexual e reprodutiva,” meninas recebem muita educação sexual imoral e controle de natalidade em todo o mundo, resultando em atividade sexual abundante, com muitas meninas concluindo que não há necessidade de casamento. Sob “saúde sexual e reprodutiva,” meninas são levadas ao feminismo, não ao casamento e à família. E o documento propõe aumentar tudo isso?

O documento foi assinado por Pompeo e Alex Azar, ministro da Saúde dos EUA. Se o aborto é uma questão de direitos humanos e assassinato, por que um ministro de saúde assinou um documento pró-vida? Afinal, o aborto é realmente um crime ou uma questão de saúde? Se é uma questão de saúde, conclui-se que as feministas pró-aborto estão certas porque elas conseguiram enquadrar o aborto como uma questão de saúde.

O documento pró-vida nunca deveria ser assinado pelo ministro da Saúde. Deveria ser assinado pelo ministro da Justiça, pois o aborto não é uma questão de saúde, mas sim criminal e legal.

Entre sete itens importantes, a declaração colocou a família em sexto lugar. O aborto foi colocado em terceiro lugar. Os outros itens foram dedicados ao avanço das mulheres — quando claramente deveria ter dedicado ao avanço dos direitos dos bebês em gestação.

O documento menciona mulheres 13 vezes, família 7 vezes e crianças 2 vezes. Aliás, o primeiro item do documento “pró-vida” diz:

“Garantir o pleno gozo de todos os direitos humanos e oportunidades iguais para as mulheres em todos os níveis da vida política, econômica e pública.”

Esse é o cumprimento de um sonho ou pesadelo feminista. Na visão desse documento, que representa a visão feminista, se os homens podem ser generais, as mulheres têm igual direito a ser generais e ocupar qualquer outro cargo masculino.

Enquanto em um documento feminista não há espaço para palavras pró-vida, em um documento pró-vida deveria haver muitas palavras feministas?

Então, em um documento pró-vida, que deveria se dedicar totalmente à defesa da vida em gestação, há uma defesa feminista.

A Declaração de Consenso de Genebra é muito mais feminista do que pró-vida.

Os documentos feministas abordam não apenas o aborto, mas também o avanço das mulheres. Em contraste, um documento pró-vida aborda o aborto sem mencionar assassinato e promove questões feministas colocando a família em segundo lugar. Essa é uma vitória feminista entre ativistas pró-vida. A Declaração de Consenso de Genebra também não mostrou nenhuma importância para o papel de autoridade que Deus deu aos homens na família e na sociedade.

O NSSM 200, um documento preparado pela CIA em 1974 para um governo republicano, tinha diretrizes e planos para o governo dos EUA implementar em todo o mundo para reduzir a população de várias nações, inclusive o Brasil, com o objetivo de aumentar a influência dos EUA. Um desses planos era fazer com que a ONU e as nações promovessem o avanço das mulheres para reduzir famílias e filhos.

Para as mulheres, seu avanço nos empregos masculinos reduz suas chances de formar famílias e ter muitos filhos.

Para os homens, seu avanço na homossexualidade reduz igualmente suas chances de formar famílias e ter muitos filhos. Aliás, quando as mulheres ocupam empregos e papéis masculinos, o único papel que resta aos homens é… ser “mulheres.”

Portanto, embora a Declaração de Consenso de Genebra condene o aborto sem dizer que é assassinato, ela contém muitas menções suspeitas de avanço da mulher, o que contribui para o controle populacional e seu efeito natural mais cedo ou mais tarde: o aborto.

Com informações da LifeNews, Ministério da Saúde dos EUA e UPI.

Versão em inglês deste artigo: Thirty-Two Nations Sign Statement Declaring There is “No Right to Abortion,” But the Statement Puts Feminism Before Babies

Fonte: www.juliosevero.com

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23 de outubro de 2020

ONU elogia o Papa por apoiar uniões do mesmo sexo: secretário-geral da ONU dá as boas-vindas aos comentários de Francisco de que os homossexuais “têm o direito a uma família” em mudança que enfureceu os católicos conservadores

 

ONU elogia o Papa por apoiar uniões do mesmo sexo: secretário-geral da ONU dá as boas-vindas aos comentários de Francisco de que os homossexuais “têm o direito a uma família” em mudança que enfureceu os católicos conservadores

Julio Severo

O secretário-geral da ONU elogiou os comentários históricos do Papa em apoio às uniões civis do mesmo sexo depois que Francisco disse que os homossexuais são “filhos de Deus e têm direito a uma família.”


