Mostrando postagens com marcador controle da natalidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador controle da natalidade. Mostrar todas as postagens

17 de abril de 2018

Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles


Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles

Julio Severo
“Defender opiniões não vegetarianas, defender a procriação ou se opor ao aborto não caem bem. Isso vai contra a missão deste grupo, que segue a ética vegetariana e é antinatalista.”
“Pessoas não vegetarianas e pais não são permitidos neste grupo.”
Essas são apenas algumas das regras fundamentais para entrar nos fóruns de Facebook (tais como Vegetarianos Livres de Filhos e Legião Vegion Anti-Natalista) mantidos por vegetarianos anti-bebês ou antinatalistas que acreditam que é essencialmente imoral o ser humano ter filhos. Um dos promotores principais do antinatalismo é o cadêmico sul-africano David Benatar, cujo livro de 2006 “Better to Never Have Been” (Melhor Nunca Ter Existido) argumentou que “vir a existir é sempre um dano sério. As pessoas jamais, sob nenhuma circunstância, deveriam procriar — uma postura chamada ‘antinatalismo.’”
Se você não concorda com o antinatalismo dos vegetarianos e sua ética, você deveria provavelmente ficar longe, bem longe dos fóruns que discutem isso. Uma usuária de Facebook se queixou de que, quando outros membros do grupo perceberam que ela era contra o aborto, ela foi totalmente caluniada e “recebi muitas [ameaças] de morte, disseram-me que eu seria estuprada, e deram detalhes bastante vividos e fortes de como eu deveria me matar e como eu deveria ser estuprada por vários homens.”
Há uma hostilidade clara dirigida contra as pessoas que têm filhos — elas são estigmatizadas, debochadamente, como “procriadoras” pelos vegetarianos antinatalistas. Na página de Facebook Vegetarianos Livres de Filhos, entre as fotos e vídeos que dá para se considerar ofensivos estão: “Mães amamentando, barrigas de mulheres grávidas, bebês e crianças em geral.”
Um vegetariano antinatalista disse:
“Acho excepcionalmente egoísta trazer mais vidas a este mundo. Acho a noção inteira da procriação narcisista, egomaníaca e enganosa. O que faz as pessoas acharem que o mundo precisa de outro você? É tão egoísta querer de forma deliberada e descuidada reproduzir o seu DNA.”
As pessoas não simplesmente nascem odiando bebês e famílias grandes. Grande parte dessa mentalidade é resultado de pura propaganda e doutrinação. Por exemplo, em 1974 o governo dos EUA produziu um documento ultra-confidencial, intitulado NSSM 200, sobre como reduzir os índices de natalidade em outras nações para o benefício exclusivo dos interesses econômicos dos Estados Unidos. Certamente, havia outras iniciativas de controle de natalidade antes, mas o NSSM 200 foi a campanha de controle populacional mais importante já feita, efetivamente sequestrando nas sombras governos e a ONU e colocando-os a serviço do controle populacional. O NSSM 200 foi de longe a máquina de propaganda, doutrinação e ações mais abrangente contra os bebês já planejada.
Seus resultados são vistos hoje com pessoas não dando importância ao casamento, aos bebês e às famílias. Quando as pessoas hoje querem só dois filhos, isso é o NSSM 200. A meta do NSSM 200 era programar os casais a desejar apenas dois filhos ou menos.
Durante milhares de anos, o único jeito de as pessoas sobreviverem na sua velhice era sendo sustentadas por seus próprios filhos.
Entretanto, por cerca de cem anos o Estado tem assumido as funções da família, inclusive educação e cuidado de crianças e sustento na velhice.
Agora o Estado sustenta os velhos tomando os ganhos da novas gerações e dando uma parte para os idosos.
Hoje, é muito fácil para um casal evitar filhos, pois eles confiam em que o Estado os sustentará por meio dos filhos dos outros casais. Mas à medida em que os números de crianças estão caindo por causa do controle da natalidade e do aborto e à medida em que os números de idosos estão aumentando, o Estado cedo ou tarde terá de decidir como sustentá-los ou eliminá-los.
Aqueles que vivem pelo Estado morrerão por sua espada.
Aqueles que vivem pela Espada de Deus (Sua Palavra) serão sustentados por seus próprios filhos. A Palavra de Deus diz sobre filhos:
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.” (Salmo 127:3 NVI)
O Senhor “Dá um lar à estéril, e dela faz uma feliz mãe de filhos. Aleluia!” (Salmo 113:9 NVI)
“Então disse Jesus: ‘Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.’” (Mateus 19:14 NVI)
Esquerdistas e outros radicais têm sua própria filosofia sobre filhos: Eles não querem ter seus próprios filhos para educar, mas exigem os filhos dos outros casais para doutrinação.
Eles não querem ter seus próprios filhos para sustentá-los na sua velhice, mas exigem os filhos dos outros casais para sustentá-los em sua velhice por meio de um sistema estatal que demole a família.
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada

1 de junho de 2017

João Calvino: As mulheres serão salvas tendo bebês


João Calvino: As mulheres serão salvas tendo bebês

João Calvino
“Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher, que, tendo sido enganada, tornou-se transgressora. Entretanto, a mulher será salva dando à luz filhos — se elas permanecerem na fé, no amor e na santidade, com bom senso.” (1 Timóteo 2:13-15 NVI)

ENTRETANTO, A MULHER SERÁ SALVA:

A fraqueza sexual torna as mulheres mais receosas e tímidas, e a declaração precedente pode muito amedrontar e assustar as mentes mais fortes. Por esse motivo, ele modera o que ele havia dito acrescentando um consolo…
Paulo, a fim de consolá-las e fazer com que a condição delas seja tolerável, as informa de que elas continuam a gozar a esperança da salvação, embora elas sofram um castigo passageiro.
É conveniente observar que o bom efeito desse consolo é duplo. Primeiro, pela esperança da salvação estendida a elas, elas são impedidas de cair em desespero por meio do susto com a menção da culpa delas. Segundo, elas ficam acostumadas a aguentar com calma e paciência a necessidade de submissão, a fim de se submeterem de bom grado a seus maridos, quando são informadas de que esse tipo de obediência é produtiva para elas e aceitável a Deus.
Se essa passagem for torcida, como os papistas estão habituados a fazer, para apoiar a justiça das obras, a resposta é fácil. O Apóstolo não argumenta aqui acerca da causa da salvação. Portanto, não podemos e não devemos inferir dessas palavras o que as obras merecem. Essas palavras só mostram de que jeito Deus nos conduz à salvação, para a qual ele nos nomeou por meio de sua graça.

DANDO À LUZ FILHOS:

Para os homens críticos pode parecer absurdo que um apóstolo de Cristo não só exorte as mulheres a dar atenção ao nascimento de filhos, mas também a se esforçar nessa atividade como algo religioso e santo a tal ponto de representá-la à luz dos meios de obter a salvação…
Não importa o que os hipócritas ou homens sábios do mundo pensem disso, quando uma mulher, considerando para o que ela foi chamada, se submete à condição que Deus lhe designou, e não recusa aguentar as dores, principalmente a angústia e medo do parto, ou as preocupações com seus filhos, ou qualquer outra coisa que esteja ligada ao dever dela, Deus valoriza essa obediência muito mais do que se, de alguma outra maneira, ela fizesse uma grande demonstração de virtudes heroicas, enquanto ela recusava obedecer ao chamado de Deus.
Acrescente-se a isso que nenhum consolo pode ser mais adequado e eficaz do que mostrar que os próprios meios (por assim dizer) de obter a salvação se encontram no próprio castigo.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês: Calvins’s Commentary (Comentário de Calvino), Vol. 21, p. 71. Publicado originalmente pelo teólogo luterano Charles D. Provan em seu livro “The Bible and Birth Control” (A Bíblia e o Controle da Natalidade), impresso pela editora Zimmer Printing em Monongahela, Pensilvânia, EUA, em 1989.
Versão em inglês deste artigo: John Calvin: Women Will Be Saved by Having Babies
Leitura recomendada:

19 de maio de 2014

Desmascarando a agenda de controle populacional global


Desmascarando a agenda de controle populacional global

Dr. Brian Clowes
Comentário de Julio Severo: Conheci o Dr. Clowes uns 15 anos atrás num treinamento pró-vida especial em Brasília. Durante alguns dias, aprendi com seu extraordinário conhecimento pró-vida, que todos nós precisamos. Portanto, estou lhes trazendo um pouco de sua sabedoria pró-vida em seu artigo sobre o NSSM 200. Se você não conhece este documento, você deveria conhecer, pois, como diz o Dr. Clowes, o “NSSM 200 é decisivamente importante para todos os líderes pró-vida do mundo inteiro, pois expõe completamente as motivações e métodos repulsivos e antiéticos do movimento de controle populacional.” Todos os líderes pró-vida do mundo precisam conhecê-lo, pois é impossível compreender as atuais campanhas pró-aborto obsessivas sem entender a influência do NSSM 200. É leitura imprescindível. Para os leitores brasileiros, o que é impressionante nesse documento nefasto é que foi lançado por um governo americano do Partido Republicano, que é visto como de Direita. Todos nós sabemos que os políticos americanos do Partido Democrático são pró-aborto e inconfiáveis quando estão no poder. Veja o exemplo de Barack Obama. Mas será que os republicanos são confiáveis? Eles nunca colaboram em tramas de controle populacional? Lamentavelmente, o NSSM 200 mostra o contrário. Portanto, quer sob os republicanos ou democratas, a máquina de controle populacional do governo dos EUA avança. É claro que Ronald Reagan foi uma exceção maravilhosa. Em 1992 fui convidado por um assessor pró-vida no Senado brasileiro para traduzir do inglês os trechos cruciais, que foram então distribuídos entre os senadores brasileiros. Eis o artigo do Dr. Clowes:
O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos é o órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA. Em 10 de dezembro de 1974, esse conselho promulgou um documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento, publicado logo depois da primeira grande conferência internacional de população em Bucareste, foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA), a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) e o Departamento de Estado, de Defesa e Agricultura dos EUA.
O NSSM 200 se tornou público quando o selo de sigilo que estava sobre ele foi removido e ele foi transferido para os Arquivos Nacionais dos EUA em 1990.
Embora o governo dos EUA tenha publicado centenas de documentos de políticas lidando com vários aspectos da segurança nacional americana desde 1974, o NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional.
O NSSM 200 é decisivamente importante para todos os líderes pró-vida do mundo inteiro, pois expõe completamente as motivações e métodos repulsivos e antiéticos do movimento de controle populacional.

O Propósito do NSSM 200

O propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos EUA é manter acesso aos recursos minerais de países menos desenvolvidos, ou PMDs. O NSSM 200 diz que a economia dos EUA precisará de quantidades grandes e crescentes de minérios do exterior, principalmente de países menos desenvolvidos… Esse fato faz com que os EUA tenham interesses avançados na estabilidade política, econômica e social dos países que suprem os minérios. Sempre que a diminuição da população por meio de índices de natalidade reduzidos aumentar as chances de tal estabilidade, as políticas de controle populacional se tornam relevantes para os suprimentos de recursos e para os interesses econômicos dos EUA.
A fim de proteger os interesses comerciais dos EUA, o NSSM 200 citou muitos fatores que podem interromper o fluxo fácil de matérias de PMDs para os Estados Unidos, inclusive uma grande população de jovens anti-imperialistas, cujos números devem ser limitados pelo controle populacional. O documento identificou 13 nações por nome que seriam os principais alvos das iniciativas de controle populacional financiadas pelos EUA.
De acordo com o NSSM 200, os componentes da implementação dos planos de controle populacional podem incluir:
* a legalização do aborto;
* incentivos financeiros para os países aumentarem seus índices de uso de aborto, esterilização e contracepção;
* doutrinação de crianças; e
* controle populacional compulsório e coerção de outras formas, tais como negar assistência de alimento e ajuda em situações de desastres, a menos que um PMD implemente planos de controle populacional.
O NSSM 200 também especificamente declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.
Esse documento, que é completamente desprovido de moralidade ou ética, vem de modo direto e inevitável incentivando atrocidades e violações em massa de direitos humanos em dezenas de países do mundo. Apresento apenas três exemplos:
Peru. Durante os anos de 1995 a 1997, aproximadamente 250.000 mulheres peruanas foram esterilizadas como parte de um plano para cumprir as metas de planejamento familiar do então presidente Alberto Fujimori. Embora essa campanha fosse chamada de “Campanha de Contracepção Cirúrgica Voluntária,” muitos desses procedimentos eram obviamente feitos à força. Aliás, as mulheres cujos filhos abaixo do peso normal estivessem em programas governamentais de alimentação eram ameaçadas com a negação de alimentos se recusassem ser esterilizadas, e outras eram raptadas de suas famílias e esterilizadas à força.
China. Por muitos anos, o governo dos EUA vem financiando o Fundo de População da ONU (FNUAP). Um dos principais objetivos do dinheiro do FNUAP é a República Popular da China e seu programa de planejamento familiar amplamente criticado que inclui aborto forçado. De acordo com seus próprios documentos, o FNUAP doou mais de 100 milhões de dólares para o programa de controle populacional da China; comprou e produziu um complexo de computadores IBM especificamente para monitorar o programa de controle populacional; providenciou a especialização técnica e técnicos que treinaram milhares de autoridades de controle populacional na China; e presentou a China com um prêmio da ONU pelo “programa de controle populacional mais extraordinário” do mundo.
Uganda. Uganda se tornou o primeiro país africano a reduzir seu índice de infecção do HIV na população adulta, de 21 por cento em 1991 para seis por cento em 2004, uma redução de 70 por cento. A nação realizou essa façanha estupenda desestimulando o uso da camisinha e mudando a conduta do povo. As organizações de controle populacional não poderiam permitir que esse sucesso interferisse no seu modelo inflexível, de modo que minaram agressivamente a campanha do presidente Yoweri Museveni. Timothy Wirth, presidente da Fundação Nações Unidas, chamou essa campanha muito eficaz de “negligência grave contra a humanidade.” A Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), Population Services International, CARE International e outras organizações estão impondo a camisinha com todas as forças em Uganda, e o índice de infecção do HIV está mais uma vez avançando. Esse talvez seja o exemplo mais chocante da ideologia do controle populacional superando a ciência de comprovadas campanhas de prevenção ao HIV.

Resumo da Estratégia de Controle Populacional no NSSM 200

O NSSM 200 explicitamente expõe a estratégia detalhada por meio da qual o governo dos Estados Unidos agressivamente promove o controle populacional nos países em desenvolvimento a fim de controlar (ou ter melhor acesso a) os recursos naturais desses países.
O resumo seguinte mostra os elementos desse plano, com citações reais vindas diretamente do NSSM 200:
Os Estados Unidos precisam de abundante acesso aos recursos minerais dos países menos desenvolvidos.
O fluxo fácil de recursos para os Estados Unidos poderiam ser colocados em risco por ação de governos de países menos desenvolvidos, conflitos trabalhistas, sabotagem ou agitações civis, que são muito mais prováveis se o crescimento populacional for um fator: “Esses tipos de desapontamentos têm muito menos probabilidade de ocorrer sob condições de crescimento populacional lento ou zero.” Os jovens têm muito mais probabilidade de desafiar o imperialismo e as estruturas de poder do mundo, de modo que é preciso reduzir seus números o máximo possível: “Esses jovens podem ser mais prontamente persuadidos a atacar as instituições legais do governo ou propriedade real das ‘elites,’ dos ‘imperialistas,’ das empresas multinacionais ou outras influências — na maior parte estrangeiras — culpadas por seus problemas.”
Portanto, os Estados Unidos precisam se empenhar no controle populacional entre os líderes dos principais países menos desenvolvidos, enquanto contornam a vontade do povo desses países: “Os EUA precisam incentivar os líderes dos países menos desenvolvidos a assumir a liderança no avanço do planejamento familiar e controle populacional tanto dentro de organizações multilaterais quanto por meio de contatos bilaterais com outros países menos desenvolvidos.”
Os elementos decisivos da implementação do controle populacional incluem:
Identificar o alvos principais: “Esses países são: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia.”
Recrutando a ajuda de tantas organizações multilaterais de controle populacional quantas possível neste projeto de nível mundial, a fim de desviar as críticas e acusações de imperialismo: “Os EUA precisarão das agências multilaterais, principalmente o Fundo de População da ONU que já tem projetos em mais de 80 países para aumentar a assistência de controle populacional numa base mais ampla com recursos financeiros dos EUA.”
Reconhecendo que “Nenhum país reduziu seu crescimento populacional sem recorrer ao aborto.”
Planejando campanhas com incentivos financeiros para países para aumentar seus índices de uso de aborto, esterilização e contracepção: “Pague mulheres nos países menos desenvolvidos para ter abortos como método de planejamento familiar… De forma semelhante, tem havido alguns experimentos polêmicos, mas extraordinariamente bem-sucedidos, na Índia em que incentivos financeiros, junto com outros truques motivacionais, foram usados para levar grande número de homens a aceitar vasectomias.”
Concentrando-se na “doutrinação” [a linguagem que o NSSM 200 usa] de crianças dos países menos desenvolvidos com propaganda antinatalista: “Sem diminuir de forma alguma a campanha para alcançar esses adultos, o foco óbvio maior de atenção deveria mudar as atitudes da próxima geração, os que hoje estão no ensino fundamental ou mais jovens.”
Planejando e instigando campanhas de propaganda e currículos de educação sexual cuja intenção é convencer os casais a ter famílias menores, independente de considerações sociais ou culturais: “As seguintes áreas parecem ser promissoras para produzir reduções de fertilidade, e são discutidas em seções subsequentes… concentrando-se na educação e doutrinação da geração de crianças que está vindo sobre a desejabilidade de famílias de tamanho menor.”
Investigando a desejabilidade de campanhas de controle populacional compulsórias [essa é a linguagem que o NSSM 200 usa]: “A conclusão dessa visão é que campanhas compulsórias podem ser necessárias e que o governo dos EUA deve considerar essas possibilidades agora.”
Considerando o uso da coerção em outras formas, tais como negar assistência de alimentos e ajuda em tempo de desastre, a menos que um país menos desenvolvido que é alvo implemente campanhas de controle populacional: “Em que base devemos então fornecer tais recursos alimentícios? A comida deveria ser considerada um instrumento de poder nacional? Seremos forçados a fazer escolhas quanto a quem podemos de modo aceitável ajudar, e se ajudarmos, iniciativas de controle populacional deveriam ser um critério para tal assistência?”
Em todo o processo de implementação, os Estados Unidos precisam esconder seu rastro e disfarçar seus projetos como altruístas: “Existe também o perigo de que líderes de alguns países menos desenvolvidos vejam as pressões de um país desenvolvido em favor do planejamento familiar como uma forma de imperialismo econômico ou racial; isso poderia bem criar uma grave repercussão negativa… Os EUA podem ajudar a minimizar as acusações de motivação imperialista por trás de seu apoio às atividades de controle populacional frequentemente declarando que tal apoio se origina de uma preocupação com:
O direito do casal individual de decidir de forma livre e responsável o número e o espaçamento de filhos e ter informações, educação e meios de fazer isso; e
O desenvolvimento social e econômico fundamental de países pobres em que o rápido crescimento populacional é tanto causa contribuidora quanto consequência de pobreza generalizada.”
O ponto 6 acima tem de ser muito destacado. A motivação para fomentar o controle populacional é egoísmo puro. Portanto, as organizações que promovem o controle populacional têm de se engajar numa campanha em massa para enganar as pessoas. Elas têm de apresentar seus planos como se fossem iniciativas para apoiar a liberdade pessoal, ou uma preocupação com o bem-estar das nações pobres.

A Pergunta Básica: O Controle Populacional é Necessário?

