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30 de abril de 2014

Banda gospel Jars of Clay promove apoio ao “casamento” gay


Banda gospel Jars of Clay promove apoio ao “casamento” gay

Tony Perkins
A banda gospel Jars of Clay (cuja tradução é Vasos de Barro) deveria estar empreendendo uma turnê de aniversário de 20 anos — mas se a mais recente controvérsia indica algo, muitos fãs não estarão celebrando.
O vocalista principal Dan Haseltine certificou-se disso na semana passada ao cantar em tom diferente sobre “casamento” homossexual. Essa controvérsia é apenas a mais recente prova de que Haseltine vem aos poucos se desviando da ortodoxia cristã que havia tornado sua banda famosa.
Dois anos atrás, Haseltine, que é co-fundador da Jars of Clay, escreveu numa postagem de blog que ele estava cansado de “carregar nos ombros expectativas evangélicas.”
“Em determinado momento,” ele disse, “eu tinha certeza de quem era Deus e como ele trabalhava. Mas agora não tenho essa certeza.”
Isso realmente se cumpriu na semana passada quando Haseltine postou uma série de tuites indicando que não existe um único argumento — bíblico ou outro — que consiga persuadi-lo de que é errado redefinir o casamento.
“Não quero inflamar as coisas, MAS… existe alguma razão não-especulativa e não-lúgubre por que os homossexuais não devem se casar? Não vejo nenhuma,” ele tuitou. “Estou tentando entender os argumentos conservadores, mas esses argumentos não se sustentam diante de um exame básico. A sensação é a mesma da época em que se lutou para as mulheres terem o direito de votar. O fato é que não vejo efeito negativo em se permitir o casamento gay.”
Dan Haseltine
A opinião chocante do vocalista no Twitter surpreendeu — e então irou — os fãs da banda, muitos dos quais haviam seguido a ascensão monumental da banda ao estrelato (inclusive três Grammys) desde a década de 1990. “Quer saber uma boa razão para se opor ao ‘casamento’ gay?” as pessoas responderam: Que tal “Deus diz”?
Vários fãs dispararam referências do Novo e Antigo Testamento repetindo a opinião de Deus acerca da sexualidade. Haseltine deu de ombros, explicando: “Não me importo com a postura da Bíblia sobre o que é ‘errado.’ Importo-me mais sobre como a Bíblia diz que devemos tratar as pessoas… Tuitar versículos da Bíblia para resolver meus questionamentos sobre casamento gay não é útil. Respostas simples para questões complexas. Isso cansa.”
Isso só piorou as coisas.
Finalmente, depois de um dilúvio de tuites — quase todos negativos — Haseltine parou totalmente a conversa. Ele pediu desculpa por sua “escolha equivocada de palavras,” mas não por sua posição. Infelizmente para Jars of Clay, Haseltine conseguiu terminar o diálogo, mas não a repercussão negativa. Várias emissoras rádios cristãs estão removendo a banda de suas listas musicais, e outros estão deletando as músicas de suas coleções.
“Fiquei sabendo que algumas emissoras de rádio estão removendo minhas músicas,” o cantor disse no Twitter. “Por que?”
Paulo deixa bem claro o motivo em 1 Coríntios 5. Como é que as igrejas evangélicas esperam influenciar a cultura da sociedade quando os evangélicos estão deliberadamente colocando em risco a verdade de Deus?
Tony Perkins é presidente do Conselho de Pesquisa da Família.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Christian Band Drums Up Support for Gay Marriage
Leitura recomendada:
Sobre cantores gospel

1 de outubro de 2012

Milhares de pessoas oram pelos EUA em comício “EUA para Jesus”


Milhares de pessoas oram pelos EUA em comício “EUA para Jesus”

MARYCLAIRE DALE Associated Press
Milhares de cristãos conservadores se reuniram no sábado no Independence Mall na Filadélfia para orar pelo futuro dos Estados Unidos nas semanas antes da eleição presidencial.
Comício de oração EUA para Jesus
O empresário de televisão Pat Robertson e Tony Perkins, presidente do Conselho de Pesquisa da Família, foram os palestrantes principais do comício de oração “EUA para Jesus 2012”, que durou o dia inteiro.
Robertson, um ex-candidato à presidência pelo Partido Republicano, disse que esta eleição é importante, mas não mencionou nenhum grande partido político ou candidato por nome.
“Não me importo com o que a ACLU [entidade esquerdista anticristã de direitos civis] diga ou com o que qualquer ateu diga. Esta nação pertence a Jesus, e estamos aqui hoje para reafirmar a soberania dele”, disse Robertson, que está com 82 anos. Ele fundou a Coalizão Cristã e a Rede de Televisão Cristã (Christian Broadcasting Network) e foi candidato a presidente dos EUA em 1988.
Os organizadores planejam outro comício de oração em 20 de outubro em Washington, D.C., duas semanas antes do presidente Barack Obama enfrentar o republicano Mitt Romney na eleição presidencial.
Perkins pediu à multidão que orasse pelas autoridades eleitas, inclusive Obama.
“Oramos para que os olhos dele sejam abertos para a verdade”, disse Perkins.
Muitos dos organizadores do evento, porém, são críticos explícitos do presidente que pertence ao Partido Democrático.
Comício de oração EUA para Jesus
Steve Strang, o influente empresário pentecostal que publica a revista Charisma, que foi distribuída no comício, recentemente escreveu numa postagem de blog que os EUA estão sob a ameaça da “radical agenda homossexual”. Ele também disse que Obama “parece estar avançando algum tipo de socialismo europeu”.
Os palestrantes durante o sábado inteiro condenaram o aborto, o “casamento” gay e o controle populacional conforme são promovidos pela Federação Internacional de Planejamento Familiar. Músicas de rock cristão encheram o mall histórico enquanto os palestrantes desafiavam a multidão a vencer os sete pecados mortais: orgulho, ganância, lascívia, inveja, glutonaria, ira e preguiça.
O comício foi realizado fora do Independence Hall, onde a Declaração de Independência foi assinada. A Pensilvânia é também onde o evangelista George Whitefield pregou durante o primeira Grande Despertamento, o reavivamento cristão do século XVIII que se espalhou em todas as colônias americanas.
Traduzido e editado por Julio Severo do artigo da ABCNews: Thousands Pray for US at 'America for Jesus' Rally

20 de agosto de 2012

Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista


Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista

Comentário de Julio Severo: Na década de 1990, o Conselho de Pesquisa da Família, que foi atacado na semana passada por um terrorista gay, me enviava caixas de livros pelo correio. E todo esse material foi uma das principais fontes de documentação para o meu livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998, e hoje disponível gratuitamente em formato e-book aqui.

Jogando gasolina no fogo da violência esquerdista

Exclusivo: Matt Barber exige que SPLC elimine sua lista de “grupos de ódio” depois que ativista gay armado atacou Conselho de Pesquisa da Família

Matt Barber
Fazendo uso das palavras do Rev. Jeremiah Wright, mentor supremacista negro do presidente Obama, os promotores de ódio do Centro Legal contra Pobreza no Sul (Southern Poverty Law Center, cuja sigla é SPLC) “não podem escapar das consequências de suas ações”. Essa organização de extrema esquerda se tornou tudo o que presume desmascarar.
Na quarta-feira passada, o ativista homossexual Floyd Corkins entrou no Conselho de Pesquisa da Família (Family Research Council, cuja sigla é FRC), com sede em Washington, armado com um revólver e uma mochila cheia de munição. Ele também tinha 15 sanduíches Chick-fil-A (FRC recentemente defendeu Dan Cathy, presidente dessa cadeia de lanchonetes, por se declarar a favor do casamento natural).
Floyd Corkins, ativista gay preso ao tentar fazer uma chacina em organização evangélica
A única coisa que impediu Corkins de cometer um assassinato em massa foi um gerente e o especialista de segurança do FRC, Leo Johnson. Quando Corkins gritou que discordava das “políticas” do FRC, ele atirou em Johnson que, apesar do braço gravemente ferido, deu um jeito de agarrar Corkins e desarmá-lo (a pergunta óbvia é: como é que ele conseguiu carregar uma arma escondida se é ilegal fazer isso em Washington, D.C.?).
Cathy Lanier, comandante de polícia de Washington DC, disse sobre o que Johnson fez: “O guarda de segurança daqui é um herói, até onde sei”.
Concordo.
Ao saber do ato altruísta de heroísmo de Leo, recordei João 15:13: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar a vida pelos seus amigos”.
Mas de acordo com o SPLC, o coração de Leo está, em vez disso, cheio de ódio. Aliás, todos os que trabalham no FRC estão cheio de ódio. Afinal, em 2010 o SPLC, com muita fanfarra, “oficialmente atestou” o FRC como um “grupo de ódio” por suas posições cristãs ortodoxas sobre casamento e família.
Junto com fotos carregadas de violência de reais grupos de ódio como a Irmandade Ariana e a Ku Klux Klan, o SPLC traz em seu site uma lista dos grupos que já são conhecidos por ódio, mas no meio sempre enfia o pacífico FRC.
É uma estratégia astuta, por mais desonesta e censurável que seja. Ao agrupar o FRC e outras organizações cristãs com grupos extremistas violentos, o SPLC tem se engajado no pior tipo de preguiça intelectual (o SPLC tem repetidamente recusado debater com Tony Perkins, presidente do FRC, por causa de seu ataque malicioso tachando o FRC como “grupo de ódio”).
Em vez de debater — no mérito — as grandes organizações cristãs com quem tem discordâncias ideológicas, o SPLC escolheu, em vez disso, a saída covarde: a demonização e a marginalização por meio de falsa culpa por associação.
É um esquema não somente repugnante, mas extremamente perigoso.
Se já houve um tempo em que eu preferiria não estar certo, é agora. Em novembro de 2011, eu essencialmente predisse o ataque armado contra o FRC e a inegável cumplicidade do SPLC.
Com uma coluna com a manchete “Aumenta a violência esquerdista”, escrevi: “A campanha de desinformação irresponsável e perigosa do SPLC pode incentivar e legitimar extremistas de esquerda com ideias afins, porém menos estáveis, na criação de um verdadeiro clima de ódio. E esse clima é propício à violência”. (Se alguém merece ser eliminado — tentam justificar os tontos e desiquilibrados que seguem o SPLC — são membros desse ou daquele maligno “grupo de ódio” que, eles são informados repetidamente, têm a intenção de fazer grande mal a eles.)
Isso foi antes do fato. Depois do fato — um dia depois que o gay abriu fogo — Tony Perkins falou exatamente do que eu havia previsto:
“Permitam-me deixar claro que Floyd Corkins foi responsável por abrir fogo ontem”, ele disse aos jornalistas de Washington. “Mas Corkins recebeu licença para atirar num homem desarmado. Ele recebeu tal licença de organizações como o Centro Legal Contra a Pobreza no Sul com sua irresponsabilidade de rotular organizações como grupos de ódio porque discordam deles em questões de políticas públicas”.
O SPLC “tem de prestar contas por seu uso irresponsável de terminologia que está levando à intimidação e o que o FBI aqui categorizou como um ato de terrorismo nacional”.
Lamentavelmente, o sr. Perkins se acha numa posição exclusivamente credível para fazer essa acusação.
Contudo, embora reste uma vasta diferença entre o SPLC e as dezenas de milhões de cristãos americanos que o Conselho de Pesquisa de Família representa, o Centro Legal contra a Pobreza no Sul agora se acha com uma breve oportunidade de fazer o que é certo e reabilitar sua reputação que foi muito prejudicada.
Ao SPLC, digo isto: Seus esforços cínicos de desumanizar os cristãos e igualar a verdade bíblica a “ódio” estão funcionando melhor do que, assim penso eu, vocês esperavam. Está ao alcance de vocês agora corrigir um erro horrível e restaurar um sentimento de paz e segurança para os abalados funcionários do FRC. Que presente isso seria!
Apelo para seu senso de boa vontade. Isso não é nenhum jogo. Vidas estão em perigo. Sei que vocês têm bons funcionários (já conheci alguns) que acreditam que estão fazendo a coisa certa; por isso, por favor, atestem essa convicção. É hora de remover de sua lista negra de “grupos de ódio” as grandes organizações cristãs, antes que outro aliado ideológico de vocês derrame sangue.
E aos ativistas homossexuais e grupos esquerdistas, digo isto: Superem essa intensa competividade. Vamos fazer uma reunião. Eis algo em que podemos chegar a concordar. Publicamente incentivem o SPLC a tirar esse véu de medo
Meios de comunicação, vocês também estão sob aviso. Lembrem-se do ataque armado da quarta-feira na próxima vez em que apenas pensarem em repetir a rotulação de “grupo de ódio” utilizada pelo SPLC ao tratar dos cristãos que estão sendo estigmatizados com esse rótulo. Vocês também têm parte na culpa.
SPLC, ouça-me agora: Se, Deus nos livre disso, algo assim — ou até mesmo pior — acontecer no futuro e você ainda estiver se recusando a se retratar e pedir perdão por sua propaganda de “grupo de ódio”, então suas mãos estarão para sempre manchadas de sangue inocente.
Entretanto, de um modo ou de outro, nós cristãos recebemos ordens de Deus de falar a verdade de Cristo “até a morte”.
O FRC não se deixará intimidar. “Não estamos indo a nenhum lugar”, Tony Perkins disse aos jornalistas na quinta-feira. “Não estamos retrocedendo; não estamos fechando a boca”, prometeu ele. “Sentimos que — não sentimos, sabemos que fomos chamados a falar a verdade. Falá-la em amor, mas apesar de tudo falar a verdade — e não nos intimidaremos, não seremos silenciados”.
“Eu estava ali quando Leo saiu da anestesia”, disse Perkins, “e eu lhe disse: ‘Leo, quero que você saiba que você é um herói’. E ele pensou nisso por um minuto e disse: ‘Sabe, essa coisa de herói é trabalho duro’”.
Heróis não trabalham para “grupos de ódio”, e o trabalho duro do FRC é realmente heroico.
Tenho orgulho de considerá-los meus amigos.
Você também deveria.
Traduzido por Julio Severo do artigo: FANNING THE FLAMES OF LEFT-WING VIOLENCE