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7 de maio de 2019

Governo canadense é agora um perigoso governo vigiando e controlando a vida dos cidadãos


Governo canadense é agora um perigoso governo vigiando e controlando a vida dos cidadãos

Michael Brown
Esta importante notícia já saiu há alguns dias, mas esperei antes de escrever. Por quê? É porque eu não queria escrever mais um artigo sobre transanidade. Outro artigo sobre o ativismo transgênero extremo. Outro artigo sobre o mundo sendo virado de cabeça para baixo.
Mas isso é muito urgente. Preocupante demais.
Em um regime totalitário, é o pior pesadelo dos pais.
Estou falando de intervenção do governo. Sobre forças externas hostis que chegam diretamente ao seu lar e usurpam sua autoridade. Sobre tribunais que proíbem você, pai ou mãe, de criar seu filho. E, pior ainda, ameaçando punir você se você ousar tentar criar seu filho.
Permita-me dar-lhe uma manchete totalmente precisa e sem exagero: “Ataque orwelliano aos direitos dos pais: Tribunal adverte pai de que ele será preso se chamar sua filha de menina.”
Se eu tivesse produzido essa notícia, você não acreditaria.
Se eu tivesse previsto 10 (ou mesmo cinco) anos atrás, você teria me dito que eu estava louco.
Mas a notícia é verdadeira, diretamente do país vizinho ao norte dos EUA, o Canadá, um país que está se tornando mais orwelliano a cada dia. (Isto é, se você é um cristão conservador sincero.)
Conforme noticiado por Tyler O’Neil na PJ Media: “No mês passado, a Suprema Corte da Colúmbia Britânica [no Canadá] emitiu uma ordem para que um pai (mencionado pelo pseudônimo ‘Clark’) não fizesse referência à sua filha de 14 anos (pseudônimo ‘Maxine’) como menina ou pelo seu nome original, seja em público ou em privado. Fazer isso foi considerado como ‘violência doméstica’ porque Maxine se identifica como menino. De acordo com uma ordem separada de proteção, a polícia pode imediatamente prender Clark se suspeitar que ele violou essa ordem orwelliana.”
Especificamente, o tribunal ordenou que Clark “fosse impedido: de tentar persuadir [Maxine] a abandonar o tratamento por disforia de gênero; de tratar [Maxine] por seu nome de nascimento; e de fazer referência a [Maxine] como menina ou com pronomes femininos quer diretamente a [Maxine] ou a terceiros.” (Essa ordem judicial “durará por um ano.”)
Não só isso, mas a ordem judicial “proíbe Clark de” direta ou indiretamente através de um agente ou de terceiros, publicar ou compartilhar informações ou documentos relacionados ao sexo, identidade de gênero, orientação sexual, saúde física ou mental, estado médico ou terapias de [Maxine],’ além do tribunal, advogado, profissionais da área médica ou qualquer pessoa autorizada por Maxine ou pelo tribunal.”
O’Neil compartilha mais detalhes em seu artigo, mas você já leu mais do que o suficiente, especialmente se você é pai ou mãe.
Mas se você é pai ou mãe, consegue imaginar isso acontecendo com você? Você consegue imaginar receber ordem — como pai ou mãe, do tribunal — de que você não pode chamar sua filha de 14 anos pelo nome de nascimento, nem mesmo no santuário de seu próprio lar? De que você não pode se referir a ela como menina, em público ou em privado?
Independentemente do que você pense sobre crianças trans-identificadas, quem foi que deu aos tribunais esse tipo de poder? Desde quando eles têm autoridade para dizer a um pai ou mãe quais palavras ele ou ela poderia dizer em seus próprios lares? Se isso não é ir longe demais, então o que é?
E se este pai preocupado ousar contestar a ordem do tribunal, ele pode ser preso na hora.
Duvido que o próprio Orwell conseguiria ter imaginado um cenário como esse. Preso por chamar sua filha pelo nome dela. Preso por se referir à sua filha como menina. Que tipo de loucura é essa?
Desde quando os tribunais têm o direito de dizer aos pais como educar seus próprios filhos? Desde quando os tribunais — e não os pais — sabem o que é melhor?
Uma coisa seria se uma criança estivesse morrendo de fome ou sendo abusada. Outra coisa é quando os pais não incentivam a identidade de gênero de uma criança. Outra coisa é quando eles incentivam realidades biológicas. Outra coisa é quando eles acreditam que sabem o que é melhor para seu filho. Afinal, é o filho deles.
Novamente, independentemente da sua opinião sobre questões transgêneras, os tribunais ditam o discurso de pais racistas cujo filho adolescente está namorando alguém de outra raça? Ou, se o filho adolescente de ateus se tornar um cristão devoto, o tribunal pode ordenar que os pais deixem de zombar da fé desse adolescente? Ou, inversamente, o tribunal pode ordenar que pais cristãos não alertem seu filho adolescente ateu sobre o inferno?
Dito de outra forma, se um pai referir-se como menina à sua filha que se identifica como menino é “violência doméstica,” por que esses outros exemplos não são exemplos de violência familiar?
E no caso de Maxine, que evidência científica empírica nos diz que ela não é Maxine? Há um número crescente de casos terrivelmente preocupantes sobre adolescentes profundamente confusos sobre sua identidade de gênero, apenas para fazer escolhas pessoais trágicas e irreversíveis.
Agora, a Suprema Corte da Colúmbia Britânica proibiu um pai preocupado de ajudar sua filha durante o período mais difícil de sua vida. Os juízes estão proibindo-o, sob pena de prisão, de potencialmente salvá-la de passar o resto da vida se lamentando.
Isso é absolutamente assustador, e é realmente o pior pesadelo dos pais sob um regime totalitário. (O outro pesadelo relacionado é os tribunais tirarem os filhos da casa dos pais. Isso também já está acontecendo com crianças trans-identificadas, mesmo aqui nos Estados Unidos.)
O governo totalitário que vigia e controla a vida das pessoas está flexionando seus músculos e ninguém o está impedindo.
Os EUA estão prestando atenção? Os pais estão prestando atenção?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): The Canadian gov't is now a dangerous Big Brother
Leitura recomendada sobre confusão sexual:
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19 de novembro de 2015

