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30 de maio de 2011

Ativistas e colaboradores gays são o principal sustentáculo da campanha para reeleger Obama

Ativistas e colaboradores gays são o principal sustentáculo da campanha para reeleger Obama

WASHINGTON, D.C., EUA, 9 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Colaboradores financeiros de dentro do movimento homossexual estão fornecendo apoio político e financeiro decisivo para as iniciativas para reeleger o presidente Barack Obama em 2012, de acordo com o site Politico.
Em sua reportagem, Politico diz que os grupos homossexuais estão compensando a perda de entusiasmo (e colaboradores financeiros) que Obama enfrenta na esquerda política, e a Casa Branca está aproveitando totalmente essa situação.
Embora tivessem passado a maior parte do governo dele profundamente descontentes com o presidente, os ativistas homossexuais mudaram o tom desde que Obama revogou uma lei de 1993 que proibia homossexuais assumidos de servirem nas forças armadas e impediu seu governo de defender a Lei de Defesa do Casamento (LDC), aprovada em 1996.
Obama sancionou a revogação da proibição (muitas vezes associada a uma política de fiscalização do Pentágono chamada “Não pergunte, não revele”) em dezembro de 2010, permitindo que os homossexuais assumidos sirvam abertamente nas forças armadas logo que os chefes militares tivessem confirmado que as forças armadas estavam prontas.
A decisão de Obama de orientar o ministro da Justiça Eric Holder a não defender a LDC ao ser atacada nos tribunais federais forçou o Congresso a buscar sua própria assessoria jurídica para defender a constitucionalidade da lei.
David Mixner, antigo ativista homossexual de Nova Iorque, disse para o site Politico que as recentes ações de Obama foram decisivas para obter o apoio do movimento homossexual: “Talvez eles não venham a contribuir financeiramente de modo unido para Obama, mas aos poucos eles vão agir”.
A importância de colaboradores financeiros homossexuais também se vê no novo comitê financeiro de Obama. Politico aponta para o fato de que Obama só tinha um homossexual no comitê em 2008, mas para a corrida presidencial de 2012 ele tem 15.
Ao que tudo indica, as opiniões conservadoras sociais dos candidatos do Partido Republicano estão também inspirando indivíduos nos grupos homossexuais de pressão política a trabalharem mais para reeleger Obama.
“O movimento homossexual saboreou uma mudança, e é difícil imaginar um retrocesso”, disse Fred Sainz, porta-voz do [grupo homossexual] Campanha dos Direitos Humanos.
Leia a reportagem completa em inglês aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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25 de maio de 2011

Obama cria grupo para eliminar imagens negativas de sua pessoa

Obama cria grupo para eliminar imagens negativas de sua pessoa

Temos de ficar de olho, pois o presidente dos Estados Unidos está voltando à sua metamorfose de atuação como candidato, mas com o poder da Casa Branca para ajudá-lo:
Obama, que regularmente provoca a raiva da imprensa com seu jeito de impedir a transparência e bloquear acesso a informações sobre seus procedimentos, governo e vida, está enfrentando uma iminente necessidade de revelar mais informações sobre si mesmo. Isso requer um órgão governamental dedicado a uma tarefa central de impor controle sobre as imagens que a imprensa dá sobre a Casa Branca, e tal órgão tem uma característica só presente no governo de Obama: a rápida eliminação de reportagens e notícias desaprovadas na lata de lixo rotulada como “mito”.
O governo de Obama criou e contratou uma equipe para uma nova posição escondida na área de comunicações de seu governo para ajudar a coordenar respostas rápidas a reportagens e notícias desfavoráveis e a promover e melhorar as relações com os indivíduos e grupos progressistas que operam na internet. (Huffington Post)
Jesse Lee, novo diretor de Respostas Progressistas na Internet e na Mídia, terá como foco especial uma aproximação entre Obama e os grupos e indivíduos progressistas que atuam na internet. Lee já é funcionário da Casa Branca, e o jornal [esquerdista] Huffington Post nota que ele é conhecido como membro de um grupo de líderes ali dedicados a contra-atacar a [conservadora] Fox News e seus comentaristas por perpetuarem “mitos”.
Anita Dunn, outra funcionária do novo órgão, nos deu um vislumbre do que está vindo quando disse numa conferência na República Dominicana em janeiro de 2009 como a campanha eleitoral de Obama não deixa escapar nenhuma informação sem antes filtrar, na esperança de eliminar as chances de os eleitores conseguirem analisar as posições do candidato Obama a partir de um ponto-de-vista objetivo:
“Durante a eleição, muito raramente comunicávamos por meio da imprensa algo sobre o qual não tínhamos controle absoluto”.
“A realidade é que se era um vídeo de David Plouffe ou um discurso de Obama, uma imensa parte de nossa estratégia de imprensa focalizava em fazer os meios de comunicação cobrirem o que Obama estava realmente dizendo, não o motivo por que a campanha estava dizendo algo”, disse ela.
Com toda a experiência que a equipe de Obama adquiriu desde então, mais o rastro de políticas públicas explosivamente polêmicas por trás de seu candidato, será interessante ver quais aromas de Obama Lee decidirá funcionarão melhor — e como manter outros aromas longe do público.
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8 de dezembro de 2011

Obama se compromete a reestruturar órgãos governamentais dos EUA para promover a normalização da homossexualidade no mundo inteiro

Obama se compromete a reestruturar órgãos governamentais dos EUA para promover a normalização da homossexualidade no mundo inteiro

WASHINGTON, D.C., EUA, 6 de dezembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na terça-feira, o presidente Obama prometeu fazer uma reforma na presença internacional dos Estados Unidos em favor da agenda gay, se comprometendo que as autoridades do governo americano serão treinadas especialmente para ajudar homossexuais, e combaterão a “intolerância” em países estrangeiros ajudando a normalizar a orientação e atividade sexual gay, entre outras mudanças.
“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama
Num memorando sobre as “Iniciativas Internacionais para Avançar os Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros”, Obama disse que a campanha para “acabar com a discriminação” contra homossexuais é “parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.
“Debaixo do meu governo, os órgãos que têm atividades em outros países já começaram a adotar medidas para promover os direitos humanos fundamentais de indivíduos LGBT no mundo inteiro”, declarou Obama. “Nosso compromisso profundo de avançar os direitos humanos de todas as pessoas é fortalecido quando nós como os Estados Unidos usamos nossas ferramentas para fazer valer vigorosamente o avanço dessa meta”.
A primeira ordem oficial convocou os funcionários das embaixadas para “fortalecerem as campanhas existentes para combater de forma eficaz as leis de governos estrangeiros que criminalizam a condição ou a conduta LGBT” e para expandir iniciativas para combater a “discriminação, a homofobia e a intolerância na base da condição ou conduta LGBT”.
Obama também disse que o Departamento de Estado, o Ministério da Justiça e o Ministério de Segurança Nacional “assegurarão um treinamento adequado” para funcionários do governo federal para fornecer acomodações especiais para indivíduos gays e lésbicos que buscam agilização na obtenção de uma nova residência.
Além disso, Obama comenta que o governo trabalhará para fortalecer a imagem de ativistas gays em organizações internacionais, por meio de iniciativas como fazendo pressões sobre representantes de governos de outros países e promovendo ativistas gays em vários fóruns. O documento requer que todos os órgãos do governo dos EUA no exterior preparem um relatório anual para registrar em detalhes o progresso na implementação das mudanças de direitos gays.
Esses órgãos incluem o Departamento de Estado, o Ministério da Fazenda, o Ministério da Justiça, da Agricultura, do Comércio, da Saúde e Segurança Nacional, a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (conhecida pela sigla USAID), a Millennium Challenge Corporation, o Banco de Exportação e Importação, o Representante Comercial dos Estados Unidos, e “quaisquer outros órgãos que o presidente designar”.
Um formulário da Casa Branca que acompanha o documento indica que o governo de Obama vem trabalhando para “proteger e promover os direitos dos indivíduos LBGT no mundo inteiro” desde que Obama ocupou a presidência.
Obama, cujo relacionamento com o movimento homossexual nos EUA tem muitas vezes estado em incerteza, fez o compromisso de apoiar a causa gay na Assembleia Geral da ONU em setembro. “Nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos à liberdade de expressão e liberdade de religião, mas também nenhum país deveria negar às pessoas seus direitos por causa de quem elas amam, e essa é a razão por que temos de assumir a defesa de gays e lésbicas no mundo inteiro”, disse ele.
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13 de julho de 2011

Obama: Meu governo é o mais pró-homossexualismo da história

Obama: Meu governo é o mais pró-homossexualismo da história

WASHINGTON, D.C., EUA, 12 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O presidente Barack Obama de novo prometeu sua fidelidade aos grupos homossexuais de pressão política numa recepção na Casa Branca em honra do mês de orgulho LGBT, se gabando de que seu governo fez mais do que qualquer outro presidente para avançar a causa gay.
“Este governo, sob minha direção, vem sistematicamente dizendo que como nação não podemos discriminar as pessoas na base da orientação sexual, e temos feito mais nos dois anos e meio em que estou aqui do que os 43 presidentes anteriores para sustentar esse princípio”, disse Obama numa coletiva à imprensa em 29 de junho, no dia da recepção, de acordo com o Christian Post.
Apesar disso, o presidente realizou uma desajeitada caminhada, numa situação perigosamente precária, para os apoiadores da agenda gay na Casa Branca ao louvar as campanhas deles, enquanto ao mesmo tempo envergonhadamente reconheceu que eles estão frustrados com a postura pública dele contra a imposição federal do “casamento” de mesmo sexo.
“Haverá ocasiões em que vocês ainda ficarão frustrados comigo. Sei que vai haver ocasiões em que vocês ainda ficarão frustrados com o ritmo das mudanças. Entendo isso. Sei que posso contar com vocês para me informarem”, disse Obama, que fez a multidão barulhenta rir e dar vivas.
No começo de seus comentários, Obama elogiou “as pessoas que estão assumindo uma postura contra a discriminação, e assumindo uma postura a favor dos direitos dos pais, crianças, parceiros e estudantes”, e ele acrescentou “e cônjuges” por sugestão da audiência. O presidente enfrentou reação semelhante num evento de levantamento de fundos em Manhattan dias antes, onde a multidão entoou cantos de “casamento” para ele num protesto brincalhão.
O presidente apontou para suas realizações até o momento, inclusive erradicando das forças armadas as normas que proibiam os homossexuais assumidos de atuarem e se recusando a defender a Lei Federal de Defesa do Casamento, como lembrete de seu “compromisso” para com a causa deles, que ele comparou à causa do movimento de direitos civis da década de 1960.
“Foi ali, no Salão Leste, em nossa primeira recepção de orgulho gay, no aniversário de 40 anos dos tumultos de Stonewall, poucos meses depois que assumi a presidência, que fiz um juramento, fiz um compromisso. Eu disse que jamais aconselharia paciência; não era certo eu dizer a vocês que fossem mais pacientes, assim como não era certo ninguém dizer aos negros americanos que fossem pacientes em termos de suas liberdades”, disse o presidente. “Eu disse que poderia levar tempo obter tudo o que queríamos. Mas também espero ser julgado não pelas promessas que fiz, porém pelas promessas que cumpri”.
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12 de junho de 2012

Estados Unidos estão paralisados diante de Obama


Estados Unidos estão paralisados diante de Obama

Falsificações de Obama são claras, mas, mergulhados em seus próprios pecados, EUA não conseguem reagir

Julio Severo
Quem diria: a aranha paralisou a águia!
Pela lei dos EUA, só pode ser presidente quem nasceu nos EUA. Obama conseguiu “provar” que nasceu nos EUA, com documentações que hoje são colocadas em dúvida. A dúvida maior veio no mês passado, quando veio à tona que um livreto promocional de autoria de Obama, publicado em 1991, revelava que o futuro presidente dos EUA “nasceu no Quênia”.
Os defensores de Obama alegam que a editora Dystel & Goderich cometeu um erro, mas a editora, como padrão, requer que todos os autores escrevam suas próprias informações biográficas. Além disso, o “erro” permaneceu de 1991 a 2007!
Em 2004, a Associated Press disse que Obama, que estava então se candidatando ao Senado nos EUA, havia nascido no Quênia.
São informações importantes, mas o Partido Democrático, que defendeu a candidatura presidencial de Obama em 2008, pouco se importou com a lei americana que proíbe estrangeiros de se candidatar à presidente.
O Partido Republicano, que costuma fazer oposição amistosa ao descarado esquerdismo do Partido Democrático, não quis questionar o fato de que Obama estava desqualificado para concorrer à presidência da maior potência do mundo.
Obama não enfrentou problemas na sua ilegalidade. O Partido Democrático estava paralisado pela ideologia politicamente correta e anticristianismo doentio. O Partido Republicano estava e está paralisado pelo puro idiotismo. E a justiça americana se mostrou igualmente paralisada diante de Obama, como se ele fosse um messias acima das leis.
A própria imprensa da Rússia, perplexa diante do silêncio ensurdecedor da mídia americana nessa questão, tem dado oportunidades para americanos fazerem cobranças sobre as falsificações da certidão de nascimento de Obama.
A eleição de Obama foi também provavelmente o mais poderoso golpe e zombaria de Satanás contra os EUA.
O governo do presidente anterior, George W. Bush, invadiu o Iraque islâmico e derrotou Saddam Hussein só para ver o governo de seu próprio país sendo tomado por outro Hussein. O nome oficial do queniano é Barack Hussein Obama, cuja família no Quênia é islâmica.
É quase como se, logo depois da 2ª Guerra Mundial, o diabo tivesse conseguido empossar nos EUA um presidente nazista. E teria conseguido, se a imprensa e a elite americana tivessem pregado durante anos o “nazismo como religião de paz”.
No caso do islamismo, a religião de todos os integrantes do grupo que cometeu o maior ataque terrorista da história dos EUA em 11 de setembro de 2001, a imprensa e a elite dos EUA tinham apenas uma reação, pregação e propaganda: o islamismo é uma religião de paz.
O próprio Bush, um conservador em vários aspectos morais, caiu na mesma armadilha: começou a pregar, feito papagaio, que a religião dos terroristas era uma “religião de paz”.
Não deveria ser então surpresa nenhuma que os EUA que derrubaram um Hussein no Iraque ganharam depois um Hussein na própria Casa Branca.
E esse Hussein queniano que conquistou a maior potência do mundo tem a mesma religião de seus parentes quenianos: a religião que trouxe “paz” para as Torres Gêmeas de Nova Iorque. A religião do “descanse em paz”.
Mas como é que ninguém ficou sabendo da religião de Obama?
O Pr. Jeremiah Wright, que fez o casamento de Obama e foi seu conselheiro espiritual durante 20 anos, afirmou que sofreu tentativa de suborno para ficar de boca fechada durante a primeira campanha presidencial de Obama.
O Pr. Wright declarou que Obama era realmente muçulmano.
A revelação veio através do escritor Ed Klein, autor de recente biografia de Obama. Klein esteve no mês passado no programa de Sean Hannity da Fox News. O programa transcorreu assim:
Apresentador Sean Hannity da Fox News: “Aqui está o escritor Ed Klein. Faremos o que a grande mídia não fará, mostraremos a gravação a recente entrevista dele com o Rev. Reverend Jeremiah Wright…”
KLEIN: Alguma vez você achou que ele era muçulmano?
WRIGHT: Sim…
HANNITY: O que você pensa disso?
KLEIN: Quando perguntei ao Rev. Wright sobre essa questão toda de islamismo e Cristianismo, ele disse: “Sabe, Barack Obama estava impregnado de islamismo desde sua infância. Mas ele sabia muito pouco de Cristianismo. E facilitei para ele não sentir-se culpado por aprender sobre o Cristianismo sem voltar as costas aos amigos islâmicos dele”.
Na atual campanha de reeleição de Obama, seu antigo pastor não precisou de nenhuma tentação de suborno para ficar de boca fechada.
É óbvio, nessa altura, que Obama percebeu que todos estão paralisados diante de sua imagem. A nação mais poderosa do mundo está impotente diante de um messias político com um histórico de falsificações morais e legais. O Hussein queniano foi mais esperto do que os americanos. O adepto da religião do “descanse em paz” hipnotizou uma nação. O Hussein do Quênia chegou a alturas que o Hussein do Iraque nunca teria sonhado.
Se o Hussein do Iraque pudesse ver hoje na Casa Branca o Hussein do Quênia, ele diria: “Descanse em paz, EUA”.
Quando um passarinho cai na teia, a aranha termina com um grande banquete.
Quem diria que um queniano com histórico muçulmano colocaria os EUA em estado de paralisação.
Mergulhados em seus próprios pecados, os EUA estão efetivamente paralisados pelo veneno das ideologias politicamente corretas, medo, anticristianismo doentio e idiotismo.
A aranha paralisou a águia.
Versão em inglês deste artigo: America paralyzed by Obama
Versão em espanhol deste artigo: Estados Unidos está paralizado por Obama