Há uma consciência crescente de que a “explosão populacional” do mundo acabou ou, aliás, que realmente nunca se concretizou. Quando o pânico da explosão populacional começou no final da década de 1960, a população mundial estava aumentando a uma taxa de mais que dois por cento ao ano. Agora, está aumentando menos de um por cento ao ano, e de acordo com as expectativas esse crescimento vai parar no ano 2040, daqui a apenas uma geração.
O NSSM 200 predisse que a população do mundo se estabilizaria em cerca de 10 a 13 bilhões, com alguns demógrafos predizendo que a população mundial incharia para 22 bilhões de pessoas. Hoje sabemos que a população do mundo alcançará oito bilhões e então começará a diminuir.
A aplicação no mundo inteiro das estratégias recomendadas no NSSM 200 resultou em índices de crescimento populacional diminuindo tão rápido em determinadas regiões do mundo que já estão causando graves problemas econômicos e sociais na Europa, na ex-União Soviética, Japão, Cingapura e Hong Kong. Muitos países em desenvolvimento estão agora envelhecendo ainda mais rapidamente do que o mundo desenvolvido, o que é um prenúncio de problemas ainda mais graves para suas economias relativamente subdesenvolvidas. As nações desenvolvidas tiveram a oportunidade de enriquecer antes de envelhecerem. Se um país envelhece primeiro, nunca vai enriquecer.
Desde o início, o conceito de uma “explosão populacional” tinha motivações ideológicas, dando um alarme falso com a intenção específica de permitir que os países ricos pilhassem os recursos dos países mais pobres. As campanhas consequentes de controle populacional nos países menos desenvolvidos não produziram absolutamente nenhum fruto positivo em suas décadas de implementação. Aliás, as ideologias e campanhas de controle populacional dificultam ainda mais o esforço de dar respostas à grave crise iminente que está se aproximando na forma de uma desastrosa “implosão populacional” no mundo inteiro. É hora de começar a insistir para que as famílias tenham mais filhos, não menos, se queremos evitar uma catástrofe demográfica mundial.
O primeiro passo em tal mudança de política em massa é, evidentemente, mudar nossa visão e valores. A fim de fazer isso, temos de repudiar os velhos modos de pensar e modos ultrapassados de alcançar nossos objetivos.
O NSSM 200 representa o pior aspecto dos países “avançados” se intrometendo nos assuntos mais íntimos dos países menos desenvolvidos. O NSSM 200 simboliza como nenhum outro documento a face do “americano arrogante e insensível, que faz o que quer com os outros países.” O NSSM 200 defende a violação das liberdades e autonomia mais preciosas do indivíduo por meio de programas coercivos de planejamento familiar.
O NSSM 200 não enfatiza os direitos e o bem-estar de indivíduos ou nações, apenas o “direito” dos Estados Unidos de ter acesso irrestrito aos recursos naturais dos países em desenvolvimento. Os Estados Unidos e outros países do mundo desenvolvido, assim como ONGs de controle populacional de motivação ideológica, deveriam estar apoiando e orientando autêntico desenvolvimento econômico que permita que as pessoas de cada país usem seus recursos para seu próprio benefício, com isso levando a uma melhoria dos direitos humanos no mundo inteiro e economias mais saudáveis para todos. 
Nenhum relacionamento humano é mais chegado ou mais íntimo do que os relacionamentos que vemos na família. Contudo, o mundo “desenvolvido” tem gasto mais de 45 bilhões de dólares desde 1990 apenas tentando controlar o número de crianças que nascem nas famílias dos países em desenvolvimento por meio da imposição generalizada do aborto, esterilização e controle da natalidade sob os termos gerais “serviços de planejamento familiar” e “saúde reprodutiva.”
Tudo o que dezenas de bilhões de dólares de gastos de controle populacional conseguiram fazer foi transformar centenas de milhões de famílias pobres grandes em famílias pobres pequenas. Se essa quantidade colossal de recursos financeiros tivesse em vez disso sido investida em autêntico desenvolvimento econômico — melhores escolas, água de beber, estradas, assistência médica — centenas de milhões de pessoas estariam vivendo melhor agora.
Traduzido por Julio Severo do artigo de Vida Humana Internacional: Exposing the Global Population Control Agenda
Leitura recomendada:

25 de dezembro de 2013

O significado do Natal e a longa linhagem de famílias naturais que trouxe Jesus Cristo


O significado do Natal e a longa linhagem de famílias naturais que trouxe Jesus Cristo

Rev. Alberto Thieme
É impossível falar em Natal e em Jesus, o aniversariante, sem falar de quem ele é descendente. A Palavra de Deus diz:
“Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era, como se pensava, filho de José, filho de Eli, filho de Matate, filho de Levi, filho de Melqui, filho de Janai, filho de José, filho de Matatias, filho de Amós, filho de Naum, filho de Esli, filho de Nagai, filho de Maate, filho de Matatias, filho de Semei, filho de Joseque, filho de Jodá, filho de Joanã, filho de Ressa, filho de Zorobabel, filho de Salatiel, filho de Neri, filho de Melqui, filho de Adi, filho de Cosã, filho de Elmadã, filho de Er, filho de Josué, filho de Eliézer, filho de Jorim, filho de Matate, filho de Levi, filho de Simeão, filho de Judá, filho de José, filho de Jonã, filho de Eliaquim, filho de Meleá, filho de Mená, filho de Matatá, filho de Natã, filho de Davi, filho de Jessé, filho de Obede, filho de Boaz, filho de Salmom, filho de Naassom, filho de Aminadabe, filho de Ram, filho de Esrom, filho de Perez, filho de Judá, filho de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão, filho de Terá, filho de Naor, filho de Serugue, filho de Ragaú, filho de Faleque, filho de Éber, filho de Salá, filho de Cainã, filho de Arfaxade, filho de Sem, filho de Noé, filho de Lameque, filho de Matusalém, filho de Enoque, filho de Jarede, filho de Maalaleel, filho de Cainã, filho de Enos, filho de Sete, filho de Adão, filho de Deus.” (Lucas 3:23-38 NIV)
Nesse texto, a palavra “filho” aparece cerca de 77 vezes. Isso mostra a importância da família natural, do casamento tradicional e da concepção abençoada por Deus. Ao mesmo tempo, esse texto não dá nenhum espaço para uniões homossexuais que jamais geram filhos. As duplas gays podem pela lei injusta ser consideradas “casadas”, porém pela lei de Deus e da natureza nunca serão. Uma sociedade que abre mão dessa realidade está condenada à destruição.
Os “inimigos” da família e do casamento tradicional querem a todo custo introduzir suas ideologias diabólicas para justificar o injustificável: a união de uma dupla que comete atos homossexuais. Eles lutam para descaracterizar a família e o casamento tradicional. Aliás, Satanás sempre lutou para destruir a família e o vemos usando indivíduos notórios nessa emboscada de pecado, tentando igualar o inigualável. Passarão é céu e a terra, mas a Palavra de Deus, eterna evidência do casamento apenas entre homem e mulher, nunca passará.
Jesus era apenas considerado “filho” de José, como diz Lucas 4:23, porque fora gerado pelo Espírito Santo. O ato do Espírito Santo engravidar Maria mostra como o casamento tradicional está aberta para o Deus que o criou. De forma oposta, a prática sexual entre dois homossexuais, considerada por Deus como abominação, gera apenas tristeza e morte, nunca a vida.
José foi considerado pai de Jesus porque era casado com Maria, que engravidou antes de ter relações sexuais com José. Aprouve a Deus através do Espírito Santo realizar o milagre da concepção da vida no ventre de Maria. Para chegar até José,  a Bíblia cita quem foi filho de quem até chegar a Adão. Há um velho ditado que diz: “pai” é quem cria. José criou muito bem seu filho adotivo, Jesus Cristo, mas nesse caso o Pai verdadeiro é Deus Pai e José teve o privilégio de criá-lo enquanto ser humano.
Todos os 77 filhos citados também se casaram e tiveram filhos, passando assim para as novas gerações a oportunidade de conhecerem seus descendentes, através da reprodução abençoada por Deus pelo casamento. Portanto, a genealogia humana de Jesus Cristo só foi possível porque nenhum deles optou pelo “casamento” homossexual. Nenhum deles se deixou influenciar por pecados anticasamento, deixando para as gerações futuras o registro de família de “quem foi filho de quem,” exatamente porque Deus valoriza o casamento entre um homem e uma mulher e nunca a união sexual entre dois homens considerada por Ele como “abominação e depravação sexual.” Cada casamento tradicional na linhagem de Jesus Cristo foi parte fundamental do plano de Deus para gerar Sua concepção abençoada.
Muitos acham chato ler a genealogia de Jesus. Mas ao lê-la, vemos a importância que Deus dá ao casamento entre um homem e uma mulher. Aliás, o primeiro milagre que Jesus realizou foi exatamente durante a cerimônia de um casamento.
Que importância tem isso para o Natal?
A palavra “Natal” está ligada à palavra “nascimento.” Assim sendo, cristãos e não-cristãos, mesmo sem saberem, estão celebrando o nascimento de Jesus, no Natal. Na própria Wikipédia, algumas pessoas já se debruçaram para encontrar a origem do Natal, que data do terceiro século d.C. em que a Igreja Cristã então mudou o calendário para comemorar-se o nascimento de Jesus em 25 de dezembro, data em que era celebrado o nascimento do deus sol. Foi muito bom que os cristãos da época resolveram fazer essa mudança para celebrar o nascimento de Jesus, mesmo se sabendo há muito tempo que Jesus não nascera neste dia. Não importa. O que vale é o objetivo de todos se confraternizarem neste dia.
Entretanto, não devemos nos esquecer de dar graças a Deus pelo aniversário do Jesus Cristo humano, pois o Cristo espiritual é desde a eternidade, conforme descreve o Evangelho de João capítulo 1: “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.”
Proponha-se, neste Natal, a lembrar-se do Aniversariante, apoiando e orando pelas famílias e assumindo a atitude de combater todos os ataques das trevas que querem eliminar as genealogias e a família natural.
Uma longa genealogia de famílias naturais foi necessária para trazer o nascimento de Jesus. Que o Aniversário dEle nos ajude a lembrar que a família é parte central de Seu plano de trazer esperança e redenção a este mundo.
Com a colaboração de Julio Severo.
Leitura recomendada:

13 de dezembro de 2012

O que você precisa saber sobre a contracepção


O que você precisa saber sobre a contracepção

Julio Severo
Apresento, pela primeira vez no Brasil, um vídeo inédito sobre contracepção: http://youtu.be/rXKmCpTU84w

O vídeo traz importantes informações sobre essa questão que predomina em cada lar brasileiro.
Desejo que todos sejam tão abençoados quanto eu e minha esposa temos sido.
Nesta semana, nascerá nosso quinto filho, que será recebido com alegria e louvores a Deus.
Mas nem sempre foi assim.
Mais de duas décadas atrás, eu queria me casar. Mas, como todo ser humano hoje debaixo da mentalidade contraceptiva, eu não queria mais que dois filhos.
Contudo, de algum modo, pude fazer uma oração a Deus, pedindo que Ele me mostrasse o que eu não conhecia. Não entendo por que fiz essa oração, mas houve resposta.
A resposta veio na forma de contatos com americanos, inclusive uma amiga luterana e o Pe. Paul Marx, fundador de Human Life International.
O padre e a luterana muito me ajudaram a compreender que a tradição luterana e da Reforma contra a contracepção estava alinhada com a Bíblia.
Essa não é uma tradição exclusivamente católica. Na verdade, todas as igrejas cristãs, inclusive a católica, a luterana e a reformada, sempre foram opostas à contracepção. Mas o século XX conseguiu impor a mentalidade contraceptiva dentro das igrejas. Somente a Igreja Católica pôde se manter fiel na postura pró-família que era vivida por todas as igrejas cristãs.
Martinho Lutero
As igrejas protestantes se desviaram de sua grande tradição pró-família, se esquecendo ou ignorando, por exemplo, o que Martinho Lutero disse:
“O resto da ralé é mais maligna do que os próprios pagãos, pois a maioria dos casais não deseja filhos. Aliás, eles fogem disso e acham melhor viver sem filhos, pois eles são pobres e não têm os meios com que sustentar um lar. Isso ocorre principalmente com os que se dedicam à preguiça e à vagabundagem e evitam os suor e labor do casamento. Mas o propósito do casamento não é ter prazer e ser preguiçoso, mas procriar e criar filhos, sustentar um lar. Isso, é claro, é um peso imenso cheio de preocupações e trabalho pesado. Mas você foi criado por Deus para ser um marido ou uma esposa e para que você aprenda a aguentar essas dificuldades. Aqueles não têm amor por filhos são porcos e animais, indignos de serem chamados de homens ou mulheres, pois eles desprezam a bênção de Deus, o Criador e Autor do casamento”.
A luta cristã contra a contracepção, pois, não é uma luta estritamente católica. Aliás, o maior ativista pró-vida da história moderna foi um evangélico chamado Anthony Comstock. Ele combatia a pornografia, o aborto, o abuso infantil e a contracepção.
Nesta era em que impera a doutrinação e a mentalidade contraceptiva, precisamos olhar para a Palavra de Deus, que ensina que filhos e uma família grande são bênçãos.
Leitura recomendada: