14 de abril de 2010

Prossegue revolta por causa de cancelamento de palestra de Ann Coulter

Prossegue revolta por causa de cancelamento de palestra de Ann Coulter

Thaddeus M. Baklinski
OTTAWA, Canadá, 26 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — O cancelamento da palestra de Ann Coulter, marcada para terça-feira na Universidade de Ottawa, continua repercutindo em todo o Canadá. A palestra foi cancelada depois que os organizadores e autoridades de segurança expressaram preocupações de que não conseguiriam garantir a segurança de Coulter, devido a uma multidão de até 2.000 manifestantes.
Numerosos comentaristas estão denunciando o que consideram a erosão da liberdade de expressão evidenciada pelo cancelamento, e as implicações mais amplas que recentes eventos têm para a sociedade canadense.
Na quinta-feira o Senador Doug Finley se levantou no Senado para notificar que ele queria “chamar a atenção do Senado para a questão da erosão da liberdade de expressão em nosso país” mediante uma investigação a ser realizada no começo da próxima semana.
As normas do Senado estipulam que um mínimo de dois dias deve transcorrer antes que um senador patrocinador possa falar sobre uma investigação que ele gostaria de iniciar. Isso significa que o Senador Finley falará sobre a questão na próxima terça-feira. (Veja o registro Hansard da notificação de Finley aqui.)
O blogueiro conservador e comentarista político Stephen Taylor comentou que provavelmente a medida do Senador Finley “será em reação aos eventos recentes promovidos por líderes da Universidade de Ottawa para intimidar a comentarista conservadora dos EUA Ann Coulter de aparecer na universidade”.
Taylor também observou: “O senador também se levantará durante um tempo em que as comissões estaduais e federais de direitos humanos se descontrolaram completamente, ouvindo queixas de grupos e indivíduos politicamente ofendidos”.
A Associação Canadense de Professores Universitários (ACPU), que representa mais de 67.000 membros acadêmicos e funcionários em faculdades e universidades do Canadá, entrou na briga com uma carta para Francois Houle, vice-reitor da Universidade de Ottawa, exigindo que ele se desculpe com Ann Coulter pela carta que ele lhe escreveu, em que ele insinuou a possibilidade de acusações criminais se ela não pesasse suas palavras “com respeito e civilidade em mente”.
“Sentimos que você [Houle] deve desculpas à senhorita Coulter e, o que é ainda mais importante, você deve à comunidade da Universidade de Ottawa uma garantia de que a administração da universidade apóia fortemente a liberdade de expressão, a liberdade acadêmica e vê o papel da universidade como promotor e defensor desses valores”, escreveu o grupo.
Penni Stewart, presidente da ACPU, e James Turk, diretor executivo da ACPU, acrescentaram que a ação do Sr. Houle também “levanta sérias questões sobre o respeito que a Universidade de Ottawa tem pela liberdade de expressão e a liberdade acadêmica”.
O Centro Canadense de Reforma Bioética (CCRBE) divulgou um comunicado à imprensa na quinta-feira desaprovando “a conduta pavorosa da Universidade de Ottawa para com Ann Coulter”, e advertindo sobre o efeito negativo das “multidões de desordeiros” nas universidades canadenses.
“Multidões desordeiras nas universidades canadenses deveriam ser motivo de muita preocupação para todos os canadenses”, disse Stephanie Gray, co-fundadora e diretora executiva do CCRBE. “A conduta pavorosa da Universidade de Ottawa para com Ann Coulter é o exemplo mais recente de como as universidades estão cessando de ser lugares de elevado aprendizado. Ao enviar uma carta a Coulter avisando-a que não violasse as normas de discurso de ódio [“homofobia” e preconceito] do Canadá, a universidade parece sugerir que falar coisas polêmicas pode ser ilegal”.
A declaração também disse: “O CCRBE exorta as universidades a combater a repressão à liberdade de expressão só porque uma palestra é considerada ‘ofensiva’ por um pequeno grupo de estudantes irados”.
“Isso coloca em destaque uma tendência preocupante no Canadá: brigões estão aprendendo que precisam apenas gritar, ameaçar atrapalhar um evento ou rotular negativamente as pessoas ou atividades como ‘ódio’ ou ‘hostilidade’ e o inocente será censurado. Com demasiada freqüência as autoridades dão atenção a esses delinqüentes e limitam ou suprimem discursos pacíficos, por temor do que os brigões farão. Isso ocorre principalmente contra discursos pró-vida”. 
O comunicado do CCRBE (disponível aqui) descreve exemplos de “multidões desordeiras” nas universidades canadenses, onde manifestantes atrapalharam ou impediram numerosos eventos com palestras pró-vida que já haviam sido autorizadas pelas universidades.
Entretanto, a palestra marcada de Ann Coulter em Calgary na quinta-feira foi muito bem recebida, com só algumas dezenas de manifestantes do lado de fora do Clube Vermelho e Branco do Estádio McMahon em Calgary, para onde os organizadores haviam mudado o evento para acomodar aproximadamente 1.000 estudantes e pessoas que tinham comprado ingresso para ouvi-la falar.
A rádio CHQR noticiou que os manifestantes “batiam nas paredes do prédio e um manifestante quebrou a janela de vidro da frente do prédio, mas não houve outros relatos de incidentes violentos” e o punhado de policiais ali não prendeu ninguém.
Veja a cobertura anterior de LSN:
U of Ottawa Student Rioters Shut Down Ann Coulter Talk
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032409.html
Ottawa University Provost to Ann Coulter: Be Respectful or Else!
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032309.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10032604
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Estudantes desordeiros da Universidade de Ottawa impedem palestra de Ann Coulter

Estudantes desordeiros da Universidade de Ottawa impedem palestra de Ann Coulter

Coulter: “Isso nunca, jamais aconteceu antes — até mesmo na universidade americana mais estúpida”.

Thaddeus M. Baklinski
OTTAWA, Canadá, 24 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — A enérgica conservadora americana Ann Coulter foi forçada a cancelar sua palestra na Universidade de Ottawa na noite de terça-feira depois que centenas de manifestantes estudantis aos gritos apareceram ameaçando quebra-pau e violência se ela recebesse permissão para palestrar.
“É bem fácil de entrar na Universidade de Ottawa, não é?” Coulter disse numa entrevista ao jornal Washington Times depois do evento cancelado. “Não tive nenhum problema nas maiores universidades americanas. O problema está sempre nas universidades caipiras”.
“Isso nunca, jamais aconteceu antes — até mesmo na universidade americana mais estúpida”, disse ela.
A equipe de segurança de Coulter a informou crer que ela correria perigo se fosse dar sua palestra, de acordo com o jornal Ottawa Citizen.
“Desde que cheguei ao Canadá, fui denunciada na tribuna do Parlamento — que, a propósito, está em minha lista de investimentos especulativos — meus cartazes foram proibidos, fui acusada de cometer um crime num discurso que eu nem havia dado ainda e fui banida pelo conselho estudantil. Então, bem-vindo ao Canadá!”, disse Coulter.
O ativista político conservador Ezra Levant, que está na turnê de três universidades com a senhorita Coulter, falou em favor dos organizadores do evento na terça-feira de noite, dizendo para a CTV, “Ann Coulter correria perigo físico se prosseguisse com esse evento”.
Na terça Levant disse que “foi um dia vergonhoso para a Universidade de Ottawa e seu corpo estudantil, que não conseguiram debater com Ann Coulter… que escolheram silenciá-la por meio de ameaças e intimidações, exatamente como fez seu vice-presidente”.
Levant colocou a culpa da baderna estudantil no vice-presidente acadêmico e vice-reitor da Universidade de Ottawa, Francois Houle, que na semana passada mandou um email para Coulter avisando-a para vigiar o que ela dissesse na universidade ou enfrentar possíveis acusações criminais de crime de ódio [preconceito, “homofobia”].
“Alguém em posição de liderança acaba contaminando os que estão abaixo dele”, disse Levant. “Francois Houle conseguiu o que queria. Ele revelou de antemão para a comunidade que a Universidade de Ottawa não é um lugar para debates livres”.
Coulter disse que o email de Houle, divulgado ao público na segunda-feira, deu o tom e estimulou os manifestantes.
“Tenho certeza de que Françoizinho A-Houle não precisa viajar com um guarda-costas”, ela disse para o Citizen. “Gostaria de saber quando foi que esse tipo de violência, esse tipo de protesto, foi imposto aos muçulmanos — que parecem, pelo que tenho lido sobre as queixas de direitos humanos, o único grupo protegido do Canadá. Acho que darei meu discurso amanhã de noite vestida de burka [túnica que encobre a mulher muçulmana inteira da cabeça aos pés, deixando de fora apenas os olhos]. Isso me protegerá”.
Na quarta-feira de manhã Levant falou com CTV’s Canada AM, denunciando a ameaça de violência por parte dos manifestantes na noite anterior.
“Na noite de ontem, visitei uma das páginas de Facebook de alguns dos manifestantes e havia claras convocações de violência. E não só de um modo abstrato; o que quero dizer é que havia instruções para trazer vegetais e ovos para jogar”, disse Levant.
Coulter disse para MacLeans que a polícia “vinha avisando meu guarda-costas o dia inteiro de que os manifestantes estavam colocando [mensagens] no Facebook: ‘Tragam pedras, tragam paus, vamos machucar Ann Coulter hoje à noite. Não a deixem falar’. E os policiais acabaram dizendo: Estamos com um mau pressentimento. E o evento foi cancelado”.
Levant disse que o espetáculo mostrou “de forma perfeita como os valores de livre expressão estão corroídos no Canadá — principalmente nas universidades.
“Acho que esse caso virou um momento para o Canadá inteiro aprender uma lição e se lembrar de que a liberdade de expressão é um valor canadense”, disse ele.
Conservadores pró-vida acusam que multidões de estudantes desordeiros estão cada vez mais se tornando um elemento comum nas universidades canadenses, onde a liberdade de expressão, principalmente no que se refere à questão do aborto, é cortada por irados manifestantes estudantis, às vezes com a cumplicidade da administração universitária.
Em outubro do ano passado, uma apresentação pró-vida organizada pelo clube pró-vida Escolha Vida da Universidade McGill foi abafada aos gritos dos manifestantes. A polícia foi chamada para a cena e, depois de repetidos pedidos de civilidade, dois manifestantes foram presos.
Depois do evento, o secretário do vice-reitor da Universidade McGill, Morton Mendelson, e outras autoridades da universidade condenaram o protesto.
Outro protesto estudantil foi feito na Universidade St. Mary (SMU) em Halifax, Nova Scotia, em fevereiro do ano passado, onde manifestantes pró-aborto atacaram uma apresentação pró-vida, atrapalhando o evento gritando e cantando bem alto. O apresentador pró-vida ficou pasmo que um representante da administração da SMU, em vez de parar o desordeiro grupo pró-aborto, ordenou que a apresentação pró-vida fosse encerrada.
Mary Ellen Douglas, coordenadora nacional da Coalizão da Campanha da Vida, disse que ela espera que sejam ouvidos os comentários de Ezra Levant sobre o “caso vergonhoso da Universidade de Ottawa virando um momento para o Canadá inteiro aprender uma lição”.
“O que aconteceu é realmente vergonhoso para o Canadá — apresentando-nos como uma sociedade intolerante e desordeira”, Douglas disse para LSN.
Veja a cobertura anterior de LSN:

