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15 de maio de 2018

Documento do governo dos EUA que era extremamente secreto vem alimentando ataques e desinformação da esquerda sobre esforços brasileiros contra o terrorismo comunista na década de 1970


Documento do governo dos EUA que era extremamente secreto vem alimentando ataques e desinformação da esquerda sobre esforços brasileiros contra o terrorismo comunista na década de 1970

Julio Severo
O Globo, um dos jornais brasileiros mais proeminentes — numa proeminência geralmente esquerdista —, disse na semana passada:
“Um memorando feito pelo ex-diretor da CIA William Egan Colby em 11 de abril de 1974 e destinado ao então Secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger sugere como o ex-presidente Ernesto Geisel soube e autorizou a execução de centenas de opositores políticos durante a ditadura militar no Brasil.”
A Folha de S. Paulo, outro jornal brasileiro com uma proeminência geralmente esquerdista, disse:
“Um documento secreto de 1974 liberado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos afirma que o ex-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) aprovou a continuidade de uma política de ‘execuções sumárias’ de adversários da ditadura militar.”
Toda a esquerda brasileira está se deliciando com as informações disponibilizadas no site do Departamento de Estado dos EUA.
Presidente Ernesto Geisel
No entanto, o que O Globo chamou de “opositores políticos” inocentes, o Departamento de Estado dos EUA chamou de “os subversivos e terroristas mais perigosos.”
Então, qual é o problema do regime militar brasileiro executando os subversivos e terroristas mais perigosos?
Todos esses terroristas eram comunistas. Eles não estavam envolvidos em atividades políticas inocentes. Eles estavam envolvidos em assassinatos, assaltos a bancos e muitos outros crimes violentos. Acima de tudo, eles estavam matando para estabelecer no Brasil uma ditadura comunista.
Existe uma diferença enorme. Enquanto os regimes comunistas ao redor do mundo — inclusive a União Soviética, China e Cuba — estavam matando a torto e direito qualquer um que se opusesse pacificamente à sua ditadura, os militares brasileiros não matavam aleatoriamente pessoas não envolvidas em atividades terroristas.
O que o documento do Departamento de Estado disse?
“[O diretor da CIA William] Colby relatou que o presidente [Ernesto] Geisel planejava continuar a política de [ex-presidente] Médici de usar meios extralegais contra subversivos, mas limitaria as execuções aos subversivos e terroristas mais perigosos.”
Essa informação era extremamente sigilosa. Por que agora está disponível livremente para os esquerdistas vandalizarem um evento desagradável, mas necessário?
Não há problema em limitar as execuções aos subversivos e terroristas mais perigosos. Se não tivessem sido executados, esses subversivos e terroristas perigosos derrubariam o governo brasileiro e não limitariam quaisquer de suas execuções: eles executariam toda e qualquer pessoa, inclusive os cidadãos mais inocentes.
A violência desses terroristas não estava poupando nem mesmo americanos:
* “Em outubro de 1968 a VPR [Vanguarda Popular Revolucionária, uma organização marxista] elevou as apostas ao assassinar o capitão do Exército dos EUA Charles [Rodney] Chandler quando ele colocou os pés para fora de sua casa em São Paulo. Chandler estava fazendo cursos universitários (na altamente conservadora Universidade Mackenzie) como parte de seu treinamento para ensinar português em West Point.” (Thomas E. Skidmore, The Politics of Military Rule in Brazil, 1964-1985 [A Política do Regime Militar no Brasil, 1964-1985] [Oxford University Press, 1990], página 87.)
* Charles Burke Elbrick, embaixador dos EUA no Brasil, foi sequestrado e mantido cativo durante quatro dias em setembro de 1969.
Portanto, não há razão para defender os subversivos e terroristas mais perigosos, como a imprensa brasileira está fazendo. Tratar os subversivos e terroristas mais perigosos como meros opositores políticos é pisar no sangue de suas vítimas. Como diz o velho ditado, aquele que salva os lobos sacrifica as ovelhas.
O que mais o Departamento de Estado disse?
“O Departamento [de Estado] informou a Embaixada [dos EUA no Brasil] que, dado o rápido desenvolvimento econômico do Brasil e a hostilidade do Congresso [dos EUA] ao prosseguimento indefinido de programas de assistência, a assistência bilateral (com exceção de narcóticos e assistência de planejamento familiar) seria eliminada.”
Essa informação era extremamente sigilosa. Sua data era 18 de maio de 1973.
Por que o governo dos EUA estava tão empenhado em não eliminar sua “assistência de planejamento familiar” para o Brasil?
Mencionado com destaque no documento divulgado está Henry Kissinger, então secretário de Estado, que estava muito preocupado com os assuntos brasileiros. Kissinger também foi, com a CIA, responsável pelo NSSM 200 (Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200). É também chamado de Relatório Kissinger, e foi elaborado durante o governo republicano de Richard Nixon.
O assunto do NSSM 200 era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA” e trata o crescimento da população brasileira como uma ameaça ao acesso dos EUA aos recursos naturais brasileiros.
O NSSM 200 identifica o Brasil como um dos principais alvos das políticas de controle populacional dos EUA, as quais incluíam a integração dos serviços de saúde para planejamento familiar e doutrinação.
Uma grande vitória do NSSM 200 foi integrar o planejamento familiar nos serviços de saúde. Antes do NSSM 200, o planejamento familiar (que é um eufemismo para o controle populacional) não era assistência médica e não estava integrado nos serviços de saúde. Sua integração foi uma vitória do controle de população do governo Nixon, um governo republicano obcecada em reduzir a população mundial e que, não surpreendentemente, viu o aborto sendo legalizado debaixo dos narizes dos republicanos.
Outras medidas fortes implementadas diretamente do NSSM 200 foram doutrinação de que o tamanho ideal da família era de 2 filhos e que as mulheres deveriam ser “encorajadas” ou até mesmo empurradas a trabalhar fora de casa, exatamente para dificultar o nascimento de bebês.
Enquanto o governo brasileiro estava trabalhando para executar os subversivos e terroristas mais perigosos — uma medida necessária que não desagradaria a nenhum homem e mulher decentes —, o governo dos EUA estava trabalhando para “executar” novas gerações de brasileiros através do controle populacional sorrateiro com a intenção de reservar recursos naturais brasileiros não para a próxima geração de brasileiros, mas para a próxima geração de americanos.
Enquanto isso, a mesma mídia esquerdista brasileira que tem sido cuidadosa em não chamar os comunistas ativamente envolvidos em violência e ataques terroristas de subversivos e terroristas comunistas perigosos tem sido igualmente cuidadosa em não expor e atacar os esforços de controle populacional do governo dos EUA.
O documento do Departamento de Estado disse:
“Crimmins informou ao Departamento [de Estado] que o acordo Brasil-Alemanha sobre cooperação nuclear refletia o desejo do Brasil de maior status de potência. O embaixador concluiu que, se o Brasil se tornasse uma potência nuclear, isso prejudicaria seus laços com os Estados Unidos.”
Se o Brasil deseja uma coexistência pacífica com os Estados Unidos, não pode alcançar um status importante de potência. Eu sei disso porque em 2008 o profeta americano Chuck Pierce profeticamente disse para mim e para um grupo de líderes cristãos brasileiros que se o Brasil apoiasse Israel, Deus elevaria o Brasil como uma potência e o resultado seria inveja e oposição dos Estados Unidos. Você pode ler minha reportagem completa aqui. Atualmente, como nação que não respeita Israel, o Brasil não merece se tornar uma potência.
O documento do Departamento de Estado disse:
“A Embaixada [dos EUA] comentou sobre a eleição de Geisel como presidente, observando que o retorno ao governo representativo prometido pelo regime de Médici não havia ocorrido.”
Eu apoio, no contexto dos EUA, o governo representativo para os EUA, porque suas instituições são fortes. Mas no contexto brasileiro da década de 1970, quando as instituições brasileiras estavam seriamente ameaçadas por ações subversivas e armadas de comunistas financiados por ditaduras comunistas estrangeiras, um governo representativo, pacífico e democrático para combater a violência comunista armada e a guerrilha seria suicídio nacional. Os próprios comunistas exigiam “governo representativo,” como se quisessem democracia. No contexto brasileiro, o governo representativo seria um trampolim para o caos e revolução comunista.
Mesmo assim, o governo dos EUA estava preocupado com a falta de tal governo representativo, apesar de nunca ter pressionado de forma alguma seu grande aliado, a ditadura islâmica da Arábia Saudita, a ter um governo democrático.
O documento do Departamento de Estado disse:
* “[O embaixador americano no Brasil] Crimmins discutiu as perspectivas de liberalização política no Brasil. Ele concluiu que seria uma fonte contínua de dificuldades para o governo de Geisel.”
* “Crimmins sugeriu possíveis tópicos para a futura viagem de Kissinger ao Brasil. Especificamente, o embaixador solicitou que o secretário [de Estado] tocasse com Geisel no assunto da liberalização política, em particular violações dos direitos humanos.”
* “Crimmins sustentou que é improvável que os programas de assistência direta do governo dos EUA pudessem ser usados para mitigar os abusos dos direitos humanos, mas que os esforços regionais de assistência poderiam ser eficazes.”
* “O embaixador Crimmins relatou as medidas tomadas pela Embaixada para enfatizar para as autoridades brasileiras a preocupação do governo dos EUA com relação a abusos de direitos humanos.”
* “O Departamento instruiu a embaixada a entregar uma diligência ao chanceler Silveira para informá-lo da preocupação do Congresso [dos EUA] com as violações dos direitos humanos.”
* “No telegrama 45319 para todos os postos diplomáticos, 25 de fevereiro, o Departamento solicitou informações e análises sobre violações dos direitos humanos em países que recebiam desenvolvimento econômico ou assistência militar dos EUA.”
* “A embaixada recomendou que um convite para que o diretor do Centro de Inteligência do Exército Brasileiro visitasse os Estados Unidos fosse adiado à luz das preocupações com os direitos humanos e a Operação Condor.”
O que chama a atenção nessa comunicação, sob um governo republicano e conservador nos EUA, é que todo o documento do Departamento de Estado dos EUA não contém nenhuma expressão de preocupação com abusos de direitos humanos cometidos por terroristas comunistas contra cidadãos brasileiros. Não existe essa preocupação por parte de Henry Kissinger, o embaixador dos EUA no Brasil, a CIA e no Departamento de Estado.
Como poderia o governo militar brasileiro lidar democraticamente com os terroristas comunistas, que já estavam cometendo todo tipo de violência, sem “abusos” contra os direitos humanos deles?
Enquanto o governo militar brasileiro estava lidando com comunistas — que com os muçulmanos são, por excelência, abusadores de direitos humanos —, o governo dos EUA estava criticando o governo brasileiro por abusos de direitos humanos contra os comunistas. O Departamento de Estado dos EUA tinha dúvidas de que os comunistas buscavam estabelecer no Brasil uma ditadura de abuso de direitos humanos contra a população brasileira?
Quero deixar bem claro que, como evangélico, entre o governo militar brasileiro antiisraelense e o governo dos EUA pró-Israel, eu preferiria o governo dos EUA. Mas entre os comunistas revolucionários decididos a derrubar o governo brasileiro e o governo militar brasileiro, o que os cidadãos brasileiros inocentes deveriam escolher?
Posso entender hoje o governo Obama preocupado com os abusos dos direitos humanos do governo militar brasileiro na década de 1970, mas não consigo entender como o mesmo governo republicano conservador de Nixon que tolerou todos os tipos de abusos de direitos humanos na Arábia Saudita reclamando do governo militar brasileiro não respeitando os direitos humanos dos terroristas comunistas.
O Partido Republicano e seu governo de Nixon não foram bondosos e justos com o Brasil na década de 1970. Não estou defendendo tudo o que foi feito pelo governo militar sob o comando do general Ernesto Geisel, o presidente luterano. Aliás, foi o primeiro presidente protestante do Brasil.
O documento do Departamento de Estado também disse:
“No telegrama 43532 para todos os postos diplomáticos, 26 de fevereiro, o Departamento informou aos postos em países que estavam recebendo assistência de segurança dos EUA de que ‘os fatores de direitos humanos devem, sob a política existente do Departamento de Estado, ser cuidadosamente considerados no planejamento e execução de nossos Programas de Assistência de Segurança.’ (Ibid., D750069–0367) Crimmins tocou no assunto dos casos de Kucinski e Wright em uma reunião com Araújo Castro em 25 de abril. (Telegrama 7073 de Brasília, 14 de agosto; ibidem, D750281-0294).”
Provavelmente, Crimmins quis dizer Paulo Stuart Wright, nascido no Brasil de pais missionários americanos. Wright era um político brasileiro ativamente engajado em atividades socialistas. O governo militar brasileiro o fez “desaparecer.” Seu irmão era Jaime Nelson Wright, um pastor presbiteriano ativamente engajado na propaganda socialista, especialmente no Evangelho Social (conhecido no Brasil como Teologia da Missão Integral). Mesmo não estando envolvido em violência armada, sua propaganda apoiava os comunistas envolvidos em tal violência.
Como evangélico conservador, não apoio a militância política esquerdista de Wright e igualmente não apoio o que o governo militar brasileiro fez com ele. Embora a violência armada seja combatida com uma resposta armada, propagandas ruins são combatidas com propagandas melhores — principalmente o Evangelho, que é suficiente para combater o socialismo ateísta ou “cristão.” Se Wright estava envolvido apenas em propaganda socialista, não em violência armada, o governo deveria ter encontrado outra maneira de lidar com ele. Jaime Wright, que se tornou um defensor dos direitos humanos dos socialistas brasileiros, foi fundamental para pressionar o governo dos EUA a fazer o governo brasileiro prestar contas pelo desaparecimento de seu irmão. Ele foi bem-sucedido em tal pressão apenas porque seus pais eram americanos.
Ambos Wrights poderiam ter evitado muito sofrimento pessoal se, em vez de se ocuparem com ativismo socialista, eles tivessem se ocupado só com a missão de pregar o Evangelho, curar os enfermos e expulsar demônios no nome de Jesus.
Mas, novamente, se o governo dos EUA podia tolerar a Arábia Saudita, campeã de abusos dos direitos humanos, por que não tolerar os abusos menores no Brasil?
No contexto dos EUA, com muitas igrejas evangélicas influenciando o governo dos EUA, era possível combater o comunismo com a democracia. Mas no contexto brasileiro, era impossível combater o comunismo com a democracia.
Eu entendo o Partido Democrata e seus governos socialistas de Carter, Clinton e Obama não sendo bondosos e justos com a luta brasileira contra os terroristas comunistas. Mas por que o Partido Republicano e seu governo de Nixon foram igualmente injustos?
Por que o Partido Republicano e seu governo de Nixon se preocupavam com os abusos dos direitos humanos dos subversivos e terroristas comunistas no Brasil?
Agora, a esquerda brasileira está usando as queixas do governo Nixon, disponibilizadas no site do Departamento de Estado dos EUA, como confirmação de que o governo militar brasileiro cometeu abusos de direitos humanos contra os comunistas.
Isso é de longe um dos maiores desserviços do governo dos EUA para a luta anticomunista no Brasil. O outro grande desserviço foi a campanha de controle populacional dos EUA, lançada por um governo republicano, para mirar a população brasileira para redução e doutrinação.
Confesso que fui vítima dessa doutrinação, sendo ensinado que o controle da natalidade e o planejamento familiar são um direito humano — assim como o NSSM 200 ensina. Mas depois de contato com Mary Pride (especialmente seu excelente livro, “The Way Home,” publicado pela Crossway Books em 1985) e o Dr. Paul Marx, o fundador da Human Life International, entendi que minha mentalidade pró-controle de natalidade era um resultado da doutrinação de controle populacional iniciada há muito tempo no Brasil por um governo republicano dos EUA e seu NSSM 200.
Meu primeiro contato com Paul Marx foi através de Last Days Ministries (Ministérios dos Últimos Dias) em 1986. Eu já tinha contato com Last Days Ministries, de Keith Green, sendo muito abençoado por sua literatura evangelística, devocional, inspiradora e pró-vida. Ao ler sua literatura pró-vida, tornei-me totalmente pró-vida e pedi sua ajuda para denunciar uma clínica de aborto ilegal no Brasil. Como Last Days Ministries não tinha escritório no Brasil, eles me deram o contato de Paul Marx, cuja Human Life International tinha contatos católicos no Brasil. Embora, no final das contas, esses contatos não pudessem me ajudar a fechar a clínica de aborto em São Paulo, minha mãe e eu pudemos fazê-lo.
Por revelação do Espírito Santo, fomos divinamente advertidos a não denunciar à polícia local, que de alguma forma estava ligada à clínica. Uma delegacia de polícia de outra região foi contatada.
Agradeço a Deus que há americanos que lutam arduamente para educar as pessoas em todo o mundo sobre os males que o governo dos EUA, de presidentes republicanos e democratas, faz contra outras nações através de seus esforços sorrateiros de controle populacional.
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17 de abril de 2018

Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles


Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles

Julio Severo
“Defender opiniões não vegetarianas, defender a procriação ou se opor ao aborto não caem bem. Isso vai contra a missão deste grupo, que segue a ética vegetariana e é antinatalista.”
“Pessoas não vegetarianas e pais não são permitidos neste grupo.”
Essas são apenas algumas das regras fundamentais para entrar nos fóruns de Facebook (tais como Vegetarianos Livres de Filhos e Legião Vegion Anti-Natalista) mantidos por vegetarianos anti-bebês ou antinatalistas que acreditam que é essencialmente imoral o ser humano ter filhos. Um dos promotores principais do antinatalismo é o cadêmico sul-africano David Benatar, cujo livro de 2006 “Better to Never Have Been” (Melhor Nunca Ter Existido) argumentou que “vir a existir é sempre um dano sério. As pessoas jamais, sob nenhuma circunstância, deveriam procriar — uma postura chamada ‘antinatalismo.’”
Se você não concorda com o antinatalismo dos vegetarianos e sua ética, você deveria provavelmente ficar longe, bem longe dos fóruns que discutem isso. Uma usuária de Facebook se queixou de que, quando outros membros do grupo perceberam que ela era contra o aborto, ela foi totalmente caluniada e “recebi muitas [ameaças] de morte, disseram-me que eu seria estuprada, e deram detalhes bastante vividos e fortes de como eu deveria me matar e como eu deveria ser estuprada por vários homens.”
Há uma hostilidade clara dirigida contra as pessoas que têm filhos — elas são estigmatizadas, debochadamente, como “procriadoras” pelos vegetarianos antinatalistas. Na página de Facebook Vegetarianos Livres de Filhos, entre as fotos e vídeos que dá para se considerar ofensivos estão: “Mães amamentando, barrigas de mulheres grávidas, bebês e crianças em geral.”
Um vegetariano antinatalista disse:
“Acho excepcionalmente egoísta trazer mais vidas a este mundo. Acho a noção inteira da procriação narcisista, egomaníaca e enganosa. O que faz as pessoas acharem que o mundo precisa de outro você? É tão egoísta querer de forma deliberada e descuidada reproduzir o seu DNA.”
As pessoas não simplesmente nascem odiando bebês e famílias grandes. Grande parte dessa mentalidade é resultado de pura propaganda e doutrinação. Por exemplo, em 1974 o governo dos EUA produziu um documento ultra-confidencial, intitulado NSSM 200, sobre como reduzir os índices de natalidade em outras nações para o benefício exclusivo dos interesses econômicos dos Estados Unidos. Certamente, havia outras iniciativas de controle de natalidade antes, mas o NSSM 200 foi a campanha de controle populacional mais importante já feita, efetivamente sequestrando nas sombras governos e a ONU e colocando-os a serviço do controle populacional. O NSSM 200 foi de longe a máquina de propaganda, doutrinação e ações mais abrangente contra os bebês já planejada.
Seus resultados são vistos hoje com pessoas não dando importância ao casamento, aos bebês e às famílias. Quando as pessoas hoje querem só dois filhos, isso é o NSSM 200. A meta do NSSM 200 era programar os casais a desejar apenas dois filhos ou menos.
Durante milhares de anos, o único jeito de as pessoas sobreviverem na sua velhice era sendo sustentadas por seus próprios filhos.
Entretanto, por cerca de cem anos o Estado tem assumido as funções da família, inclusive educação e cuidado de crianças e sustento na velhice.
Agora o Estado sustenta os velhos tomando os ganhos da novas gerações e dando uma parte para os idosos.
Hoje, é muito fácil para um casal evitar filhos, pois eles confiam em que o Estado os sustentará por meio dos filhos dos outros casais. Mas à medida em que os números de crianças estão caindo por causa do controle da natalidade e do aborto e à medida em que os números de idosos estão aumentando, o Estado cedo ou tarde terá de decidir como sustentá-los ou eliminá-los.
Aqueles que vivem pelo Estado morrerão por sua espada.
Aqueles que vivem pela Espada de Deus (Sua Palavra) serão sustentados por seus próprios filhos. A Palavra de Deus diz sobre filhos:
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.” (Salmo 127:3 NVI)
O Senhor “Dá um lar à estéril, e dela faz uma feliz mãe de filhos. Aleluia!” (Salmo 113:9 NVI)
“Então disse Jesus: ‘Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.’” (Mateus 19:14 NVI)
Esquerdistas e outros radicais têm sua própria filosofia sobre filhos: Eles não querem ter seus próprios filhos para educar, mas exigem os filhos dos outros casais para doutrinação.
Eles não querem ter seus próprios filhos para sustentá-los na sua velhice, mas exigem os filhos dos outros casais para sustentá-los em sua velhice por meio de um sistema estatal que demole a família.
Com informações do DailyMail.
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14 de abril de 2016

Vírus Zika: Uma arma biológica


Vírus Zika: Uma arma biológica

Grande imprensa admite ligação entre Zika e mosquitos geneticamente modificados

Kit Daniels
Comentário de Julio Severo: Recentemente, especialistas americanos concluíram que o vírus Zika realmente está provocando a epidemia de microcefalia. Mas a conclusão deles omite ou não responde satisfatoriamente a duas questões: Enquanto no Brasil a epidemia de Zika está acompanhada de microcefalia, a epidemia de Zika na vizinha Colômbia não inclui microcefalia. Além disso, durante a história de mais de 50 anos do vírus Zika, não houve epidemia de microcefalia. Essa epidemia ocorreu no Brasil, depois da liberação de mosquitos geneticamente modificados para combater o vírus da dengue. Leia agora a reportagem do InfoWars:
Francis A. Boyle, o professor de direito internacional que elaborou a Lei Antiterrorismo de Armas Biológicas em 1989, revelou que o vírus Zika foi potencializado como arma de guerra por governos mundiais e organizações não governamentais durante uma entrevista em 29 de janeiro no programa de Alex Jones. A entrevista, em inglês, pode ser vista aqui: https://youtu.be/oBWouNjoWOI
Não muito tempo depois, a grande mídia admitiu que a epidemia de Zika tinha como causa possível a liberação de mosquitos geneticamente modificados no Brasil.
De acordo com o jornal inglês The Mirror:
A epidemia de Zika que está neste momento dominando o continente americano pode ter sido causada pela liberação de mosquitos geneticamente modificados em 2012, dizem os críticos.
Os insetos foram projetados por especialistas de biotecnologia para combater a propagação da febre da dengue e outras doenças e liberados na população geral do Brasil em 2012.
Mas com a Organização Mundial de Saúde (OMS) agora se reunindo em Genebra para debater desesperadamente curas para o vírus Zika, estão aumentando as especulações quanto à causa dessa epidemia súbita.
O vírus Zika foi descoberto pela primeira vez na década de 1950, mas a epidemia recente agravou-se de forma alarmante, provocando defeitos congênitos e muitos problemas de saúde na América Central e do Sul.
Em 2010, a Fundação Bill & Melinda Gates financiou iniciativas de pesquisadores australianos para liberar mosquitos geneticamente modificados infectados com uma bactéria.
Naquele mesmo ano, Bill Gates confessou que acreditava em redução populacional.
“O mundo hoje tem 6,8 bilhões de pessoas; vai chegar a 9 bilhões,” disse ele durante uma conferência em 2010. “Agora se fizermos realmente um grande trabalho em novas vacinas, assistência médica e serviços de saúde reprodutiva, reduziremos a população em 10 ou 15 por cento.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do InfoWars: Top Expert: Zika Virus A Bioweapon
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29 de junho de 2015

“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países


“Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países

Mas em estranho acobertamento, grande mídia esquerdista americana nega que os EUA são o líder do movimento homossexual mundial

Julio Severo
Por causa da hegemonia cultural mundial dos EUA, a decisão histórica do Supremo Tribunal dos EUA em favor do “casamento” homossexual afetará outras nações, e ativistas homossexuais em muitas partes do mundo estão excitados em sua expectativa de usar a decisão do tribunal para avançar sua causa, de acordo com uma reportagem da Associated Press, um dos maiores serviços noticiosos dos EUA.
Ainda que grandes empresas dos EUA (Apple, Microsoft, Google, etc.) e até o governo americano tenham grandemente incitado a tendência para com a aceitação do “casamento” homossexual, a Associated Press, cujas reportagens são descaradamente pró-homossexualismo, tem se apressado para separar os EUA do papel da liderança dizendo “Os EUA não são o líder desse movimento,” ignorando que os EUA foram o primeiro país a nomear um embaixador homossexual mundial para a ideologia homossexual e que o Departamento de Estado e a USAID vêm financiando e treinando organizações homossexuais em outras nações.
As tentativas da Associated Press de descartar a liderança dos EUA no movimento homossexual internacional apontaram que outras nações, como a Argentina, tinham “casamento” gay antes dos EUA.
O Brasil, o maior país católico do mundo, havia com efeito aprovado o “casamento” gay em 2013, antes dos EUA, mas os ativistas homossexuais envolvidos nessa campanha estavam muito envolvidos com ativistas homossexuais americanos e sua propaganda “brasileira” contava decisivamente com dados e know-how de ativistas dos EUA.
Pelo fato de que o Brasil não tem uma hegemonia cultural mundial, seu “casamento” gay não produziu nenhum efeito em outras nações. Quando o Supremo Tribunal dos EUA legalizou o “casamento” homossexual, os sites do Palácio do Planalto e do Ministério da Educação exibiram o arco-íris homossexual — uma celebração homossexual que o governo brasileiro não realizou nem mesmo na legalização do “casamento” homossexual brasileiro.
Ainda que o Brasil e os EUA sejam antagônicos em algumas questões econômicas, eles têm tido uma irmandade inegável, vibrante e incrível na agenda homossexual.
Da mesma forma, o “casamento” homossexual argentino não produziu nenhum efeito internacional, pois a Argentina não tem uma hegemonia cultural mundial. Entretanto, é muito improvável que os ativistas homossexuais argentinos envolvidos nessa campanha não estivessem envolvidos com ativistas homossexuais americanos e que sua propaganda “argentina” não contasse decisivamente com dados e know-how de ativistas americanos.
“A decisão dos EUA terá um grande impacto em outros países,” disse Esteban Paulon, presidente da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais, acrescentando que sua organização contribuiu documentação para as organizações legais americanas que defenderam o caso diante do Supremo Tribunal.
Esse é um truque velho. É o mesmo modo de trabalhar de organizações e fundações pró-aborto dos EUA. Elas financiam e treinam ativistas nos países em desenvolvimento, e quando necessário esses ativistas são usados como vitrine para defender, com uma voz do terceiro mundo, exatamente o que as organizações e fundações pró-aborto dos EUA querem. Elas apresentam sua voz treinada de terceiro mundo na ONU e fóruns internacionais sobre aborto e controle populacional e dizem: “Estão vendo? Eles querem aborto e controle populacional e eles querem nossa ajuda para fazer isso!”
A motivação por trás dessas campanhas é tudo, menos de bom coração.
O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, o órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA, promulgou um documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento, publicado em 10 de dezembro de 1974 durante o governo de um presidente republicano, foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA) e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID).
De acordo com o Dr. Brian Clowes, um especialista em assuntos de controle populacional na organização Human Life International, “o NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional… O propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos EUA é manter acesso aos recursos… de países menos desenvolvidos.”
O NSSM 200 é o mais importante documento de controle populacional do governo dos EUA. Mas havia um esforço para negar que os EUA têm sido o líder do movimento mundial de controle populacional.
Clowes explica que os países jamais conseguiram apontar com precisão o trabalho sujo das campanhas de controle populacional dos EUA como responsabilidade direta dos EUA porque havia uma estratégia envolvida para escapar dessa acusação. Ele disse: “O NSSM 200 também especificamente declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.”
A USAID, que estava envolvida com a CIA no NSSM 200, vem usando sua larga experiência e sofismas em controle populacional para promover a agenda homossexual no mundo inteiro.
No ano passado, a USAID e o Departamento de Estado dos EUA realizaram a terceira Conferência para Avançar os Direitos Humanos LGBT e Promover Desenvolvimento Inclusivo para Indivíduos Lésbicos, Gays, Bissexuais e Transgêneros (LGBT) em Washington, D.C., EUA.
Importantes autoridades do governo dos EUA palestraram no evento.
A conferência reuniu autoridades governamentais, financiadores particulares, líderes empresariais, especialistas acadêmicos e ativistas homossexuais de mais de 30 países para aumentar a coordenação, cooperação e recursos dedicados para promover a agenda homossexual no mundo inteiro, e para garantir a plena inclusão de ativistas homossexuais em estruturas de poder político.
A conferência focou em estratégias de assistência diplomática e externa para lidar com questões homossexuais no mundo todo. Discutiu também as melhores formas de envolver as comunidades religiosas para apoiar a agenda homossexual e integrá-la em programas de desenvolvimento.
Apesar desse enorme envolvimento na agenda homossexual mundial, a grande mídia esquerdista dos EUA, inclusive a Associated Press, quer acobertar a liderança dos EUA nesse movimento.
Esse acobertamento vem também ocorrendo mediante estratégias diplomáticas.
O embaixador homossexual mundial dos EUA recentemente visitou o Brasil e outras nações para coletar suas experiências homossexuais e usá-las para dar a impressão de que o trabalho sujo dele não é avançar as ambições homossexualistas do governo de Obama. Ainda que o financiamento, o know-how e a inspiração venham de organizações homossexuais dos EUA, tudo será feito alegadamente por amor aos desejos de grupos homossexuais do Brasil, da Argentina e até da África!
Vinte e um países agora impõem o “casamento” homossexual. Na maioria desses países, grupos homossexuais bem organizados, financiados e treinados estão fazendo pressão legal e social para expandir direitos de “casamento” homossexual, especialmente a adoção de crianças.
Esses movimentos, que têm recebido financiamento e treinamento dos EUA, inclusive do Departamento de Estado e da USAID, estão recebendo um estímulo grande com o “casamento” gay legalizado nos EUA, de acordo com a reportagem da AP. Eles usarão a experiência dos EUA para avançar sua causa (“Ei, a nação mais avançada tem leis gays avançadas, e nós deveríamos imitar”) e os grupos homossexuais americanos por sua vez usarão a experiência deles para exigir mais e mais (“Eis, até países do terceiro mundo estão adotando a agenda homossexual. Por que deveríamos evitar avançar mais?”)
Todos eles estão envolvidos num círculo vicioso de trabalhos sujos. Mas o que fará a diferença decisiva é a hegemonia cultural.
Em seu livro de 1997 “The Grand Chessboard” (O Grande Tabuleiro de Xadrez), Zbigniew Brzezinski, um dos mais confiáveis conselheiros de política externa do governo dos EUA (desde Carter até Obama), argumentou que os EUA detêm a hegemonia mundial nas principais áreas. Ele disse:
“Os EUA têm a supremacia em quatro esferas decisivas de poder mundial: militar, econômica, tecnológica e cultural.”
O “casamento” homossexual brasileiro e argentino e outras agendas gays não têm tido nenhum efeito em outras nações. Mas se os EUA quiserem usá-los, eles com certeza terão um impacto decisivo mundial.
A poderosa hegemonia dos EUA está agora a serviço de sua própria agenda homossexual e da agenda homossexual de grupos homossexuais internacionais que a USAID e o Departamento de Estado estão treinando e financiando.
A resposta a esse poder hegemônico pró-homossexualismo é bolsões de resistência conservadora nos EUA e uma resistência conservadora internacional que rechace o imperialismo homossexual promovido pelo governo e grandes empresas dos EUA.
A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.
“O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.” (Judas 7 GWV)
O casamento é a união entre um homem e uma mulher. Defender esse casamento original e real contra um “casamento” falsificado de dois homens não salvará a alma eterna das pessoas. Mas salvará crianças, famílias e a sociedade de uma destruição psicológica, moral e física.
Pregar o Evangelho e deixar claro que Jesus Cristo salva, cura e liberta fará a diferença máxima entre pecadores que amam pecados homossexuais e entre nações que adoram promover e impor esses pecados nos outros. Eles terão uma chance de ser salvos, curados e libertos.
Se não quiserem o Evangelho, os cristãos deveriam agir profeticamente, principalmente no caso de uma nação que começou no Evangelho, era campeã em exportar o Evangelho e impactou muitas nações no Evangelho e agora termina com sodomia, como campeã em exportar sodomia e afetando muitas nações nesse pecado.
Com informações da Associated Press.
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24 de junho de 2015