Boneca Barbie agora é vendida também para meninos


Boneca Barbie agora é vendida também para meninos

Douglas Ernst
A empresa americana Mattel tem um novo mercado para suas bonecas Barbie: os meninos.
O primeiro comercial da Barbie da história apresentando um menino foi produzido pela empresa de brinquedos para a Barbie Moschino, noticiou a CBS San Francisco na segunda-feira.
“A Barbie Moschino é tão feroz!” exclamou um menino.
Quando o telefone celular da Barbie toca, o menino diz: “É para você, Barbie Moschino.” Ele dá uma piscadela e o comercial termina.
Jeremy Scott, diretor-criativo da Moschino, projetou a boneca, que está sendo vendida pelo preço de 150 dólares, noticiou o International Business Times em 7 de novembro.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês: Barbie now marketed to boys: “Ssso fierce!”
Leitura recomendada:

24 de junho de 2015

Doutrinação de gênero nas escolas: o perigo vem de longe


Doutrinação de gênero nas escolas: o perigo vem de longe

Julio Severo
Com intensa mobilização, grupos pró-vida e pais e mães estão lutando contra leis municipais que impõem a ideologia de gênero nas escolas. Um dos melhores alertas foi dado pelo Dr. Zenóbio Fonseca, num vídeo pessoal em sua página de Facebook.
A doutrinação de gênero não é um processo que vai começar com essa aprovação. É, na verdade, um processo que vem de muito longe, atrelado a um movimento internacional muito bem financiado que visa implantar e expandir a educação sexual, primeiramente de modo “informal” e depois de modo formal.
Em 1992 participei de um congresso internacional sobre essas questões, onde havia representantes de entidades brasileiras e internacionais, inclusive da ONU. A meta era uma frente ampla que incluía a ONU, o governo do Brasil e ONGs (organizações não governamentais) para alcançar professores e alunos com materiais que foram essencialmente o alicerce da atual onda de doutrinação de gênero no Brasil. Tudo começou na educação sexual.
Em escolas públicas e particulares da cidade de São Paulo, essas ONGs, com financiamento e know-how de entidades americanas, influenciaram, desde o início da década de 1990, gerações de professores e alunos.
Havia, pois, um relacionamento ”informal” entre essas entidades imorais e as escolas de São Paulo. Possivelmente, outras cidades do Brasil estavam tendo a mesma experiência.
Então, na década de 1990 as ideias de gênero já estavam, através de ONGs brasileiras financiadas e orientadas por ONGs dos EUA, chegando até os professores num proselitismo ideológico que visava transformá-los em agentes de mudança para os alunos sob sua influência nas salas de aula.
Essas ideias acabaram se tornando política oficial do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Na sua presidência, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), publicados pelo Ministério da Educação (MEC), deram destaque, pela primeira vez de forma oficial nas políticas federais de educação, às questões de gênero.
Entre muitas outras questões polêmicas, os PCNs, de implantação obrigatória nas escolas do Brasil, disseram:
O trabalho com Orientação Sexual supõe refletir sobre e se contrapor aos estereótipos de gênero… Implica, portanto, colocar-se contra as discriminações associadas a expressões da sexualidade, como a atração homo ou bissexual, e aos profissionais do sexo.
O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade.
O governo de FHC formalizou, 20 anos atrás, a ideologia de gênero no currículo nacional. Evidentemente, o governo do PT tem expandido o pioneirismo de gênero do PSDB. Mesmo assim, iludidamente alguns acham que com a remoção do PT do poder, a ideologia de gênero vai embora. Não vai. Essa ideologia não está ligada exclusivamente ao PT. Está atrelada a muitos partidos, inclusive o PSDB.
Muito antes do PT assumir o governo federal, meu livro, “O Movimento Homossexual,” publicado em 1998, já denunciava a doutrinação de gênero que estava presente no governo e escolas do Brasil. Meu livro mencionava que o alastramento da ideologia de facilitação homossexual está ligado a objetivos de controle populacional, que é o coração da ideologia de gênero. Meu livro, citando a Dra. Dale O’Leary, disse:
“A fim de serem eficazes a longo prazo, os programas de planejamento familiar não devem se concentrar apenas na redução da fertilidade dentro dos papéis de gênero existentes, mas principalmente na mudança dos papéis de gênero para diminuir a fecundidade”.
Mudança de papéis: Homens sendo incentivados e inspirados a assumir o papel das mulheres e vice-versa. O único propósito da ideologia de gênero é provocar mudanças de práticas e atitudes sexuais a fim de reduzir a fertilidade, isto é, reduzir a população.
Os pais não enviam seus meninos para a escola pública a fim de aprenderem a ser meninas, e vice-versa. Mas a ONU, as ONGs nacionais e internacionais, atuando de modo “informal” ou não, têm essa meta. Tudo para reduzir a população.
A existência e atuação da ideologia de gênero ocorreu na década de 1990 sem estardalhaço no Brasil. O MEC do governo FHC estipulava que em vez de uma aula específica focada na educação sexual, as questões de gênero deveriam ser tratadas como temas transversais, isto é, o professor de matemática, a professora de português e professores de outras matérias introduziriam sutilmente as questões de gênero em suas aulas que nada tinham ou deveriam ter a ver com gênero e ideologia.
O golpe do gênero foi aplicado de uma forma que não despertou reação durante duas décadas.
Hoje, a sacralização em leis municipais da ideologia de gênero seria apenas a formalização de um relacionamento imoral e antigo que já existe entre escolas brasileiras e entidades sustentadas e inspiradas por entidades depravadas dos EUA, com a total aprovação do governo do PSDB e PT. Seria apenas implementar o que o governo de FHC já estava fazendo nas escolas, sem grande repercussão e oposição.
Com a legalização municipal, o processo de doutrinação existente há 20 anos pode avançar muito mais. Mas a rejeição das leis de educação de gênero, embora detenha o processo municipal formal, não vai deter o processo “informal” que já vem ocorrendo há décadas no governo federal.
É como o caso de um homem e uma mulher amigados há duas décadas. A formalização de seu relacionamento em casamento facilitará muita coisa na vida deles, mas a falta de formalização não anulará o relacionamento que já existe.
Há um antigo relacionamento promíscuo entre o governo do Brasil e as agendas mais imorais da ONU e entidades americanas.
Há um relacionamento promíscuo entre as escolas brasileiras e instituições brasileiras e americanas que querem atrelar a educação das crianças a uma lavagem cerebral ideológica pró-homossexualismo, para o objetivo de controle populacional.
Acabar com as leis que formalizam isso é bom.
Melhor ainda seria extinguir o relacionamento promíscuo.
Na formalidade, eles ganham. Na informalidade, eles não perdem.
Na formalidade municipal, eles perdem. Na formalidade federal, eles sempre avançaram.
Mas escolas nas mãos do governo não foram criadas para promover a autoridade e respeito aos valores dos pais e muito menos aos valores morais. Foram criadas para promover a autoridade e respeito aos valores estatais, por mais imorais que sejam.
Qualquer mudança sempre será puramente cosmética. Nunca será possível uma vitória verdadeira nas escolas públicas, pois são agentes do socialismo e sempre se conduzirão conforme sua natureza.
Se os pais quiserem uma educação de fato livre de ideologias, é preciso se libertar da doutrinação travestida de educação do Estado.
O caminho é a adoção da educação escolar em casa para quem pode e igrejas abraçando a visão de estabelecer escolas cristãs particulares para salvar suas crianças do Estado. Educação não compete ao Estado, mas à família e, com o consentimento dela, à igreja.
Na França, o povo realizou manifestações de mais de 1 milhão de pessoas contra o “casamento” homossexual em 2013. O assunto fervilhou. O governo deixou a poeira baixar e agora, com o povo sem ânimo para prosseguir nos protestos, tal “casamento” fajuto está avançando.
Entregar os filhos às escolas estatais e lutar contra a ideologia de gênero do Estado tem muito pouco efeito a longo prazo. Quando a poeira baixar, o que era informal durante duas décadas será formal e legal nos municípios.
O único modo de passar por cima do desprezo estatal pela vontade e autoridade dos pais é escolher a educação escolar em casa ou a escola cristã particular.
As escolas públicas continuarão, como agentes socialistas que foram criadas para ser, produzindo alunos com mentalidade socialista e imoral. A ideologia de gênero na educação pública não vai parar. Vai continuar avançando, com estardalhaço ou não, do jeito que já vinha avançando durante 20 anos.
A diferença é que quando o avanço é feito pelo PT, gera oposição. Quando é feio pelo PSDB e outros marxistas diplomáticos, gera apatia.
Na educação escolar em casa, não existe os dois riscos.
Na escola cristã, não deveria existir esses dois riscos.
Escolha o melhor para seu filho. Salve-o da ideologia de gênero. Salve-o da educação pública.
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7 de maio de 2015

Amazon impede clientes de escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos


Amazon impede clientes de escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos

Julio Severo
Antes que os engenheiros sociais tivessem começado a transformar as crianças em pequenos seres amorfos, as menininhas brincavam com bonecas, casinhas e kits de cozinha, e os menininhos brincavam com armas, kits de construção e heróis de ação.
A Amazon está adotando uma postura a favor dos engenheiros sociais e contra as diferenças sexuais entre as crianças.
Numa medida que com certeza entusiasmará homossexualistas, feministas e socialistas, a gigantesca empresa de venda de produtos online deletou os botões de “menino” e “menina” de seu menu online, impedindo os clientes de pesquisar e escolher brinquedos com base nas diferenças sexuais entre meninas e meninos.
“A Amazon tem sido alvo de pressões de forças politicamente corretas,” disse Chris McGovern, presidente da organização Campanha pela Educação Real.
“Esse é outro exemplo do feminismo dominando o modo como pensamos. No mundo real, são as mulheres que tendem a ter instintos maternos, de modo que faz sentido que bonecas sejam recomendadas como brinquedos apropriados para meninas.
“Existe uma diferença biológica. Temos de parar de tentar turvar a diferença entre os sexos. Se você quer que os meninos sejam meninas, e as meninas sejam meninos, é desse jeito que se faz.”
Ele acrescentou: “Temo que o feminismo desenfreado não tem feito muito bem para nossa sociedade.”
A medida polêmica da Amazon segue queixas de feministas de que os brinquedos são supostamente “sexistas” porque incentivam meninas novas a aspirar a ser mães, a brincar com maquilagem ou fazer de conta que elas estão realizando tarefas domésticas.
As psicólogas feministas afirmam que preparar uma menina para ser esposa e mãe limita o vasto horizonte de carreiras para ela.
Enquanto isso, elas dizem que os brinquedos de menino — tais como armas, heróis de ação e kits de construção — treinam meninos para se tornarem “machistas.”
Elas propõem inversão: meninos brincando com brinquedos de menina e meninas brincando com brinquedos de menino.
A decisão da Amazon está sendo muito bem recebida por militantes e educadores feministas e homossexualistas, que dizem que todas as crianças devem ser livres para brincar com brinquedos feitos para ambos os sexos.
Essa não é a primeira medida polêmica contra as crianças. A Amazon tem sido notoriamente apoiadora do “casamento” homossexual, que geralmente inclui direitos de adoção e é fundamentalmente prejudicial para a criação normal e saudável das crianças.
A Amazon tem se tornado uma gigantesca empresa capitalista a serviço das perversões homossexuais, feministas e socialistas.
Com informações do DailyMail.
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5 de fevereiro de 2015

Ministra da Inglaterra diz: Meninos Devem Brincar Com Bonecas


Ministra da Inglaterra diz: Meninos Devem Brincar Com Bonecas

A. B. Sanderson
Uma ministra do governo britânico disse que meninos devem ser incentivados a brincar com bonecas para levá-los “a considerar a profissão de enfermeiros e babás” quando forem adultos.
A Ministra de Igualdade, Jo Swinson, que tem um bebê de 1 ano de idade, disse que havia uma “falta enorme” de homens que trabalhem como enfermeiros e babás e os brinquedos dados para as crianças brincarem enquanto eles são meninos podem vir a combater esta situação, relata a agência de notícias Independent.
Mas as suas opiniões vão contra as pesquisas científicas, que mostram que meninos e meninas estão predispostos a preferir certos brinquedos, assim como na vida futura eles preferem diferentes passatempos e optam por escolhas diferentes para maximizar os seus resultados acadêmicos.
O debate em curso foi o assunto de um experimento do psicólogo americano Kim Wallen, que pesquisou o comportamento de macacos. Suas descobertas de que os macacos do sexo masculino, assim como os seres humanos do sexo masculino, tendem a brincar com carros e soldados, poderiam significar que há uma predisposição biológica para determinados brinquedos.
A pesquisa, que foi realizada em 2008, em Atlanta, Georgia, é exatamente o tipo de prova que irá enfurecer a ala esquerdista do governo e de grupos de pressão. Mas as evidências mostraram que, quando se utiliza uma amostra de 11 espécimes do sexo masculino e 23 espécimes do sexo feminino de macacos resos, em geral, os machos preferiram brincar com brinquedos de rodas mais do que com as bonecas, enquanto que as macacas brincavam com ambos os tipos de brinquedos.
A conclusão de que as preferências provavelmente são baseadas nas diferenças entre os sexos, em vez de fatores sociais, não foi mencionada pela ministra de igualdades no debate parlamentar.
Em vez disso, ela condenou a “estereotipagem” de crianças em tenra idade, na comercialização de brinquedos de acordo com o sexo e disse que meninos brincando com bonecas iria ajudar a desenvolver o seu instinto de “nutrir e cuidar”, bem como parar os comportamentos que empurram os homens e mulheres em diferentes carreiras.
A ministra disse aos deputados no debate: “A maior reserva disponível para expansão [no trabalho de enfermagem e babá] são de meninos e rapazes, e precisamos levá-los a considerar a profissão de enfermeiros. Repito que os estereótipos têm um papel importante, assim como têm as mensagens que enviamos às crianças sobre os papéis de homens e mulheres, e se os meninos podem fazer trabalho de enfermagem e babá e — sim, atrevo-me a dizer isso — podem brincar com bonecas. Devemos ver os hábitos de babás e enfermagem como sendo tão apropriados para meninos e homens como o são para as meninas e mulheres”.
Ela estava acompanhada, em seu argumento, pelo colega liberal democrata, Paul Burstow, que se queixou de que 82 por cento da profissão de enfermeiras e babás eram do sexo feminino e que os rapazes não consideravam empregos nesse setor.
Ao mesmo tempo, a Sra. Swinson disse que apenas sete por cento dos engenheiros britânicos eram do sexo feminino e ela acredita que as moças devem ser incentivadas a estudar ciência, tecnologia, matemática e engenharia, a fim de “abrirem os seus horizontes, ao invés de serem conduzidas por estereótipos antiquados sobre o que as meninas podem fazer”.
No ano passado, sua colega Jenny Willott, disse que as mulheres estavam sendo “forçadas” a escolher empregos menos remunerados, tais como enfermagem, por causa dos brinquedos com que elas brincavam desde a mais tenra idade. “Um menino que nunca teve um kit de costura nunca poderá descobrir o seu talento para a moda e uma menina que nunca teve um kit de peças de montar pode nunca descobrir que ela tem um potencial real para ser engenheira”, disse ela.
O debate está relacionado a uma discussão aberta sobre a comercialização de brinquedos especificamente por sexo. Quatorze grandes varejistas da Inglaterra, incluindo Debenhams, Marks & Spencer e Sainsbury concordaram em parar de rotular os brinquedos como “para meninas” ou “para meninos”, depois de uma campanha lançada há dois anos.
“Quando os meninos se sentem livres para brincar com bonecas, eles o fazem. Mas muitas vezes elas não são oferecidas a eles, em primeiro lugar, porque o marketing é muito poderoso”, disse Day Jess do grupo da campanha ‘Deixe os Brinquedos Serem Brinquedos’”.
“Se os pais nunca considerarem comprar uma boneca para os meninos, quando crescerem os meninos vão ter rapidamente a ideia que algumas pessoas não acham que isso é adequado para eles”.
“É absurdo sugerir que os meninos — mesmo os mais barulhentos — não tem um lado cuidadoso e carinhoso”, ela acrescentou.
Seus comentários são apoiados pela deputada trabalhista Chi Onwurah, que já havia argumentado que é “crime anunciar um emprego como sendo apenas para os homens, mas aparentemente justo anunciar um brinquedo como sendo somente para os meninos”.
“Por que as meninas têm de ser criadas em um ambiente totalmente cor-de-rosa? Isso não reflete o mundo real”.
Ao olhar para as notas obtidas pelos meninos e meninas em ciências, é claro que não é por falta de oportunidade que as meninas não optam por seguirem as carreiras de base científica, mas é mais provável que seja simplesmente devido a uma escolha pessoal.
No ano passado, os meninos superaram as meninas em Biologia e Química, de acordo com os resultados do Conselho Conjunto de Qualificação, mas a diferença em Biologia foi 0,2 por cento menor e a diferença em Química foi um pouco mais ampla. Enquanto isso, as meninas estavam tendo melhor resultado do que meninos em física e a diferença aumentou em 0,1 pontos percentuais.
Por mais que isso possa perturbar os políticos e ativistas ideológicos, parece que haver uma explicação muito simples que esclarece por que mais meninos estudam ciências e as meninas preferem disciplinas como literatura: preferência pessoal. A disponibilidade de bonecas ou caminhões provavelmente não determinam o curso da futura carreira de uma criança.
Traduzido por Dionei Vieira do artigo do Breibart: UK MINISTER: BOYS SHOULD PLAY WITH DOLLS
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19 de setembro de 2013

Chega de brinquedos somente para meninos ou meninas?


Chega de brinquedos somente para meninos ou meninas?

Chuck Colson
Hamleys, a mais respeitável loja de brinquedos de Londres, passou recentemente por uma remodelação. A empresa, que se descreve como a “melhor loja de brinquedos do mundo,” eliminou as seções separadas de meninos e meninas e, no lugar, organizou a loja por tipos de brinquedos. Placas rosa e azul foram substituídas por placas vermelhas e brancas.
A decisão da Hamleys deu à escritora Peggy Orenstein a chance de fazer a pergunta: “Deveriam as diferenças sexuais ser eliminadas dos brinquedos?”
Quando se faz tal pergunta direta, a resposta óbvia é “não.” Aliás, a pergunta é um tanto ridícula. Afinal, como Orenstein escreve no jornal New York Times, em idade pré-escolar, as diferenças entre meninos e meninas são evidente no que se refere a brinquedos: “as meninas preferem brinquedos que são bonitos, exibem ‘harmonia’ e lhes permitem contar uma história,” enquanto os meninos preferem construir coisas.
As diferenças entre os sexos vão além de suas atividades preferidas até o jeito de brincarem: “as meninas tipicamente se reúnem em grupos de duas ou três, conversam juntas mais do que os meninos e brincam de modo mais cooperativo.” Assim, empresas como a Lego estão em sólido campo científico quando dizem que “a fim de serem justas com os sexos… têm de ser específicas com relação aos sexos.”
Questão resolvida, certo? Não, infelizmente não. O motivo é que a questão de “apagar as diferenças sexuais dos brinquedos” é parte de um projeto político maior. Esse projeto vê o turvamento, e até mesmo a erradicação, das diferenças sexuais como crucial para a igualdade das mulheres.
As primeiras gerações de feministas buscavam erradicar as barreiras formais e legais para a igualdade das mulheres. Sua meta era um mundo em que se a mulher quisesse ser, por exemplo, senadora dos Estados Unidos ou uma empresária bilionária, ela estava livre para realizar seus sonhos.
Embora alguns obstáculos ainda permaneçam, esse mundo em grande parte veio a se concretizar. Contudo, em algumas áreas como política e negócios, as feministas ainda não estão felizes.
Por que? Elas acreditam que as mulheres não estão realizando essas oportunidades porque ainda aceitam as ideias tradicionais sobre diferenças sexuais. A malevolência dirigida às mães que permanecem no lar é apenas um exemplo desse pensamento.
Mais recentemente, esse pensamento se manifestou num represália contra mulheres proeminentes que são consideradas femininas demais. A atriz Zooey Deschanel é um alvo favorito das feministas que a consideram “feminina” demais e, como tal, um mau exemplo para as moças.
Os cursos feministas nas faculdades ensinam que não existe diferença entre os sexos. O sexo é simplesmente uma escolha.
É a partir dessa perspectiva que essa conversa de “eliminar as diferenças sexuais dos brinquedos” deve ser vista. Essa discussão não é motivada pela ciência e certamente não é motivada pelas necessidades e bem-estar de meninos novos, que mal fazem parte da discussão.
É motivada por uma visão do que as feministas acreditam que as moças deveriam estar aspirando e o que é necessário para alcançá-lo: que é minimizar as diferenças entre os sexos.
Essa agenda ideológica está criando grande confusão entre os jovens, e o que nada ajuda é a lição de reeducação política que eles recebem ao entrarem numa loja de brinquedos. Nossas filhas já são iguais aos nossos filhos em todo jeito que é importante, não importa a cor da roupa que estejam vestindo.
Traduzido por Julio Severo do artigo do boletim BreakPoint: Gender-Free Toys?
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