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27 de janeiro de 2016

O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump


O que todo conservador precisa saber sobre Donald Trump

John Stemberger 
Comentário de Julio Severo: Quero deixar claro que as posturas de Trump sobre o islamismo são as posturas que todo conservador genuíno durante toda a história americana não hesitaria em ter. Ele tem também feito promessas incríveis de ajudar os cristãos perseguidos. Mas como é que ele conseguirá cumprir suas promessas? Como é que um homem que sempre apoiou financeiramente a esquerda americana de repente virou o candidato aparentemente favorito dos direitistas dos EUA? Meu amigo Dr. Michael Brown diz: Você sabia que na eleição geral de 2012, Donald Trump tuitou: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama”? Leia mais aqui neste artigo revelador de John Stemberger:
Donald Trump
Há muitas coisas para se gostar em Donald Trump.
Primeira, em contraste com os típicos políticos excessivamente tímidos, ele fala sem rodeios, direto ao ponto e sem fazer concessões. Ele também fala sobre questões difíceis como imigração e islamismo radical de um modo inflexível enquanto outros candidatos dão respostas nebulosas.
Depois de sentirem que muitos políticos (dos dois grandes partidos dos EUA) mentiram para os americanos por tantos anos, eis um homem que parece que será implacável e fará escolhas difíceis.
Além disso, muitos conservadores e eleitores do ultraconservador Tea Party se sentem de modo especial atraídos para com Trump porque ele está disposto a confrontar a elite do Partido Republicano, que há anos vem convencendo os conservadores a votar só em candidatos republicanos, mas logo que são eleitos abandonam os valores conservadores defendidos pelo seu próprio partido.
Por último, Trump é talvez o candidato presidencial mais divertido da história da política americana.
Trump se encaixa perfeitamente num mundo que está acostumado a receber suas notícias por meio de jornalistas que mais parecem comediantes como Jon Stewart, Stephen Colbert, Bill Maher e Rush Limbaugh. Sem retoques e simplesmente fascinante de assistir, Donald Trump é verdadeiramente o máximo de um candidato da Reality TV; sua apelação geral é um fenômeno como nada que os americanos viram antes na história americana.
Apesar desses fatores, há coisas sobre a vida, histórico e opiniões de Trump que deveriam nos fazer parar para pensar ou até nos deixar muito preocupados? Em minha opinião, os eleitores conservadores que estão considerando apoiar Trump deveriam fazer para si três perguntas.
Por favor, considere-as:
1. Qual é o histórico político e de votação de Donald Trump?
Em 2008, milhões de americanos que votaram em Barack Obama cometeram um grande erro.
Os eleitores avaliaram Obama superficialmente com base no fator de que ele era bacana, em seu carisma, em seu tom apartidário, capacidade dinâmica de falar, sua esposa energética Michele e o romance por trás da ideia de fazer história elegendo o primeiro presidente afro-americano.
Os que apoiaram Obama não sabiam realmente quem era ele ou o que ele defendia. Eles não sabiam sobre seu histórico e relacionamentos com outros filósofos radicais, sobre seu pastor racista antiamericano e as forças que influenciaram quem Obama realmente era.
Os Estados Unidos elegeram um ativista socialista que foi senador durante alguns anos; os meios de comunicação nada fizeram para ajudar os eleitores a compreender como a opinião desse homem sobre o mundo era realmente radical e extremista.
Em resumo, os eleitores não fizeram um exame do histórico de Obama.
Muitos eleitores que gostam de Donald Trump também não têm ideia dos fatos com relação ao seu histórico, sua vida, seus valores e suas posturas registradas sobre algumas questões realmente importantes.
Pelo fato de que Trump não tem um histórico de votação como uma autoridade eleita, só temos fatos históricos gerais e o registro de suas próprias declarações públicas para considerar.

Filiação partidária:

Trump se filiou ao Partido Democrata [socialista e, em questões de vida e família, igual ao PT no Brasil] em 2001, e permaneceu nesse partido por oito anos. [Depois, ele se filiou ao Partido Republicano.] Contudo, ele tirou férias desse partido em 2011, embora voltasse a ser republicano em 2012.
Em resumo, Trump trocou de partido várias vezes e já foi filiado ao Partido Republicano, ao Partido da Independência, ao Partido Democrata, foi candidato do Partido da Reforma e agora está de volta no Partido Republicano.

Apoio aos democratas [semelhantes aos petistas]:

De 1989 a 2011, Trump doou 581.350 dólares para 23 candidatos democratas diferentes em disputas estaduais e federais, inclusive Ted Kennedy e Harry Reid. Em 2010, Trump doou 50.000 para Rahm Emanuel, prefeito de Chicago que é um assessor chegado do presidente Obama.
As doações de Trump para candidatos do Partido Republicano incluem muitos republicanos esquerdistas tais como Charlie Crist, governador da Flórida, e o senador Arlen Spector.
Em 2004, quando perguntado por Wolf Blitzer da CNN “Você se identifica mais como democrata ou republicano?” Trump respondeu: “… em muitos casos eu provavelmente me identifico mais como democrata.”
Ele então explicou: “Tenho muitos anos de vida, e parece que a economia tem desempenho melhor sob democratas do que sob republicanos.”
Trump foi também um crítico muito aberto do presidente George W. Bush — chegando a exortar a democrata Nancy Pelosi a iniciar o impeachment dele. Trump chamava George W. Bush de “maligno” e “o pior presidente da história dos Estados Unidos,” chegando ao ponto de dizer que o que Bush fez foi pior do que o que Bill Clinton fez para provocar impeachment.

Trump votou em Obama

Finalmente, talvez o fato mais surpreendente sobre Donald Trump que a maioria das pessoas não sabe é que ele declarou, com orgulho e de forma pública, que ele votou em Barack Obama.
Depois de não acompanhar as eleições primárias de 2012, Trump tuitou depois da eleição geral: “Sempre voto nos ganhadores. Congratulações ao meu amigo @BarackObama.” Em 19 de setembro de 2015, um blogueiro conservador deu a notícia inédita de que Trump deletou o tuíte sobre votar em Barack Obama, mas que ele havia feito um print screen do tuíte.
2. As posturas esquerdistas de Donald Trump em questões políticas nos dizem como ele governaria como presidente?
Conversando com dezenas de meus amigos no Tea Party e círculos cristãos, vi que eles gostam de Trump porque ele tem disposição, retoricamente, de “confrontar a elite” do Partido Republicano.
Mas isso eleva a forma acima da substância? Será que podemos presumir que falar duro se transformará num compromisso com uma política pública conservadora? Você sabe qual tem sido a postura de Trump durante anos em questões como aborto, impostos, casamento de mesmo sexo e o sistema público de saúde socialista de Obama antes que ele tivesse decidido concorrer para presidente?

Aborto:

Durante uma entrevista televisiva nacional em 1999, Trump declarou: “Olha, sou muito a favor de se escolher o aborto. Odeio o conceito do aborto. Odeio. Odeio tudo o que ele representa. Sinto repugnância quando escuto pessoas debaterem esse assunto. Mas, mesmo assim, acredito que as pessoas têm o direito de escolher o aborto.”
De novo em 1999, Trump declarou para a Associated Press: “Acredito que [o aborto] é uma decisão pessoal que deveria ser deixada para as mulheres e seus médicos.”
Em seu livro de 2000 “The America We Deserve” (A América que Merecemos), Trump declarou: “Apoio o direito da mulher escolher, mas não me sinto à vontade com os procedimentos.” (The America We Deserve, págs. 31-32)
Em 2011, Trump diz que ele mudou de ideia sobre essa questão, mas mesmo hoje ele apoia o aborto no caso de estupro, incesto e a vida da mãe e ele disse que apoia os “aspectos bons” de se financiar a Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de clínicas de aborto dos EUA].

Impostos:

Trump não é um conservador econômico e há muitos anos ele apoia o aumento de impostos e se opõe a um imposto único. Ele crê que os impostos deveriam aumentar com a renda e se opõe ao livre comércio mais do que qualquer outro candidato em ambos os partidos, exceto talvez Bernie Sanders. Por um lado, Trump pede impostos mais baixos, mas por outro, ele propôs o maior aumento de impostos da história.

Sistema público de saúde de Obama:

Sem nenhum constrangimento, Trump se declara “esquerdista” na questão de saúde pública.
No livro “A América que Merecemos,” Trump escreve: “Sou conservador na maioria das questões, mas esquerdista na questão de saúde… Precisamos de um sistema de saúde para todos.”
Embora ele tenha declarado continuamente em sua campanha que os americanos precisam se livrar do sistema público de saúde de Obama, ele também apoia um sistema de saúde controlado pelo Estado. No lugar do sistema público de saúde de Obama ele promete “algo excelente.” Contudo, Trump não explicou como seu plano de saúde pública seria diferente do sistema de Obama.

Propriedade privada:

Sobre os direitos de propriedade, Trump é também esquerdista e apoia o mau uso de leis de confisco de propriedades. Ele foi bem claro em seu apoio à decisão Kelo versus New London do Supremo Tribunal dos EUA em 2005 dizendo: “Por acaso concordo com essa decisão 100 por cento.”
Em Kelo, o Supremo Tribunal decidiu que a propriedade privada pode ser confiscada pelo governo e redistribuída para outro proprietário privado enquanto fosse considerada no melhor interesse do público conforme decisão do governo.

Direitos gays:

Trump também favorece novos direitos gays e leis de “casamento” homossexual “que garantem às duplas de mesmo sexo direitos legais iguais como os casais heterossexuais casados.” Trump se opunha à lei das forças armadas que proibia militares abertamente homossexuais.

Jogatina e cassino:

Donald Trump constrói e possui cassinos. Em 2013 o cassino Taj Mahal de Trump em Nova Jérsei foi o primeiro dos EUA a incluir um clube de strip-tease, completo com dança erótica do colo e um “espetáculo de homens” para mulheres.
Quatro dos cassinos de Trump faliram.
O histórico de declarações de Trump sobre questões de políticas específicas não dá indicação nenhuma de que ele é um conservador coerente. Pelo contrário, ele tem adotado muito mais posições esquerdistas do que posições conservadoras durante os anos.
3. Donald Trump tem o tipo de caráter e integridade que dá para confiar?
Como vimos no escândalo e vergonha internacional do presidente Bill Clinton e Monica Lewinski, integridade e caráter são importantes.
A essência do caráter é poder confiar em alguém. Um homem de caráter é um homem de palavra. Caráter significa que o homem não fica mudando constantemente, e as ações e palavras dele são as mesmas.
Com base em seu próprio histórico, há uma questão séria quanto a se ou não podemos confiar em Donald Trump.

Concorrendo como independente:

No primeiro debate do Partido Republicano Trump foi rápido e claro que ele não excluiria um terceiro partido ou partido independente para concorrer para presidente e também não teria compromisso com um indicado republicano.
Logo depois, ele mudou de ideia e publicamente prometeu por escrito que só concorreria como republicano. Então em novembro de 2015 Trump ameaçou mudar de ideia de novo e quebrar sua promessa concorrendo à presidência como independente se a elite republicana se opusesse a ele.
Se Trump concorrer como candidato de terceiro partido, ele instantaneamente neutralizaria um indicado republicano; isso com certeza entregaria a eleição para Hillary Clinton por omissão e levanta questões reais sobre seu motivo para concorrer.
Como assunto prático as pesquisas de opinião pública são claras: de todos os candidatos republicanos a candidatura de Trump dá a maior chance possível de perder a presidência para Hillary Clinton.
Os insultos deploráveis de Trump, suas falas e ideias de duplo sentido certamente o destruiriam numa eleição geral. Mas o que aconteceria se ele ganhasse a eleição geral e se tornasse o próximo presidente? O que aconteceria quando a função presidencial não mais fosse algo divertido? Ele se demitiria? Ele tem o caráter de trabalhar na presidência até as últimas consequências?

Comentários sobre as Mulheres:

Finalmente, e talvez o mais preocupante, Trump tem um longo histórico de comentários vis e desprezíveis sobre as mulheres que são moralmente condenáveis e comprovarão ser politicamente devastadores se chegarem a ser usados contra ele numa eleição geral por oponentes.
Numa entrevista de 1991 no jornal Esquire ele disse: “Sabe, não importa realmente o que a mídia escreve enquanto temos uma **** jovem e bela.”
Numa entrevista de 1992 na Revista New Yorker ele disse: “Temos de tratar as mulheres como [palavrão]” (Revista New York, 9 de novembro de 1992)
Em 2005 em seu livro “Trump Nation: The Art of being Donald” (Nação de Trump: A Arte de Ser Donald), ele disse: “Minha parte favorita [do filme ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’] é quando Sam mostra sua arma no jantar e diz ao cara que mande sua namorada fechar a boca. Diga a essa p**a que fique calma. Diga: ‘P**a, fique calma.’ Adora esses termos.”
Em 2006 no programa “Entertainment Tonight” ele disse: “Se eu fosse dono do programa The View, eu demitiria Rosie. Quero dizer: Eu a olharia bem naquela face gorda e feia dela e diria: ‘Rosie, você está demitida.’ Todos nós somos um pouco gordos, mas Rosie é pior do que a maioria de nós.”
Em 2012 ele chamou Bette Midler de “grotesca” no Twitter.
Em 2013 num programa de “Celebrity Apprentice” Trump fez uma insinuação direta de sexo oral na rede de televisão ao dizer para Brande Roderick, coelhinha da Playboy: “Deve ser um quadro lindo. Você se abaixando até meus joelhos.”
Em 2015 no Twitter ele chamou Arianna Huffington de “cadela.”
Em 2015 num artigo da revista Rolling Stone, falando sobre Carly Fiorina ele disse: “Olhe para a cara dela! Alguém votaria naquilo?”
Com base no histórico dele, dá para votar nele?
Donald Trump claramente atingiu um ponto nevrálgico nos conservadores que estão frustrados com o governo dos EUA. Mas as políticas e valores de Trump não são diferentes — e talvez sejam piores — do que a maioria dos políticos americanos.
Ele é coerentemente incoerente e muda de posições regularmente, se contradiz muitas vezes e surfa em cima das questões mais populares.
Hoje ele trata Hillary Clinton como lixo, mas ele a louvou como uma trabalhadora excelente nas duas últimas eleições, e esperava que ela conseguiria a indicação presidencial do Partido Democrático em 2008.
Hoje, ele critica o presidente Barack Obama, mas em 2009, quando Obama estava salvando, com dinheiro de imposto, empresas falidas, Trump avaliou Obama da seguinte forma:
“Eu contrataria Obama. Ele lidou muito bem com a tremenda bagunça na qual ele interveio. Ele tem ainda uma tarefa hercúlea a frente dele, mas parece ser páreo para o desafio… acima de tudo, acredito que ele fez um trabalho muito bom.”
Ele deu grande apoio para candidatos do Partido Democrático. Ele votou em Barack Obama. Ele é esquerdista em importantes questões políticas. Ele ainda considera um terceiro partido para concorrer. Ele despreza e humilha as mulheres.
É realmente esse tipo de homem que os americanos querem que lidere e represente os Estados Unidos?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site conservador NewsMax: Stemberger: 3 Questions Every Voter Should Ask Before Supporting Trump
Leitura recomendada:

21 de novembro de 2014

Anistia imigratória do Obama: alegria de uns e tristeza de muitos


Anistia imigratória do Obama: alegria de uns e tristeza de muitos

Julio Severo
Obama anunciou ontem, 20 de novembro de 2014, uma grande política de anistia, que beneficiará milhões de imigrantes ilegais ou em situação irregular.
Obama não está fazendo isso por bondade. É tipo o “bolsa-família” do Brasil. Aliás, o governo do presidente Barack Obama acha essa política brasileira muito importante.
Muitos dos beneficiados da anistia do Obama são também brasileiros, que estão fugindo do inferno esquerdista do Brasil, mas ao serem ajudados por Obama, estão também ajudando a criar o inferno esquerdista nos EUA.
A bolsa da presidente Dilma Rousseff é ruim, mas a bolsa de Obama é boa? Afinal, que história é essa?
Pois bem. Evangélicos e católicos conservadores brasileiros que estão nos EUA estão comemorando a “bolsa de anistia imigratória” do Obama. Alguns desses brasileiros são meus amigos e estou vendo a comemoração deles.
Mas os evangélicos e católicos conservadores americanos não estão comemorando, pois sabem que essa bolsa é a estratégia do Obama para solidificar o inferno socialista nos EUA. Alguns desses americanos são meus amigos e estou vendo a tristeza deles.
E agora, nessa situação, de que lado você ficaria? Você comemoraria com os evangélicos e católicos conservadores brasileiros que precisam da bolsa anistia?
Ou você choraria com os evangélicos e católicos conservadores americanos?
De que lado você ficaria?
O que me preocupa é a atitude dos brasileiros. Eles condenam a bolsa família de Dilma como estratégia para consolidar seu poder socialista, mas estão ávidos de obter a bolsa imigratória do Obama, cuja estratégia é consolidar o poder socialista nos EUA.
Os imigrantes anistiados de hoje serão os futuros eleitores do Partido Democrático do Obama. Esse partido é semelhante ao PT em propostas anti-vida e anti-familia.
Embora a maioria dos imigrantes, inclusive brasileiros, seja contra o aborto e o “casamento” gay, eles têm parentes que precisam também da generosa anistia imigratória do Partido Democrático, ainda que esse partido seja pró-aborto e pró-homossexualismo.
O que mais pesa nessa situação?
Dinheiro e prosperidade. Quando as pessoas os querem, elas não se importam com os meios de adquiri-los.
Eu vi no YouTube uma pegadinha de um bonito jovem americano num carro muito caro. Ele dirigiu por várias ruas e ofereceu — apenas fazendo sinais com as mãos, sem usar uma única palavra — carona para várias moças bonitas que estavam caminhando na calçada. Embora elas mostrassem suspeitas e questionassem o fato de que elas não o conheciam, todas aceitaram a carona.
Dinheiro, prosperidade e conforto atraem as pessoas.
Obama está oferecendo carona com o carro que americanos de gerações passadas trabalharam e suaram para conseguir.
Os brasileiros conservadores não se importam com as motivações de quem está oferecendo a carona. Eles querem entrar no carro e fazer parte do dinheiro, prosperidade e conforto.
O lado socialista que tem esse poder vai ganhar o apoio até dos conservadores brasileiros. É o que está acontecendo entre eles e Obama. Eles dizem fugir do bolsa-família da Dilma, mas correm para a bolsa do Obama e até pedem socorro para o Obama socialista os livrar da Dilma socialista.
O que o dinheiro, prosperidade e conforto não fazem com as pessoas? Elas se esquecem que são conservadoras. Mas os socialistas — seja Obama ou Dilma — não se esquecem do que são.
A bolsa-família, a anistia imigratória e outras “caronas” são parte da revolução socialista que está varrendo Brasil e EUA.
Todos (inclusive eu) querem dinheiro, prosperidade e conforto. Esse é o motivo por que todos querem ir para a nação com mais dinheiro, prosperidade e conforto.
Mas aqueles de nós que são conservadores e cristãos deveriam simpatizar com os cristãos conservadores dos EUA que estão lutando para livrar seu país do socialismo.
Os conservadores deveriam parar de usar meios espertos e até ilegais para entrar nos EUA.
Alguns anos atrás eu estava numa reunião de oração no Brasil e o pastor presbiteriano pediu oração por um casal jovem, que estava para viajar aos EUA. Não era só uma viagem. Era uma mudança.
Eles tinham todos os documentos necessários para a viagem. Eles haviam pago uma quantia muito elevada para um grupo americano para obter os documentos falsos.
Eles tiveram uma viagem de sucesso. Mais tarde, eles obtiveram uma anistia. Agora, eles são “americanos.” Agora, eles têm dinheiro, prosperidade e conforto.
Será que Deus ouviu a oração deles?
Será que Deus está ouvindo as “orações” socialistas de Obama?
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