Doutrinação de gênero nas escolas: o perigo vem de longe


Doutrinação de gênero nas escolas: o perigo vem de longe

Julio Severo
Com intensa mobilização, grupos pró-vida e pais e mães estão lutando contra leis municipais que impõem a ideologia de gênero nas escolas. Um dos melhores alertas foi dado pelo Dr. Zenóbio Fonseca, num vídeo pessoal em sua página de Facebook.
A doutrinação de gênero não é um processo que vai começar com essa aprovação. É, na verdade, um processo que vem de muito longe, atrelado a um movimento internacional muito bem financiado que visa implantar e expandir a educação sexual, primeiramente de modo “informal” e depois de modo formal.
Em 1992 participei de um congresso internacional sobre essas questões, onde havia representantes de entidades brasileiras e internacionais, inclusive da ONU. A meta era uma frente ampla que incluía a ONU, o governo do Brasil e ONGs (organizações não governamentais) para alcançar professores e alunos com materiais que foram essencialmente o alicerce da atual onda de doutrinação de gênero no Brasil. Tudo começou na educação sexual.
Em escolas públicas e particulares da cidade de São Paulo, essas ONGs, com financiamento e know-how de entidades americanas, influenciaram, desde o início da década de 1990, gerações de professores e alunos.
Havia, pois, um relacionamento ”informal” entre essas entidades imorais e as escolas de São Paulo. Possivelmente, outras cidades do Brasil estavam tendo a mesma experiência.
Então, na década de 1990 as ideias de gênero já estavam, através de ONGs brasileiras financiadas e orientadas por ONGs dos EUA, chegando até os professores num proselitismo ideológico que visava transformá-los em agentes de mudança para os alunos sob sua influência nas salas de aula.
Essas ideias acabaram se tornando política oficial do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Na sua presidência, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), publicados pelo Ministério da Educação (MEC), deram destaque, pela primeira vez de forma oficial nas políticas federais de educação, às questões de gênero.
Entre muitas outras questões polêmicas, os PCNs, de implantação obrigatória nas escolas do Brasil, disseram:
O trabalho com Orientação Sexual supõe refletir sobre e se contrapor aos estereótipos de gênero… Implica, portanto, colocar-se contra as discriminações associadas a expressões da sexualidade, como a atração homo ou bissexual, e aos profissionais do sexo.
O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.
O governo de FHC formalizou, 20 anos atrás, a ideologia de gênero no currículo nacional. Evidentemente, o governo do PT tem expandido o pioneirismo de gênero do PSDB. Mesmo assim, iludidamente alguns acham que com a remoção do PT do poder, a ideologia de gênero vai embora. Não vai. Essa ideologia não está ligada exclusivamente ao PT. Está atrelada a muitos partidos, inclusive o PSDB.
Muito antes do PT assumir o governo federal, meu livro, “O Movimento Homossexual,” publicado em 1998, já denunciava a doutrinação de gênero que estava presente no governo e escolas do Brasil. Meu livro mencionava que o alastramento da ideologia de facilitação homossexual está ligado a objetivos de controle populacional, que é o coração da ideologia de gênero. Meu livro, citando a Dra. Dale O’Leary, disse:
“A fim de serem eficazes a longo prazo, os programas de planejamento familiar não devem se concentrar apenas na redução da fertilidade dentro dos papéis de gênero existentes, mas principalmente na mudança dos papéis de gênero para diminuir a fecundidade”.
Mudança de papéis: Homens sendo incentivados e inspirados a assumir o papel das mulheres e vice-versa. O único propósito da ideologia de gênero é provocar mudanças de práticas e atitudes sexuais a fim de reduzir a fertilidade, isto é, reduzir a população.
Os pais não enviam seus meninos para a escola pública a fim de aprenderem a ser meninas, e vice-versa. Mas a ONU, as ONGs nacionais e internacionais, atuando de modo “informal” ou não, têm essa meta. Tudo para reduzir a população.
A existência e atuação da ideologia de gênero ocorreu na década de 1990 sem estardalhaço no Brasil. O MEC do governo FHC estipulava que em vez de uma aula específica focada na educação sexual, as questões de gênero deveriam ser tratadas como temas transversais, isto é, o professor de matemática, a professora de português e professores de outras matérias introduziriam sutilmente as questões de gênero em suas aulas que nada tinham ou deveriam ter a ver com gênero e ideologia.
O golpe do gênero foi aplicado de uma forma que não despertou reação durante duas décadas.
Hoje, a sacralização em leis municipais da ideologia de gênero seria apenas a formalização de um relacionamento imoral e antigo que já existe entre escolas brasileiras e entidades sustentadas e inspiradas por entidades depravadas dos EUA, com a total aprovação do governo do PSDB e PT. Seria apenas implementar o que o governo de FHC já estava fazendo nas escolas, sem grande repercussão e oposição.
Com a legalização municipal, o processo de doutrinação existente há 20 anos pode avançar muito mais. Mas a rejeição das leis de educação de gênero, embora detenha o processo municipal formal, não vai deter o processo “informal” que já vem ocorrendo há décadas no governo federal.
É como o caso de um homem e uma mulher amigados há duas décadas. A formalização de seu relacionamento em casamento facilitará muita coisa na vida deles, mas a falta de formalização não anulará o relacionamento que já existe.
Há um antigo relacionamento promíscuo entre o governo do Brasil e as agendas mais imorais da ONU e entidades americanas.
Há um relacionamento promíscuo entre as escolas brasileiras e instituições brasileiras e americanas que querem atrelar a educação das crianças a uma lavagem cerebral ideológica pró-homossexualismo, para o objetivo de controle populacional.
Acabar com as leis que formalizam isso é bom.
Melhor ainda seria extinguir o relacionamento promíscuo.
Na formalidade, eles ganham. Na informalidade, eles não perdem.
Na formalidade municipal, eles perdem. Na formalidade federal, eles sempre avançaram.
Mas escolas nas mãos do governo não foram criadas para promover a autoridade e respeito aos valores dos pais e muito menos aos valores morais. Foram criadas para promover a autoridade e respeito aos valores estatais, por mais imorais que sejam.
Qualquer mudança sempre será puramente cosmética. Nunca será possível uma vitória verdadeira nas escolas públicas, pois são agentes do socialismo e sempre se conduzirão conforme sua natureza.
Se os pais quiserem uma educação de fato livre de ideologias, é preciso se libertar da doutrinação travestida de educação do Estado.
O caminho é a adoção da educação escolar em casa para quem pode e igrejas abraçando a visão de estabelecer escolas cristãs particulares para salvar suas crianças do Estado. Educação não compete ao Estado, mas à família e, com o consentimento dela, à igreja.
Na França, o povo realizou manifestações de mais de 1 milhão de pessoas contra o “casamento” homossexual em 2013. O assunto fervilhou. O governo deixou a poeira baixar e agora, com o povo sem ânimo para prosseguir nos protestos, tal “casamento” fajuto está avançando.
Entregar os filhos às escolas estatais e lutar contra a ideologia de gênero do Estado tem muito pouco efeito a longo prazo. Quando a poeira baixar, o que era informal durante duas décadas será formal e legal nos municípios.
O único modo de passar por cima do desprezo estatal pela vontade e autoridade dos pais é escolher a educação escolar em casa ou a escola cristã particular.
As escolas públicas continuarão, como agentes socialistas que foram criadas para ser, produzindo alunos com mentalidade socialista e imoral. A ideologia de gênero na educação pública não vai parar. Vai continuar avançando, com estardalhaço ou não, do jeito que já vinha avançando durante 20 anos.
A diferença é que quando o avanço é feito pelo PT, gera oposição. Quando é feio pelo PSDB e outros marxistas diplomáticos, gera apatia.
Na educação escolar em casa, não existe os dois riscos.
Na escola cristã, não deveria existir esses dois riscos.
Escolha o melhor para seu filho. Salve-o da ideologia de gênero. Salve-o da educação pública.
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