18 de novembro de 2019

Billy Graham e o fator esquecido na derrubada do comunismo soviético


Billy Graham e o fator esquecido na derrubada do comunismo soviético

Julio Severo
Como turista americano na antiga União Soviética, Billy Graham orou em um estádio vazio de Moscou em 1959. Ele orou para que Deus abrisse as portas para que o Evangelho fosse pregado naquela nação.
Billy Graham pregando em Moscou em 1992
A resposta veio décadas mais tarde. Antes e depois da queda do império soviético, Billy Graham teve a oportunidade única de pregar o Evangelho ao povo e aos líderes soviéticos. Antes da queda da União Soviética, os críticos interpretavam suas viagens evangelísticas a Moscou como um americano sendo um peão ingênuo nas mãos de comunistas soviéticos. O que os críticos não sabiam era que, antes das viagens, Graham se aconselhava com seus amigos conservadores republicanos, inclusive Ronald Reagan.
Billy Graham num estádio de Moscou em 1959
Um presidente conservador republicano disse a ele: “A mensagem que você tem é mais importante do que as críticas que você receberá.” Sendo criticado, Graham pregou o Evangelho em Moscou. Ele disse que sabia que eles o usariam, mas que também era uma oportunidade para ele usá-los para compartilhar o Evangelho com eles, inclusive líderes políticos e militares soviéticos.
Depois da queda do império soviético, Graham pregou em um estádio de Moscou para 50.000 russos em 1992 e a ação de Deus foi tão fantástica que o coral cantando “O Hino de Batalha da República” (Glória, Glória, Aleluia! Sua verdade está marchando) era o próprio Exército Vermelho. Vários soldados vermelhos do coral foram para a frente para receber Cristo depois que Graham fez o convite.
Soldados do Exército Vermelho cantando Glória, Glória, Aleluia numa Cruzada de Billy Graham em Moscou em 1992
Historiadores esquerdistas descartam o Evangelho como um fator na derrubada da União Soviética. No entanto, historiadores conservadores não são imunes a deturpações.
Tenho todos os livros anticomunistas de Paul Kengor, um escritor católico que escreve extensivamente sobre o comunismo soviético do ponto de vista católico.
Embora Billy Graham tenha visitado a Rússia várias vezes antes e depois da União Soviética, e o Papa João Paulo II nunca visitou a Rússia, Kengor exaltou o papa como o cristão mais proeminente a derrotar o comunismo soviético.
Essa representação vai contra o que Kengor disse em seu livro “Um Papa e um Presidente,” onde ele citou o Presidente Ronald Reagan como tendo dito na convenção dos Donos de Televisão e Rádio Evangélicos no início da década de 1980: “A máquina militar mais impressionante da história [URSS]… não é párea para aquele único homem, herói, forte e terno, o Príncipe da Paz.”
Billy Graham pregando para 50.000 pessoas em Moscou em 1992
A proclamação do Evangelho foi um fator tão poderoso para derrotar o comunismo que, como Kengor reconheceu em seu livro, “Reagan usou o VOA literalmente para espalhar a Palavra de Deus.” VOA é a Voz da América, a rádio oficial do governo dos EUA. A VOA foi usada por Reagan não para espalhar o catolicismo, mas a Palavra de Deus.
Não existe maior força contra o comunismo do que o Evangelho. E ninguém no Ocidente pregou mais o Evangelho na União Soviética do que Billy Graham.
Entretanto, o Evangelho não é mencionado nenhuma vez no livro de Kengor “The Crusader,” onde ele narra a batalha de Reagan contra o comunismo soviético. Billy Graham, a quem Kengor reconhece como um amigo íntimo de Reagan, é mencionado de maneira periférica nos livros de Kengor. Por outro lado, o papa João Paulo II é amplamente mencionado.
O único antídoto contra o comunismo e o socialismo não é a direita. Existem grupos direitistas, como os moonies, que seguem o falso messias Rev. Moon, que fazem lavagem cerebral em seus seguidores.
O único antídoto contra o comunismo e o socialismo não é o catolicismo. A América Latina católica está cheia de socialismo e comunismo, graças à Teologia da Libertação pregada por líderes católicos. É por isso que quanto mais católica é uma nação latino-americana, mais propensa ao socialismo é. A Venezuela é massivamente católica — 97% de sua população. Cuba também é massivamente católica.
O único antídoto contra o comunismo e o socialismo é o Evangelho. Essa é a razão pela qual quanto mais evangélica é uma nação, mais propensa é opor-se ao socialismo. A Guatemala, que agora se tornou 50% evangélica, não é tão propensa ao socialismo quanto a Venezuela católica. Essa é a razão pela qual a principal base política de Bolsonaro no Brasil contra o socialismo foram os evangélicos, ainda que ele venha empoderando grupos direitistas que fazem lavagem cerebral nas pessoas. O Brasil, que algumas décadas atrás era tão massivamente católico quanto a Venezuela e Cuba, agora se tornou cerca de 30% evangélico.
Não é coincidência também que o presidente mais anticomunista da história dos EUA — Ronald Reagan — tenha sido apoiado por evangélicos e ele próprio era evangélico. Aliás, Reagan proclamou 1983 como o Ano da Bíblia nos Estados Unidos.
A diferença básica é que nas igrejas católicas o Evangelho não é tão proeminentemente pregado quanto nas igrejas evangélicas. Esse é o segredo contra o comunismo: a proclamação do Evangelho.
Quando o Evangelho começar a ser efetivamente proclamado nas igrejas católicas da Venezuela, a Teologia da Libertação desaparecerá e o socialismo sumirá.
Contudo, se a Igreja Católica na Venezuela e outras nações latino-americanas não começarem a pregar o Evangelho, as igrejas evangélicas aumentarão e emergirão como a principal força contra o comunismo, apenas pregando o Evangelho.
Não existe maior força conservadora e anticomunista no universo do que o Evangelho de Jesus Cristo. Todos os outros “antídotos” fracassam e fazem lavagem cerebral nas pessoas, mas apenas o Evangelho transforma, libera, cura e salva as pessoas.
Informações e fotos sobre a Cruzada Billy Graham em Moscou foram tiradas do filme “Billy Graham: Embaixador de Deus.”
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16 de novembro de 2019

Papa compara políticos opostos a gays e judeus a Hitler


Papa compara políticos opostos a gays e judeus a Hitler

Julio Severo
O papa Francisco denunciou a perseguição de homossexuais em 15 de novembro de 2019 e comparou políticos que “alimentam o ódio e o sentimento anti-gay” a Hitler.
Francisco fez suas declarações em uma conferência internacional sobre direito penal na Cidade do Vaticano.
“Não é coincidência que, às vezes, haja um ressurgimento de símbolos típicos do nazismo,” disse ele. “E devo confessar a vocês que, quando ouço um discurso de alguém responsável pela ordem ou pelo governo, penso nos discursos de Hitler em 1934, 1936.”
Ele disse que a perseguição contra judeus e “pessoas com tendências homossexuais” representa uma “cultura que rejeita pessoas.”
“São ações típicas do nazismo que, com sua perseguição a judeus, ciganos, pessoas com orientação homossexual, representam um excelente modelo da cultura do ódio que rejeita pessoas. Foi o que foi feito naqueles dias e hoje está acontecendo novamente,” disse Francisco.
Ele não destacou nenhum político ou governo em particular.
Existem duas categorias de governos e sociedades no que diz respeito à homossexualidade. Existem governos e sociedades que torturam e matam homossexuais. Embora nações islâmicas como Arábia Saudita e Irã sejam exemplos proeminentes, a realidade é que, em menor ou maior grau, todas as sociedades islâmicas tendem a perseguir e matar homossexuais.
E há governos e sociedades que não torturam e matam homossexuais.
No entanto, Francisco não se dirigiu às nações islâmicas que matam homossexuais. Ele parece sugerir que políticos, provavelmente políticos cristãos nos Estados Unidos, que lutam contra a agenda gay estão imitando o nazismo.
Sua implicação não tem nada a ver com o presidente dos EUA, Donald Trump, cujo governo não tem feito praticamente nenhum esforço para se opor ao “casamento” gay e outros itens importantes da agenda homossexual. Geralmente, o governo Trump é passivo em relação aos avanços homossexuais na sociedade americana.
A acusação do papa parece ter mirado políticos evangélicos. Mas seu esforço de tornar a oposição à homossexualidade igual à oposição aos judeus é inútil no contexto americano, porque os evangélicos dos EUA são exemplos brilhantes de defesa da família contra a agenda homossexual e defesa de Israel e dos judeus contra a perseguição esquerdista e islâmica. Ninguém no mundo inteiro defende mais Israel e os judeus do que os evangélicos americanos.
Entretanto, existe um grupo enorme que se encaixa perfeitamente na descrição do papa: muçulmanos. Geralmente, as culturas muçulmanas se opõem a homossexuais e judeus, e não raramente matam homossexuais e judeus — sem mencionar os cristãos.
Pelo fato de que o papa Francisco não especificou sua acusação ao nomear os muçulmanos como imitadores do nazismo — e, a propósito, a autobiografia de Hitler é um best-seller em nações islâmicas —, o público pode se sentir no escuro sobre seu verdadeiro alvo.
O nazismo perseguiu totalmente os judeus, mas não perseguiu totalmente os homossexuais. De acordo com o Dr. Lothar Machtan em seu livro “O Segredo de Hitler Oculto,” Hitler era homossexual. E de acordo com Scott Lively em seu livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), a elite nazista era homossexual. Pelo fato de que a homossexualidade nazista predominante era “machona,” eles odiavam e perseguiam homossexuais efeminados.
Até hoje, há hostilidade entre grupos homossexuais.
Que Hitler era homossexual não era um segredo total. Os judeus de esquerda na Alemanha tentaram expor a homossexualidade de Hitler na década de 1930, mas a sociedade alemã não lhes deu atenção porque eles eram judeus e esquerdistas — duas categorias odiadas pelos nazistas.
Se Francisco é realmente um católico esquerdista que gosta dos judeus, ele não poderia dar alguma atenção a esses judeus de esquerda?
Se um grupo mata homossexuais efeminados, é semelhante aos nazistas. Esse não é o caso dos políticos evangélicos, mas é o caso dos muçulmanos.
Se um grupo de homossexuais impõe uma ideologia fascista na sociedade, é semelhante aos nazistas.
O regime nazista de Hitler na Alemanha perseguiu e matou milhões de judeus, de 1933 a 1945, e teve uma elaborada variedade de campos de extermínio, os quais foram copiados do que a Espanha católica, campeã da Inquisição, fez à Cuba católica no final do século XIX.
Quem admira Hitler pelo que ele fez aos judeus? Muçulmanos, não evangélicos americanos.
Por que Francisco não mirou muçulmanos? Ele tem medo deles?
Em sua reportagem sobre Francisco, a FoxNews, considerada a maior TV conservadora dos EUA, também não mencionou muçulmanos. Apenas disse: “líderes como o presidente Jair Bolsonaro do Brasil têm um histórico de fazer comentários homofóbicos e racistas.” A FoxNews é tão “conservadora” que Bolsonaro a escolheu exclusivamente para entrevista em sua viagem aos EUA em março de 2019.
O jornal britânico DailyMail também mencionou Bolsonaro apenas como um exemplo do que Francisco disse, e não teve coragem de mencionar a Arábia Saudita e outras nações muçulmanas que matam homossexuais.
Embora Bolsonaro tenha dito no passado que a homossexualidade em um filho pode ser “curada” através de palmadas, como presidente ele não tem mais expressado essas idéias. Pelo contrário, na CPAC no Brasil de 2019, seu filho Eduardo Bolsonaro orgulhosamente posou com a bandeira gay, e seu pai nunca o criticou por isso.
Insinuar que os evangélicos dos EUA estão “alimentando o ódio e o sentimento anti-gay” com suas campanhas necessárias contra a doutrinação homossexual nas escolas e na TV, enquanto o papa poupa totalmente os muçulmanos que matam homossexuais, é insano.
Insinuar que os evangélicos dos EUA estão “alimentando o ódio e o sentimento anti-gay” com suas campanhas necessárias contra a ideologia homossexual fascista, enquanto o papa poupa totalmente os muçulmanos que matam homossexuais, é insano.
Comparar evangélicos pró-Israel e pró-família nos EUA com Hitler é igualmente insano.
Francisco deve um pedido público de desculpas aos evangélicos dos EUA.
Se Francisco não quer criticar os muçulmanos por matar judeus e homossexuais, ele deveria pelo menos condenar problemas dentro da Igreja Católica. Ele deveria condenar o ressurgimento de sentimentos pró-Inquisição entre católicos direitistas no Brasil. O revisionismo da Inquisição é semelhante ao revisionismo do aborto, e esse é um problema católico que deve ser tratado pelo papa. Mais cedo ou mais tarde, os católicos pró-Inquisição vão querer matar homossexuais.
O sentimento pró-Inquisição é semelhante ao sentimento pró-nazismo. Francisco deveria se concentrar nesse problema, porque católicos sincréticos direitistas pró-Inquisição no Brasil estão conectados com Steve Bannon para derrubar seu papado. Eles querem um papa pró-Inquisição.
Olavo de Carvalho, um católico sincrético que é o revisionista brasileiro mais proeminente da Inquisição, está ligado a Bannon contra Francisco. Carvalho não aceita o ensino cristão de que o comportamento homossexual é pecado. Então, por que Francisco tem como alvo evangélicos dos EUA, mas ele não tem como alvo católicos sincréticos direitistas pró-Inquisição?
O papa precisa de melhores conselheiros para entender a homossexualidade no nazismo e Hitler, e entender que os políticos evangélicos nos Estados Unidos defendem Israel e os judeus e a família contra as ameaças homossexuais sem matar homossexuais.
Com informações da FoxNews e DailyMail.
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15 de novembro de 2019

Trump diz que é um grande fã do presidente Erdogan enquanto a Turquia persegue cristãos


Trump diz que é um grande fã do presidente Erdogan enquanto a Turquia persegue cristãos

Julio Severo
O encontro de 13 de novembro de 2019 entre o presidente turco Recep Tayyip Erdogan e o presidente dos EUA Donald Trump na Casa Branca provocou preocupação com a passividade do governo dos EUA em relação à Turquia perseguindo cristãos.
Enquanto alguns esperavam que Trump dissesse verdades duras a Erdogan, em vez disso ele elogiou muito o homem forte turco.
“Sou um grande fã do presidente; tenho que lhe dizer isso,” disse Trump sobre Erdogan enquanto falava em uma entrevista coletiva na Casa Branca.
Durante a coletiva de imprensa, um repórter perguntou a Erdogan sobre a situação dos cristãos que estão sofrendo durante a invasão turca na Síria.
“Os que permanecerem no lado sírio do território verão suas práticas de culto restauradas e revividas de uma maneira especial, recebendo assistência médica; eles estão recebendo ajuda humanitária em todos os aspectos possíveis,” respondeu Erdogan.
No entanto, um pastor cristão na cidade síria de Kobane contou uma história diferente.
“Sob o pretexto de lutar contra os curdos, muitas igrejas foram alvo e destruídas, e muitos cristãos foram deslocados à força de suas cidades,” disse o pastor Omar Firaz ao noticiário da Rede de Televisão Cristã dos EUA.
“Temos tido um relacionamento econômico, um relacionamento militar, uma amizade genuína com a Turquia. mas não sabemos mais quem é a Turquia,” disse o senador James Lankford (R-OK).
Talvez Lankford não saiba, mas os cristãos, especialmente os cristãos armênios, sabem muito bem quem é a Turquia.
Um dos maiores genocídios modernos de cristãos foi cometido pela Turquia. Cerca de 100 anos atrás na Turquia, um número estimado de 1,5 milhão de cristãos armênios em 66 cidades e 2.500 vilas foram massacrados; 2.350 igrejas e monastérios foram saqueados e 1.500 escolas e colégios foram destruídos. Apesar disso, para aplacar a ira da Turquia, Trump tem evitado dizer que o Genocídio Armênio foi genocídio. Os EUA não reconhecem o Genocídio Armênio porque os muçulmanos turcos odeiam ouvir sobre seus crimes contra os cristãos.
Se o presidente russo Vladimir Putin dissesse “Sou um grande fã do presidente Erdogan,” os professores de Bíblia nos EUA proferiam imediatamente sermões apocalípticos sobre a Rússia e a Turquia em uma aliança Gogue e Magogue contra Israel.
Os EUA têm todos os motivos e poderes para condenar a Turquia por séculos de perseguição contra os cristãos e nenhum motivo para se preocupar: a Turquia não tem armas nucleares contra os EUA. Mas a Turquia tem 50 armas nucleares americanas contra a Rússia.
Na Guerra Fria, os EUA instalaram 50 bombas nucleares na Turquia para combater a União Soviética, tornando os dois países seqüestrados por interesses estranhos. Por causa desse seqüestro, os EUA passaram os últimos 70 anos “impedidos” de condenar a Turquia por seu genocídio contra os cristãos armênios.
A União Soviética não existe mais, mas bombas nucleares americanas continuam na Turquia, ameaçando a Rússia.
Quando a Rússia tenta melhores relações com a Turquia, seu objetivo é neutralizar a ameaça nuclear.
Portanto, a Turquia, que historicamente é uma ameaça genocida para os cristãos, não é ameaçada pelos EUA e seu enorme poderio nuclear. Pelo contrário, os EUA usam a Turquia para ameaçar a Rússia.
Os professores de Bíblia deveriam ter algumas mensagens apocalípticas sobre os EUA empoderarem nuclearmente a Turquia islâmica contra os cristãos, e a Rússia é hoje a maior nação cristã ortodoxa do mundo. Os cristãos armênios que sofreram genocídio por parte da Turquia também eram cristãos ortodoxos.
Não faz sentido os EUA, a maior nação evangélica do mundo, usarem uma nação islâmica com um histórico de genocídio cristão para ameaçar uma nação cristã ortodoxa.
Por que os EUA não ameaçam nuclearmente a Turquia islâmica e a Arábia Saudita islâmica, que são ameaças aos cristãos?
Com informações da Rede de Televisão Cristã dos EUA e Slate.
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13 de novembro de 2019

Kellogg fez parceria com grupo homossexualista para lançar cereal All Together (Tudo Junto), mas os consumidores não ficaram felizes


Kellogg fez parceria com grupo homossexualista para lançar cereal All Together (Tudo Junto), mas os consumidores não ficaram felizes

Julio Severo
A Kellogg fez uma parceria com a Aliança Gay e Lésbica Contra a Difamação (cuja sigla em inglês é GLAAD) para reunir todos os seus cereais icônicos em uma mesma caixa pela primeira vez e se posicionar contra o “bullying” — uma frase publicitária para avançar a ideologia gay.
A Kellogg lançou em outubro de 2019 um pacote variado de edição limitada que inclui Corn Flakes, Froot Loops, Frosted Flakes, Frosted Mini-Wheats, Raisin Bran e Rice Krispies na mesma caixa para comemorar o Spirit Day, uma campanha anti-“bullying” para promover a ideologia LGBT entre os jovens.
O pacote apresentava todas as mascotes de cereais, desde Tony, o Tigre, ao Tucano Sam, e do lucro Kellogg fez uma grande contribuição para GLAAD.
“Todos nós pertencemos um ao outro. Então, pela primeira vez na história, nossos famosos mascotes e cereais são oferecidos exclusivamente juntos na mesma caixa do All Together Cereal,” disse Kellogg em comunicado. “É um símbolo de aceitação, independentemente de sua aparência, de onde você é ou de quem você ama. Acreditamos que todas as pessoas merecem um ambiente em que possam ser seus melhores.”
Enquanto a grande mídia esquerdista aplaudiu a empresa por sua postura homossexualista, os consumidores rapidamente usaram o Twitter para expressar seu descontentamento em relação às mascotes de cereal em quadrinhos usadas para promover a agenda homossexual.
Estou decepcionada com a nossa marca favorita de cereais. Nós estaremos escolhendo uma nova marca. O cereal do meu filho do ensino fundamental não deve ser um ponto de partida para envolvimento LGBT. Feito.
— Amy Hood (@AmyHood8611) 18 de outubro de 2019
Os sodomitas certamente estarão TODOS JUNTOS na vida após a morte…
— StCasimir (@StCasimir1) 17 de outubro de 2019
Então, @KelloggsUS está se posicionando contra o bullying, promovendo um grupo que comete bullying tanto ou mais do que ninguém? Burrice!! Nenhum grupo força mais seu estilo de vida em nossa cara e, se você questionar isso, aí você é acusado de ser mais fanático do que a turma LBGTQ!
— PROUD AMERICAN (@USA50Stars) 18 de outubro de 2019
No entanto, mostrando que eles não se importam com seus próprios consumidores, Kellogg disse em comunicado:
“Na Kellogg, estamos firmemente comprometidos com a equidade e a inclusão… Somos aliados e apoiadores da [causa] LGBTQ há muito tempo.”
Na mesma declaração, GLAAD disse:
“Estamos orgulhosos de fazer parceria com a Kellogg’s novamente este ano.”
Muitos consumidores não ficaram felizes em financiar um grupo homossexualista comprando cereais para seus filhos. Obviamente, eles não podem forçar a Kellogg a abandonar seu engajamento homossexualista, mas a Kellog também não pode forçar os consumidores a comprar seus cereais para financiá-lo.
Com informações do Yahoo.
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12 de novembro de 2019

Conselho Tutelar no governo Bolsonaro: O que muda e o que não muda


Conselho Tutelar no governo Bolsonaro: O que muda e o que não muda

Julio Severo
O tema do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Conselho Tutelar tem importância significativa para conservadores, não só por seu histórico esquerdista de facilitar crimes e impunidade para estupradores e assassinos abaixo de 18 anos, mas também de perseguição a conservadores.
O missionário evangélico Mauricio Cunha, que é o novo Secretário Nacional da Criança e do Adolescente, que pertence ao Ministério de Direitos Humanos da Ministra Damares Alves, será o responsável pela implementação do ECA e funcionamento dos Conselhos Tutelares.
O que muda, no governo Bolsonaro, no ECA e nos conselhos tutelares? Uma luz vem da entrevista que Maurício deu ao portal Pleno News em 11 de novembro de 2019.
A notícia excelente é que Maurício foi muitíssimo claro sobre ideologia de gênero. Pleno News perguntou ao secretário:
“Em sua opinião, como a ideologia de gênero tem afetado a formação de crianças e adolescentes e como lidar com esta nova visão de configuração sexual?”
Maurício Cunha respondeu:
“A ideologia de gênero, na verdade, é uma visão que está no campo das ideias, por isso é ideologia. Não há nenhum regime político que a sustente e também não há uma fundamentação científica. Nós somos contra essa ideologia porque ela afeta a formação de crianças e de adolescentes que dependem dos referenciais masculino e feminino e também têm direito a uma identidade biológica. É uma identidade sexual vinculada ao sexo biológico e ao fortalecimento dessa identidade. Diante de evidências científicas acerca das inconsistências da ideia de identidade de gênero e orientação sexual como algo meramente construído socialmente, nós entendemos que não deve haver qualquer iniciativa de disseminar essas ideias nos campos das políticas públicas.”
Nesse aspecto, Maurício deixou claro que a defesa da criança e sua verdadeira e única identidade sexual biológica estará acima da defesa de ideologias que se aventuram na distorção da realidade biológica. Não há dúvida de que se o PT ainda estivesse no governo, a distorção imperaria, para o prejuízo da identidade natural de milhões de crianças inocentes.
O governo Bolsonaro e especialmente sua ministra Damares estão de parabéns por escolher um homem que tem postura clara e incisiva contra a fantasiosa ideologia de gênero.
Contudo, outras respostas de Maurício no Pleno News não foram tão claras.
Por exemplo, Maurício disse: “capacitar os conselheiros tutelares e trabalhar a prevenção da gravidez precoce diminui a vulnerabilidade da infância.”
Geralmente, “prevenção da gravidez precoce” é uma linguagem comum entre ideólogos da educação sexual imoral e controle populacional. Esses ideólogos sempre incluem nessa linguagem “direitos sexuais e reprodutivos, uso de métodos contraceptivos, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.”
E não é que Maurício fez a mesma coisa? Na entrevista ao Pleno News, ele disse:
“Nossa ideia é trazer uma conscientização sobre direitos sexuais e reprodutivos, uso de métodos contraceptivos, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, como já vem sendo feito, mas ampliar os direitos trazendo também a prevenção primária, a adoção de modelo de prevenção primária que possibilite crianças e adolescentes à tomada de decisões saudáveis, de modo a evitar os riscos da atividade sexual precoce.”
Ele acertou sobre educar crianças e adolescentes sobre “os riscos da atividade sexual precoce.” Aliás, o foco deve ser na verdade prevenção da atividade sexual precoce, não a gravidez precoce. Mas a ideia dele de trazer para crianças e adolescentes uma “conscientização sobre direitos sexuais e reprodutivos, uso de métodos contraceptivos, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis” é preocupante, pois direitos sexuais e reprodutivos são o jargão da ONU e das entidades de controle populacional para doutrinar crianças e adolescentes na fantasiosa ideologia de gênero.
“Direitos sexuais” é a ideia de que crianças e adolescentes têm direito ao prazer sexual, independente do que os pais lhes ensinem. A verdade é que, nessa ideologia, se os pais se opõem à entrada de um filho menor na atividade sexual, o Estado por intervir contra os pais. Nesse sentido, os pais não passam de meras babás cuidando das crianças para o Estado.
“Direitos reprodutivos” sempre inclui aborto, ainda que o novo secretário não entenda esse termo.
Maurício confessou que a doutrinação em “direitos sexuais” e “direitos reprodutivos” “já vem sendo feita” — evidentemente, essa doutrinação foi um foco abundantemente implementando pelo governo do PT. Por que então dar continuidade?
Sobre abstinência sexual, ele disse:
“Não é pregar a abstinência sexual com viés moralista ou religioso, mas dar a ele a opção de escolher, além dos métodos que ele já tem. Muitas dessas crianças ou adolescentes acabam não usando os métodos, mesmo quando eles têm ciência da existência deles. Entendemos que os pais e a comunidade devem estar envolvidos, capacitados e promover a conscientização dessas crianças e adolescentes, sobretudo, sobre os impactos das decisões de iniciação sexual precoce nas suas vidas e o quanto isso vai afetá-los. Queremos transformar isso em uma política pública porque tem sido um campo negligenciado até então.”
Se Maurício pretende colocar a abstinência sexual como apenas uma opção entre métodos contraceptivos, por que pelo menos ele não explica que a maioria desses métodos produz micro-abortos e uma infinidades de consequências físicas? Os métodos contraceptivos, especialmente os métodos hormonais, não são inofensivos.
Jair Bolsonaro provavelmente não se oporia a tal educação sexual centrada no controle da natalidade, pois ele tem um histórico político de apoiar a contracepção e o controle populacional.
Em outras questões, Maurício foi vago. Ele não tocou no assunto da Lei da Palmada, que foi aprovada por socialistas e hoje é implementada pelos conselhos tutelares. Só posso inferir que o termo “violência,” que ele usou 5 vezes na entrevista, também se refere à disciplina física de filhos, pois os socialistas, ao aprovarem a Lei da Palmada, deixaram claro que toda palmada, chinelada ou varada de disciplina é violência.
Para lidar com a “violência,” Maurício disse ao Pleno News que pretende aprimorar o Disque 100, para que pessoas possam anonimamente denunciar tal “violência.” Ele não deu criterio algum sobre o que é ou o que não é violência. Isso significa que se um pai ou mãe disciplinar os filhos, o Disque 100 vai poder receber denúncias de vizinhos maldosos?
Isso me faz lembrar o clima social de denúncia na União Soviética. Todos os cidadãos eram encorajados a denunciar seus vizinhos.
Como cristão conservador, acredito que devemos obedecer a todas as leis humanas que não violem as leis de Deus. A Lei da Palmada, que trata palmada como violência, viola o direito que Deus dá as famílias de disciplinar os filhos. Há muitos versículos da Bíblia que instruem sobre o uso da varinha de castigo. (Confira os versículos clicando aqui.) Criminalizar isso é colocar a lei do homem contra a Lei de Deus.
A entrevista de Maurício também não lida com estupradores e assassinos menores de idade. A impunidade para tais criminosos perigosos é uma das maiores tragédias do Brasil. Socialistas não entendem nem aceitam que tais criminosos merecem castigo proporcional a seus crimes. Mas verdadeiros conservadores têm tal compreensão.
 Aliás, a entrevista de Maurício não traz uma única vez termos como “obrigações” ou “deveres” de crianças e adolescentes, mas destaca “direitos” 15 vezes. Ele menciona “família” 3 vezes, geralmente como mera apoiadora de campanhas estatais, mas menciona Conselho Tutelar 5 vezes. Em resumo, o Conselho Tutelar está acima da família. É, nesse aspecto, um enfoque de agigantamento do Estado e apequenamento da família ao sabor socialista.
A função do governo, conforme Deus deu, é castigar os culpados de crimes, e isso inclue desde pais violentos até menores de 18 anos violentos. Um pai estuprou a filha ou matou o filho de pancadas? É obrigação do Estado dar castigo pesado, não impunidade. Uma mulher assassinou um bebê por meio do aborto? É obrigação do Estado dar castigo pesado, não impunidade. Um criminoso de 12 ou 13 anos estuprou e matou violentamente? É obrigação do Estado dar castigo pesado, não impunidade.
Deus não deu ao Estado o direito de se glorificar acima da família ou de se glorificar no mesmo nível divino, posando de “salvador” de crianças e adolescentes. Quando o Estado tenta esse papel invasivo, o que ele consegue é salvar menores de 18 de castigos proporcionais a seus crimes. Tal impunidade, que já era garantida durante todo o governo do PT, vai continuar no governo Bolsonaro?
Em determinado ponto da entrevista, Maurício disse: “A constituição e o ECA já trouxeram avanços inestimáveis na promoção e defesa da criança e do adolescente.” Todo socialista tem essa mesma visão. Aliás, Maurício tem um histórico ligado à Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
A presença de Maurício no Ministério de Direitos Humanos tem sido usada por inimigos da Ministra Damares Alves para fortalecer a oposição a ela.
A visão esquerdista de Maurício está em conflito óbvio com a visão de Bolsonaro, que em 2018 declarou:
“O ECA tem que ser rasgado e jogado na latrina. É um estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil.”
Antes da eleição, Bolsonaro era conhecido como inimigo da Lei da Palmada e sua maior promotora: a petista Maria do Rosário.
Não há a menor dúvida de que o ECA é um estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil.
Não há a menor dúvida também de que a Lei da Palmada é outro estímulo à vagabundagem e à malandragem infantil.
Em 2018, Bolsonaro também disse:
“Meus filhos todos atiraram desde os cinco anos. Real, não é ficção Defendo que um pai ensine o que é uma arma de fogo para seu filho, para que serve. Nas comunidades, tem moleque usando fuzil maior do que ele. Não podemos gerar uma geração de covardes, de submissos, partir para esse tipo de política de se entregar, de não reagir.”
Fortalecer os conselhos tutelares no ECA e na Lei da Palmada é estimular a vagabundagem e a malandragem infantil. Mas corrigir fisicamente crianças quando necessário ou ensiná-las a usar um revólver não é abuso nem violência. É fortalecer a formação de seu caratér e cidadania.
Num país campeão de violência como o Brasil não ensinar uma criança a se defender é verdadeiro abuso infantil. Os pais precisam dar o exemplo de enfrentamento à violência ensinando seus filhos a usar armas desde cedo. E os pais precisam dar o exemplo de enfrentamento à impunidade sempre punindo seus filhos com a vara de disciplina quando necessário.
Espero que Bolsonaro apoie Maurício Cunha na sua postura de proteger crianças contra a ideologia de gênero. Mas espero também que ele desfaça a visão errada de que os conselhos tutelares estão acima da família ou que a família é mero apêndice do Estado.
Espero também que Bolsonaro elimine o espírito de TMI que acha que não existe assassino e estuprador menor de idade.
Focar em direitos sem igual enfoque em deveres, obrigações e castigos é criar uma geração de criminosos, e isso o ECA já faz de sobra. É hora de colocar em prática o que Bolsonaro disse:
“O ECA tem que ser rasgado e jogado na latrina.”
Com informações de Pleno News e O Globo.
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