O chefe da ONU, Antonio Guterres, disse que o apoio papal é “extremamente bem-vindo,” depois que as palavras de Francisco geraram aplausos de católicos esquerdistas e indignação de católicos conservadores.

“Essa é uma demonstração clara de um princípio fundamental, que é o princípio da não discriminação,” disse Guterres em Nova Iorque. “E uma das coisas que ficou muito claro na doutrina da ONU sobre isso é que a não discriminação também é relevante nas questões de orientação sexual. Portanto, essa é uma decisão do Papa, é claro, muito bem-vinda de nossa perspectiva.”

Guterres, que se identifica como católico, foi, de 1999 a 2005, presidente da Internacional Socialista. Ele foi também Secretário-Geral do Partido Socialista de Portugal, de 1992 a 2002.

É natural Guterres elogiar qualquer coisa homossexual, porque ele tem condenado a masculinidade tradicional.

O socialismo é o principal fator levando os católicos, inclusive o papa, a posturas anticonservadoras.

Os comentários de Francisco surgiram em um novo documentário, produzido por um ativista gay, no qual ele disse que “o que temos que criar é uma lei de união civil,” uma postura em desacordo com o ensino oficial da Igreja Católica.

O ensino católico diz que os homossexuais devem ser tratados com dignidade e respeito, mas que os atos homossexuais são “intrinsecamente desordenados.” Um documento de 2003 do Vaticano declarou que o respeito da Igreja Católica pelos homossexuais “não pode levar de forma alguma à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais.”

Fazer isso, raciocinou o Vaticano, não apenas toleraria o “comportamento depravado,” mas criaria uma equivalência ao casamento, que a Igreja Católica considera uma união indissolúvel entre homem e mulher.

Esse documento foi assinado pelo então cardeal Josef Ratzinger, futuro Papa Bento XVI e predecessor de Francisco.

Os católicos conservadores pensam que com Ratzinger como papa, qualquer aceitação de atos homossexuais ou “casamento” homossexual seria impossível. Mas ele teve de deixar seu papado talvez por causa de um escândalo prestes a explodir: uma escola católica administrada por seu irmão estava envolvida em um escândalo impressionante de 547 meninos abusados, inclusive homossexualmente.

O escândalo tem estado envolto em mistério e silêncio, pois nada foi mencionado se o irmão de Ratzinger era homossexual ou quantos padres homossexuais estupraram os meninos.

A homossexualidade entre padres católicos é a única causa de abuso sexual de meninos na Igreja Católica.

O escritor homossexual francês Frédéric Martel disse que “uma grande maioria dos padres e cardeais do Vaticano, 80% talvez, seriam homossexuais.” Mas Steve Bannon disse que “não é 80%, mas 90%.”

Bannon pretendia lançar um filme expondo os escândalos homossexuais do Vaticano, mas ele próprio se envolveu em escândalos.

Embora Bannon seja contra Francisco, seus motivos não têm nada a ver com a homossexualidade. Martel disse sobre Bannon e sua luta direitista contra o Papa Francisco:

“Ele pensa como eu que a batalha não é mais disputada em Roma entre cardeais pró-Francisco que seriam gays ou favoráveis ao homossexuaismo e cardeais anti-Francisco que seriam homofóbicos e heterossexuais. Todos, tanto na direita quanto na esquerda, seriam razoavelmente homófilos ou homossexuais. Steve Bannon não tem problemas com essa observação: ele também chegou a essa conclusão por si mesmo. De repente, compreendo o plano do católico Bannon. A Igreja pode ter de abandonar suas posições morais sobre a sexualidade que são hipócritas, anacrônicas e, dado o grande número de cardeais gays no Vaticano, esquizofrênicas.”

Por sua perspectiva, a Igreja Católica está dividida entre padres católicos homossexuais de esquerda que desejam liberalizar a homossexualidade e padres católicos homossexuais de direita que desejam manter a doutrina católica sobre a homossexualidade.

O problema é que, independentemente de o padre homossexual ser de esquerda ou de direita, a homossexualidade está ligada ao abuso sexual de meninos. A prova é a própria Igreja Católica, onde muitos meninos têm sido estuprados por padres homossexuais. Se Martel está correto em sua visão de que há padres homossexuais de direita e esquerda na Igreja Católica, conclui-se que meninos têm sido estuprados por padres homossexuais de esquerda e direita.

O Papa Francisco está aberto às causas socialistas, inclusive a homossexualidade, porque ele está aberto à Teologia da Libertação e ele tem sido muito duro contra os cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Católicos homossexuais de esquerda o apóiam. Católicos homossexuais de direita se opõem a ele.

No entanto, tanto os homossexuais de esquerda como de direita deveriam saber que na Bíblia Deus condena toda homossexualidade, independentemente de questões ideológicas. Tanto pecadores homossexuais de esquerda quanto de direita não podem herdar o Reino de Deus.

Francisco errou ao dizer que os “homossexuais são filhos de Deus.” Para ser filho de Deus, um homem precisa primeiro receber Jesus Cristo como Salvador e Senhor de sua vida. Só depois de entregar sua vida a Jesus ele se torna filho de Deus. A Bíblia disse:

“Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” (João 1:12 NVI)

Então enquanto um homem não aceita a libertação e salvação de Jesus, ele é apenas uma criatura de Deus.

A remoção de Francisco e de padres homossexuais esquerdistas do Vaticano não removerá o problema da homossexualidade na Igreja Católica, já que os padres homossexuais “conservadores” pecam mais silenciosamente, até mesmo abusando de meninos. Se a Igreja Católica quiser resolver seu problema homossexual, não deve tolerar a homossexualidade aberta de esquerda e a homossexualidade silenciosa de direita, porque ambas vitimam meninos.

Com informações do Daily Mail.

Versão em inglês deste artigo: United Nations praises the Pope for backing same-sex unions: secretary-general of the U.N. welcomes Francis’s remarks that homosexuals “have a right to a family” in move which has enraged conservative Catholics

Fonte: www.juliosevero.com

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22 de outubro de 2020

Francisco se tornou o primeiro papa a endossar uniões civis do mesmo sexo, dizendo: “Os homossexuais são filhos de Deus e têm o direito de pertencer a uma família”

 

Francisco se tornou o primeiro papa a endossar uniões civis do mesmo sexo, dizendo: “Os homossexuais são filhos de Deus e têm o direito de pertencer a uma família”

Julio Severo

O Papa Francisco se tornou o primeiro pontífice a endossar uniões civis do mesmo sexo em comentários para um documentário que estreou em 21 de outubro de 2020, gerando aplausos de católicos esquerdistas e preocupações de católicos conservadores, porque o ensino oficial do Vaticano é contra o pecado homossexual.


O filme, intitulado Francesco, que estreou no Festival de Cinema de Roma, apresenta novas entrevistas com o papa e se aprofunda em questões esquerdistas com as quais Francisco se preocupa mais, inclusive meio ambiente, pobreza, migração, desigualdade racial e de renda e as pessoas mais afetadas por discriminação. É, portanto, um filme esquerdista.

“Os homossexuais têm o direito de pertencer a uma família. Eles são filhos de Deus,” disse Francisco. “Você não pode expulsar alguém de uma família, nem tornar sua vida miserável por isso. O que precisamos é uma lei de união civil; dessa forma, eles são legalmente cobertos.”

O ensino católico diz que os homossexuais devem ser tratados com dignidade e respeito, mas que os atos homossexuais são “intrinsecamente desordenados.” Um documento de 2003 do Vaticano declarou que o respeito da Igreja Católica pelos homossexuais “não pode levar de forma alguma à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais.”

Fazer isso, raciocinou o Vaticano, não apenas toleraria o “comportamento depravado,” mas criaria uma equivalência ao casamento, que a Igreja Católica considera uma união indissolúvel entre homem e mulher.

Esse documento foi assinado pelo então cardeal Josef Ratzinger, futuro Papa Bento XVI e predecessor de Francisco.

Os católicos conservadores pensam que com Ratzinger como papa, qualquer aceitação de atos homossexuais ou “casamento” homossexual seria impossível. Mas ele teve de deixar seu papado talvez por causa de um escândalo prestes a explodir: uma escola católica administrada por seu irmão estava envolvida em um escândalo impressionante de 547 meninos abusados, inclusive homossexualmente.

O escândalo tem estado envolto em mistério e silêncio, pois nada foi mencionado se o irmão de Ratzinger era homossexual ou quantos padres homossexuais estupraram os meninos.

A homossexualidade entre padres católicos é a única causa de abuso sexual de meninos na Igreja Católica.

O escritor homossexual francês Frédéric Martel disse que “uma grande maioria dos padres e cardeais do Vaticano, 80% talvez, seriam homossexuais.” Mas Steve Bannon disse que “não é 80%, mas 90%.”

Bannon pretendia lançar um filme expondo os escândalos homossexuais do Vaticano, mas ele próprio se envolveu em escândalos.

Embora Bannon seja contra Francisco, seus motivos não têm nada a ver com a homossexualidade. Martel disse sobre Bannon e sua luta direitista contra o Papa Francisco:

“Ele pensa como eu que a batalha não é mais disputada em Roma entre cardeais pró-Francisco que seriam gays ou favoráveis ao homossexuaismo e cardeais anti-Francisco que seriam homofóbicos e heterossexuais. Todos, tanto na direita quanto na esquerda, seriam razoavelmente homófilos ou homossexuais. Steve Bannon não tem problemas com essa observação: ele também chegou a essa conclusão por si mesmo. De repente, compreendo o plano do católico Bannon. A Igreja pode ter de abandonar suas posições morais sobre a sexualidade que são hipócritas, anacrônicas e, dado o grande número de cardeais gays no Vaticano, esquizofrênicas.”

Por sua perspectiva, a Igreja Católica está dividida entre padres católicos homossexuais de esquerda que desejam liberalizar a homossexualidade e padres católicos homossexuais de direita que desejam manter a doutrina católica sobre a homossexualidade.

O problema é que, independentemente de o padre homossexual ser de esquerda ou de direita, a homossexualidade está ligada ao abuso sexual de meninos. A prova é a própria Igreja Católica, onde muitos meninos têm sido estuprados por padres homossexuais. Se Martel está correto em sua visão de que há padres homossexuais de direita e esquerda na Igreja Católica, conclui-se que meninos têm sido estuprados por padres homossexuais de esquerda e direita.

O Papa Francisco está aberto às causas socialistas, inclusive a homossexualidade, porque ele está aberto à Teologia da Libertação e ele tem sido muito duro contra os cristãos conservadores que se opõem à agenda gay. Católicos homossexuais de esquerda o apóiam. Católicos homossexuais de direita se opõem a ele.

No entanto, tanto os homossexuais de esquerda como de direita deveriam saber que na Bíblia Deus condena toda homossexualidade, independentemente de questões ideológicas. Tanto pecadores homossexuais de esquerda quanto de direita não podem herdar o Reino de Deus.

Francisco errou ao dizer que os “homossexuais são filhos de Deus.” Para ser filho de Deus, um homem precisa primeiro receber Jesus Cristo como Salvador e Senhor de sua vida. Só depois de entregar sua vida a Jesus ele se torna filho de Deus. A Bíblia disse:

“Aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus.” (João 1:12 NVI)

Então enquanto um homem não aceita a libertação e salvação de Jesus, ele é apenas uma criatura de Deus.

A remoção de Francisco e de padres homossexuais esquerdistas do Vaticano não removerá o problema da homossexualidade na Igreja Católica, já que os padres homossexuais “conservadores” pecam mais silenciosamente, até mesmo abusando de meninos. Se a Igreja Católica quiser resolver seu problema homossexual, não deve tolerar a homossexualidade aberta de esquerda e a homossexualidade silenciosa de direita, porque ambas vitimam meninos.

Com informações da Associated Press.

Versão em inglês deste artigo: Francis became 1st pope to endorse same-sex civil unions, saying: “Homosexuals are children of God and have the right to be in a family”

Fonte: www.juliosevero.com

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