28 de maio de 2020

Visão Mundial “cristã” ataca escolas de ensino em casa


Visão Mundial “cristã” ataca escolas de ensino em casa

Alex Newman
A instituição de caridade de aparência “cristã” Visão Mundial se juntou a uma coalizão de organizações de esquerda no Brasil para atacar a educação em casa, uma opção educacional popular para cristãos e até algumas famílias seculares em todo o mundo. Essa organização, que está indo na onda anti-liberdade há anos, alegou que a educação escolar em casa e os direitos dos pais supostamente “representam riscos” para as crianças.
O ataque às normas bíblicas e aos direitos humanos fundamentais vindo dessa organização supostamente “cristã” ocorre apesar de décadas de pesquisa que mostram que crianças que recebem educação escolar em casa costumam se sair melhor em todos os indicadores — acadêmicos, sociais e muito mais. Isso também ocorre porque o interesse na educação escolar em casa está aumentando em todo o mundo devido ao fechamento de tudo por causa do coronavírus e à perda de confiança na “educação” do governo.
“Além de inconstitucional, educação domiciliar traz riscos a crianças e adolescentes,” afirmou a coalizão bizarra de organizações esquerdistas radicais e a organização de ajuda “cristã” no manifesto. Entre outras preocupações, as organizações citaram propaganda enganosa do governo e alegaram que as crianças corriam sério risco de sofrer violência e abuso nas mãos de seus próprios pais e familiares.
“A filial brasileira da Visão Mundial (conhecida em inglês como World Vision), que foi fundada por evangélicos, deveria cumprir uma missão evangélica, e não se aliar a organizaçôes esquerdistas que constantemente atacam os evangélicos e seus valores,” escreveu o popular evangelista e educador doméstico brasileiro Julio Severo, observando que o ataque à educação domiciliar depende de desonestidade e enganação.
“Se o manifesto fosse honesto, ainda mais tendo a presença de uma grande entidade evangélica que tem atuação internacional, elogiaria a educação escolar em casa e denunciaria os relacionamentos fora do casamento,” escreveu Severo, acrescentando que a maior parte da violência “familiar” ocorre em “famílias” não tradicionais que, de qualquer maneira, têm probabilidade muito alta de escolher não educar em casa. “Mas o manifesto faz o contrário: usa a óbvia violência mais elevada dos relacionamentos fora do casamento, tão defendidos pela esquerda, mas propensos a abusos, como evidência de que a educação escolar em casa seria ruim.”
Severo sugeriu que os ataques estão sendo travados porque “um pai e mãe casados conservadores que educam seus filhos ameaçam a doutrinação ideológica hegemônica da esquerda nas escolas.”
Outras organizações que se juntaram à desacreditada organização “evangélica” incluem uma organização supremacista negra que defende o aborto e a homossexualidade, juntamente com inúmeras organizações abertamente globalistas e socialistas que desprezam o Cristianismo e a Bíblia.
“Milhares de evangélicos nos EUA e outros paises enviam contribuições financeiras para a Visão Mundial alimentar crianças, não para alimentar o fanatismo esquerdista antifamília,” concluiu Severo, acrescentando que apenas socialistas sugerem que as escolas do governo são mais seguras para as crianças do que a casa da família. “É hora dos cristãos que enviam suas contribuições para a Visão Mundial fazerem perguntas a essa entidade que deveria estar a serviço do Evangelho e do bem-estar das crianças, não do bem-estar do socialismo.”
A Visão Mundial claramente perdeu o rumo. Este escritor viu sua propaganda anticristã estranha em favor do globalismo e socialismo em todas as conferências da ONU no mundo inteiro. Em resposta, esse escritor procurou respostas anos atrás, não recebeu nenhuma e cancelou todas as contribuições financeiras para essa organização.
Ataques à educação domiciliar vindo de totalitaristas anticristãos são coisas de esperar. Mas quando organizações “cristãs” fajutas se juntam, é hora dos cristãos falarem com uma só voz: A Bíblia deixa claro que os pais, não o governo, devem ficar com a responsabilidade de criar e educar seus próprios filhos. A Visão Mundial deveria se desculpar imediatamente ou devolver o dinheiro de seus colaboradores extraído sob falsos pretextos.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Freedom Project: “Christian” World Vision Attacks Homeschooling Schools
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27 de maio de 2020

Entidade evangélica Visão Mundial se une a 34 organizações esquerdistas para declarar que a educação escolar em casa “traz riscos” para crianças e adolescentes


Entidade evangélica Visão Mundial se une a 34 organizações esquerdistas para declarar que a educação escolar em casa “traz riscos” para crianças e adolescentes

Julio Severo
Com a pandemia do coronavírus (COVID-19) e crianças sem poder ir à escola, muitos pais estão optando pela educação escolar em casa, internacionalmente conhecida como homeschooling. Em reação, esquerdistas prepararam um manifesto em 14 de Maio de 2020 contra a educação escolar em casa. O manifesto, intitulado “Além de inconstitucional, educação domiciliar traz riscos a crianças e adolescentes, dizem 35 organizações em nota técnica,” foi assinado por 35 organizações esquerdistas, inclusive a Visão Mundial.
A filial brasileira da Visão Mundial (conhecida em inglês como World Vision), que foi fundada por evangélicos, deveria cumprir uma missão evangélica, e não se aliar a organizaçôes esquerdistas que constantemente atacam os evangélicos e seus valores.
Quais são as queixas das 35 organizações esquerdistas, inclusive a Visão Mundial, contra a educação escolar em casa?
O manifesto se queixa de que “não existe amparo legal para prática da educação domiciliar no país” e que a educação escolar em casa “apresenta outros sérios riscos para a proteção da criança e do adolescente,” acrescentando que “os riscos se baseiam nas altas taxas de violência e abuso sexual e de trabalho infantil acontecem dentro do ambiente familiar.”
O manifesto explica:
De acordo com dados do Ministério da Saúde, 68% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes acontece em ambiente doméstico. E a maioria das vítimas de violência sexual são crianças e adolescentes (de 0 a 17 anos de idade) e do sexo feminino.
Com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2019, a nota técnica mostra que a cada hora, quatro meninas de até 13 anos são estupradas. E que 66% das crianças do sexo masculino estupradas no país tem entre zero e 15 anos de idade.
O manifesto culpa então toda essa violência sexual no ambiente familiar, sem explicar exatamente o que é esse ambiente. As 35 organizações esquerdistas veem o ambiente familiar como ambiente de “sérios riscos.”
Enquanto o ambiente normal da educação escolar em casa é composto por pai e mãe casados conservadores (significando que eles não são divorciados nem recasados porque a maioria dos adeptos da educação escolar em casa são cristãos praticantes), o “ambiente familiar” descrito vagamente pelo manifesto nem sempre tem esse perfil conservador.
Mães solteiras que pulam de um relacionamento para outro são computadas em “ambiente familiar.” Pessoas que vivem juntas sem casamento e partem para outros relacionamentos, colecionando filhos de diferentes relacionamentos, também são computadas como lar. Esses relacionamentos que estão fora do casamento formal e tradicional são os mais violentos.
Se o manifesto fosse honesto, ainda mais tendo a presença de uma grande entidade evangélica que tem atuação internacional, elogiaria a educação escolar em casa e denunciaria os relacionamentos fora do casamento. Mas o manifesto faz o contrário: usa a óbvia violência mais elevada dos relacionamentos fora do casamento, tão defendidos pela esquerda, mas propensos a abusos, como evidência de que a educação escolar em casa seria ruim.
Tradicionalmente, a esquerda defende relacionamentos fora do casamento, com todo os seus perigos e violência.
E tradicionalmente a esquerda ataca a família tradicional, porque um pai e mãe casados conservadores que educam seus filhos ameaçam a doutrinação ideológica hegemônica da esquerda nas escolas. Por isso, a esquerda luta para tirar as crianças das famílias e colocá-las diretamente sob a doutrinação esquerdista das escolas. Uma criança tem muito mais chance de virar esquerdista indo para a escola do que estudando num lar conservador.
A esquerda tem mais facilidade de monitorar e fiscalizar as crianças na escola do que em lares. Uma dessas fiscalizações inclui a questão da disciplina física de crianças. De acordo com a Lei da Palmada, aprovada por socialistas em 2014, pais brasileiros são proibidos de disciplinar os próprios filhos fisicamente por desobediência. De acordo com essa lei socialista, tal disciplina constitui “violência.” Então, quando um manifesto socialista menciona “abuso contra crianças,” esse abuso inclui o que sem socialismo não é abuso, mas direito natural dos pais.
O manifesto conclui:
Regulamentar a prática da educação domiciliar pode agravar os casos de exploração, abusos e violências contra crianças e adolescentes. “É priorizar a agenda de uma minoria — em muitos casos fundamentalista — em detrimento do direito da maioria. É, portanto, extremamente irresponsável do ponto de vista não somente da educação como também da proteção da criança e do adolescente.”
A linguagem do manifesto, vergonhosamente apoiada pela Visão Mundial, revela o centro de sua preocução ao dizer que a legalização da educação escolar em casa prioriza a agenda de uma minoria “fundamentalista.” Esse termo é muitas vezes usado não para designar os ambientes familiares insalúbres, mas famílias cristãs que seguem princípios bíblicos e conservadores. De forma alguma a educação escolar em casa traz prejuízos para a maioria das pessoas, conforme aponta o documento, pois a educação escolar em casa nunca é imposta em ninguém. Mas, evidentemente, traz prejuízos enormes para a esquerda.
O manifesto considera o lar conservador um ambiente inseguro — para a doutrinação socialista, é claro — e o ambiente escolar seguro — para a doutrinação socialista, é claro.
Como defensor da educação escolar em casa no Brasil há mais de 20 anos (sou tradutor do livro de educação escolar em casa De Volta Ao Lar, de Mary Pride), o único risco que vejo é o sequestramento da bandeira da educação escolar em casa. No governo de Jair Bolsonaro, muitos adeptos ocultistas ocupam cargos importantes, inclusive na área de educação. Esses ocultistas foram indicados por Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro. Carvalho é membro da Escola Tradicionalista, cujo membro mais proeminente foi Julius Evola, guru do ditador fascista italiano Benito Mussolini.
Embora Bolsonaro tenha sido eleito principalmente por evangélicos, ele escolheu encher seu governo dos adeptos de Carvalho, os quais usam o conservadorismo, inclusive a educação escolar em casa, para promover sua agenda “tradicionalista” ocultista.
Contudo, o manifesto ataca todos os adeptos de educação escolar em casa no Brasil, quer façam por motivos cristãos ou por motivos esotéricos e “tradicionalistas.”
Entre as 35 organizações que assinaram o documento socialista estão:
* Geledés Instituto da Mulher Negra, uma organização supremacista negra que defende o aborto e o homossexualismo.
* Grupo de Trabalho da Agenda 2030 no Brasil, uma entidade radicalmente socialista.
* Instituto Paulo Freire, uma entidade radicalmente socialista.
* MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), uma entidade radicalmente socialista.
* E Visão Mundial.
Como uma entidade evangélica enorme como a Visão Mundial assina um documento  que ataca o lar conservador como um ambiente inseguro — para a doutrinação socialista — e o ambiente escolar como seguro — para a doutrinação socialista?
Milhares de evangélicos nos EUA e outros paises enviam contribuições financeiras para a Visão Mundial alimentar crianças, não para alimentar o fanatismo esquerdista antifamília.
O ambiente da família natural é a maior proteção para a criança. Colocar a escola, especialmente a escola pública, como uma proteção maior do que a família é algo que só socialistas fazem, e algo que a Visão Mundial está fazendo ao se unir a 35 organizações esquerdistas radicais.
É hora dos cristãos que enviam suas contribuições para a Visão Mundial fazerem perguntas a essa entidade que deveria estar a serviço do Evangelho e do bem-estar das crianças, não do bem-estar do socialismo.
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25 de maio de 2020

Bolsonaro defende controle da natalidade e afirma que “pessoas que têm mais cultura têm menos filhos”


Bolsonaro defende controle da natalidade e afirma que “pessoas que têm mais cultura têm menos filhos”

Julio Severo
O Presidente Jair Bolsonaro se submeteu a uma vasectomia em 30 de janeiro de 2020, procedimento cirúrgico de esterilização para homens que desejam não ter filhos ou parar de ter filhos.
Embora durante a campanha presidencial de 2018 Bolsonaro tenha, em reação a grupos feministas que pregam esterilização e aborto, relatado, em tom de emoção, que desfez uma vasectomia para que sua terceira esposa, Michelle, pudesse engravidar, ele decidiu se esterilizar de novo.
Para Bolsonaro, que se considera católico, a esterilização é problemática, pois a Igreja Católica proibe esse procedimento. Talvez por isso ele tenha pedido sigilo sobre sua nova vasectomia.
Se exemplo é a maior de todas as pregações, Bolsonaro só fez com relação a seu procedimento pessoal de controle da natalidade o que ele já defende há muito tempo.
Não é a primeira vez que as atitudes de Bolsonaro se chocam com o conservadorismo católico. Em 2019, o presidente brasileiro defendeu políticas de planejamento familiar dizendo que “as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos.”
Ele disse:
“Não é controle não… Planejamento familiar. Você olha que as as pessoas que têm mais cultura têm menos filhos. Eu sou uma exceção à regra, tenho cinco, tá certo? Mas como regra é isso.”
Bolsonaro tem histórico de defesa do controle da natalidade, que ele chama de “planejamento familiar,” ignorando que Margaret Sanger, que fundou a Federação Internacional de Planejamento Familiar (a maior entidade de planejamento familiar, educação sexual e aborto do mundo), criou o termo “controle da natalidade.” Não existe pois diferença entre planejamento familiar e controle da natalidade. Ambos vieram da mesma fonte.
Como deputado, Bolsonaro é autor do PL 4322, de 1993, que propõe “a realização de laqueadura tubaria e vasectomia para fins de planejamento familiar e controle de natalidade.” Se ele não fosse sério sobre isso ele mesmo não teria feito vasectomia.
Pelo menos, mesmo sendo um católico com mentalidade contraceptiva, Bolsonaro é democrático. Ele permitiu que seu governo, em meio à constelação de métodos de controle da natalidade oferecidos em serviços de saúde e educação sexual para adolescentes, também apresentasse a opção da abstinência sexual.
A propaganda típica de ativistas do controle populacional é mostrar imagens de ricos europeus e americanos com dois filhos em comparação com pobres africanos com dez filhos. Se o controle populacional não fosse tão amado pelos esquerdistas, não seria difícil ver racismo na comparação entre europeus brancos ricos e africanos negros pobres.
Provavelmente, ao ver a propaganda dos promotores de controle populacional Bolsonaro chegou à conclusão de que ter muitos filhos é sinônimo de pobreza. Mas, como ele deixou bem claro, ele é uma exceção — embora sua exceção foi ter 5 filhos com três esposas diferentes, o que significa que ele praticou muito controle da natalidade.
Contudo, por que usar africanos pobres como padrão de famílias grandes? Os africanos são o único exemplo e padrão? Claro que não. As famílias cristãs americanas tinham historicamente em média 8 filhos, e não eram pobres. Eles liam muito, especialmente a Bíblia, e trabalhavam muito. As famílias numerosas dos EUA ajudavam a preservar sua cultura e religião, que era predominantemente evangélica. A República dos EUA foi fundada por uma população 98 por cento evangélica.
Família numerosa sempre foi a norma e padrão dos EUA durante séculos. Os EUA do passado, com famílias numerosas que liam a Bíblia e trabalhavam muito, criaram os EUA de hoje com suas enormes riquezas. Não se cria riquezas sem trabalho. E não dá para se ter bênçãos em seu trabalho sem Deus e a Bíblia. Toda a riqueza acumulada hoje nos EUA é fruto de gerações de famílias numerosas passadas que, em grande parte, valorizavam a Bíblia e o trabalho duro.
Com o crescimento da mentalidade contraceptiva e a consequente diminuição das famílias, os EUA foram ficando cada vez mais longe de seu antigo padrão de família grande e foram ficando cada vez mais dependentes da imigração, com um número de imigrantes muçulmanos cada vez maior aproveitando o espaço deixado por milhões de americanos que foram impedidos de nascer pelo controle da natalidade ou deliberadamente mortos antes de nascer em clínicas de aborto.
A consequência óbvia do declínio das famílias americanas é que a cultura e religião originais dos EUA estão diminuindo. Hoje os evangélicos são menos de 50 por cento da população dos EUA enquanto os católicos são menos de 25 por cento.
Então, em vez de comparar as famílias americanas pequenas ricas de hoje com famílias africanas numerosas pobres, deveríamos comparar as famílias americanas modernas, que não são mais numerosas o suficiente para preservar sua cultura e religião, com as famílias americanas de 100, 200 e 300 anos atrás que eram numerosas o suficiente para preservar sua cultura e religião.
Os homens e as mulheres que construiram os EUA com seus melhores valores e riquezas tinham famílias numerosas. Portanto, não faz sentido aceitar a propaganda de controle populacional que escolhe apenas famílias numerosas pobres da Índia ou África quando o melhor exemplo são os milhões de famílias numerosas que construíram os EUA, tirando sua nação da pobreza espiritual, cultural e financeira e engrandencendo-a e tornando-a cristã.
Mesmo tendo muita riqueza, os EUA já estão enfrentando problemas demográficos com a baixa natalidade. Mas o Brasil, que nem alcançou o nível de riqueza dos EUA, também já está enfrentando semelhantes problemas demográficos.
A NPR disse:
“O Brasil passou por uma mudança demográfica tão dramática que está surpreendendo os cientistas sociais. Nos últimos 50 anos, a taxa de fertilidade caiu de seis filhos por mulher em média para menos de dois — e agora é menor do que nos Estados Unidos.”
A NPR mencionou mudanças de preferência, principalmente de mulheres, como a causa da baixa taxa de natalidade brasileira, mas não explicou o que a causou.
O que aconteceu 50 anos atrás, de acordo com a NPR, que mudou tanto o Brasil demograficamente a ponto de reduzir sua população?
Na década de 1970 a CIA criou um documento chamado NSSM 200 para o governo americano, classificando o Brasil como um dos principais países que deveriam ser alvos de políticas secretas de redução populacional. Entre essas políticas estavam disseminação generalizada do controle da natalidade e estímulos culturais para que as meninas e moças passassem o máximo de tempo possível estudando, como forma de evitarem casamento e gravidez.
O plano da CIA funcionou com tanta perfeição que hoje até um presidente brasileiro defende e pratica o controle da natalidade sem a menor dor na consciência. O presidente Jair Bolsonaro faz direitinho o que a CIA planejou 50 anos atrás.
O Brasil já está em processo de crise demográfica, mas Bolsonaro e outros defensores do controle da natalidade não percebem o perigo. Mais cedo ou mais tarde o Brasil será obrigado a importar milhões de imigrantes, pois a população brasileira já está sofrendo envelhecimento demográfico, e os países que têm esses milhões de imigrantes para enviar são os países muçulmanos.
Do ponto de vista da demografia e do catolicismo, é um erro Bolsonaro aceitar para si e para o Brasil políticas de controle da natalidade.
Como seguidor de Jesus, o que eu penso? Quem segue a Bíblia sabe que filhos são bênçãos. Família numerosa é a vontade de Deus. Nessa perspectiva, qualquer método de controle da natalidade atrapalha os planos de Deus de multiplicar bênçãos nas famílias cristãs.
Contudo, quem não segue Jesus e a Bíblia com seriedade é obrigado a ver filhos como bênçãos e ter uma família numerosa? Não. Aliás, a Bíblia diz que a descendência das pessoas que não conhecem a Deus desaparecerá. Nessa perspectiva, o controle da natalidade, na vida dessas pessoas, apenas ajuda a cumprir a vontade de Deus.
Os cristãos deveriam seguir o belo modelo das famílias numerosas da Bíblia e dos EUA em suas gerações evangélicas passadas que eram trabalhadoras, éticas e tinham muitos filhos.
Os que não seguem Jesus e a Bíblia deveriam ser livres para se esterilizar.
Leitura recomendada sobre controle da natalidade:
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24 de maio de 2020

Donald Trump designou igrejas e mesquitas como essenciais


Donald Trump designou igrejas e mesquitas como essenciais

Julio Severo
O presidente Donald Trump declarou em 22 de maio de 2020 que igrejas, sinagogas, mesquitas e outras casas de culto são “serviços essenciais” e devem reabrir.
“Hoje estou identificando casas de culto — igrejas, sinagogas e mesquitas — como lugares essenciais que fornecem serviços essenciais,” disse Trump na sala de reuniões da Casa Branca.
Por causa da pandemia do coronavírus (COVID-19), todos os serviços não essenciais foram fechados. As igrejas foram colocadas nessa categoria, mas as clínicas de aborto não. O aborto, que foi legalizado nos Estados Unidos em 1973 e mata cerca de 4.000 bebês em gestação, é considerado um “serviço essencial.”
“Alguns governadores consideram que lojas de bebidas e clínicas de aborto são essenciais, mas deixaram de fora igrejas e outras casas de culto. Não está certo. Portanto, estou corrigindo essa injustiça e chamando os locais de culto de essenciais,” disse Trump, lendo um comunicado.
“Muitos milhões de americanos adotam a adoração como parte essencial da vida. Os pastores, padres, rabinos, imãs e outros líderes religiosos garantirão que suas congregações estejam seguras enquanto se reúnem e rezam,” disse Trump.
“Precisamos de mais oração, não menos,” concluiu Trump, que acredita que as orações de pastores evangélicos, padres católicos, rabinos judeus, imãs islâmicos e outros líderes religiosos — inclusive líderes de bruxaria — podem fazer muito bem aos EUA. É nessa crença que ele inaugurou, dias atrás, um Dia Nacional de Oração totalmente novo de várias religiões. Enquanto o Dia Nacional de Oração foi lançado pelos evangélicos na década de 1950 e sempre foi proeminentemente evangélico, agora Trump o transformou em um evento de várias religiões, com pastores evangélicos, padres católicos, rabinos judeus, imãs islâmicos e muitos outros líderes de diferentes religiões não-cristãos e anticristãs.
A intenção de Trump é corrigir alguns estados, que mantêm abertas lojas de bebidas, clínicas de aborto e clubes homossexuais porque são considerados “essenciais.” Ao declarar igrejas e mesquitas essenciais, Trump mostrou que os estados deveriam conceder às igrejas e mesquitas a mesma importância que concederam a lojas de bebidas, clínicas de aborto e clubes homossexuais.
Não sei se George Washington, o primeiro presidente dos EUA, ficaria feliz que um dia as igrejas receberiam a mesma importância que mesquitas, lojas de bebidas, clínicas de aborto e clubes homossexuais. Mas duvido que ele não ficaria chocado.
E duvido que quando os imãs islâmicos fazem suas rezas estranhas, eles estão rezando pelo bem dos EUA e de sua fundação cristã. Mas eu não duvidaria se eles estão rezando para que seus irmãos islâmicos sejam bem-sucedidos em todos os seus esforços para espalhar o islamismo — inclusive por espadas e bombas.
Tornar igrejas e mesquitas igualmente essenciais é um sinal de que os EUA se tornaram uma Babilônia religiosa. Tornar igrejas e clínicas de aborto igualmente essenciais é um sinal de que os EUA se tornaram uma Babilônia oportunista.
Portanto, nos EUA atuais, ou na Babilônia, como David Wilkerson costumava chamar os EUA, se você quiser abrir igrejas, também precisa abrir clínicas de aborto. Se você considera as igrejas importantes, deve considerar as mesquitas igualmente importantes, por uma questão de igualdade sagrada, que está acima de Deus e da Bíblia nos EUA. Aliás, na igualdade dos EUA, Deus e Satanás são… exatamente iguais em valor religioso e legal! Portanto, você não deve se surpreender se algum dia um satanista fizer suas rezas no Dia Nacional de Oração.
Talvez essa confusão explique por que na data que celebrou os 500 anos da Reforma Protestante (31 de outubro de 2017), Trump não apenas não a celebrou, mas também comemorou o Dia das Bruxas, uma data tradicionalmente ligada ao ocultismo. Talvez ciente de que o multiculturalismo o obriga a celebrar igualmente as datas especiais de outras religiões, ele descartou a data mais importante do Protestantismo na maior nação protestante do mundo.
Há apenas um problema. Trump comemorou datas especiais de outras religiões na própria Casa Branca.
Enquanto Trump e seu governo celebram feriados islâmicos na Casa Branca, vamos fazer uma pergunta muito simples: “A Arábia Saudita, a capital do islamismo e o mais importante aliado islâmico dos EUA, celebra feriados evangélicos?”
Então, por que os EUA, a maior nação evangélica do mundo, comemoram feriados islâmicos?
O que os EUA ganharam bajulando o islamismo? Uma multidão de atentados islâmicos, inclusive em 11 de setembro de 2001 — a maioria deles com conexões sauditas.
Será que a celebração e a bajulação ao islamismo atraem mais ódio e atentados terroristas dos muçulmanos? Se essa lógica estiver correta, poderia explicar por que a Arábia Saudita não celebra feriados evangélicos. Talvez a Arábia Saudita receie que, ao bajular e celebrar o protestantismo, eles podem acabar atraindo ódio e atentados terroristas dos evangélicos dos EUA!
Dá para você imaginar se essa abordagem for usada para lidar com outros criminosos? Para estupradores? Aliás, estudantes sauditas que estupram mulheres americanas ficam impunes ao fugir dos EUA sob a proteção da Arábia Saudita. Os EUA não podem ser duros com estupradores sauditas que fogem para a Arábia Saudita porque podem perder bilhões e bilhões e bilhões de dólares. Afinal, a Arábia Saudita é o maior comprador de armas dos EUA.
Portanto, ao que tudo indica os EUA bajulam o islamismo e não punem estupradores sauditas porque têm um bom acordo econômico e militar. A Arábia Saudita algumas vez bajulou o protestantismo e não puniu criminosos americanos apenas por amor a tal acordo?
Mas Trump não é o primeiro presidente republicano a bajular o islamismo.
Imediatamente depois do atentado de 11 de setembro de 2001, o presidente republicano George W. Bush disse que o islamismo é uma “religião da paz,” para garantir que ninguém tivesse alguma ideia errada de que o islamismo e a Arábia Saudita pudessem estar envolvidos de algum modo nesse terrível atentado.
E na década de 1950, o presidente republicano Dwight D. Eisenhower inaugurou uma mesquita em Washington e, em seu discurso, ele disse que o islamismo há séculos contribui para a construção da civilização. Será que aconteceu que ele leu, por causa de uma deficiência visual, “construção” onde havia “destruição” em seus livros de história?
Lembre-se da diferença dos dois grandes partidos nos EUA: os republicanos são conservadores e os democratas são socialistas que seguem uma agenda multicultural. Os republicanos são diferentes dos democratas. Agora repita isso para si mesmo várias vezes ao dia até que você acredite nisso!
Os evangélicos brancos estão entre os membros mais leais da base política de Trump, porque são conservadores e votaram para ter um governo conservador, não uma Babilônia de várias religiões, com religiões não-cristãs e anticristãs que têm o mesmo valor que a religião cristã que foi a base da civilização americana.
Com informações do Daily Mail e Associated Press.
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22 de maio de 2020

Satanismo glorificado em Hollywood: Super-Homem possuído por Satanás em filme da DC Comics produzido pela Warner Bros


Satanismo glorificado em Hollywood: Super-Homem possuído por Satanás em filme da DC Comics produzido pela Warner Bros

Julio Severo
Se você pensou que apenas na bruxaria Satanás é representado como uma boa criatura, a DC Comics o convencerá a mudar de idéia. Em seu filme de animação mais recente, “Justice League Dark Apokolips War” (Liga da Justiça Sombria: A Guerra de Apokolips), de 2020, há uma forte batalha entre a Liga da Justiça e uma força demoníaca chamada Darkseid, variante em inglês de Dark Side — Lado das Trevas.
Darkseid é destrutivo e maligno. Ele destruiu ou possuiu muitos super-heróis nesse filme. E ele pretendeu destruir a Terra. Mas o Lado Negro não é Satanás.
John Constantine invocando Satanás
Para ajudar a Liga da Justiça enfraquecida a derrotar o Lado das Trevas, o personagem John Constantine (Hellblazer) invoca Satanás com um pentagrama.
Constantine é um ocultista, um satanista.
Depois da invocação, Satanás aparece.
Satanás possui o Super-homem.
E Satanás usa um Super-homem possuído contra o Lado das Trevas.
O filme de animação da DC Comics “Liga da Justiça Sombria: A Guerra de Apokolips” foi produzido pela Warner Bros. Enquanto Hollywood procura apagar Jesus Cristo da cultura dos EUA, não para de glorificar o anjo caído, Satanás, que oprime as pessoas.
Hollywood raramente reconhece a existência de Jesus Cristo e, quando o faz, não O glorifica. Mas muitas vezes Hollywood reconhece a existência de Satanás e, quando o faz, o glorifica.
“Liga da Justiça Sombria: A Guerra de Apokolips” retrata o satanismo, o ocultismo e o próprio Satanás como boas alternativas. O principal público da DC Comics são adolescentes.
Uma apresentação do satanismo como normal para adolescentes é um forte sinal de que a cultura foi satanizada. E há apenas uma maneira de dessatanizar as vítimas adolescentes dessa cultura: apresentar Jesus, cujo ministério foi marcado por três características principais: pregação do Evangelho, cura de doentes e expulsação de demônios.
Se até mesmo na cultura judaica, que era altamente moralista, conservadora e de mentalidade bíblica, havia muitos demônios para Jesus expulsar, o que dizer da cultura dos EUA?
Jesus Cristo é o verdadeiro super-herói que pode dessatanizar adolescentes vítimas de uma cultura satanizada.
E os intrumentos que Jesus usa para libertar as pessoas de Satanás, seus demônios e satanizações são os cristãos que O imitam pregando o Evangelho, curando os enfermos e expulsando demônios.
John Constantine
No final de “Liga da Justiça Sombria: A Guerra de Apokolips,” a Liga da Justiça é capaz de controlar Satanás e o Lado das Trevas. Mas no mundo real, isso é impossível.
A crença, glorificada nesse filme da DC Comics, de que ocultistas e satanistas podem controlar Satanás é ilusória. Em vez de dissipar essa ilusão em seu público adolescente, a DC Comics torna a ilusão forte.
Super-homem possuído
Uma vez que um ser humano é possuído por Satanás, somente Jesus e mais ninguém pode libertá-lo. Até mesmo um super-homem, se esse ser fosse real, não conseguiria livrar-se de Satanás. Até mesmo uma Liga da Justiça com multidões de super-heróis não conseguiria controlar ou expulsar um único demônio. Nenhum ser humano tem esse poder. Somente Jesus tem.
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