20 de setembro de 2019

Por que todo cristão precisa convidar o Espírito Santo para seu trabalho


Por que todo cristão precisa convidar o Espírito Santo para seu trabalho

iWork4Him    
Há muita coisa que não entendemos e não entenderemos sobre nosso Deus trino até chegarmos ao céu. Por exemplo, nós realmente não entendemos o Espírito Santo, mas Ele está aqui conosco. O Dr. Jim Harris acredita que o Espírito Santo é o maior parceiro em nosso trabalho que poderíamos imaginar, mesmo que não entendamos como Ele trabalha. Ele é nosso conselheiro, nosso paracleto (o ajudante), o Espírito de verdade e sabedoria.
O que aconteceria se o convidássemos para o nosso trabalho todos os dias? E se toda vez que entramos em nosso escritório, pedirmos: “Espírito Santo, o que você quer que eu saiba quando eu começar a trabalhar hoje?” E se hoje, trabalhássemos como se o Deus vivo e Sua sabedoria estivessem dentro de nós? Eis como o Dr. Harris nos convida a permitir que o maior consultor do mundo, o Espírito Santo que vive dentro de nós, nos guie e nos guie em nossos negócios.
Estaríamos fazendo um trabalho diferente ou de outra maneira? Pensaríamos pensamentos mais elevados e grandiosos? Esperaríamos e obteríamos maiores resultados? Entregaríamos para nossos clientes mais do que eles pediram? Tiraríamos os pensamentos limitantes que dificultam o resultado do nosso trabalho? Nosso Deus é tão grande que Ele falou e nosso universo passou a existir. Então, convidemos esse Deus para o nosso trabalho e escritório todos os dias e esperemos resultados do tamanho de Deus.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Why Every Christian Needs to Invite the Holy Spirit Into Their Work
Leitura recomendada:

18 de setembro de 2019

Como uma palavra profética levou uma pastora assumidamente lésbica a descobrir quem Jesus realmente é


Como uma palavra profética levou uma pastora assumidamente lésbica a descobrir quem Jesus realmente é

Jenny Rose Spaudo
Elizabeth Woning achava que conhecia a Deus. Como seminarista assumidamente lésbica, Elizabeth passou inúmeras horas estudando teologia e a Bíblia.
Elizabeth Woning
Uma amiga foi a primeira pessoa a convidar Elizabeth para a comunidade gay. As duas mulheres faziam parte da mesma denominação presbiteriana e ambas mantinham uma versão de fé muito focada na [teologia protestante socialista] da justiça social. Quando sua denominação começou a defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a homossexualidade, Elizabeth e sua amiga se tornaram lésbicas.
Depois que Elizabeth se formou no seminário, ela começou a pastorear uma igreja em uma área rural. Ela diz que seu comportamento naquela época era tão masculino que um dia chamou a atenção de um pastor evangelista na comunidade.
“Um pastor local me viu e disse: ‘Oh, vou ministrar a ela,’” diz Elizabeth no podcast de Charisma News. “Então ele se aproximou de mim para compartilhar o evangelho, mas ficou realmente surpreso ao descobrir que eu estava pastoreando em outro ministério da igreja.”
Elizabeth e esse pastor tornaram-se amigos, e ele a convidou para uma das atividades de sua igreja. A igreja desse pastor era muito aberta aos dons sobrenaturais do Espírito Santo, diz Elizabeth, mas sua denominação não acreditava que esses dons são para hoje.
“Acontece que na noite em que apareci, o Espírito Santo veio e muitos estudantes ficaram cheios do Espírito,” diz ela. “Então foi uma noite caótica e super bagunçada… Mas naquele cenário, um rapaz de 17 anos se aproximou de mim com o que ele chamou de palavra de Deus. E nesse cenário, ele começou a me dizer algo sobre o qual eu estava orando há anos.”
Aquele momento atingiu Elizabeth porque ela não acreditava que os cristãos pudessem interagir de forma específica e pessoal com Deus. A palavra profética exata desse rapaz a forçou a refletir se ela realmente conhecia a Deus como ela achava que conhecia.
“Tive a revelação de que Deus talvez soubesse quem eu era e pensei: ‘Não faço ideia de quem é ele,’” diz ela. “Então, isso começou uma jornada para mim de leitura da Bíblia… de descobrir a personalidade de Deus e, finalmente, me envolver com Ele e experimentar Seu amor — que foi o que me levou a sair da comunidade LGBT e da identificação como lésbica.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: How a Prophetic Word Led an Openly Lesbian Pastor to Discover Who Jesus Really Is
Leitura recomendada sobre homens e mulheres que deixaram o homossexualismo:
Leitura recomendada sobre mulheres que não deixaram o lesbianismo:

17 de setembro de 2019

Escolas primárias islâmicas na Holanda distribuindo literatura contra a homossexualidade bem debaixo do nariz das autoridades


Escolas primárias islâmicas na Holanda distribuindo literatura contra a homossexualidade bem debaixo do nariz das autoridades

Julio Severo
As escolas primárias islâmicas na Holanda estão fazendo o que as escolas cristãs nunca pensariam em fazer: estão distribuindo literatura anti-homossexualidade que ensina os alunos que Alá destruiu um povo inteiro por causa de sua homossexualidade.
O material vem do livro “Socorro! Estou crescendo,” que é leitura obrigatória para a educação sexual nas escolas primárias islâmicas na Holanda. O livro infantil foi lançado pela organização islâmica ISBO para 44 escolas primárias diferentes na Holanda.
Com relação ao tema da homossexualidade, o livro diz que “a proibição no islamismo se baseia em ter relações sexuais com alguém do mesmo sexo.” O livro também diz que pessoas trans são amaldiçoadas por Alá.
Jornalistas do jornal Nederlandse Omroep Stichting fizeram contato com as autoridades educacionais sobre o material anti-homossexualidade contido no livro, e a resposta delas foi a seguinte: “Com relação aos materiais didáticos, a fiscalização sempre analisa como isso é aplicado no contexto. Esses exemplos, por si só, não levam a supor que os limites legais estão sendo excedidos.”
É experiência comum dos cristãos que, quando as autoridades encontram literatura anti-homossexualidade em instituições educacionais cristãs, a resposta esperada é que a literatura excedeu os limites legais e é proibida. Mas os muçulmanos estão sendo tratados de maneira muito diferente.
A diferença entre a perspectiva cristã sobre a homossexualidade e a perspectiva islâmica sobre a homossexualidade é que, embora os cristãos ensinem claramente que a homossexualidade é condenada por Deus e ofereçam ajuda para as pessoas que desejam deixar a homossexualidade, os muçulmanos ensinam que a homossexualidade é condenada por Alá e, sempre que os muçulmanos são maioria, punem severamente os homossexuais, inclusive com tortura e pena de morte. É o caso da Arábia Saudita e do Irã.
Apesar disso, as autoridades esquerdistas no Ocidente são tolerantes com as perspectivas islâmicas anti-homossexualidade e intolerantes com as perspectivas cristãs anti-homossexualidade.
Não apenas isso, mas enquanto o Cristianismo é cada vez mais proibido nas escolas de nações tradicionalmente cristãs, o islamismo está sendo cada vez mais ensinado e imposto em crianças de escolas, mesmo nos Estados Unidos, a maior nação protestante do mundo.
Mesmo quando são maioria, os cristãos têm sido incapazes não apenas de ensinar às crianças de escolas que a homossexualidade é prejudicial, mas também de repelir a doutrinação homossexual de seus filhos.
Com informações da Voz da Europa.
Leitura recomendada:

16 de setembro de 2019

Para justificar o suicídio de um pastor na Comunidade Cristã Harvest, Greg Laurie usa o profeta Elias como exemplo. Mas dá para se usar Elias como exemplo para pessoas com depressão e pensamentos de suicídio?


Para justificar o suicídio de um pastor na Comunidade Cristã Harvest, Greg Laurie usa o profeta Elias como exemplo. Mas dá para se usar Elias como exemplo para pessoas com depressão e pensamentos de suicídio?

Julio Severo
“Podemos nos orgulhar de saber que nosso irmão, nosso amigo, pastor Jarrid Wilson, está no céu nos braços de Jesus,” declarou Greg Laurie, pastor sênior da Comunidade Cristã Harvest (Harvest Christian Fellowship), em uma pregação em 15 de setembro de 2019, em relação a Wilson, que cometeu suicídio em 9 de setembro de 2019, depois de oficializar o funeral de uma mulher que também se matou.
Greg Laurie
Greg prestou um sincero tributo a Wilson, observando que ele era “positivo, vibrante e sempre servindo e ajudando os outros.”
Greg levantou alguns pontos positivos, inclusive “Um momento sombrio na vida de um cristão não consegue desfazer o que Cristo fez por nós na cruz.” Esse é um ponto excelente. Mas isso também se aplicaria se Wilson tivesse cometido qualquer outro pecado, inclusive assassinato de sua esposa ou abuso sexual contra uma criança? Ele seria salvo?
Não tenho resposta, mas Greg parece ter todas as respostas no caso de suicídio: pastores que se matam sobem diretamente para o céu.
Um ponto não tão agradável é o seguinte: Não é covardia um homem abandonar, por suicídio ou não, duas inocentes crianças pequenas? Jarrid Wilson, que tinha 30 anos, tinha dois filhos pequenos. Não dava para ele pensar em suas responsabilidades como pai?
Jarrid Wilson, esposa e filhos
Outro ponto não muito agradável é que em seu tributo a Jarrid Greg confessou: “Ele também lidou com uma depressão muito profunda. Na verdade, era um problema desde a infância e ele estava sob os cuidados de um médico.”
Se Greg sabia que Jarrid tinha “depressão muito profunda,” por que ele o colocou em sua equipe pastoral? Jarrid liderava o ministério de jovens adultos na Comunidade Cristã Harvest. Eu me pergunto o que esses jovens adultos estão pensando agora.
Jarrid não era o culpado por ter responsabilidades pastorais em tal mega-igreja. Quem o ordenou, conhecendo seu histórico claro de “depressão muito profunda” e pensamentos suicidas, é responsável perante Deus.
Curiosamente, a pregação de Greg em tributo a Jarrid foi intitulada “A esperança recebe a última palavra!” Mas essa é uma contradição. Pessoas que se matam perderam toda a esperança, inclusive em Deus.
Não podemos ser juízes para dizer que todas as pessoas que cometem suicídio vão para o inferno ou que vão automaticamente para o céu se forem pastoras, como fortemente sugerido por Greg.
A pregação de Greg, em meio a um abundante tributo encorajador a Jarrid, encontrou um lugar para dizer: “O suicídio é a escolha errada.” Ele acrescentou: “Se você está tendo pensamentos suicidas, você precisa de ajuda profissional.”
Mas Jarrid não procurou ajuda profissional — psicólogos e psiquiatras — durante toda a sua vida? Desde a infância, ele teve tal ajuda profissional. Isso o ajudou?
Mesmo assim, ele fundou Anthem of Hope (Hino de Esperança), uma organização que oferece ajuda profissional a pessoas com problemas de saúde mental — depressão e pensamentos suicidas.
Assim, mesmo depois de seguir as instruções exatas que Greg deu — buscar ajuda profissional por décadas —, Jarrid ignorou todo o seu testemunho “positivo, vibrante, sempre servindo e ajudando os outros,” principalmente ignorando a total fragilidade e estado indefeso de seus filhos pequenos, e, contra toda esperança, escolheu o suicídio. Isso é altruísmo? “Procurar ajuda profissional” funciona? Não funcionou nem um pouco para Jarrid.
O tributo de Greg a Jarrid justificou sua condição e suicídio, apontando que várias figuras bíblicas importantes sofriam de problemas debilitantes de depressão e saúde mental. “Jó desejou nunca ter nascido. Jeremias, pelo menos em uma ocasião, queria morrer. Jonas também queria morrer,” disse Greg.
Mas nenhum deles cometeu suicídio. Na Palavra de Deus todos os casos de suicídio envolviam pessoas em rebelião contra Deus. Judas é só um dos exemplos.
Greg também usou o profeta Elias como um exemplo de depressão profunda. “Elias era um grande profeta de Deus, mas ele enfrentou uma depressão grave e chegou ao ponto em que queria morrer,” disse ele.
Mas Elias queria se matar? O caso dele envolvia pensamentos suicidas?
“Com certeza Elias, se passasse por um médico e ou psicólogo, sairia com um encaminhamento para internamento, e seria considerado como um paciente grave com risco de cometer suicídio,” disse Marisa Lobo, que se identifica como psicóloga cristã.
Concordo sobre psicólogos vendo necessidade para internar Elias num hospital psiquiátrico. Bastaria que Elias dissesse aos psicólogos e psiquiatras que ele ouviu a voz de Deus e viu anjos e pronto: Eles o colocariam numa camisa-de-força e injetariam suas drogas psiquiátricas nele.
Marisa usa Elias em suas palestras sobre pessoas que querem se matar. Pessoas suicidas ouvem vozes para se matar. Elias realmente ouviu uma voz, mas essa voz não o orientou a se matar. Os psicólogos cristãos iriam defender um internamento psiquiátrico para curar Elias de ouvir a voz de Deus? Eles também acham que tratamento psiquiátrico “cura” pessoas de ouvirem vozes de demônios orientando-as a se matar?
Se Jesus e os apóstolos soubessem que internamento e drogas psiquiátricas “curam” as pessoas de ouvir vozes demoníacas eles jamais expulsariam demônios. Eles viajariam no tempo e perguntariam para os psicólogos cristãos de hoje como se formar em psicologia para lidar com as multidões de pessoas com opressão demoníaca — ops, problemas psiquiátricos.
No entanto, a psicologia moderna não recomendaria um internamento só para Elias. Os psicólogos cristãos poderiam também se tornar vítimas de sua própria profissão: Bastaria que eles dissessem que o homossexualismo é pecado, abominação e perversão, conforme diz a Bíblia, e eles seriam diagnosticados como loucos em necessidade de internamento.
Quem foi que disse que a psicologia é consenso entre os cristãos?
A Enciclopédia Popular de Apologética (publicada pela prestigiosa editora evangélica americana Harvest House Publishers), de Ed Hindson, diz:
Existem mais de 300 modelos de aconselhamento hoje. Nessa mistura de teorias psicológicas, há muitas opiniões seculares de aconselhamento que discordam veementemente umas das outras. Devemos lembrar que Freud, Jung, Skinner e Rogers tinham sérias diferenças filosóficas.
Um fato que não podemos ignorar sobre os esforços para integrar a psicologia e a fé é que a psicologia foi fundada no humanismo secular. Isso pode parecer simplista, mas é verdade. Toda a psicologia, seja ela rotulada de primitiva ou moderna, secular ou religiosa, foi fundada no humanismo secular e embelezada pelas filosofias do homem. O cerne de toda psicologia está enraizado no que o homem pensa e acredita sobre a vida humana sem a eterna Palavra de Deus. A psicologia pode usar alguns princípios bíblicos em suas teorias, mas em grande parte as teorias da psicologia são filosoficamente determinadas pelos padrões humanos.
A psicologia e a teologia nunca foram parceiros que ficam juntos à vontade. Suas pressuposições filosóficas básicas são quase diametralmente opostas entre si. Ambas presumem tratar da condição humana fundamental e sugerir curas para os conflitos internos da pessoa.
Já que Greg Laurie acha tão importante que pessoas deprimidas busquem assistência psicológica profissional que trata a depressão ou angústia da alma como doença mental, vejamos o que a literatura especializada secular tem a dizer. Em seu artigo “Estudo: Diagnósticos Psiquiátricos São ‘Cientificamente Sem Sentido’ no Tratamento da Saúde Mental” publicado em 9 de julho de 2019 no site Study Finds (Descobertas de Estudos), John Anderer escreveu:
Um estudo recente conduzido na Universidade de Liverpool causou surpresa ao concluir que os diagnósticos psiquiátricos são “cientificamente insignificantes” e inúteis como ferramentas para identificar e tratar com precisão o sofrimento mental em nível individual.
De acordo com os autores do estudo, o sistema de diagnóstico tradicional usado hoje pressupõe erroneamente que todo e qualquer sofrimento mental é causado por um distúrbio e depende demais de ideias subjetivas sobre o que é considerado “normal.”
“Talvez seja a hora de pararmos de fingir que rótulos com aparência médica contribuem com alguma coisa para nossa compreensão das complexas causas do sofrimento humano ou de que tipo de ajuda precisamos quando estamos angustiados,” comentou o professor John Read.
O estudo foi publicado na revista científica Psychiatry Research (Pesquisa Psiquiátrica).
Vamos agora entender o contexto da “depressão de Elias,” tão usada por pastores e psicólogos cristãos quando falam de pastores que se matam.
Enquanto nós cristãos pró-vida confrontamos hoje a cultura do aborto (assassinato de bebês) e homossexualidade, nos esquecemos muitas vezes de que na Bíblia homens de Deus também enfrentaram cultura semelhante.
O deus Baal, cujos sacerdotes eram homossexuais e praticavam homossexualidade “sagrada,” exigia sacrifício de bebês recém-nascidos.
O exemplo mais notável de enfrentamento profético ao deus Baal vem do profeta Elias.
Depois de Elias confrontar e vencer 450 profetas de Baal numa disputa, a Bíblia diz:
“Então Elias lhes ordenou: ‘Prendei agora mesmo todos os profetas de Baal! Que nenhum deles escape!’ E o povo os prenderam. Elias fê-los descer para próximo do riacho de Quisom e lá os degolou a todos.” (1 Reis 18:40 KJA)
Degolar é cortar a cabeça. Cortar a cabeça, com as próprias mãos, de 450 homens foi uma tarefa imensamente trabalhosa cansativa. Eu ficaria cansadíssimo de degolar apenas 50 profetas de Baal. Mas Elias fez isso com quase 500.
Depois desse trabalho cansativo, a Bíblia diz:
“Diante disso, Jezabel mandou um mensageiro a Elias com o seguinte recado: ‘Que os deuses me façam sofrer as piores desgraças, se até amanhã a esta hora eu não fizer com a tua vida o que fizeste com os profetas!’” (1 Reis 19:2 KJA)
Jezabel, esposa do rei Acabe, era a rainha. Se ela disse que queria Elias morto, então o país inteiro estaria caçando Elias para ela degolá-lo.
Cansado e desanimado com tal perseguição violenta, Elias fugiu. A Bíblia relata:
“Quanto a ele, fez pelo deserto a caminhada de um dia e foi sentar-se debaixo de um pé de giesta, uma espécie de arbusto, e ali orou pedindo para si a morte, dizendo: ‘Agora basta, ó Yahweh! Retira-me a vida, pois não sou melhor que meus pais!’” (1 Reis 19:4 KJA)
De tanta perseguição, Elias queria que Deus o levasse. Se fosse para se matar, ele nem precisaria pedir nada. Bastava-lhe pegar uma arma e usar. Mas a ideia dele nunca foi se matar.
Elias era um homem que costumava clamar a Deus incessantemente. E Deus sempre ouve homens de oração. Ele sempre age sobrenaturalmente em resposta a homens de oração.
É nesse ponto que, na Bíblia, Deus simplifica tudo trazendo um anjo. Só para começar. Depois, Elias foi parar numa caverna onde ele ouviu a própria voz de Deus. Apesar de que essa resposta tão simples está na Bíblia há séculos e milênios, os seres humanos estão aí para complicar tudo. Como sempre.
Psicólogos cristãos sempre conseguem enfiar o caso de Elias no meio de seu assunto sobre pessoas depressivas que querem se matar.
Eles sempre chamam Elias de “depressivo.” Marisa Lobo comparou a caverna onde Elias estava a um hospital psiquiátrico, onde o paciente recebe comida e medicamentos.
A comparação de Marisa está longe do sentido bíblico, pois Elias não recebeu nenhum medicamento e a caverna estava longe de ser hospital. Aliás, se uma pessoa depressiva de hoje fosse parar numa caverna sem água e luz, ficaria ainda mais depressiva.
Marisa errou ao rotular Elias de depressivo, como se de tempos em tempos ele ficasse em estado de depressão. Absolutamente nada na Bíblia indica que Elias tinha crises regulares de depressão.
Se um episódio isolado de angústia da alma causada por grande perseguição política transforma, no olhar de psicólogos cristãos, Elias em “depressivo,” então todo mundo na Bíblia era depressivo. Nessa definição “clínica,” qual é o cristão que escapa de ser rotulado de “depressivo”?
Na verdade, Elias não era depressivo. Ele sofreu uma grande perseguição, como todos os grandes homens de Deus sofrem, e ficou com angústia da alma naquele momento específico. Rotular Elias como depressivo apenas para enfeitar uma palestra psicológica sobre suicídio ou numa pregação de tributo para um pastor que se matou é manter Elias num estado permanente ou quase permanente de depressão. Esse nunca foi o caso de Elias. A Bíblia simplesmente não dá margem para esse tipo de interpretação.
Quanto a dizer, mesmo em comparação, que a caverna seria um hospital psiquiátrico com medicamentos para pacientes de depressão, a complicação só fica mais complicada.
O site científico BMJ, em seu artigo “Antidepressivos aumentam o risco de suicídio, violência e homicídio em todas as idades,” informa que os medicamentos antidepressivos:
são muito perigosos; caso contrário, o monitoramento diário não seria necessário: “As famílias e os cuidadores dos pacientes devem ser aconselhados a ficar de olho no aparecimento de tais sintomas diariamente, já que as mudanças podem ser abruptas”… “Todos os pacientes em tratamento com antidepressivos por qualquer indicação devem ser monitorados apropriadamente e observados de perto quanto à piora clínica, tendências suicidas e mudanças incomuns no comportamento, especialmente durante os meses iniciais de um ciclo de terapia medicamentosa, ou em momentos de mudança de dose, aumentos ou diminuições. Os seguintes sintomas, ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, agressividade, impulsividade, acatisia (agitação psicomotora), hipomania e mania, foram relatados em pacientes adultos e pediátricos em tratamento com antidepressivos.”
O BMJ acrescentou:
Tal monitoramento diário é, no entanto, uma solução falsa. As pessoas não podem ser monitoradas a cada minuto e muitos cometem suicídio ou homicídio… poucas horas depois que todos pensaram que estavam perfeitamente bem.
O BMJ também diz:
Já não se pode duvidar de que os antidepressivos são perigosos e podem causar suicídio e homicídio em qualquer idade (5-7). É absurdo usar drogas para depressão que aumentam o risco de suicídio e homicídio…
Em reportagem recente no jornal britânico Daily Mail sobre drogas antidepressivas, o Dr. Michael Hengartner, da Universidade de Zurique, na Suíça, disse: “Podemos declarar com certeza que essas drogas estão produzindo uma taxa excessiva de suicídios, além da própria depressão.”
Se em vez de receber a visita do anjo e ouvir a voz de Deus, Elias tivesse recebido algumas pílulas contra depressão, ele poderia realmente ter se matado ou ter matado alguém, ainda mais estando numa caverna melancólica!
A caverna só não aumentou a angústia da alma de Elias porque ele já estava recebendo visitações de Deus, com anjos e a voz sobrenatural do alto.
Contudo, tente imaginar a cena se, como querem psicólogas cristãos, Elias tivesse sido internado num hospital psiquiátrico. Bastaria que ele falasse que viu um anjo e ouviu Deus falando e os psiquiatras recomendariam injeções de suas drogas psiquiátricas — sem mencionar uma camisa de força. Um hospital psiquiátrico deixaria Elias doente de corpo e alma. Seria a pior desgraça da vida dele. Internado em tal lugar é que ele pediria para Deus levá-lo logo.
Sou totalmente a favor de psicólogos cristãos que levam a Bíblia para dentro de seus consultórios e usam a psicologia apenas como enfeite da mensagem bíblica essencial. Mas levar a psicologia e seus truques para dentro das igrejas e usar a Bíblia como enfeite da psicologia gera aberrações como transformar a caverna de Elias em hospital psiquiátrico com antidepressivos que, em vez de ajudar, carregam o risco de levar os pacientes a se matar ou a praticar violências, inclusive assassinatos.
Em conclusão, o que todas essas informações bíblicas e científicas nos mostram?
* Elias não vivia numa condição de crises depressivas frequentes, mas sentiu depressão num momento específico de sua vida por causa da ameaça de morte de uma grande autoridade governamental.
* Pílulas contra depressão, que podem causar suicídio, violência e assassinato, não podem ser colocadas no mesmo nível de importância da visitação de anjos e a voz de Deus.
* A caverna inóspita sem luz e água de Elias não era um hospital psiquiátrico para curar pacientes depressivos, que ficariam ainda mais depressivos em tal ambiente melancólico.
Eu realmente duvido que uma palestra de psicologia dentro da igreja usando a Bíblia apenas como enfeite tenha um efeito positivo. Greg Laurie e Jarrid Wilson tratavam, em suas pregações, a depressão como problema médico de saúde mental. Eles sempre recomendaram encaminhar pessoas deprimidas para psicólogos e psiquiatras. E o que foi que aconteceu? Jarrid se matou, abandonando dois filhos pequenos.
Mesmo sendo solteiro, Elias nunca pensou em suicídio. No entanto, se ele tivesse filhos pequenos, ele não só não pensaria em suicídio, mas ele também nunca pediria para ser levado. Ele nunca deixaria seus filhinhos abandonados.
Elias não era diferente de Jarrid, de mim ou de Greg. A Bíblia diz:
“Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio. Orou outra vez, e o céu enviou chuva, e a terra produziu os seus frutos.” (Tiago 5:16-18 NVI)
Se Elias venceu a depressão momentânea buscando a Deus, por que é que os cristãos de hoje precisam de abundante assistência psicológica que não funciona?
Se Elias repeliu pensamentos suicidas, por que pastores não conseguem fazer isso hoje?
Por que um pastor, que abandonou seus dois filhos pequenos, deve ser considerado um homem “positivo, vibrante e sempre servindo e ajudando os outros”? Ao se matar, ele não foi positivo, vibrante e não ajudou seus filhos pequenos.
E ao colocar Jarrid com seu histórico de depressão severa e pensamentos suicidas em sua equipe pastoral para liderar o ministério de jovens adultos, Greg Laurie não ajudou Jarrid e mais ninguém.
Com informações da Rede de Televisão Cristã dos EUA e Comunidade Cristã Harvest.
Leitura recomendada:

15 de setembro de 2019

Suécia se torna “paraíso” islâmico de estupros contra moças e meninas


Suécia se torna “paraíso” islâmico de estupros contra moças e meninas

Julio Severo
De acordo com uma reportagem do jornal sueco Mitt i, uma média de cinco estupros acontece todos os dias em Estocolmo, capital da Suécia. Dos estupros que ocorrem, apenas 5% acabam em condenação criminal do estuprador por um tribunal.
Somente nos primeiros seis meses de 2019, a capital sueca viu um total de 1.060 estupros, marcando um aumento de 20% em relação aos 890 estupros registrados na cidade durante o mesmo período de 2018.
A realidade é que os estupros não param de crescer na Suécia.
Ninguém na Suécia, nem a imprensa nem o povo, ousa identificar os estupradores, que na vasta maioria são muçulmanos do Oriente Médio e Norte da África. O ato de identificá-los é tratado como crime de racismo. Então todos os suecos têm medo de ser classificados como racistas. O medo é tanto que eles não ousam abrir a boca para denunciar o estupro crescente de meninas e moças suecas.
A situação de estupros na Suécia piorou tanto que o hospital de Södersjukhuset, na capital, foi forçado a estabelecer uma ala de emergência especial só para meninas e moças estupradas. Quase 800 vítimas são tratadas lá a cada ano.
“Vejo com muita seriedade todos os estupros. O aumento é alarmante,” disse a política conservadora Irene Svenonius aos jornalistas do Mitti.
“Sabemos que o número de vítimas de estupros é significativamente maior,” acrescentou Svenonius.
Muitos estupros não são registrados pela polícia e ficam impunes. Dados do hospital Södersjukhuset, em Estocolmo, sugerem que apenas 6 em cada 10 vítimas de estupro denunciam a violência sexual às autoridades.
Em alguns casos, especialmente se a mulher conseguir escapar de um estuprador, a violência acaba não sendo classificada como estupro. Em casos como esses, o crime geralmente é classificado como “ameaça ilegal” ou “coerção ilegal,” informou o jornal Dagens Nyheter.
De acordo com a emissora nacional SVT, de cada cem casos de estupros registrados, só cinco resultam em sentença criminal. Tal impunidade é a principal razão para o desânimo das suecas fazer boletim de ocorrência: a vasta maioria dos estupros registrados acabam sem nenhuma condenação criminal.
A condescendência extrema das autoridades esquerdistas suecas para com estupradores muçulmanos e sua dureza extrema para com cidadãos que identificam os estupradores como africanos e árabes estão quase que descriminalizando os estupros contra meninas e moças suecas.
Vale lembrar que durante muitos séculos a sociedade sueca, de vasta maioria protetante, era conhecida como uma sociedade pacífica e ordeira onde estupro era raridade das raridades. A invasão de imigrantes muçulmanos da África e Oriente Médio, com a consequente abundante proteção que eles recebem de autoridades esquerdistas, mudou tudo isso. O estupro é agora uma rotina diária na Suécia.
Com informações da Voz da Europa.
Leitura recomendada sobre a Suécia:

14 de setembro de 2019

Alemães estão se armando contra a crescente ameaça de estupros, roubos e assassinatos


Alemães estão se armando contra a crescente ameaça de estupros, roubos e assassinatos

Julio Severo
Atualmente, cerca de 640,00 cidadãos alemães têm permissão legal para portar uma arma de autodefesa. Em comparação, em 2014 havia apenas 260.000 alemães armados.
Isso representa um aumento de quase 250% em apenas cinco anos, apesar de que as leis alemãs são restritivas para a obtenção do porte de arma.
O Sindicato da Polícia (GdP) acredita que o principal motivo que está impulsionando a tendência é um “sentimento latente de insegurança” na população.
“Desde os eventos na catedral de Colônia na véspera de Ano Novo de 2015, mais e mais pessoas parecem se sentir inseguras,” disse o presidente do GdP, Oliver Malchow.
Como muitos já sabem, nas celebrações da véspera de Ano Novo em Colônia moças alemãs sofreram violência sexual em massa de homens muçulmanos do norte da África e do Oriente Médio. No total, houve pelo menos 24 estupros e numerosos roubos que ocorreram, principalmente no centro da cidade de Colônia.
A polícia alemã não está conseguindo dar conta dos numerosos casos de estupros, roubos e assassinatos cometidos por imigrantes muçulmanos. Em resposta, a população alemã busca se armar de alguma forma para poder se defender.
Embora o governo alemão não goste de ver mais cidadãos buscando porte legal de armas, a realidade é que os cidadãos alemães não têm escolha contra imigrantes muçulmanos que não hesitam em violar os direitos de seus anfitriões alemães.
Com informações da Voz da Europa.
Leitura recomendada: