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10 de junho de 2007

CRIANÇAS: O próximo alvo do movimento homossexual


CRIANÇAS: O próximo alvo do movimento homossexual


“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos”.

Autor anônimo em “Point of View: No Place for Homo Homophobia.” San Francisco Sentinel [jornal homossexual], 26 de março de 1992. Veja também notícia onde membros da NAMBLA são presos por abuso de meninos.





“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos”.

Behavior Today, 5 de dezembro de 1988, pág. 5.









“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas queestão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los”.

Pat Califia, escritora e ativista lésbica, The Advocate [revista homosexual], outubro de 1980. Essa citação foi baixada do site da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (cuja sigla em inglês é NAMBLA) no seguinte endereço eletrônico http://www.nambla.org em 15 de abril de 1998, sob a seção intitulada “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”





“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos [os pederastas] são muito melhores para as crianças do que os pais…”

Declaração do ativista homossexual David Thorstad, pedófilo condenado pela Justiça e membro da NAMBLA, citado em Joseph Sobran. “The Moderate Radical.” Human Life Review, verão de 1983, páginas 59 e 60.












“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”

John Preston, citado em The Big Gay Book: A Man's Survival Guide for the ’90s (New York: Plume, 1991). Essa citação foi baixada do site da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (cuja sigla em inglês é NAMBLA) no seguinte endereço eletrônico http://www.nambla.org em 15 de abril de 1998, sob a seção intitulada “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”



“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”

John Money, Ph.D., professor aposentado de psicologia e psiquiatria na Universidade e Hospital Johns Hopkins. Citado em “Interview: John Money.” Paidika: The Journal of Paedophilia [Paidika: A Revista de Pedofilia], Holanda, 2(7), [primavera de 1991] páginas 5 a 9. Essa citação foi baixada do site da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (cuja sigla em inglês é NAMBLA) no seguinte endereço eletrônico http://www.nambla.org em 15 de abril de 1998, sob a seção intitulada “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”










“Nosso trabalho só estará concluído quando pudermos dizer que o mundo todo virou gay”.

Editorial na revista homossexual Guide , maio 1991, pág. 6.












“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias”.

Dr. Preben Hertoft, ‘sexólogo.’ “Introduction: Paedophiles Don't Hurt Children” [Introdução: Os Pedófilos Não Machucam as Crianças] Crime Without Victims [Crime Sem Vítimas] (Amsterdam: Global Academic Publishers, 1993). Essa citação foi baixada do site da Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (cuja sigla em inglês é NAMBLA) no seguinte endereço eletrônico http://www.nambla.org em 15 de abril de 1998, sob a seção intitulada “What People Are Saying About NAMBLA and Man/Boy Love.”









“Quando as igrejas conservadoras condenam os gays, só há duas coisas que podemos fazer para confundir a homofobia dos crentes verdadeiros. Primeira, podemos utilizar debates para obscurecer as opiniões morais. Isso significa publicar o apoio que igrejas mais moderadas dão aos gays… Segunda, podemos minar a autoridade moral das igrejas homofóbicas mostrando-as como antiquadas e estagnadas, em descompasso com os dias de hoje e com as descobertas mais recentes da psicologia. Contra a força das igrejas institucionais, devemos usar a influência mais forte da ciência e da opinião pública… Tal aliança profana já funcionou contra as igrejas antes, em tais questões como divórcio e aborto. Com suficientes debates abertos mostrando que o homossexualismo é uma prática comum e aceita, essa aliança poderá novamente funcionar nessa questão”.

Marshall K. Kirk e Erastes Pill, escritores homossexuais. “The Overhauling of Straight America.” Guide Magazine, outubro e novembro de 1987.


Nota: Todas as imagens neste texto foram fruto da pesquisa de Jael Savelli. As citações homossexuais são fruto da pesquisa de Julio Severo, publicadas originalmente em português no e-book As Ilusões do Movimento Gay, disponível em vários sites, inclusive na primeira página do JesusSite. Informações sobre a NAMBLA, a maior organização homossexual mundial defensora da pedofilia, encontram-se no e-book.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

14 de agosto de 2007

A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças





A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças

Julio Severo

A organização não-governamental Family Research Council de Washington, DC, publicou um importante documento intitulado Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent (Os Ativistas Homossexuais Estão Trabalhando para Abaixar a Idade Legal de Consentimento Sexual). Esse documento revela:

Embora a maioria dos ativistas homossexuais negue publicamente que querem acesso a meninos, muitos grupos homossexuais em vários países estão trabalhando agressivamente para abaixar a idade legal de consentimento sexual. Sua causa está recebendo a ajuda de entidades profissionais de psiquiatria e psicologia. Nos anos recentes, essas entidades têm começado a apoiar a normalização da pedofilia, da mesma forma como fizeram com relação à questão homossexual no começo da década de 1970.

Kevin Bishop, um pederasta (pedófilo) confesso, está promovendo o trabalho da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que foi violentado aos 6 anos de idade, é também um confesso homossexual que não tenta esconder a ligação que há entre o homossexualismo e a pedofilia. “Tire a capa do homossexual comum e você encontrará um pedófilo”, disse Bishop em entrevista no jornal Electronic Mail & Guardian de 30 de junho de 1997.

Bishop começou a estudar a questão da pedofilia quando era estudante na Universidade de Rhodes. Ali ele também descobriu a literatura socialista de Karl Marx, que o ajudou a formar suas opiniões.

Bishop está em campanha na África do Sul para ajudar a abolir as leis que limitam a idade para o consentimento sexual. Ele diz que as crianças devem receber o direito a uma educação “que lhes ensine sobre os relacionamentos amorosos na infância e que dê a elas a oportunidade de tomar decisões conscientes de ter relações sexuais”.

Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de “liberar” as crianças das restrições sociais. Kate Millett, uma feminista radical e teórica marxista, descreveu essa filosofia numa entrevista publicada no livro homossexual Amando Meninos. Millett afirma: “Um dos direitos mais importantes das crianças é expressar-se sexualmente, principalmente umas com as outras, mas também com adultos. Então, a liberdade sexual das crianças é uma parte importante de toda revolução sexual”. Millett diz que a revolução sexual começa trazendo a emancipação das mulheres e termina trazendo a emancipação homossexual…

Os ativistas homossexuais estão suavizando a opinião pública com respeito à questão da relação sexual entre adultos e crianças usando várias instituições: os meios de comunicação, o sistema educacional e principalmente a classe psiquiátrica e psicológica.[1]

Num importante estudo em 1985, o Dr. Paul Cameron, psicólogo americano, descobriu que o abuso sexual contra as crianças é um problema muito mais grave e elevado entre os homens homossexuais do que entre os homens heterossexuais. Aqui estão suas descobertas:

  • 153 pederastas homossexuais tinham estuprado 22.981 meninos por um período, em média, de 22 anos.

  • 224 pedófilos heterossexuais tinham estuprado 4.435 meninas por um período, em média, de 18 anos.

  • Cada pederasta homossexual violentou em média 150 meninos, enquanto cada pedófilo heterossexual violentou em média 20 meninas.[2]

De acordo com a pesquisa do Family Research Council, graças aos esforços do movimento homossexual os “especialistas” na área de abuso de crianças, inclusive psicólogos e psiquiatras, estão dando acobertamento para os pedófilos.[3] Para piorar ainda mais a delicada situação de proteção das crianças, escritores e filmes popularizam o relacionamento sexual entre adultos e crianças.

A Normalização da Pedofilia?

Como parte das campanhas para normalizar a relação sexual com crianças, alguns ativistas homossexuais estão promovendo a idéia de que impedir as crianças de ter relações sexuais é realmente uma forma de abuso contra elas. Aliás, uma revista homossexual elogiou os pedófilos como profetas da revolução sexual. Um editorial na edição de julho de 1995 da revista Guide declarou:

Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas… Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças.[4]

Por razões óbvias, muitos ativistas gays preferem, por enquanto, não defender a pederastia diante do público. Veja o que um deles comenta:

“Do ponto de vista de quem quer ter uma boa apresentação diante do público, é puro desastre deixar que indivíduos que defendem a legalização do ‘amor’ entre homens e meninos participem de marchas do orgulho gay. Não vem ao caso se o sexo entre homens e meninos é bom ou mal. O que é importante considerar é que é difícil refutar as opiniões contra a pederastia. Além disso, a maioria das pessoas a vê com nojo, sem mencionar que em todo o mundo há rígidas sanções legais contra essa prática.”[5]

Em que os Pedófilos Acreditam?

Vejam o que eles mesmos dizem:

NOSSO CREDO

Cremos que todo adulto e criança tem o direito de decidir por si sua própria orientação sexual.

Cremos que todo indivíduo ou grupo que condena o homossexualismo como errado ou pecaminoso é culpado de intolerância.

Cremos que toda criança tem o direito a aulas de educação sexual livres de discriminação e sem interferência dos pais… e o direito de cumprir seu destino de acordo com sua orientação sexual.

Definimos orientação sexual como toda e qualquer inclinação ou impulso que a natureza dá a uma pessoa [então isso significa que também devemos reconhecer os impulsos dos que querem sexo com animais?].

Rejeitamos a noção de que qualquer conduta ou ato praticado em particular entre adultos ou crianças que consentem é antinatural e anormal.

Reivindicamos que o homossexualismo seja reconhecido como um estilo de vida alternativo igual em todos os aspectos aos estilos de vida tradicionais.

Reivindicamos ações judiciais, legislativas e executivas para proteger nossa orientação e preferência sexual.

Condenamos todos os grupos — religiosos ou não — que pregam a intolerância e a discriminação sexual.

Condenamos os pais mal informados que impõem em seus filhos preconceitos contra o homossexualismo.

Declaramos que nada é mais elevado do que a própria pessoa decidir seus próprios valores morais e éticos e que deus criou o homem supremo.

Defendemos o direito dos ateus, anarquistas e agnósticos de viver de acordo com seus valores e crenças.[6]

A NAMBLA, uma organização homossexual mundial que defende a pedofilia, tem a seguinte filosofia:

A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA) é uma organização fundada em resposta à extrema opressão que sofrem homens e os meninos envolvidos em relacionamentos sexuais consensuais e outros relacionamentos uns com os outros. A NAMBLA aceita como membros todos os indivíduos simpatizantes da liberdade sexual em geral, mas principalmente do amor entre homens e meninos. A NAMBLA se opõe fortemente às leis de consentimento sexual e outras restrições que impedem os adultos e os jovens de ter pleno prazer físico e controle sobre suas vidas. A meta da NAMBLA é acabar com a antiga opressão contra os homens e meninos envolvidos em relacionamentos mutuamente consensuais. A NAMBLA pretende alcançar essa meta:

construindo uma rede de apoio para tais homens e meninos;

educando o público acerca da natureza benéfica do amor entre homens e meninos;

apoiando a liberação das pessoas de todas as idades do preconceito e opressão sexual.”[7]

Objetivo Geral: Melhorar a condição social e a imagem pública dos pedófilos, eliminar as sanções legais contra a conduta pedófila e conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças. Pretendemos alcançar esse objetivo:

1. Buscando melhorar a imagem pública dos pedófilos mediante:

Supervisão de currículos de aulas de psicologia e educação sexual em escolas públicas, faculdades e universidades, buscando eliminar os velhos estereótipos e falsidades com relação à pedofilia e à sexualidade das crianças.

Consulta com autoridades na área de doença mental e conduta sexual humana para encorajar uma atitude compassiva para com a pedofilia.

Lobby legislativo para reduzir as sanções legais contra a conduta pedófila em particular e contra toda conduta sexual em geral, e para aumentar os direitos da criança para que ela possa decidir o que quiser.

Alianças com grupos feministas e outras organizações para estabelecer o princípio de que os objetivos de todos os grupos de liberação são essencialmente os mesmos: a eliminação de leis sexistas e autoritárias que controlam a vida humana: e que a liberação das crianças é a essência de toda liberação humana.

2. Publicação e disseminação de literatura apoiando as metas da liberação pedófila.

3. Publicação e disseminação de literatura para conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças, principalmente à luz das pesquisas do desenvolvimento cognitivo.[8]

Fonte: e-book As Ilusões do Movimento Gay, de Julio Severo.

Leitura recomendada:

CRIANÇAS: O próximo alvo do movimento homossexual

Psiquiatra infantil acusado de abusar sexualmente de meninos

Pedófilos lançam partido próprio

Pedofilia e homossexualismo

Preso membro da NAMBLA, a maior organização homossexual do mundo que defende a pedofilia

Sete Membros da NAMBLA São Presos em Operação Policial Secreta

Notas:

[1] Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), pp. 2,3,9.

[2] Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 8.

[3] Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), pp. 12-14.

[4] Adaptado de: Frank V. York & Robert H. Knight, Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent [documento] (Family Research Council: Washington, DC, 1999), p. 4.

[5] Marshall Kirk and Hunter Madsen, After the Ball: How America Will Conquer Its Fear & Hatred of Gays in the 90's (New York: Plume Books, 1989), p. 146.

[6] National Committee for Gay Civil Rights. 1984 Draft III internal review copy entitled “This is Our Creed”

[7] The official philosophy and goals of the North American Man-Boy Love Association (NAMBLA), from “Introducing the North American Man-Boy Love Association.” Undated basic promotional brochure of NAMBLA National Headquarters in New York City. Reproduced in Father Enrique T. Rueda's The Homosexual Network: Private Lives & Public Policy. 1982: Old Greenwich, Connecticut; Devin Adair Publishers, page 177.

[8] Social action agenda of NAMBLA’S “Task Force on Child-Adult Relations”, as described in Richard C. Bishop. “A Proposal for Pedophile Groups.” NAMBLA Journal, New York, New York, July 1, 1979, page 5. Reproduced in Father Enrique T. Rueda’s The Homosexual Network: Private Lives & Public Policy. 1982: Old Greenwich, Connecticut; Devin Adair Publishers, pages 214 and 215.

13 de janeiro de 2006

O risco do ativismo gay nas escolas

O risco do ativismo gay nas escolas

Linda Harvey
NewsWithViews.com

Será que os professores homossexuais têm probabilidade maior de seduzir ou atacar sexualmente estudantes do que professores heterossexuais? Durante os séculos, a tradição sustentou que os jovens estão sempre em perigo quando os praticantes do homossexualismo têm permissão de interação próxima com eles. Essa opinião baseia-se numa realidade que é ainda mais que evidente.

Os ativistas homossexuais afirmam exatamente o contrário. Ao se dirigirem às escolas e aos pais, eles sustentam que os homossexuais têm menos probabilidade de molestar as crianças do que os heterossexuais. Alguns eventos, porém, indicam que suas alegações não são simplesmente verdadeiras.

Primeiramente, há uma questão bem entendida entre todas as organizações de jovens e escolas, de que adultos que sentem interesse sexual em crianças e jovens buscarão emprego onde há acesso fácil às crianças — escolas, grupos de jovens, acampamentos, grupos de escoteiros e assim por diante. Por isso, as organizações de jovens responsáveis são tradicionalmente cautelosas na hora de recrutar e empregar e tiram para fora os que poderiam representar um risco.

Mas os dois principais grupos de educação dos ativistas homossexuais, que fazem pressão intensa nas escolas públicas, experimentaram incidentes escandalosos em 2000 que revelam um lado sombrio de sua idéia de que líderes homossexuais não representam perigo.

Em agosto de 2000, o presidente da filial, na cidade de Toledo, da entidade PALG (Pais e Amigos de Lésbicas e Gays) liderou um comício de protesto contra a organização de escoteiros ali. Mas o que acabou sendo descoberto é que ele é um molestador de crianças já condenado pela justiça. John Helmstreet, que confessa ser homossexual, havia organizado um protesto em frente do prédio dos escoteiros. Helmstreet confessou que em 1992 ele molestou sexualmente um menino de 10 anos. Quando lhe perguntaram se os grupos de escoteiros deveriam excluir os homossexuais, ele não deu resposta. O grupo gay REGLH também patrocinou o protesto. 1 Até 2001, o nome de Helmstreet ainda aparecia na lista da página de Internet da PALG de Toledo como presidente da filial. O que é irônico é que essa filial se reúne numa igreja episcopal.

Um assistente social escolar que era líder da REGLH (Rede de Educação Gay, Lésbica e Heterossexuais) foi preso em agosto de 2000 numa investigação de Internet. Dave P. Thomas de Chicago foi acusado de aliciamento de um menor. O menor, que foi identificado como um menino entre 13 e 16 anos, havia se encontrado com Thomas em várias ocasiões para fins sexuais. 2

O que é incrível é o modo como o público homossexual apóia abertamente o sexo com crianças. Há poucas tentativas de mascarar isso. Aliás, isso freqüentemente é exibido sem rodeios. O mestre de cerimônias da parada do orgulho gay da cidade de San Francisco em 1999 foi Harry Hay. Hay foi um dos fundadores do movimento de direitos gays nos EUA na década de 1950 e 1960. Hay apoiou publicamente o grupo pedófilo NAMBLA (Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos). Em 1993, ele até marchou na parada da NAMBLA. 3

Esses fatos nos levam a perguntar qual é a real motivação do ataque de grande escala dos homossexuais contra os grupos de escoteiros. É só uma questão de querer o que eles interpretam como “direito civil” ou há mais interesses escondidos?

Em novembro de 1992, o boletim da NAMBLA publicou uma carta aberta aos grupos de escoteiros que essencialmente chamava os escoteiros para “cessar… a discriminação de pessoas abertamente gays ou lésbicas na nomeação de mestres de escoteiros e entre… os membros”. A carta também declarava: “Temos uma mesma missão em comum — trazer um entendimento, luz e propósito maior para os jovens em sua fase de crescimento”. 4

A NAMBLA esteve implicada em outro caso envolvendo um menino de 10 anos, Jeffrey Curley, da cidade de Boston. Dois homens foram acusados no horrível estupro e morte de Jeffrey em outubro de 1997. Foram encontradas publicações da NAMBLA na casa de Charles Jaynes, um dos dois homens. Os pais do menino estão processando a NAMBLA em 10 milhões de dólares, e exigindo que sejam revelados os nomes de todos os membros da NAMBLA. 5

Se os homossexuais não têm nenhum interesse sexual especial nas crianças, conforme alegam, então por que sempre surgem tais fatos preocupantes?

Na cidade de Manchester, N.H., uma escoteira de 12 anos foi molestada sexualmente por sua líder escoteira de 18 anos durante o tempo que passaram hospedadas a noite numa igreja em fevereiro de 2001. A jovem confessou que beijou a menina e ofereceu-se para “ajudá-la” se ela quisesse experimentar um encontro com uma mulher.6

A organização de escoteiras vem adotando uma postura defensiva acerca de seu apoio a programas pró-homossexualismo nas escolas, inclusive o vídeo de promoção de famílias homossexuais chamado “That’s a Family”. Anos atrás, a presidente, Connie Matsui, apareceu numa conferência de imprensa na Casa Branca depois de uma exibição do filme, que transborda de famílias com filhos criados por lésbicas e homens homossexuais.

Durante muitos anos, as escoteiras tem permitido que lésbicas sejam líderes em sua organização. De acordo com uma fonte, um terço de toda a equipe do escritório central das escoteiras americanas são lésbicas. 8 No entanto, as escoteiras não são evidentemente a única organização a fazer isso. Políticas proibindo discriminação na base da “orientação sexual” foram promulgadas nas organizações Boys and Girls Clubs of America, the Camp Fire Girls, National 4-H Council e YMCA Indian Guides.9

A organização de escoteiras de South Jersey Pines possui um acampamento de 490 acres em Newfield, N.J., onde o Acampamento de Verão da Montanha Meadow é realizado. O acampamento oferece uma experiência de “acampamento feminista” para as meninas. O foco do acampamento são as filhas de 9 a 17 de pais homossexuais, solteiros e “progressistas”. O formulário de inscrição para o acampamento pergunta aos campistas se eles são do sexo masculino, feminino ou “outro”. A diretora do acampamento é uma lésbica que diz ser membro fundadora de Vingadoras Lésbicas, uma organização de militantes lésbicas da cidade de Chicago. 10

A molestação sexual de crianças é um evento diário porque os homossexuais têm agora mais acesso aos filhos das pessoas. O ex-líder de escoteiros e pastor de jovens Christopher Reardon está atualmente sendo julgado por acusações de molestação envolvendo rapazes de 19 anos em Middleton, Massachusetts. E o professor Milton McFarlane, de Bronx, N.Y., que é portador do HIV, foi acusado de estuprar um estudante de 9 anos e repetidamente estuprar outro estudante de 8 anos. Os dois estudantes foram atacados na escola que freqüentavam e onde McFarlane ensina na seção de Williamsburg do Bronx. Em 1998, McFarland havia sido investigado por acusações de que ele se exibiu para um estudante e abriu o zíper da calça de outro, mas o caso foi abandonado porque os relatos dos estudantes estavam em conflito. McFarland teve permissão de continuar ensinando. 12

Não é hora de percebermos o perigo e protegermos nossos filhos? Homossexuais confessos não deveriam ter permissão de ensinar ou dirigir grupos de jovens. Precisamos desconfiar de todos os apoiadores ou praticantes do homossexualismo que querem acesso aos nossos filhos.

Fontes:

1. www.worldnetdaily.com, August 22, 2000

2. Chicago Sun-Times, August 31, 2000

3. Reported in Family Research Council's “Culture Facts,” May 13, 1000

4. Nambla Bulletin, Vol. 13, No. 9, November 1992, as quoted by Abiding Truth Ministries, Citrus Heights, CA

5.“ACLU terms NAMBLA suit a ‘withc hunt’”, Boston Herald, July 18, 2001

6. Manchester Union-Leader, June 4, 2001

7. “Who’s Telling the Truth About the Girl Scouts?” by Ed Vitigliano, www.agapepress.org, May 8, 2001

8. “Female Liberalism Pervades Girl Scouts, Says Ex-Scout”, by Jason Pierce, www.cnsnews.com, July 17, 2001

9. “Go Ahead, Bury the Cookies”, The Advocate, May 22, 222001

10. “Alternative Fun in the Sun”, by Michael Betsch, www.cnsnews.com, July 3, 2001

11. “Trial Set to Open for Trusted Youth Minister, Scout Leader Accused of Molesting Boys”, by Adam Gorlick, Associated Press, July 9, 2001

12. “Cops: HIV Teacher Raped Boy, 9”: by Murray Weiss, Ed Robinson, Carl Campanile, Maria Malave and fBill Sanderson, New York Post, May 3, 2001

© 2001 - Linda P. Harvey - All Rights Reserved


Linda P. Harvey é presidente of Choice For Truth, a project of Mission America, P.O. Box 21836, Columbus, OH, 432211-0836, (614) 442-7998. e-mail:missiona@ee.net websites: www.missionamerica.com and www.Choice4Truth.com

Tradução e adaptação de Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.newswithviews.com/public_schools/public_schools.htm

9 de janeiro de 2012

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

4 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — A indignação e nojo que a maioria de nós sentiu quando ficamos sabendo das alegações de abuso sexual de meninos nas escolas de esporte da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse indicam que nossas normas culturais sobre o abuso sexual de menores estão intactas. Contudo, apenas uma década atrás um movimento paralelo começou em algumas universidades a redefinir a pedofilia como a mais inócua “intimidade sexual intergeracional”.
A publicação do livro “Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex” (Prejudicial para Menores: Os Perigos de se Proteger Crianças do Sexo) prometeu aos leitores uma “reavaliação radical, atual e há muito esperada de como pensamos e agimos com relação à sexualidade de crianças e adolescentes”. O livro foi publicado pela editora da Universidade de Minnesota em 2003 (com prefácio de Joycelyn Elders, que havia sido ministra da Saúde do governo de Bill Clinton). Depois da publicação, a autora Judith Levine postou uma entrevista no site da universidade condenando abertamente o fato de que “há pessoas que estão promovendo uma agenda cristã conservadora que impedirá crianças menores de idade de terem acesso à expressão sexual”, e acrescentando que “realmente temos de proteger as crianças de perigos reais… mas isso não significa protegê-las de algumas fantasias de sua inocência sexual”.
Essa redefinição da inocência da infância como “fantasia” é a chave para enfraquecer a definição da perversão da pedofilia, que satura as universidades e outros lugares. Valendo-se da linguagem da teoria pós-moderna, aqueles que estão trabalhando para redefinir a pedofilia estão primeiramente redefinindo a infância, afirmando que a “infância” não é uma certeza biológica. Em vez disso, a infância é uma invenção que a sociedade construiu — um objeto produzido pela sociedade durante a história. Tal desconstrução da infância é produto dos esforços de um movimento de poderosos defensores da pedofilia apoiados por especialistas das universidades e por um grande número de escritores, pesquisadores e editores que estavam dispostos a questionar o que a maioria de nós vê como conduta tabu.
Os teóricos pós-modernos estão interessados principalmente em trabalhos escritos que evocam a natureza fragmentária da experiência e a complexidade da linguagem. Uma das fontes mais citadas para isso é o livro “Male Intergenerational Intimacy: Historical, Socio-Psychological and Legal Perspectives” (Intimidade Intergeracional Masculina: Perspectivas Históricas, Socio-Psicológicas e Legais). Essa coleção de artigos de especialistas acadêmicos — na maior parte europeus, mas alguns ligados a universidades dos EUA — fornece um argumento muito forte a favor do que eles chamam de “intimidade intergeracional”. Ken Plummer, um dos que contribuíram, escreve que “não mais podemos presumir que a infância é uma época de inocência simplesmente por causa da idade cronológica da criança”. Aliás, “uma criança de sete anos pode ter construído uma conjunto elaborado de compreensões e códigos sexuais que deixaria muitos adultos de boca aberta”.
Afirmando se apoiar no trabalho teórico dos historiadores sociais, das feministas socialistas, dos Foucauldianos e dos sociólogos construcionistas, Plummer prometeu construir uma “nova e fecunda maneira de ver a sexualidade e as crianças”. Dentro dessa perspectiva, há a suposição do desenvolvimento sexual linear e nenhuma infância real, apenas uma definição imposta a partir de forças externas.
Condenando abertamente as “perspectivas essencialistas da sexualidade”, esses escritores tentam remover as barreiras essencialistas da infância, abrindo a porta para os pedófilos pós-modernos verem tal conduta como parte da política da transgressão. Eles não mais são pervertidos; eles são simplesmente “cruzadores de barreiras” pós-modernos.
Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.
Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.
Parece que muitos pedófilos pós-modernos aceitaram a recomendação com muita seriedade. Por algum tempo, vivemos numa cultura em que o sexo entre homens e meninos era não só tolerado, mas também celebrado. E embora a revolta pública contra as alegações de estupros de meninos da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse revele que a pedofilia masculina permanece um terreno questionado para a maioria, o sexo entre mulheres e meninas mal é registrado na tela do radar cultural, por causa do poder do movimento feminista.
O espetáculo teatral “Os Monólogos da Vagina”, por exemplo, é ainda um repertório dramático padrão nas produções estudantis nas universidades — inclusive na Universidade Estadual Penn e na Universidade de Syracuse. A peça original explora a história de uma menina alcançando sua “maturidade”, começando com uma menina de 13 anos gozando um caso sexual com uma mulher de 24 anos. Versões da peça publicadas posteriormente mudaram a idade da menina de 13 para 16 anos, e a peça continua a ser encenada. A produção de fevereiro do ano passado na Universidade de Syracuse foi inovada quando convidaram um elenco composto por membros da universidade para encenar a peça na universidade.
Embora a indignação com as recentes alegações de abuso sexual indicasse que o rótulo de pervertido permanecerá para a prática da pedofilia, a realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão.
Anne Hendershott é célebre professora da Universidade do Rei em Nova Iorque, EUA. Ela é autora de “The Politics of Deviance” (As Políticas da Perversão). Este artigo apareceu originalmente no Public Discourse e foi publicado com permissão.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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