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4 de novembro de 2012

Onde está Deus nos desastres naturais?


Onde está Deus nos desastres naturais?

Onde estava Deus quando a Supertempestade Sandy golpeou a costa leste dos EUA, matando e causando destruição que ficaram na história? E onde estava Deus em 2011 quando o tsunami e o terremoto mataram mais de 200 mil pessoas no Japão?
Furacão Sandy
No rastro de tal incrível perda e desastre, lutamos para entender como um Deus que é todo-poderoso e onisciente pode também ser considerado bom e amoroso. O pastor e professor Erwin Lutzer tenta resolver esse difícil assunto de frente em seu livro “Where Was God?” (Onde Estava Deus?).
“A questão dos desastres naturais é importante”, disse Lutzer numa entrevista por telefone no ano passado. “A Bíblia realmente registra casos de desastres naturais”. Durante nosso debate, Lutzer respondeu a várias perguntas que estão detalhadas em seu livro.
Pergunta: Por que Deus permite desastres naturais?
Lutzer: Uma coisa que precisamos recordar é que o mundo está caído. A Bíblia diz que quando o homem caiu no pecado, toda a natureza sofreu maldição. Em outras palavras, era impossível que o homem que estava em pecado vivesse num ambiente perfeito de paraíso. Toda a natureza está sob maldição.
Mas, no que se refere a desastres, isso não significa que Deus tem uma política de não intervir em nada. Muitas pessoas querem proteger Deus do que está bem claramente ensinado na Bíblia, que mostra que Ele está envolvido nos desastres naturais. Não é Deus que os causa, mas o próprio fato de que Ele poderia impedi-los mostra que precisamos enfrentar com honestidade o fato de que desastres podem acontecer dentro da providência de Deus.
Permita-me dar-lhe alguns exemplos. Durante a época das pragas no Egito, é óbvio que Deus enviou essas pragas. Então vemos também a época de Noé: quem enviou o dilúvio foi evidentemente Deus. A Bíblia diz com relação a Jonas que Deus enviou uma tempestade ao mar. Temos de ver Deus nos desastres naturais. A pergunta óbvia é: por que Ele os permite e o que há para se aprender com eles.
Pergunta: Que tipos de lições podemos aprender com os desastres naturais?
Lutzer: Os desastres naturais são um megafone de Deus e eles nos ensinam várias lições. Primeira de todas, os desastres naturais nos mostram a incerteza da vida. Milhares de pessoas acordam de manhã não sabendo o que vai acontecer naquele dia, tais como a terrível devastação no Haiti e em outros lugares. Havia um casal que partiu da Califórnia porque tinham medo de terremotos. Então, quando chegaram ao Missouri, eles foram mortos num furacão. Não podemos escapar da realidade de que a vida é muito, muito curta e é possível enganarmos a nós mesmos.
Quando assisto ao noticiário e vejo esses desastres, é como um prenúncio dos desastres naturais que algum dia sobrevirão à terra. Quando olhamos para a segunda vinda de Cristo, vemos que há diferentes desastres naturais ligados à volta dEle.
Em conclusão, penso que esta é a melhor ilustração. Todos os 10 filhos de Jó morreram num desastre natural. Havia uma tempestade e forte ventania que derrubaram a casa. Jó se deparou com o fato de que por causa de um desastre natural, há 10 túmulos recém-cavados no cemitério. Então, e agora: o que é que ele vai fazer?
Sua esposa o orienta a xingar Deus e morrer. Mas Jó disse: “O Senhor deu e o Senhor levou. Bendito seja o nome do Senhor”. Jó nos mostra que é possível adorar a Deus mesmo sem explicações, até mesmo quando não conhecemos todas as razões. Aqueles que adoram a Deus sob essas condições são de forma especial abençoados.
Traduzido e editado por Julio Severo do artido de Charisma: Where Is God in Natural Disasters?
Leitura adicional:

30 de outubro de 2012

A Tempestade Frankenstein poderia ser um sinal de Deus?


A Tempestade Frankenstein poderia ser um sinal de Deus?

“Quando pressionam Israel para dividir sua terra, os EUA sofrem catástrofes que batem recorde”

Drew Zahn
Será que a “Tempestade Frankenstein” — as temidas forças combinadas de uma tempestade chuvosa com o Furacão Sandy — poderia realmente ser uma mensagem do Todo-poderoso?
William Koenig, jornalista e correspondente na Casa Branca, explicou para WND que algumas das tempestades e eventos mais catastróficos dos Estados Unidos ocorreram numa relação muito próxima com as tentativas dos EUA desafiarem a Deus dividindo a terra de Israel.
“Quando pressionam Israel para dividir sua terra, os EUA sofrem catástrofes enormes que batem recorde, muitas vezes dentro de 24 horas”, Koenig disse para WND. “O Furacão Katrina, o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 — os EUA já sofreram mais de 90 catástrofes que bateram recorde depois de agirem contra Israel. E quanto maior a pressão colocada sobre Israel para ‘cooperar’, maior é a catástrofe”.
Alguns dos exemplos dados por Koenig são espantosos.
O Furacão Katrina, o furacão que mais matou e custou despesas na história dos EUA, atingiu em 29 de agosto de 2005. Esse furacão começou no dia em que o presidente George W. Bush congratulou Israel por evacuar Gaza e exortou os israelenses e os palestinos a avançarem em seu plano de dois estados.
Koenig também apontou para o “Expresso de Long Island”, de 1938, o furacão mais poderoso, mortal e dispendioso na recente história da região da Nova Inglaterra nos EUA, um furacão que matou mais de 600 pessoas e causou um prejuízo de propriedades que no valor de dólares de hoje se aproxima de 5 bilhões.
“Antes da catástrofe de 1938, estava havendo uma grande perseguição aos judeus, uma preparação para o Holocausto”, relatou Koenig. “De acordo com o escritor John McTernan, o olho do furacão foi diretamente em cima do Acampamento Siegried e da rua Adolf Hitler em Long Island. A tempestade violenta ocorreu 38 dias depois que o Acampamento Siegfried foi o centro do maior comício nazista fora da Alemanha”.
Em seu livro “Eye to Eye: Facing the Consequences of Dividing Israel” (Olho a Olho: Enfrentando as Consequências de Dividir Israel), Koenig aponta para o fato de que das 10 catástrofes que mais causaram prejuízos na história dos EUA, nove ocorreram depois que autoridades americanas pressionaram Israel a fazer concessões de terra em troca de paz com seus vizinhos. Ele mostra com detalhes fascinantes como, entre sete furacões que mais provocaram danos na história dos EUA, seis ocorreram depois de tais pressões.
Agora o furacão Sandy ameaça se tornar uma das piores tempestades em décadas. O furacão foi apelidado de “Tempestade Frankenstein” por alguns meios de comunicação porque a data de sua chegada coincide com o Halloween.
Mas de que modo a “Tempestade Frankenstein” tem ligação com a postura dos EUA para com Israel?
“Os dois partidos [Partido Republicano e Partido Democrático] já aceitam, de forma específica, uma solução de dois estados para se chegar à paz no Oriente Médio, dividindo a terra de Israel entre Israel e um estado palestino”, Koenig disse para WND.
“De uma perspectiva bíblica, essa terra não pode ser dividida nem negociada… ponto final”, disse Koenig. “Essa é a terra que Deus deu a Israel. As pessoas dizem que querem paz”, ele continuou, “mas tudo se resume nisto: Nenhum líder terreno tem o direito de dividir a terra de Israel, pois essa terra foi presente de Deus para Abraão e seus descendentes”.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo de WND: Could 'Frankenstorm' be a sign from God?
Leitura recomendada: