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21 de fevereiro de 2017

Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”


Defesa da pedofilia derruba proeminente gay “conservador”

Julio Severo
O “conservador” nacionalista gay Milo Yiannopoulos havia sido convidado como principal palestrante da Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), o evento conservador mais importante dos Estados Unidos, mas foi rapidamente desconvidado depois que vídeos vieram à tona dele defendendo sexo entre homens e meninos.
Os vídeos foram postados no Twitter por um grupo chamado Reagan Battalion (Batalhão de Reagan), que “se anuncia como fonte de notícias conservadoras,” noticiou o USA Today.
“Estamos falando sobre relações entre meninos de 13 anos e jovens de 25 e entre meninos de 13 anos e jovens de 28 anos. Essas coisas realmente acontecem de forma perfeita e com consentimento,” Yiannopoulos disse num dos vídeos.
O primeiro vídeo, que o Batalhão de Reagan divulgou no final de semana, é de uma entrevista de 2016 num podcast chamado “The Drunken Peasants.” Nele Yiannopoulos denunciou a “ideia arbitrária e opressiva de consentimento” e disse: “As pessoas desordenadas e complexas, e realmente no mundo homossexual em particular, alguns desses relacionamentos entre meninos mais novos e homens mais velhos, esses relacionamentos de maturidade, os relacionamentos em que os homens mais velhos ajudaram os meninos mais novos a descobrirem quem são e lhes dão segurança e proteção e lhe fornecem amor e uma base confiável, onde eles não podem falar com seus pais.”
Ele também disse que tais relacionamentos não constituem pedofilia. “A pedofilia não é uma atração a alguém que tem 13 anos que é sexualmente maduro,” ele disse. “A pedofilia é uma atração a crianças que não alcançaram a puberdade.”
Depois de discutir seu relacionamento sexual com o “Padre Michael,” o qual ele alegadamente teve como adolescente com 14 anos, o entrevistador, Joe Rogan, disse: “Parece abuso sexual para mim… Para mim, parece abuso sexual de padre católico.”
No entanto, Yiannopoulos não condenou a experiência. Ele disse: “Não foi abuso sexual.”
“Isso é realmente abuso sexual,” Rogan disparou.
Ainda que Yiannopoulos tenha claramente sido vítima de abuso sexual nas garras de um padre católico, ele respondeu: “Sou grato ao Padre Michael. Se não fosse por ele, eu não daria quase uma pessoa tão generosa.”
“Spotlight” parece se encaixar no caso de Yiannopoulos, mas ele não parece ter odiado seu abuso.
Yiannopoulos, que é um editor do site conservador Breitbart, se tornou herói em alguns círculos direitistas nacionalistas devido à sua retórica furiosa e desdém pelo politicamente correto, principalmente em universidades. No início deste mês sua palestra na Universidade da Califórnia em Berkeley foi cancelada depois que protestos contra sua visita se tornaram violentos. Até Trump se envolveu ameaçando retirar as verbas da universidade.
Muitos conservadores haviam criticado a CAPC por escolher Yiannopoulos como palestrante principal porque eles não o veem como conservador tradicional. Em vez disso, Yiannopoulos é visto como o líder do movimento alt-Right, um movimento que se orgulha do nacionalismo, que muitos acusam de racismo e antissemitismo.
Entretanto, os vídeos pró-pedofilia destruíram abruptamente sua oportunidade de palestrante principal.
“Devido à revelação de um vídeo ofensivo nas últimas 24 horas desculpando a pedofilia, a União Conservadora Americana decidiu cancelar o convite para Milo Yiannopoulos dar palestra na Conferência de Ação Política Conservadora,” Matt Schlapp, presidente da UCA, disse numa declaração na segunda-feira.
O Dr. Michael Brown disse:
“Primeiro, foi um erro a CAPC convidar Milo como palestrante principal, apesar de seu brilhantismo retórico e sua capacidade de desmantelar e expor os extremos ridículos do politicamente correto de hoje. Uma coisa é Milo dar palestra em universidades e outros ambientes, onde ele pode ser ele mesmo, inclusive usando sua grande variedade de palavrões, vulgaridades e estardalhaço gay. Mas outra coisa é a CAPC celebrar um homossexual assumido e orgulhoso como um de seus campeões (afinal, isso faz parte de ser um palestrante principal numa conferência desse tipo; você é convidado por causa de sua liderança e voz)… embora a CAPC seja uma organização política e não religiosa, se não conseguir manter uma posição firme contra o ativismo gay, deixará de ser verdadeiramente conservadora.”
Brown também disse:
“Milo atraiu a atenção para o fato de que muitos homens gays mais velhos estão envolvidos com homens gays mais jovens (comumente chamados de ‘meninos,’ de acordo com Milo), uma prática defendida em 2013 pelo influente jornalista gay Michelangelo Signorile, que comentou que ‘Historicamente, os homens gays se envolvem em encontros sexuais entre gerações, romances breves e relacionamentos de longa duração — entre adultos que consentem — provavelmente muito mais do que pessoas heterossexuais têm se envolvido.”
“Não é segredo que os ativistas gays estão muitas vezes na vanguarda da promoção da redução da idade de consentimento. Não é também segredo que a literatura gay durante séculos tem celebrado o ‘amor’ de homens adultos e meninos, e nesses casos, não há dúvida de que eles eram menores em vez de jovens.”
A tentativa de associar a homossexualidade com o conservadorismo produzirá um divórcio automático do aliado mais importante do conservadorismo: os valores cristãos.
O conservadorismo pode sobreviver sem o homossexualismo, mas não pode sobreviver sem valores cristãos.
No início deste mês, o Rev. Scott Lively alertou profeticamente acerca de “conservadores que estão sendo seduzidos a abraçar o porco faminto por atenção Milo Yiannopoulos como herói do conservadorismo: fujam!”
Ele também alertou que a união do nacionalismo e homossexualismo tem um precedente tenebroso: o nazismo.
A nova união do nacionalismo e homossexualidade não destruirá o movimento homossexualista. Trará o movimento homossexualista para dentro do movimento conservador, dando aos militantes gays o privilégio supremo de avançar sua ideologia por meio da Esquerda e da Direita ao mesmo tempo. Destruirá a união tradicional entre o movimento conservador e cristãos que creem na Bíblia nos Estados Unidos.
A Bíblia jamais condena o movimento homossexualista. Ela ataca somente a conduta homossexual, pois daí flui todos os males, inclusive o movimento homossexualista.
Se o movimento conservador rejeitar a Bíblia, não poderá ficar surpreso quando um líder gay “conservador” for pego desculpando o sexo entre homens e meninos.
O que é interessante é que quando o artigo de Lively sobre Yiannopoulos foi disponibilizado no Brasil, alguns nacionalistas católicos o atacaram porque, na visão deles, não existe problema um líder conservador ser um gay assumido. Contudo, um padre católico pedófilo de certo modo “produziu” o gay “conservador” Yiannopoulos.
E o Breitbart e a CAPC trabalharam para apresentá-lo, aos EUA e ao mundo, como um modelo de conservadorismo. A CAPC é politicamente tão importante que até o presidente Trump está agendado para dar uma palestra em seu evento.
O Breitbart, a CAPC e outros grupos conservadores precisam mais de Cristianismo com base na Bíblia e nenhuma homossexualidade “conservadora.” Não existe nenhuma necessidade de colocar homossexuais, que desafiam a Deus por meio de seus estilos de vida imorais, em papéis de liderança conservadora, mas existe necessidade de dar proeminência para a Bíblia e seus valores no movimento conservador.
Sem a Bíblia, o movimento conservador tem apenas cargos e proeminência inúteis para oferecer para Yiannopoulos e outros homossexuais, cujos vícios e problemas acabam destruindo o conservadorismo.
Com a Bíblia, o movimento conservador pode oferecer Jesus para Yiannopoulos e outros homossexuais.
O conservadorismo sem Jesus é inútil e não salva, não liberta e não cura os homossexuais e outras pessoas arruinadas.
Com informações do The Blaze, USAToday, The Washington Times, The Daily Beast e The Advocate.
Leitura recomendada:

29 de julho de 2016

O mito do conservador gay


O mito do conservador gay

Scott Lively
Comentário de Julio Severo: O Dr. Scott Lively, autoridade em questões da agenda gay nos EUA, mostra neste artigo que não é possível ser conservador e homossexual ao mesmo tempo. Eu tenho certeza de que isso não é possível. Na recente convenção do Partido Republicano nos EUA, um discurso de destaque foi dado por Peter Thiel, bilionário assumidamente homossexual que é dono do PayPal. Ele é membro oficial do Partido Republicano. De modo geral, um republicano nos EUA é considerado conservador. E só um “conservador” importante teria espaço na convenção republicana. Ali, Thiel declarou: “Tenho orgulho de ser republicano gay,” fazendo com que os republicanos presentes se levantassem e lhe dessem uma salva de palmas. Que tipo de “conservador” homossexual Thiel exemplifica que está sendo aplaudido por republicanos americanos? Sob a liderança de Thiel, o PayPal eliminou minha conta depois de uma campanha internacional orquestrada pela organização homossexual esquerdista AllOut. Em vez de ficar do lado da vítima conservadora, o PayPal ficou do lado do opressor esquerdista. Meu caso foi tratado em manchete pelo WND (WorldNetDaily) na reportagem “PayPal coloca Julio Severo na lista negra.” Meu caso foi noticiado na época por uma TV católica nos EUA (neste link: https://youtu.be/fSSjmMwQNn4) O ChristianPost, uma das maiores mídias evangélicas dos EUA, também fez cobertura televisiva do meu caso (neste link: https://youtu.be/oZ8fzSkiB5A) Então, sei por experiência o que o maior dos homossexuais “conservadores” pode fazer com um conservador cristão. Por isso, o texto a seguir do Dr. Scott é importantíssimo:
Foi com desapontamento, mas não surpresa, que li a notícia acerca de republicanos aplaudindo de pé Peter Thiel, que é assumidamente homossexual e um bilionário no Vale do Silício, na convenção republicana nacional. Alguns conservadores estão contando o caso como mero apreço por Thiel romper com os críticos de Trump no Vale do Silício, mas na realidade há um problema grave de concessão moral na questão homossexual no Partido Republicano e precisamos confrontar isso pelo que é.
Ronald Reagan não era um homem perfeito, mas ele era um grande homem e um líder extraordinário cuja presidência marcou o ápice do conservadorismo na última metade do século XX. Em 1983 o presidente Reagan fez duas coisas que exemplificam a batalha das ideologias de esquerda e direita que ainda definem a guerra cultural: Em 3 de fevereiro daquele ano, numa mensagem no Café-da-Manhã Nacional de Oração, ele declarou 1983 como “Ano da Bíblia,” e um mês mais tarde num discurso na Associação Nacional de Evangélicos, ele declarou que a União Soviética comunista era um “Império do Mal.” Nesse último discurso, ele contrastou a herança judaico-cristã dos EUA com o ateísmo dos soviéticos, explicando que esse contraste estava no centro do conflito entre EUA e URSS.
Em 1980 uma onda de conservadorismo populista levou o candidato Reagan à Casa Branca, desafiando a elite do Partido Republicano, a qual foi forçada a aceitar deixar seu candidato favorito George Herbert Walker Bush ficar com a vaga de vice. Eles aguardaram sua oportunidade e logo que Reagan terminou seu mandato eles voltaram a comandar o Estado americano em direção à Nova Ordem Mundial com o sr. Bush, que era chefe de espiões na CIA, colocando-o na presidência.
Mas o presidente Reagan havia sido tão eficiente na articulação de valores conservadores, e tão corajoso em lutar contra seus inimigos marxistas culturais na mídia, nas instituições acadêmicas e no governo, que os EUA experimentaram um enorme reavivamento espiritual, cultural e patriótico durante a década de 1980, cuja influência persiste até hoje.
Tão poderoso foi o impacto de Reagan no Partido Republicano, que as mãos dos elitistas Bush, Dole, Bush, McCain e Romney foram publicamente amarradas na questão homossexual, embora os manda-chuvas do Partido Republicano continuassem avançando a causa gay nos bastidores. E tão poderoso foi o reavivamento de valores morais da Revolução Reagan na cultura em geral que levou mais de 25 anos, milhões de horas de propaganda de cultura pop, a tomada total do sistema de educação pública nos EUA e o sequestro descarado do judiciário federal para os marxistas culturais a desfazerem.
O poder de Reagan não veio do Partido Republicano. Veio dos valores da Bíblia. E o conservadorismo dele não era um conservadorismo que ficava só pouco atrás do esquerdismo na rota para o globalismo. O que ele lutou para “conservar” foi a cosmovisão cristã autêntica dos fundadores dos EUA conforme está personificada na Declaração de Independência e na Constituição dos EUA. Ele não aceitou a mentira marxista de “Vento da História,” mas com ousadia lutou na direção contrária, avançando o Reino de Deus nos assuntos mundiais e recuperando território perdido na guerra cultural dentro dos EUA. Sob Reagan, o “Excepcionalismo Americano” era real, e não só um eufemismo neocon para intimidar o mundo.
Ronald Reagan nunca teria permitido que Peter Thiel usasse a plataforma do Partido Republicano para legitimar a homossexualidade, e os conservadores populistas da Revolução Reagan nunca teriam aplaudido isso.
Reagan sabia que o conservadorismo verdadeiro é absolutamente incompatível com a agenda gay. Os dois são contraditórios em princípio e prática como fidelidade conjugal e adultério. Todos os pontos do conservadorismo verdadeiro têm como base a Bíblia, desde a propriedade privada, identidade e segurança nacional até a liberdade pessoal, direito e ordem: O conservadorismo defende a verdade de Deus ou não tem o que defender. E a verdade de Deus é mais clara sobre o perigo de legitimar a perversão sexual, principalmente a homossexualidade, do que sobre qualquer outra política social. Foi o Supremo Tribunal da época de Reagan que confirmou o direito de os estados criminalizarem a sodomia homossexual na decisão Bowers versus Hardwick (1986), uma decisão vigorosamente defendida por Antonin Scalia, que havia sido nomeado por Reagan e era seu aliado ideológico mais chegado no tribunal.
Ronald Reagan fez os EUA recordarem que o inimigo dos EUA é o marxismo, que a raiz de seu mal é o ateísmo e que sua meta é a eliminação total da civilização judaico-cristã. Para citar o Manifesto Comunista de Marx e Engels diretamente: “Comunistas em todas as partes apoiam todo movimento revolucionário contra a ordem social e política existente das coisas.”
A principal tática dos marxistas é o sincretismo, significando a mistura de duas opiniões opostas transformando-as numa opinião afetada por concessões que está sempre um passo mais perto das metas marxistas. Chama-se Dialética Marxista, e era ensinada para crianças nas escolas soviéticas com uma pequena dança: “Dois Passos para Frente, Um para Trás — Ganho Líquido: Um Passo.” Em outras palavras: Exija uma mudança esquerdista radical de política e então faça concessões com os conservadores de modo você consiga só parte do que você exigiu, mas ainda assim continue avançando até sua meta. Essa estratégia é detalhada em termos espantosamente claros no Manifesto LGBT (de leitura obrigatória) intitulado “The Overhauling of Straight America” (O Recondicionamento da América Heterossexual).
Lamentavelmente, republicanos pós-Reagan têm se mostrado constantemente ingênuos e suscetíveis a essa estratégia.
O exemplo mais óbvio disso é a Rede de Televisão Fox News de Rupert Murdoch. Em 1996 a Fox se designava como guardiã do galinheiro conservador [contra as raposas] e herdeira do legado de Reagan, lançando o que começou como uma rede noticiosa genuinamente conservadora. Com o tempo, porém, a Fox se tornou meramente um braço do Partido Republicano. À medida que as elites republicanas cada vez mais capitulavam para o “Vento da História” marxista, principalmente nas questões LGBT, a Fox continuamente ajustou seus funcionários e programação para refletir as concessões e torná-las palatáveis para as massas.
No nome da elite do Partido Republicano, a Fox vem liderando o caminho para normalizar o mito do “conservador gay,” e outros canais de mídia “conservadora” estão imitando, tais como o Breitbart com seu representante “Milo,” que é assumidamente homossexual e faminto por holofotes. Mas como a verdade da Bíblia, o conservadorismo verdadeiro não “muda com os tempos.” Se abandonar suas pressuposições lógicas, tais como a determinação de proteger a civilização contra o câncer da degeneração sexual, então perderá toda a sua autoridade moral. O conservadorismo verdadeiro tem de concordar com Deus que disse “Não te deitarás com um homem como se deita com uma mulher. Isso é abominável!” (Levítico 18:22 King James Atualizada)
O presidente Reagan certa vez disse num discurso para seus apoiadores conservadores “Sem Deus, não existe virtude, pois não existe lembretes na consciência. Sem Deus, ficamos atolados nas coisas materiais, esse mundo vazio que nos diz só o que os sentidos percebem. Sem Deus, há um embrutecimento da sociedade. E sem Deus, a democracia não poderá durar muito. Se um dia nos esquecermos de que somos uma nação sob Deus, então seremos uma nação que deixará de existir.”
Pelo padrão de Reagan, os EUA estão deixando de existir. É hora de os conservadores rejeitarem o mito inventado pelos marxistas do “conservador gay” e voltarem à verdade da Bíblia.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site do Dr. Scott Lively: The Myth of the ‘Gay Conservative’
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