27 de janeiro de 2021

Reeleição de Trump: As profecias evangélicas falharam

 

Reeleição de Trump: As profecias evangélicas falharam

Julio Severo

Campanhas políticas podem levar as pessoas, até mesmo os cristãos, a um nível de paixão e ativismo paralelo apenas ao evangelismo, que deve ser apaixonado por causa de sua importante missão de levar as pessoas a Jesus e à Sua salvação.



Os cristãos podem ser carregados por tais campanhas da esquerda ou da direita.

Embora seja um horror um cristão abraçar qualquer tipo de socialismo, foi horrível ver profetas em 2020 profetizando algo que Deus nunca disse a eles e nunca os enviou para contar. Eles foram carregados por delírios políticos e, previsivelmente, suas profecias nunca se cumpriram.

Carregados por uma ilusão política de rebanho, os principais profetas disseram que Donald Trump seria reeleito. Não há problema para Deus cumprir o que Ele promete.

O problema é: embora em Sua misericórdia Deus tenha permitido que Trump tivesse um primeiro mandato, em Sua soberania Ele não permitiu que ele tivesse um segundo mandato. E as razões não são obscuras.

Trump e seu governo estavam defendendo a mesma agenda homossexual que sempre foi condenada por líderes evangélicos quando era promovida por governos esquerdistas, inclusive Barrack Hussein Obama.

No entanto, esses líderes permaneceram em silêncio sobre as posturas pró-sodomia de Trump. Eles tiveram voz para profetizar o que Deus não disse (a reeleição de Trump) e não tiveram voz para dizer o que Deus disse:

“Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)

Eles deveriam expressar sua postura cristã de que o governo Trump estava promovendo e excusando uma abominação em todo o mundo. Mas eles permaneceram em silêncio sobre o que a Palavra de Deus diz e abriram a boca para dizer que Deus havia dado a Trump uma reeleição vitoriosa.

Deus permaneceu, como sempre, fiel à Sua Palavra, não às palavras “proféticas” dos profetas carregados por apaixonadas campanhas políticas.

Agora, muitos desses profetas estão apresentando suas desculpas públicas por suas profecias fracassadas, deixando muitos cristãos confusos sobre os profetas e suas profecias.

Talvez a lição mais importante a ser aprendida com essa falha “profética” seja que, independentemente de quem esteja na Casa Branca, os líderes cristãos têm a responsabilidade bíblica de falar ao presidente o que Deus diz em Sua Palavra. Todos eles deveriam dizer claramente a Trump que ele estava promovendo uma abominação.

Seu silêncio sobre a Palavra de Deus e boca aberta para expressar suas apaixonadas profecias políticas contaminaram seus ministérios e mostraram que Deus não está sujeito aos caprichos de Seus profetas carregados por paixões políticas.

Essa não é a primeira vez que os profetas são enganados pelo engano de seus corações. A Palavra de Deus diz:

“Então o Senhor me disse: ‘É mentira o que os profetas estão profetizando em meu nome. Eu não os enviei nem lhes dei ordem nenhuma, nem falei com eles. Eles estão profetizando para vocês falsas visões, adivinhações inúteis e ilusões de suas próprias mentes.’” (Jeremias 14:14 NVI)

“Filho do homem, profetize contra os profetas de Israel que estão profetizando agora. Diga àqueles que estão profetizando pela sua própria imaginação: ‘Ouçam a palavra do Senhor!” (Ezequiel 13:2 Nova Versão Internacional)

“Até quando os profetas continuarão a profetizar mentiras e as ilusões de suas próprias mentes?” (Jeremias 23:26 King James Atualizada)

Eles profetizaram visões mentirosas, adivinhação inútil e o engano de seus próprios corações — porque suas mentes estavam muito mais ocupadas com um candidato político do que com Deus, que governa o destino do mundo.

Eles se comportaram em desespero político pensando que Deus tinha a obrigação de ter o mesmo desespero político. Para eles, Deus tinha a obrigação de intervir para impedir Joe Biden, o Partido Democrata e seu socialismo asqueroso.

No entanto, Deus não tem a obrigação de tolerar um candidato “conservador” pró-sodomia para derrotar um candidato socialista pró-sodomia. Pura ilusão!

E Ele não gosta quando o ministério profético é manipulado por políticos.

Deus sempre cumpre o que Ele promete. Ele destruiu Sodoma por causa da sodomia (homossexualidade). Mas Ele não tem nenhuma obrigação de cumprir os caprichos políticos de Seus profetas, especialmente quando eles se recusam a condenar a abominação apoiada pelo candidato político que eles escolheram.

Deus pode dar a Trump uma segunda chance? Sim, mas em primeiro lugar os líderes cristãos devem fechar a boca sobre suas profecias com visões mentirosas, adivinhação inútil e o engano de seus próprios corações e abrir a boca para falar o que Deus diz em Sua Palavra.

Trump e os Estados Unidos precisam ouvir em alto e bom som: a homossexualidade é uma abominação aos olhos de Deus. Eles precisam ouvir e se arrepender.

Versão em inglês deste artigo: Trump’s Reelection: Evangelical Prophecies Failed

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

O aparelhamento direitista da homossexualidade, um desafio para os cristãos

Steve Bannon e suas opiniões sobre homossexualismo

Como os líderes evangélicos podem criticar o ativismo homossexual no governo Trump se eles estão envolvidos em escândalos sexuais?

Maior revista gay dos EUA furiosa com protesto evangélico contra iniciativa do governo dos EUA de descriminalizar a homossexualidade em todo o mundo

Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”

Maior conferência conservadora dos EUA bane organização cristã pró-família e aprova grupo homossexualista

Apoiadores de Trump não sabem que ele está apoiando a agenda gay

Trump é o “presidente mais pró-homossexualismo da história americana,” de acordo com republicano Richard Grenell

Trump é o presidente republicano mais pró-sodomia da história dos Estados Unidos

Os profetas e os políticos adúlteros

Embaixada dos EUA em Moscou celebrou despeitosamente o mês do “orgulho” LGBT na Rússia

Embaixada dos EUA no Brasil celebrou Dia do “Orgulho” LGBTI

Casa Branca de Trump está aberta para ouvir algumas partes da Bíblia, mas nenhuma condenação bíblica do sexo de homens com homens

Trump louvou “casamento” gay na véspera de visita à Índia

Tony Perkins, do Conselho de Pesquisa da Família, e ativismo cristão emasculado

Governo Trump usa linguagem esquerdista para repreender a Zâmbia por suas leis contra a homossexualidade

Governo Trump impondo a agenda LGBT no país da Geórgia, mas o povo resiste

Engrandecendo a sodomia de novo: Trump se torna o primeiro presidente do Partido Republicano a celebrar o Mês do Orgulho LGBT ao lançar campanha para legalizar a homossexualidade em todo o mundo

Quem está incomodado que pedi mais energia conservadora do Conselho de Pesquisa da Família contra a agenda gay? O Observatório da Direita, da organização esquerdista People for the American Way!

Conselho de Pesquisa da Família: Servindo ao conservadorismo ou servindo ao Partido Republicano?

Trump apoia o “casamento gay” enquanto seus apoiadores cristãos conservadores permanecem em silêncio

Governo Trump busca legalização da homossexualidade em todo o mundo enquanto crianças e outras vítimas da homossexualidade são esquecidas

Pelo segundo ano, Departamento de Estado de Trump reconhece junho como Mês do Orgulho LGBTI

O que os EUA ganharão engrandecendo a sodomia?

EUA, União Europeia, Brasil, Argentina, Chile e Israel pressionam Romênia a adotar o ativismo homossexual

Trump faz discurso pró-vida histórico, mas comete a gafe de congratular republicanos homossexuais

Departamento de Estado de Trump reconhece junho de 2017 como Mês do Orgulho LGBTI

Ivanka Trump posta mensagem de apoio ao Mês do Orgulho LGBTQ nos EUA

Embaixadas americanas sob Trump avançam a agenda LGBT

Trump continua o imperialismo homossexual de Obama e frustra conservadores cristãos

Trump e Obama: O que mudou entre eles sobre homossexualidade e Arábia Saudita?

Governo Trump mostra resposta progressista à agenda gay

O esquerdista, o direitista e o bolo

Trump e profecias, e um novo modelo de líder nacional e mundial

Carta Aberta ao Presidente Donald Trump

26 de janeiro de 2021

Culto de oração da posse de Biden incluiu vários líderes religiosos gays

 

Culto de oração da posse de Biden incluiu vários líderes religiosos gays

Julio Severo

A maior organização LGBT nos Estados Unidos realizou um culto de oração de posse presidencial para Joe Biden em 21 de janeiro de 2021, o culto de oração de posse “mais LGBTQ inclusivo” na história dos EUA pela inclusão de vários líderes religiosos gays.



O culto foi feito principalmente de forma virtual pela Catedral Nacional em Washington, D.C. O presidente Joe Biden e a vice-presidente Kamala Harris assistiram ao culto remotamente da Casa Branca. Biden é o segundo presidente católico na história dos EUA. Apesar de celebrar o aborto, ele participa normalmente da eucaristia na Igreja Católica.

A Campanha de Direitos Humanos (CDH), a maior organização LGBT nos Estados Unidos, aplaudiu o culto por colocar dois líderes religiosos transgêneros na programação: Paula Stone Williams, pastora da Igreja da Mão Esquerda em Longmont, Colorado; e Barbara Satin, diretora de trabalho religioso da Força-Tarefa Nacional LGBTQ em Minneapolis. A CDH chamou isso de “momento histórico.”

Paula leu Isaías:

“Não, nada disso! O jejum que desejo não é este: que te liberte das amarras da malignidade e da injustiça; que desfaças as ataduras da opressão, que ponhas em liberdade os oprimidos, e que despedaces todo o jugo? Ora, não é partilhar teu alimento com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu e sem teto que encontraste e não recusar tua ajuda ao próximo? Quando fizeres assim, então a tua luz resplandecerá como a alvorada, e prontamente surgirá a tua cura; a tua retidão caminhará adiante de ti, e a glória de Yahweh guardará a tua retaguarda. Assim, clamarás a Yahweh, e ele te atenderá; gritarás por socorro, e o Eterno te responderá: ‘Eis me aqui! Mas isto se afastares do meio de ti o jugo opressor, a língua e os gestos acusadores, e a falsidade do falar; se com renúncia própria beneficiares os que têm fome e buscares satisfazer o anseio dos aflitos, então, naturalmente, a tua luz despontará nas trevas e a tua noite será como o meio-dia. Yahweh será o teu guia continuamente e te assegurará a fartura, mesmo em terra árida; ele revigorará os teus ossos, e tu serás como um jardim regado, como uma fonte generosa e borbulhante cujas águas nunca se esgotam. Seu povo reconstruirá as velhas ruínas e restaurará os alicerces antigos; serás chamado Reparador de muros, Restaurador de caminhos e moradias.’” (Isaías 58:6-12 King James Atualizada)

Barbara fez uma breve oração pelos homens e mulheres das forças armadas dos EUA, que são a base dos interesses neoconservadores (neocons) em guerras sem fim ao redor do mundo. Não é uma surpresa que até mesmo os ativistas gays adorem no altar do neoconservadorismo e suas guerras.

A CDH chamou-o de “culto de oração de posse mais LGBTQ inclusivo da história.” A organização também aplaudiu a programação por incluir três outros “líderes religiosos LGBTQ pioneiros”: Fred Davie, vice-presidente executivo do Seminário Teológio União (Union Theological Seminary) em Nova Iorque; Yvette Flunder, bispa presidente da Fellowship of Affirming Ministries em Oakland, Califórnia, e; Sharon Kleinbaum, rabina sênior da Congregação Beit Simchat Torah em Nova Iorque.

Normalmente, a imprensa e grupos gays criticam orações cristãs em contextos políticos conservadores, dizendo que orações cristãs violam uma suposta separação entre Estado e Cristianismo, embora a República dos EUA tenha sido fundada por uma população 98 por cento protestantes no final do século XVIII. Eles até processam políticos conservadores que oram em eventos políticos. Mas quando o assunto é promover a agenda gay, tudo é permitido e nada é criticado, inclusive orações políticas e ideológicas em contextos gays de blasfêmia.

Eu acredito em oração em contextos gays, assim como acredito em oração em outros contextos de pecado. As pessoas oprimidas precisam ser libertas de seus pecados e demônios, e a oração é o primeiro passo.

No entanto, o culto de oração gay na Catedral Nacional Protestante em Washington, D.C. não era para ajudar os escravos do pecado homossexual. Era para desinformar o público que Deus aceita “cristãos” gays sem a necessidade de libertação de seus pecados e demônios.

Alphonso David, presidente da Campanha de Direitos Humanos, disse em um comunicado que o “compromisso de Biden com a inclusão e o espelhamento da verdadeira imagem da América no novo governo americano brilha com força nesse culto de oração histórico e LGBTQ inclusivo.”

“Esse culto reflete uma mudança crítica no tom do uso cínico da religião e da fé como armas de divisão contra a comunidade LGBTQ e, em vez disso, em direção a ferramentas de serviço no trabalho de justiça e inclusão,” disse David. “Elevar as vozes dos líderes religiosos LGBTQ envia uma forte mensagem à comunidade LGBTQ — que somos partes integrantes das comunidades religiosas e que nossa defesa contínua pela igualdade é crucial para o trabalho de cura da alma da América.”

Infelizmente, o mau exemplo de “inclusão” na oração não veio de Biden. Em 2020, o presidente Donald Trump inaugurou o Dia Nacional de Oração totalmente novo, de várias religiões, onde líderes sikh, muçulmanos, budistas, zoroastrianos, hindus, jainistas, universalistas unitários, cristãos e judeus fizeram suas orações e rezas para seus deuses e demônios.

O Dia Nacional de Oração foi criado por evangélicos, mas Trump o mudou para incluir todas as religiões, transformando um evento de oração cristã em um evento de oração pagã. Os líderes evangélicos dos EUA ficaram em silêncio sobre esse paganismo.

Isso é confusão religiosa. É Babilônia religiosa. Em 1985, o Rev. David Wilkerson disse que os Estados Unidos são a moderna Babilônia. É muito difícil agora duvidar disso.

Biden também não é um pioneiro na agenda homossexual. Em 2020, o site oficial do Partido Republicano disse que “Trump é o presidente republicano mais pró-sodomia da história dos EUA.”

O republicano Richard Grenell confirmou que Trump foi o presidente mais pró-sodomia dos EUA.

No momento, estou criticando as posturas pró-sodomia de Biden. Tony Perkins, do Conselho de Pesquisa da Família, também está criticando. Mas eu me pergunto por que Perkins e outros líderes evangélicos permaneceram em silêncio enquanto Trump estava apoiando a mesma agenda gay que Biden está apoiando agora.

A sodomia é um pecado apenas quando promovida por Biden, não por Trump?

O fato é que em menor ou maior grau a esquerda e a direita estão promovendo a sodomia e o paganismo em nome da fé sem o Deus da Bíblia.

O que Jesus disse é perfeitamente correto para nós: “Meu Reino não é deste mundo.” (João 18:36 King James Atualizada)

Com informações da ChristianHeadlines.

Versão em inglês deste artigo: Biden Inaugural Prayer Service Included Several Gay Religious Leaders

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Biden não é a vontade de Deus para os EUA, mas o que os americanos podem esperar se distanciando de Deus e da Bíblia?

Como os líderes evangélicos podem criticar o ativismo homossexual no governo Trump se eles estão envolvidos em escândalos sexuais?

25 de janeiro de 2021

Os cristãos, os perseguidores e os leões

 

Os cristãos, os perseguidores e os leões

Julio Severo

Enquanto os cristãos discutem hoje a perigo de vir um governo que os persiga implacavelmente e a direita explore esse medo para eleger seus candidatos, os cristãos do Império Romano já viviam esse perigo diariamente.



Eles eram torturados, queimados vivos e jogados às arenas dos leões. Eles eram comidos vivos e nada sobrava de seus corpos nem mesmo para enterrar dignamente num cemitério.

A perseguição do Império Romano era total: política e religiosa.

Contudo, não havia só perseguição romana. Por motivos religiosos, os judeus não cristãos perseguiam os judeus cristãos e ainda atiçavam o Império Romano contra os cristãos. Os judeus não cristãos se achavam um povo muito mais escolhido por Deus do que Jesus Cristo e os judeus cristãos. Essa percepção judaica errada persiste até hoje.

A reação dos cristãos era orar pelo sanguinário imperador Nero. O Apóstolo Paulo disse:

“Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças, em favor de todas as pessoas; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todas as pessoas sejam salvas e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.” (1 Timóteo 2:1-4 King James Atualizada)

Paulo não xingava os romanos e os judeus perseguidores. Ele não xingava Nero. No lugar dos palavrões, ele encorajava os cristãos a orar pelo cruel imperador Nero e sua salvação.

Paulo podia ter essa atitude espiritual porque ele não era cristão apenas de nome. Através da oração e leitura da Bíblia, ele vivia em profunda amizade espiritual com Jesus.

Contudo, se ele vivesse envolvido em interesses políticos, ele xingaria Nero dia e noite. Ele xingaria os judeus que perseguiam os cristãos.

A qualidade dos que desconhecem a Deus é sua boca de privada, cheia da sujeira de seus corações. A qualidade dos que conhecem a Deus é sua boca de louvor, oração e pregação do Evangelho.

Os cristãos de hoje não são torturados nem comidos por leões e xingam todo mundo e não oram por ninguém. Os cristãos da época de Paulo eram torturados e comidos por leões, não xingavam ninguém, mas oravam por todos.

Foi xingando, caluniando e mentindo que o ditador comunista russo Lênin construiu a União Soviética. Foi com servos como Paulo que não xingavam, mas oravam, louvavam e pregavam o Evangelho que Jesus Cristo expandiu o Reino de Deus no mundo inteiro — um reino que é maior do que o Império Romano, maior do que o Império Americano, maior do que o Facebook, maior do que o Twitter e maior do que o Google.

Espero que o exemplo espiritual que Paulo deixou dois mil anos atrás, quando ele e muitos cristãos eram perseguidos sem xingar, sirva de lição para os cristãos modernos, que não oram nem leem a Bíblia, mas falam tantos palavrões e vulgaridades como se eles fossem mais espirituais do que Paulo e até Jesus Cristo.

Versão em inglês deste artigo: Christians, Persecutors and Lions

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

O milagre da simplicidade do Evangelho

A oração e os bandidos espirituais

A força escondida da intercessão

Os cristãos precisam buscar o batismo e os dons sobrenaturais do Espírito Santo

Zumbi teológico tenta transformar autor do Evangelho de Lucas em zumbi

Nadar e dirigir é perigoso… para quem não sabe nadar e dirigir

Rev. Larry Christenson, pioneiro luterano carismático

Rex Humbard, o primeiro e mais importante televangelista que abençoou milhões

Desarmamento espiritual não é ideia de Deus

Expulsão de demônios: verdades e confusões

Rev. Larry Christenson: Entendendo o dom de línguas

Jesus, os fariseus e os cessacionistas

O Evangelho, os demonizadores e os expulsadores de demônios

Johann Christof Blumbhardt: Quando o poder de Deus se revela

O reavivamento perfeito?

Julio Severo busca mobilizar os cristãos a orações diárias com “Prophetic Prayers” (Orações Proféticas)

21 de janeiro de 2021

Quem vai culpar a América de genocídio?

 

Quem vai culpar a América de genocídio?

Julio Severo

É muitíssimo comum o governo dos EUA acusar outras nações de genocídio, assassinatos e matanças. Aliás, o governo americano faz tais acusações o tempo inteiro.


Não tenho nada contra tais acusações.  Mas por que o governo americano não dá o exemplo ético e moral?

Durante o governo de Richardo Nixon, que era republicano, conservador e amigo e Billy Graham, o aborto foi legalizado, durante os nove meses de gravidez. Essa legalização ocorreu em 1973 e até hoje já assassinou mais de 50 milhões de bebês em gestação.

Por muito menos, os EUA bombardeiam e destroem outras nações. Por exemplo, na 2 Guerra Mundial os nazistas assassinaram 6 milhões de judeus — quase dez por cento do que os EUA assassinaram até hoje através de suas clínicas de aborto.

O aspecto mais vergonhoso é que os EUA se contentam em protestar contra leis que matam mais de 2 mil bebês por dia — totalizando quase 1 milhão de bebês por ano.

O que os americanos de hoje achariam se em vez de acabar de uma vez por todas com o genocídio de judeus na Alemanha nazista os cristãos alemães se limitassem a apenas protestar contra a matança de judeus? É exatamente isso que está acontecendo nos EUA com relação à matança de bebês.

Além do genocidio de bebês em gestação, os EUA estão também sobrecarregados da vergonha de provocar inúmeras guerras desnecessárias que matam milhares de inocentes no mundo inteiro. Essas guerras são criadas para gerar lucro para o complexo industrial militar dos EUA.

O complexo industrial militar americano gera trilhões de dólares por anos e milhões de empregos.

A indústria do aborto gera bilhões de dólares por ano.

Nos EUA, o capitalismo faz a morte, a guerra e a destruição darem lucro.

Claro que com o ultra-radical Joe Biden tudo vai piorar. Mas no governo de Donald Trump pouca coisa mudou. Havia muita retórica excelente, mas milhões de bebês continuaram sendo mortos dia após dia, semana após semana e ano após ano num governo que grupos pró-vida alegaram ser campeão pró-vida.

Bela retórica não salvou judeus na 2 Guerra Mundial e belas retóricas hoje não salvam bebês do genocídio do aborto. Ação é muito mais importante do que retórica. Foi ação, não retórica, que salvou os judeus dos nazistas.

Na minha visão pró-vida, ser campeão pró-vida é acabar de uma vez por todas com o genocidio do aborto.

Quando os EUA viram a Alemanha nazista matando judeus, os americanos não se limitaram a protestar contra os nazistas. Eles bombardearam a Alemanha.

Falta coragem para os americanos bombardearem as clínicas de aborto que se tornaram máquinas de genocídio contra milhões de bebês em gestação?

Os americanos que tiveram coragem de bombardear os nazistas antissemitas se tornaram covardes para defender os bebês contra o maior genocídio da história americana?

Versão em inglês deste artigo: Who Will Blame America for Genocide?

Fonte: www.juliosevero.com

Leitura recomendada:

Quem se importa com a vida dos bebês?

Um Império Lançado por Socialistas dos EUA

Rios de sangue: A cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse

A força transcendente do neoconservadorismo na mídia e entre esquerdistas e direitistas dos EUA

O que é neoconservadorismo? Quem são os neocons?

Babilônia conservadora em “Perseguição”: Televangelista híbrido cai em armação de neocon pagão, e o “evangelho” da liberdade de expressão, do patriotismo ou igualdade substituindo o Evangelho de Jesus Cristo

Mike Pompeo: O comunismo chinês é “a ameaça central dos nossos tempos”

Destino Manifesto na Bíblia? Os EUA São a Babilônia Moderna, Disse David Wilkerson

19 de janeiro de 2021

Agora, a esquerda é dona de tudo do governo dos EUA

 

Agora, a esquerda é dona de tudo do governo dos EUA

Patrick J. Buchanan

Essa turba que se separou da manifestação de Donald Trump em 6 de janeiro para invadir o Congresso provou ser uma grande sorte para a esquerda.



A morte de um policial do Congresso dos EUA possibilitou a esquerda — que passou o verão depois da morte de George Floyd criticando duramente e batendo em “policiais racistas” e gritando: “Tire as verbas da polícia!” — se posicionar como lutadores aliados dos policiais.

Os esquerdistas que nos imploraram para compreender as queixas dos desordeiros, saqueadores e incendiários no verão passado tornaram-se repentinamente convertidos à igreja da lei e da ordem.

Brigas que toleraram a destruição de estátuas e monumentos a Columbus, Washington, Jefferson e Jackson como uma limpeza necessária da “odiosa” história americana se declararam enojados porque os adeptos de Trump profanariam o templo da democracia.

Se tivesse sido Antifa ou BLM realizando a invasão, nenhuma estátua teria ficado de pé no Salão de Estátuas do Congressso, e teríamos sido informados de que foram os escravos que, afinal, construíram o edifício do Congresso.

A mídia está exibindo imagens intermináveis da multidão saqueando dentro do Congresso. Objetivo: plantar indelevelmente na mente do público a ficção de que essa foi uma obra deliberada de Donald Trump e seu povo, e que nossas elites são os verdadeiros adversários do protesto violento.

De fato, para proteger os EUA de levantes de direita nas capitais dos estados, este fim de semana viu a implantação generalizada da Guarda Nacional.

O domingo seria o dia em que a violência assassina da direita se manifestaria.

O que aconteceu? Como o jornal The Washington Post informou na segunda-feira:

“Autoridades em cidades de costa a costa mobilizaram uma defesa de estilo militar de complexos de capitólios estaduais no domingo, lançando Humvees, arame farpado e milhares de soldados da Guarda Nacional vestidos com capacetes de campo de batalha para se defender contra um possível ataque de manifestantes instigados pelas infundadas reivindicações do presidente americano.

“O ataque nunca aconteceu. Apesar dos avisos do FBI e dos alardes de grupos armados de extrema direita, as forças de segurança em todos os casos superaram os grupos dispersos de manifestantes e não houve relatos de violência.”

Em antecipação à posse de quarta-feira, 25.000 guardas nacionais foram destacados em e ao redor da capital dos EUA para se defender contra multidões de direita ou supostos assassinos. Três ou quatro vezes mais tropas estão aqui na capital dos EUA do que tropas dos EUA no Afeganistão, Iraque e Síria combinados.

Agora, um grama de prevenção vale um quilo de cura. E é melhor muita segurança do que não o suficiente. Mas mesmo com a revolta de 6 de janeiro, armar nossa capital como se os confederados de Stonewall Jackson marchassem pela Manassas Road e capturassem Abe Lincoln depois da derrota da União em Bull Run parece um pouco excessivo.

No entanto, quarta-feira é um dia histórico. Trump deixará a Casa Branca, e o poder nacional e a responsabilidade passarão para o Partido Democrata.

‘’Os democratas estão assumindo o controle da Câmara do Deputados, do Senado e da Casa Branca. Praticamente todos os principais meios de comunicação estarão do lado deles. Eles serão recebidos em uma cidade que nunca elegeu um prefeito republicano e não tem republicanos no conselho municipal, uma cidade que votou em Joe Biden por 18-1 sobre Trump. Os 30.000 republicanos registrados na capital dos EUA estão em número 12-1 em relação aos democratas.

As burocracias do governo americanos são tão profundamente democráticas quanto o “estado profundo” que atormentou Trump por quatro anos. O gabinete ministerial de Biden é o mais racial e etnicamente diverso de todos os tempos; a maioria de seus membros são mulheres e pessoas de cor. Os remanescentes do governo Obama dominam a equipe de segurança nacional.

A maioria das principais cidades dos EUA — Nova Iorque, Chicago, Los Angeles, Atlanta, D.C., Baltimore, Detroit, St. Louis — são administradas por democratas esquerdistas e, coincidentemente, todas experimentaram surtos de tiroteios e assassinatos em 2020.

Embora os números sobre os perpetradores dr crimes raramente sejam denunciados, parece que muitos dos crimes violentos e letais não foram obra de policiais desonestos ou de supremacistas brancos usando chapéus do MAGA.

Outros problemas Trump não conseguiu resolver — a pandemia que agora mata de 3.000 a 4.000 americanos por dia, o fracasso em colocar vacinas nos braços de milhões de americanos — são agora os problemas de Joe.

Xingar Trump não vai mais funcionar.

Isso também é problema da farra de Joe agora.

Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): D.C.: Now, the left owns it all

Fonte: www.juliosevero.com

Outros artigos de Patrick J. Buchanan:

A democracia mudou a definição do que é “certo e errado” — e os EUA querem exportá-la?

Qual será a nova causa americana?

Na pandemia, é cada nação por si mesma

O coronavírus matará a Nova Ordem Mundial?

Putin está certo sobre os excessos do multiculturalismo

Os intervencionistas estão agora sem líder?

Os EUA têm uma missão mundial?

Trump está cedendo na questão da Síria?

Maré nacionalista populista avança

Benjamin Netanyahu apoia Trump, através de Putin

Se Deus está morto…

O expansionismo imperial exagerado dos Estados Unidos

Trump está certo sobre a OTAN

Vociferando e Blefando no Báltico

Putin imita política externa dos EUA

O que Ronald Reagan faria?

O fim da ideologia?

O homem europeu é uma espécie ameaçada

Será que Deus está agora do lado da Rússia?

Será que Putin é um de nós?

Valeu a pena a II Guerra Mundial?

Quem encarregou os EUA de refazer o mundo?