Ottawa University Provost to Ann Coulter: Be Respectful or Else!
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032309.html
See related LSN articles:
McGill Pro-Life Presentation Shut Down by Protesters - Two Arrested
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09100713.html
McGill University Officials Speak Out Against Silencing of Pro-Life Presentation
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101608.html
Pro-Life Event at St. Mary's U Told to Disband after Protesters Disrupt
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09020906.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10032409
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Igreja Católica e pedofilia?

Igreja Católica e pedofilia?

Conheça as reais causas dessa questão lendo artigo de Julio Severo aqui.

13 de abril de 2010

A mentira que ganhou asilo

A mentira que ganhou asilo

Homossexual brasileiro obtém asilo nos EUA colocando o Brasil na estranha categoria de um dos campeões mundiais em violência e assassinatos de homossexuais

Julio Severo
Desde 2003, o governo Lula vem promovendo e impondo a agenda gay, não só no Brasil, mas também no mundo. Sob Lula, o Brasil foi o primeiro país a apresentar, em 2003, uma resolução na ONU classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. O mesmo tipo de resolução foi apresentado pelo governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos.
Sob o governo Lula, há crescentes mecanismos políticos e legais para amedrontar e amordaçar as pessoas que discordam do comportamento homossexual. O programa federal “Brasil sem Homofobia” exige interferência pró-homossexualismo do governo em todas as áreas da sociedade brasileira.
Mesmo assim, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza, de 27 anos, obteve asilo do governo de Barack Obama. Motivo? Perseguição. Ele alegou que não pode voltar ao Brasil porque o Brasil é um dos países mais violentos contra homossexuais. Aliás, o argumento para sua obtenção de asilo, conforme informa o blog gay “Queerty”, coloca o Brasil como um dos maiores assassinos de homossexuais do mundo, “com 180 assassinatos de LGBT registrados só em 2008”.
O maior propagandista do número de homossexuais assassinados no Brasil é o Grupo Gay da Bahia (GGB), cujo fundador é Luiz Mott, que é acusado de defender a pedofilia. O GGB, que foi a primeira grande organização homossexual militante do Brasil, afirma que entre 1980 e 2005 foram assassinados 2.511 homossexuais em todo o Brasil. O GGB não tem dúvida: o Brasil é o país mais homofóbico do mundo.
A defesa de Souza foi feita pela professora Suzanne Goldberg, da Clínica de Direito para Sexualidade e Gênero da Universidade de Columbia, juntamente com seus alunos. Goldberg usou dados do GGB para defender asilo para Souza.
De acordo com o site da Universidade de Columbia, “A concessão de asilo, decretada pelo Ministério de Segurança Nacional dos EUA, chega num tempo em que as condições para indivíduos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT) no Brasil estão ficando mais perigosas”. Sim, você leu direito: A Universidade de Columbia está dizendo efetivamente que sob as fortes políticas pró-homossexualismo do governo Lula, as condições para os homossexuais no Brasil estão ficando “mais perigosas”. Diante dessa paranóia vinda diretamente da Universidade de Colúmbia, ficamos tentando imaginar se as condições para os homossexuais estão ficando “mais seguras” no Irã e na Arábia Saudita.
Se o Brasil ficou “mais perigoso”, então por que Souza não pediu asilo no Irã ou Arábia Saudita?
Entre 1980 e 2005, somente homossexuais foram assassinados no Brasil? Dados oficiais mostram que nesse exato período foram assassinados mais de 800.000 homens, mulheres e crianças no Brasil. Hoje mais de 50.000 homens, mulheres e crianças são assassinados no Brasil por ano.
“Espere um minuto”, um ativista homossexual poderia dizer. “O governo diz que somos mais que 10% da população. Por isso, o número de homossexuais assassinados deveria ser 80.000!”
Se o Grupo Gay da Bahia fosse o Grupo Hetero da Bahia, aí a reação seria totalmente diferente: “2.511 é um número totalmente homofóbico, preconceituoso e discriminatório, pois não chega nem a 1% de 800.000. Exigimos no mínimo 10% da fatia desse número alto. Queremos igualdade! Se a população está sofrendo um elevado índice de assassinatos, exigimos o mesmo direito!”
E sobre os mais de 50.000 brasileiros assassinados por ano?
“Queremos 10% disso também. É nosso direito! Não aceitamos esse número homofóbico, insignificante e medíocre de apenas 180 homossexuais assassinados por ano!”
Eu também não entendo como o número de homossexuais assassinados não é muito maior, devido aos perigos a que eles se expõem. Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou que os travestis são a maioria dos homossexuais assassinados. Ele disse: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
O número de 800.000 brasileiros assassinados mostra que falta segurança no Brasil. E faltam viaturas policiais. E agora, por causa do favoritismo governamental para com a agenda homossexual, as poucas viaturas disponíveis para a população terão de ser transferidas para proteger ambientes de prostituição e tráfico de drogas freqüentados por homossexuais?
Nasci em São Paulo, a cidade em que Souza alega que sofreu “perseguição”. Lembro que 25 anos atrás eu e um amigo, que éramos muito jovens, estávamos indo para a igreja. Passamos bem perto da Praça da República — um antigo ponto homossexual bem no centro de São Paulo —, e um bando de uns 6 homossexuais correu atrás de nós, gritando palavras lascivas. Foi uma experiência assustadora para dois jovens. Comportamentos homossexuais bizarros desse tipo eram comuns na Praça da República e, é claro, tinham o potencial de atrair reações violentas de quem não tivesse disposição de correr.
Eu devia temer mais que Souza. Cada vez mais, de forma descarada, shopping centers e outros lugares estão sendo usados como pontos de prostituição — bem nos banheiros masculinos. E, talvez por temor, os homens olhem e ignorem. Já presenciei homossexuais que, dentro do banheiro do shopping, ficam ali como canibais do sexo anal, olhando cada homem que entra, esperando uma oportunidade de ataque. O que aconteceria se eu fosse reconhecido como Julio Severo no banheiro de um shopping?
Baseado em dados do Grupo Gay da Bahia, a Universidade de Columbia diz: “No Brasil, a polícia rotineiramente deixa de investigar a violência cometida contra indivíduos GLBT”.
A polícia brasileira tem imensa dificuldade de investigar todos os 50.000 assassinatos por ano, onde os heteros são vítimas. Se os EUA quiserem conceder asilo para todas as vítimas de crimes violentos no Brasil, os pedidos de asilo aumentarão para no mínimo 500.000 por ano. Por que achar que no Brasil somente homossexuais são vítimas de violência e assassinato num sistema socialista onde criminosos fortemente armados são livres para atacar vítimas fortemente desarmadas? A população inteira do Brasil é vítima desse cruel sistema.
Enquanto estou escrevendo este artigo, o Brasil está abalado com o desaparecimento e assassinato de seis adolescentes (Diego, de 13 anos; Paulo Victor, de 16; George, de 17; Divino, de 16; Flávio, de 14; e Márcio Luiz, de 19). O caso ganhou repercussão nacional nesta semana com a prisão do criminoso, Admar de Jesus, que é homossexual. Ele havia cumprido pena de quatro anos de prisão por pedofilia em Brasília, mas logo que foi solto começou a estuprar e matar rapazes. Há milhares de meninos brasileiros anualmente vítimas de estupradores homossexuais. A Universidade de Columbia lutará para que eles também obtenham asilo nos EUA?
Contudo, o pedido de asilo de Souza pode ser parte de um grande esquema político entre ativistas gays dos EUA e ativistas gays do Brasil — e a presença do Grupo Gay da Bahia é evidência do ativismo envolvido. Uma forte lei anti-homofobia já foi aprovada nos EUA e o asilo de Souza pode dar ao governo de Obama a desculpa perfeita para pressionar o Brasil a aprovar uma lei de “proteção” aos homossexuais que até agora Lula e seu governo não conseguiram passar, devido à resistência cristã.
Essa “proteção”, é claro, protegerá, promoverá e imporá ainda mais a agenda gay no Brasil.
A maioria dos 800.000 brasileiros assassinados não procurou zonas de prostituição e tráfico de drogas. Eles também não tinham direito à asilo nos EUA.
Mas muitos homossexuais preferem morrer a deixar suas Praças da República. Com a rota de asilo aberta por Souza, agora eles poderão ter uma segunda opção: as “seguras” zonas de prostituição e drogas dos EUA.
Portanto, num certo sentido, o Brasil deveria ser muito agradecido à Universidade de Colúmbia: Se todos os homossexuais brasileiros seguirem a rota de Souza, os meninos brasileiros nunca mais sofrerão desaparecimentos, estupros e assassinatos cometidos por estupradores gays, e o Brasil ficará livre dos ativistas gays, suas mentiras e tirania.
Versão em inglês deste artigo: The lie that got asylum

12 de abril de 2010

Em vídeo, HOMOSSEXUAL suspeito indica local onde enterrou corpos de jovens desaparecidos

Em vídeo, HOMOSSEXUAL suspeito indica local onde enterrou corpos de jovens desaparecidos

Seis jovens sumiram de Luziânia (GO) entre dezembro e janeiro passados. Pedreiro HOMOSSEXUAL teria cometido crimes após ter prisão por pedofilia relaxada.
Gravações obtidas com exclusividade pelo Fantástico mostram o pedreiro HOMOSSEXUAL Admar de Jesus, apontado pelo assassinato de seis jovens que desaparecerem em Luziânia (Goiás), entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, indicando os locais onde enterrou os corpos. O pedreiro HOMOSSEXUAL foi preso neste sábado (10). Os policias chegaram até ele porque um parente do pedreiro HOMOSSEXUAL estava usando o celular de uma das vítimas.
“Um tá aqui, só um aqui, nesse cantinho aqui, ó”, diz o suspeito para os policiais, apontando o local onde teria enterrado uma das vítimas. “Tem dois ali, no córrego, ali. Tem um ali assim e outro ali assim. Tem seis aqui”, continua na gravação. “Os seis estão aqui?", pergunta o policial. “Tão”, reponde o pedreiro HOMOSSEXUAL.
Os corpos dos seis jovens foram encontrados, em uma fazenda em Luziânia, cidade a 70 km de Brasília. Eles estavam enterrados no fundo de um vale próximos uns dos outros num raio de 300 metros.
Diego, de 13 anos, foi o primeiro a desaparecer, no dia 30 de dezembro do ano passado. Depois sumiram Paulo Victor, de 16 anos, George, de 17, Divino, de 16, Flávio, de 14 e, no fim de janeiro, Márcio Luiz, de 19 anos.
“Ele oferecia pequena quantia em dinheiro para que os menores, os adolescentes os acompanhassem para realizar um pequeno serviço e daquele pequeno serviço, a conversa evoluia para o contato sexual", disse o chefe do Departamento de Polícia Judiciária de Goiás, Josuemar Vaz de Oliveira.
Admar já havia ficado preso em Brasília por mais de quatro anos por pedofilia. Ele foi solto em dezembro do ano passado, beneficiado pela progressão de pena, direito dado a presos de bom comportamento. Apesar de um laudo psiquiátrico atestar que ele apresentava sinais de psicopatia. Uma semana depois fez primeira vítima.
Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, houve falha na soltura de Admar. “Não posso dizer, identificar quem especificamente falhou, mas há uma falha desse sistema de reintegração social. Nós precisamos corrigir”, afirmou. Foram quase três meses e meio entre o primeiro assassinato e a prisão de Admar.
“Houve uma resposta, a resposta de esclarecimento e, mais do que tudo, a oportunidade de punir esse cidadão, retirá-lo do convívio social para que ele não volte mais a praticar crimes dessa natureza", disse o ex-secretário de segurança de Goiás Ernesto Roller. 
“É horrível saber que ele não vai voltar mais pra casa”, disse dona Aldenira, mãe de Diego. “A gente imaginou que Luziânia inteira ia fazer uma festa, e não um velório”, afirmou Lúcia Maria Souza Lopes, irmã de Márcio.

Caso                                                        

Os seis jovens que desapareceram tinham em comum o fato de morarem todos no mesmo bairro, o Parque Estrela D’Alva. No início das investigações, a polícia chegou a considerar os desaparecimentos como caso de sequestro para trabalho escravo. 
Em fevereiro passado, o secretário de Segurança Pública do estado recusou a ajuda da Polícia Federal nas investigações. "Eu confio na competência, na dedicação e na qualidade da Polícia Civil de Goiás. Neste momento, as nossas estruturas técnicas de investigação, todos os profissionais que estão trabalhando nesse sentido, não apresentaram essa necessidade", afirmou na época.

A Polícia Federal só entrou no caso depois da intervenção do então ministro da Justiça, Tarso Genro, e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Fonte: G1
ATENÇÃO: Para maior clareza jornalística, o Blog Julio Severo inseriu uma palavra importante que estava totalmente ausente da matéria original do G1: HOMOSSEXUAL. Para não confundir com a matéria do G1, a palavra inserida está em letra maiúscula. O vídeo original da matéria está aqui.
Divulgação: www.juliosevero.com
Artigo importante sobre o mesmo assunto:
Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

Os Estados Unidos se tornarão um imã para atrair homossexuais de outros países?

Os Estados Unidos se tornarão um imã para atrair homossexuais de outros países?

Peter LaBarbera
Sites homossexuais estão celebrando o fato de que o Ministério da Segurança Nacional dos EUA concedeu asilo ao homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza, de 27 anos, que afirma que enfrentaria tormento e ataques violentos se fosse forçado a voltar para o Brasil.
Fico tentando imaginar o que aconteceria se Julio Severo, cristão que luta publicamente a favor da família e que fugiu do Brasil devido à crescente opressão contra aqueles que criticam a homossexualidade, solicitasse asilo nos EUA. Um artigo no blog “Queerty” afirma que o Brasil é “um dos países mais violentamente anti-gays do mundo… com 180 assassinatos de LGBT registrados só em 2008”. Desconheço a exatidão dessa informação. Mas aí está o problema: Queerty e outros ativistas homossexuais estão usando o caso de Souza (cujo pedido de asilo foi assegurado por três estudantes da Clínica de Direito de Sexualidade e Gênero da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia, conforme notícia do Queerty) como boa notícia para homossexuais de Uganda que quiserem fazer pedidos semelhantes.
Será que os Estados Unidos sob o presidente Obama vão se tornar o imã para atrair homossexuais estrangeiros e ativistas “queer” do mundo inteiro? Americans for Truth condenou as punições draconianas contra homossexuais (tais como as “soluções” prescritas por islâmicos radicais). Contudo, os EUA e o Ocidente não têm o direito de impor sobre o resto do mundo seus decadentes valores que celebram a perversão, e os outros países certamente têm o direito de criminalizar a conduta homossexual exatamente como era criminalizada nos Estados Unidos antes da decisão ideológica Lawrence versus Texas do Supremo Tribunal. (As leis anti-sodomia ainda estão nos registros de muitos estados e leis que não proíbem exclusivamente a sodomia não foram anuladas; aqui está um artigo da Wikipédia que — apesar das fortes inclinações pró-homossexualismo do site — descreve a situação das leis contra a sodomia em todos os 50 estados dos EUA.)
Aqui nos EUA, percebemos que a sodomia provavelmente nunca foi criminalizada na cidade de São Francisco, onde homens têm liberdade de andar na rua inteiramente nus. Mas se cidades e estados mais conservadores escolherem agir de acordo com seus padrões locais, isso é prerrogativa deles (o mesmo vale para as tentativas legislativas de proibir o aborto ou o infanticídio de “nascimento parcial”). E se os esquerdistas estão preocupados com a pena de morte sendo imposta em homossexuais, e com justiça, eles também deveriam mostrar preocupação com as políticas públicas que promovem a conduta homossexual com todas as suas conseqüências resultantes, inclusive riscos de morte.
Um bom lugar para os EUA começarem a “recriminalizar” seria proibir, em estabelecimentos comerciais, todos os banheiros e clubes sexuais onde ocorre livremente sexo — tanto de gays quanto de pessoas normais. Veja o artigo de Americans for Truth sobre a campanha vitoriosa do ativista cristão James Hartline, que era ex-homossexual, em San Diego para fechar um banheiro local usado por homossexuais.
Para mais informações sobre o Brasil, vá aqui para ler um artigo de LifeSiteNews sobre os planos “antidiscriminação” do presidente socialista do Brasil. E vá aqui para ler o blog do Julio Severo. Para fazer a assinatura do noticiário diário de LifeSiteNews, vá aqui, e para fazer a assinatura do noticiário diário de OneNewsNow, vá aqui. — Peter LaBarbera, www.americansfortruth.org
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

11 de abril de 2010

Casal brasileiro recebe condenação criminal por educar filhos em casa

Casal brasileiro recebe condenação criminal por educar filhos em casa

Veredicto dado apesar de que os filhos passaram em provas de admissão para faculdade de direito — com as idades de 13 e 14

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
MINAS GERAIS, Brasil, 26 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar do fato de que seus filhos passaram difíceis provas impostas pelo governo, e até se mostraram qualificados para a faculdade de direito com as idades de 13 e 14, Cleber Nunes e sua esposa Bernadeth, que educam os filhos em casa, levaram uma bofetada de multas equivalentes a um total de 3.200 por recusarem submeter seus filhos ao sistema escolar brasileiro.
Contudo, Nunes disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele não tem intenção de pagar a multa, embora diga que poderia ter de passar de 15 a 30 dias na cadeia se não pagar.
Embora a educação escolar em casa seja comum em muitos países, inclusive nos Estados Unidos, e esteja associada a níveis mais elevados de realização acadêmica, é completamente proibida no Brasil, onde o governo se tornou cada vez mais intrusivo em recentes décadas depois do estabelecimento de um regime socialista na década de 1990.
Desde que Nunes começou a educar em casa seus dois filhos mais velhos há quatro anos, sua família vem sendo submetida a freqüentes ameaças de multas, prisão e perda de custódia. No entanto, ele vem resistindo com firmeza e seu caso ganhou atenção nacional.
O veredicto de culpado no caso criminal contra Nunes, que vem depois de dois veredictos negativos num caso civil paralelo que terminou há um ano, foi dado apesar do fato de que David e Jonatas Nunes haviam passado uma difícil bateria de provas impostas pelo tribunal criminal.
“Eles haviam pedido que os meninos fizessem as provas para avaliar o nível de conhecimento deles, e também testes psicológicos para avaliar a saúde mental deles”, Nunes disse para LifeSiteNews (LSN). “Parece que o único resultado válido que eles esperavam era o fracasso dos meninos”.
As provas impostas pelo tribunal nos filhos de Nunes foram tão difíceis que uma das professoras que as haviam elaborado confessou que ela mesma não conseguiria passá-las. Contudo, David e Jonatas Nunes passaram nos exames por diferenças de cinco e oito pontos percentuais.
Apesar do desempenho de seus filhos, porém, o governo de novo deu decisão contra Nunes, desta vez em tribunal criminal, e ordenou uma multa. A quantia total em multas que Nunes está devendo como conseqüência das decisões contra ele se acumularam em mais de $3,200 em dólares americanos.
“Se eles impõem provas significa que se deve considerar duas possibilidades. Eles poderiam estar sofrendo de abandono intelectual ou não”, Nunes disse para LSN. “Em outras palavras, eles estavam tentando provar que [meus filhos] eram vítimas. Mas eles foram aprovados. Mesmo assim, o governo continuou dizendo que somos criminosos”.
Nunes diz que apesar de seu sucesso, o juiz decidiu contra ele por causa de seu estilo de educação escolar em casa, no qual os filhos dirigem seu próprio aprendizado, enquanto Nunes supervisiona o processo.
“O juiz disse que deixamos nossos filhos aprendendo sozinhos”, disse Nunes. “Ele reconheceu que eles passaram no exame de admissão da universidade e nas provas, mas ele disse que foi por causa dos próprios esforços deles”, acrescentou ele, chamando isso uma “piada”.
“Eles querem assumir o controle deles, de suas mentes”.
Nunes diz que decidiu não recorrer da decisão, pois o Supremo Tribunal Federal já recusou ouvir o apelo de seu caso civil. Embora ele tenha pago a multa de sua esposa para poupá-la da prisão, ele diz que não pagará sua própria multa.
“A coisa natural é recorrer, mas não confio nos juízes do Brasil”, Nunes disse para LSN. “Eles já mostraram quem são e o que querem. Eles não estão interessados em proteger nossas crianças… Eles querem assumir o controle delas, de suas mentes, eles as querem fora de casa”.
Embora tenha recusado acatar as decisões contra si, Nunes atualmente não enfrenta mais dificuldades legais devido à educação escolar de David e Jonatas, pois eles estão agora além da idade de escolarização compulsória.
Contudo, sua filha logo poderá ser submetida à escolarização compulsória no Brasil. Ela logo fará quatro anos, idade em que a escolarização compulsória começa no Brasil.
Informações de contato:
Cleber Nunes pode ser contatado em: cleber@andradenunes.org
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais
Shock: Brazilian Homeschooling Parents Face Arrest Even after Early-Teen Sons Pass Law School Exams
Family appeals case to Brazilian Supreme Court
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Casal que ensina em casa poderá ser preso se seus filhos falharem em duros testes governamentais
Confronto contra a educação escolar em casa: crianças deverão ser testadas por tribunal em batalha sobre os direitos educacionais dos pais
Governo brasileiro entra com ações criminais contra família que educa em casa e ameaça tomar os filhos
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10032601.html
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10 de abril de 2010

Homens gays têm 44 vezes mais probabilidade de pegar o HIV e outras doenças do que homens heterossexuais

Homens gays têm 44 vezes mais probabilidade de pegar o HIV e outras doenças do que homens heterossexuais

Líder gay reconhece que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal causa do HIV/AIDS nos EUA

WASHINGTON, DC, EUA, 17 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma análise de dados divulgada hoje pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) enfatiza o impacto desproporcional do HVI e sífilis entre homens gays e bissexuais nos Estados Unidos.
Os dados, apresentados na Conferência Nacional de Prevenção de DSTs de 2010 dos CCPD, revelam que o índice de novos diagnósticos de HIV entre homens que têm sexo com homens (MSM) é mais de 44 vezes o número de outros homens e mais de 40 vezes o número de mulheres.
A amplitude foi 522-989 casos de novos diagnósticos de HIV por 100.000 MSM contra 12 por 100.000 outros homens e 13 por 100.000 mulheres.
O índice de sífilis de estágio inicial e secundário entre MSM é mais de 46 vezes do que entre outros homens e mais de 71 vezes do que entre mulheres, diz a análise. A amplitude foi 91-173 casos por 100.000 MSM contra 2 por 100.000 outros homens e 1 por 100.000 mulheres.
Embora os dados dos CCPD tenham mostrado por vários anos que homens gays e bissexuais compõem a maioria de novas infecções de HIV e sífilis, os CCPD avaliaram os índices dessas doenças pela primeira vez com base em novas estimativas do tamanho da população americana de MSM. Pelo fato de que os índices de doenças explicam as diferenças no tamanho das populações que estão sendo comparadas, os índices fornecem um método confiável para avaliar as disparidades de saúde entre as populações.
“Embora o pesado preço do HIV e sífilis entre homens gays e bissexuais seja há muito tempo reconhecido, essa análise mostra exatamente como são nítidas as disparidades de saúde entre a população gay e as outras populações”, disse o médico Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/AIDS , Hepatite Virulenta, DSTs e Prevenção de Tuberculose dos CCPD.
Fenton insistiu em que “as soluções para jovens gays e bissexuais são especialmente decisivas, de modo que o HIV inadvertidamente não se torne um rito de passagem para cada nova geração de homens gays”.
Em 2008 o diretor da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, uma grande organização de militantes homossexuais, confessou que a conduta homossexual é extremamente perigosa e a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.
Referindo-se ao índice de AIDS entre homossexuais, Matt Foreman da FTNGL disse que “Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031715.html
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