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13 de janeiro de 2014

Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março


Governo vai começar campanha de vacinação do HPV em meninas nas escolas em março

Meta do Ministério da Saúde é vacinar, até dezembro, 5 milhões de meninas entre 11 e 13 anos

Julio Severo
Começará em março, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, a campanha nacional de vacinação de meninas entre 11 e 13 anos contra o vírus HPV, que supostamente protege contra o câncer de colo de útero. A campanha terá como alvo prioritário as escolas, disse nesta sexta-feira, 10, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O anúncio foi feito durante evento no Instituto Butantan, em São Paulo, no qual o laboratório responsável pela produção do item, em parceria entre o laboratório Merck Sharp & Dohme, entregou o primeiro lote de vacinas, com 4 milhões de doses.
Segundo o Ministério da Saúde, foram gastos R$ 465 milhões na compra desses lotes.
“Cada município vai poder ter uma estratégia específica de vacinação. Alguns vão utilizar um espaço dentro da escola, outros vão concentrar nos postos de saúde. Nós daremos as duas opções, mas vamos reforçar nos municípios que as ações na escola devem ser priorizadas”, disse Padilha.
O governo pretende vacinar 5 milhões de meninas ainda neste ano, o que equivale a 80% da população dessa faixa etária.

Perguntas que precisam ser feitas

A campanha de vacinação governamental do HPV para meninas é necessária?
Segundo a Dra. Diane Harper, diretora do Grupo de Pesquisa de Prevenção ao Câncer na Universidade de Missouri, e principal pesquisadora no desenvolvimento das vacinas Gardasil e Cervarix do HPV, “as drogas polêmicas pouco farão para reduzir os índices de câncer cervical e poderão causar mais males do que a doença que visam prevenir,” conforme reportagem do LifeSiteNews.
A vacina é segura?
O Dr. Joseph Mercola comenta que os dados do Sistema de Registro de Efeitos Colaterais das Vacinas (SREC) do governo americano indicam que a Gardasil está ligada a 49 mortes súbitas, 213 invalidezes permanentes, 137 registros de displasia do colo do útero, 41 registros de câncer de colo do útero e milhares de registros de efeitos colaterais, abrangendo desde dores de cabeça e náuseas até erupção de verrugas genitais, choque anafilático, epilepsia tonicoclônica generalizada, espumação pela boca, coma e paralisia.
O Dr. Mercola também diz que é preocupante o fato de que as vacinas do HPV protejam contra apenas duas das variantes mais comuns do HPV associadas com câncer, o HPV-16 e o HPV-18, ainda que haja mais de 100 diferentes tipos de HPV, pelo menos 15 dos quais provocam câncer.
Confira também o caso registrado em vídeo de duas adolescentes prejudicadas pela vacina do HPV:
Adolescente arruinada pela vacina Gardasil do HPV: http://youtu.be/oTuN7DRlBKI
Vítima da Gardasil se manifesta 2 anos depois de vacinada: http://youtu.be/xWVQ04fAhfI
Uma reportagem especial do WND indicou mais mortes envolvendo a vacina do HPV.
Nesse tipo de campanha de vacinação, há interesses entre governo e empresas farmacêuticas?
Há exemplos no histórico do governo brasileiro. Em 2009, Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desse prêmio internacional foi a empresa farmacêutica GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
Em reportagem do WND, o ator mundialmente famoso Chuck Norris disse: “O governo está debaixo dos panos e debaixo da pele dos outros — literalmente — fazendo algo que pode ser prejudicial para a saúde de seus filhos e para a nossa saúde.” Ele então revela o acobertamento que o governo federal vem fazendo no caso das vacinas debaixo da total omissão e silêncio dos grandes meios de comunicação.
Quais outros escândalos?
Conforme reportagem do Examiner, “O governo japonês cancelou a vacinação contra o vírus do papiloma humano (HPV) em Kitui, mencionando reações adversas que incluíam infertilidade, dores prolongadas, fraqueza e paralisia, enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) está sendo criticada por sua posição de defender a eficácia da vacina contra o HPV com a alegação de que é uma ferramenta útil para prevenir o câncer do colo do útero. Um artigo da agência de notícias queniana Standard Digital de 14 de julho afirma que críticos acusaram a OMS de promover vacinas que beneficiam os fabricantes, e acusações do mesmo teor foram feitas contra a Vigilância Sanitária (FDA) americana.”
A GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas que fabrica uma das vacinas do HPV, foi condenada em 2012 a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA.
O governo agiria para enfraquecer a resistência à sua campanha para vacinar as meninas do Brasil?
Durante a campanha de vacinação contra a rubéola em 2008, as denúncias do Blog Julio Severo atraíram não só a atenção da mídia comprada (veja notícia do jornal O Dia, ligado à Globo, culpando-me pelo número baixo de vacinações), mas também a ira do Ministério da Saúde, que contou com uma equipe de profissionais de internet para sabotar meus artigos sobre a campanha da vacinação. A meta era postar textos e comentários nos locais onde meus textos haviam sido publicados, questionando-os, quebrando a força deles e destruindo minha credibilidade. Um trabalho de guerrilha. Só fiquei sabendo disso porque uma mulher ligada a essa equipe conversou com uma amiga dela, que por sua vez é minha amiga!
Quem deve decidir as questões de saúde dos filhos: o governo ou os pais?
Em reportagem do WND, Chuck Norris disse: “O governo precisa parar de ocupar o papel de administrador e controlador de nossas vidas e das vidas de nossos filhos e precisa começar a desempenhar o papel de apoiar as decisões dos pais para seus próprios filhos. Os filhos pertencem a seus pais, não ao governo. E os pais precisam ter o direito e apoio governamental para criar seus filhos sem imposições federais, e sem intervenções em nossos lares e educação e saúde de nossos filhos.”
Com informações do jornal Estado de S. Paulo.
Leitura recomendada:

17 de outubro de 2012

Malafaia, desconhecimento e omissão: a ocultação da agenda gay do PSDB


Malafaia, desconhecimento e omissão: a ocultação da agenda gay do PSDB

Julio Severo
A cartilha anti-“preconceito” aprovada pelo governador de São Paulo José Serra em 2009 não é igual ao kit gay do PT. O único problema dessa cartilha é que disse que a homossexualidade é inata, não uma opção. Essas foram as palavras do cidadão Silas Malafaia neste vídeo dele: http://youtu.be/5Kd0rRwLcKs
Malafaia: conhecimento limitado sobre kit gay do PSDB
Não estou usando a palavra “cidadão” por menosprezo. No vídeo, Malafaia diz que fala como cidadão, não como pastor.
O cidadão Malafaia diz que teve acesso à cartilha e só viu aquele único problema. Os cidadãos de São Paulo poderiam muito bem verificar a cartilha, pois é um material público, pago com o dinheiro de cada cidadão de São Paulo.
Aliás, a cartilha, intitulada “Preconceito e discriminação no contexto escolar”, estava publicamente disponível no site da Secretaria de Educação do Governo do Estado de São Paulo neste link: http://file.fde.sp.gov.br/portalfde/Arquivo/B_Prevensao_07.02.11.pdf Mas com a polêmica que surgiu, o Governo do Estado de São Paulo achou prudente remover a cartilha do link, bloqueando o acesso dos cidadãos ao conteúdo do material.
Contudo, o cachê do Google mantém uma cópia do guia aqui.
O guia do PSDB, com seu jeito clássico de abordagem diplomática, menciona de modo geral “orientação sexual”, “desigualdades de gênero”, “diversidade sexual”, etc. O próprio texto diz que “O guia favorece a construção da identidade”.
O guia diz: “Ressaltamos o papel social dos educadores em sua função de atuar diretamente na formação de seres humanos”. Essa atuação, conforme diz o guia, envolve o tema “diversidade sexual na escola: uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens”.

Perigo oculto

Mas nada é explicado em profundidade. A leitura do guia é resumida e envolvida num emaranhado de palavras-códigos que são muito conhecidas dos ativistas esquerdistas, mas difíceis de entender para o grande público.
O principal perigo do guia está oculto. Sua função é encaminhar o professor a vários materiais de apoio, de fontes “confiáveis” para o governo de São Paulo, inclusive ECOS.
Por exemplo, o guia recomenda que, para combater o bullying, o professor deve usar o livro “A escola e os temas atuais”, de Sylvia Cavasin, chefona da ECOS.
Outros materiais e vídeos recomendados no guia também são da ECOS. Aí reside verdadeiramente o perigo.
Juntamente com a ABGLT, a ECOS foi oficialmente responsável pela elaboração do infame kit gay, autorizado pelo então ministro da Educação Fernando Haddad. A ABGLT e a ECOS receberam milhões do dinheiro público. O próprio colunista Reinaldo Azevedo chegou a denunciar ECOS em artigo disponível no meu blog. Azevedo diz que um dos vídeos que compunham o kit gay do PT era o DVD “Medo de quê”. Esse mesmo vídeo está na lista de materiais oficialmente recomendados no guia do PSDB.
O guia do PSDB em si não é um kit gay, mas astutamente leva o professor a materiais que efetivamente compõem um abrangente kit gay. Aliás, são as mesmas fontes do kit gay do PT.

ECOS: a organização por trás do kit gay e dos materiais recomendados pelo guia do PSDB

A ideologia da ECOS é a mesma ideologia do PT: aborto, homossexualismo, contracepção, etc. Por que então o PSDB considera, em seu guia, os materiais da ECOS como indispensáveis para os professores educarem as crianças?
A parceria entre ECOS e PSDB não é nova. Vem desde o governo Fernando Henrique Cardoso. Em seu Boletim Transa Legal para Educadores (Ano 2 Nº 4), ECOS disse:
Com o apoio do Programa Nacional de Controle das DSTs/AIDS do Ministério da Saúde, da entidade Advocates for Youth e da Fundação MacArthur, a ECOS iniciou, em 1994, o Projeto Boletim Transa Legal… O projeto envolveu 27 escolas municipais de 1º grau, 10 escolas estaduais de 1º e 2º graus e uma escola particular de 1º e 2º graus, aproximadamente 6 mil estudantes e 110 professores e coordenadores pedagógicos.
Desde 1994, ECOS vinha recebendo apoio oficial do Ministério da Saúde. ECOS estava também recebendo muito dinheiro de grandes fundações americanas, inclusive a Fundação MacArthur e Advocates for Youth. Num de seus documentos internos, Advocates for Youth (que antes era o Center for Population Options) disse:
Use os meios legais existentes para ampliar o acesso dos adolescentes à contracepção e ao aborto… A Convenção dos Direitos da Criança da ONU… deve ser explorada ao máximo para que possamos dar aos adolescentes informações e serviços de planejamento familiar e, onde for possível, serviços de aborto seguro. Além disso, a nível local em países com leis que dão acesso limitado ao aborto (no caso de estupro ou incesto ou somente com aprovação dos pais ou juiz), os defensores [dos direitos das crianças e dos adolescentes] devem tirar vantagem dessas partes da lei para promover mais acesso ao aborto seguro. Em outros casos, a legislação nacional dos direitos das crianças e dos adolescentes, tal como o Estatuto da Criança e do Adolescente do Brasil, pode dar meios de aumentar o acesso dos adolescentes ao… planejamento familiar. (Adolescents and Unsafe Abortion in Developing Countries, CPO. Washington, DC, EUA, 1990)

ECOS infiltrada na educação sexual das escolas brasileiras desde a década de 1990

ECOS orienta os professores a falar francamente com os alunos sobre qualquer questão sexual e “desmistificar crenças, tabus e preconceitos que existem sobre os diferentes aspectos da sexualidade”. (Boletim Transa Legal para Educadores, Ano 2 Nº 6) Para desinibir estudantes já a partir dos sete anos, ECOS recomenda que o professor “ensine” higiene sexual. O professor deve falar abertamente, na presença de alunos e alunas, que para lavar os órgãos sexuais externos “os meninos devem puxar o prepúcio para trás e as meninas devem limpar bem todas as dobrinhas da vagina”. (Boletim Transa Legal para Educadores, Ano 3 Nº 7)
Para “acabar com os mitos, desinformações e preconceitos que ainda cercam a sexualidade” e o uso da camisinha, ECOS emprega a abordagem da autoestima e outros meios psicológicos, a fim de “estimular os adolescentes a adquirirem novas habilidades e atitudes através de atividades como dramatizações e dinâmica de grupo”. (Boletim Transa Legal para Educadores, Ano 1 Nº 2) Seu boletim Transa Legal ensina os estudantes a transarem “livres” da gravidez e do casamento, com a proteção da camisinha e outros métodos de controle da natalidade. ECOS publica também materiais para educadores, alguns dos quais encorajam atitudes favoráveis à pratica do aborto entre as adolescentes. Para que as adolescentes se sintam à vontade com relação à questão do aborto deliberado, o professor é instruído a utilizar psicodramas. Se o educador enfrentar o caso de alguma adolescente grávida na sala de aula, ele não deve impor a ela suas opiniões pessoais nem deve fazê-la pensar que a maternidade é o único caminho. Seja o que for que ele saiba acerca da situação, ele é instruído a não entrar em contato com os pais sem a aprovação da menor. (Conforme informações do manual “Uma Questão Delicada”, publicado por ECOS e financiado por IPAS [IPAS é uma organização americana que, com a ajuda financeira do governo dos EUA, promove clínicas de aborto e esterilização em outros países], em 1995, p. 25.)
Há pelo menos vinte anos ECOS tem trabalhado com o PSDB e o PT, tanto no governo federal quanto na cidade e Estado de São Paulo, para minar a sexualidade das crianças nas escolas.

ECOS desde a década de 1990 trabalhando para alterar a sexualidade das crianças

No meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia, eu já havia desmascarado ECOS, que publicou juntamente com a BEMFAM o manual “Adolescência: Época de Planejar a Vida”. A BEMFAM é a representante oficial no Brasil da Federação Internacional de Planejamento Familiar, a maior organização de aborto do mundo.
O manual traz um capítulo inteiro cujo objetivo principal é “ajudar os jovens a se tornarem mais conscientes sobre os estereótipos, e a assumirem papéis sexuais não tradicionais…” (Adolescência: Época de Planejar a Vida. Publicado em 1992 por The Center for Population Options e BEMFAM, p. 85.) Além disso, o professor é instruído a modificar os conhecimentos “tradicionais” dos seus alunos:
“Se queremos que os jovens superem as atitudes estereotipadas sobre seus papéis como homens e mulheres, devemos ajudá-los a perceber que os padrões tradicionais estão mudando...” (Adolescência: Época de Planejar a Vida. Publicado em 1992 por The Center for Population Options e BEMFAM, p. 84.)
ECOS deveria ter dito: nós estamos mudando os padrões tradicionais (homem e mulher) nas crianças de escola.
Se você duvida do poder da ECOS para mudar o comportamento dos jovens, é só considerar que ECOS já estava aliada ao governo FHC mais de uma década atrás. Considere também que seus materiais, hoje muito mais “avançados” e depravados, fazem parte do kit gay do PT e são oficialmente recomendados pelo guia aprovado pelo PSDB.
Obviamente, Silas Malafaia e Reinaldo Azevedo não se deram ao trabalho de examinar os materiais recomendados no guia do PSDB. Por isso, ambos estão dizendo publicamente que esse guia nada tem a ver com o kit gay do PT. Ambos acham que o guia do PSDB é totalmente inocente e inofensivo. Ambos acham que ECOS está aliada apenas ao PT. ECOS deve estar dando gargalhadas com a cegueira dos dois.

Doutrinação transversal

Claro que o guia do PSDB é mais geral, e lida com outras questões também. Mas desde a década de 1990, o PSDB sob FHC trabalha com o tema da transversalidade, estratégia amplamente presente nos Parâmetros Curriculares Nacional do Ministério da Educação de FHC.
Na transversalidade, o professor é treinado a inserir temas sexuais quentes em outras disciplinas, como matemática, ciência, português, etc. Hoje, ao se tratar de bullying na sala de aula, a transversalidade traz a questão da normalização homossexual diretamente no foco da atenção. Essa estratégia evita choque da população, principalmente dos pais, desestimulando a resistência. Essa é a razão principal por que a agenda gay avança com tanto sucesso em São Paulo sob o PSDB.
Não dá para torcer pelo PT. Mas se o PSDB ganhar, a agenda gay avançará em São Paulo como está avançando há muitos anos: tranquilamente e sem resistência.
Algum eleitor poderia dizer: “O PT vai estuprar meu filho 30 vezes. Mas o PSDB vai só dar dois estupros! Por isso, prefiro o mal menor!”

A população precisa fazer resistência

O cidadão Malafaia escolheu a opção de menos estupros do PSDB. Mas os cidadãos de São Paulo são obrigados a optar por esse “mal menor”? É possível exercer uma cidadania que proteja nossos filhos de todos os estupros? Claro que sim.
A solução é os cidadãos saírem às ruas para protestarem contra a falta de opções e dizerem: “Não queremos o candidato Haddad, com sua agenda gay descarada. Não queremos também o candidato Serra, com sua agenda gay diplomática e macia. Não queremos ECOS ameaçando nossos filhos nas escolas!”
Se um número grande de cidadãos fizer uma manifestação de rejeição aos dois candidatos que mentem e não defendem a família, haverá resultados. Mas se não houver resistência e protestos nas ruas, os eleitores e seus filhos dependerão da fatalidade.
Se Haddad ganhar, é certeza que sua agenda enfrentará a resistência de uma população que já está acordada para as intenções do PT.
Mas se Serra ganhar, temo que, como já ocorreu em vezes anteriores, a população terá dificuldade de enxergar, e mais ainda de confrontar, a agenda de tentáculos diplomáticos do PSDB que não para de avançar há mais de uma década.
Que o diga ECOS!
Não tenho o poder midiático que Silas Malafaia e Reinaldo Azevedo têm. Mas disponibilizo a eles e ao público em geral informações que mostram as verdadeiras forças ocultas por trás do kit gay do PT, as mesmas forças recomendadas pelo guia do PSDB.
Do ponto-de-vista da ECOS, tanto faz o PSDB quanto o PT ganharem. ECOS sabe que seu papel e importância entre eles estão garantidos.
Acho difícil Azevedo aceitar a realidade, pois sua paixão pelo PSDB supera a paixão de qualquer fã de time de futebol.
Mas que pelo menos Malafaia acorde, lembrando-se do que diz a Palavra de Deus:
“O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento…” (Oséias 4.6.)
Dá para dizer também que os líderes estão sendo destruídos por não terem o conhecimento que precisam ter.
Cada um, pois, use o conhecimento aqui disponível para ajudar os líderes cristãos, eleitores e seus filhos a não serem destruídos pelas forças da depravação adotadas pelo PT e PSDB.
Leitura recomendada:

31 de agosto de 2012

AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão


AIDS: Para promover a devassidão é preciso garantir um Estado anticristão

Pentecostais e católicos na mira da ONU

Julio Severo
Site do Ministério da Saúde afirma que “Para combater a AIDS é preciso garantir o Estado laico”. Sabendo que o jeito do governo brasileiro combater a AIDS é inchar especialmente grupos gays com gordas verbas de nossos impostos, o resultado final não poderia ser outro: ativistas gays com dinheiro e orgias de sobra, e a AIDS com epidemias de sobra, principalmente entre homossexuais.
Isso não é combater a AIDS. Isso é promover.
Combater, no dicionário, significa “lutar contra” e “fazer guerra”. A promiscuidade e a devassidão sexual, que são as principais causas da epidemia evitável, não estão sendo combatidas. Aliás, o governo brasileiro não tem plano nenhum de fazer guerra aos comportamentos promíscuos e devassos.
Contra quem ou o que o governo brasileiro deveria lutar? Pedro Chequer, representante do Programa das Nações Unidas para o HIV/AIDS (Unaids) no Brasil, deu sua opinião: “Urge lutar para a retomada do Estado verdadeiramente laico porque em muitos países estamos vendo como o fundamentalismo religioso — dos pentecostais no Brasil ou dos católicos em muitos países hispano-americanos católico — prejudica seriamente o combate à AIDS”.
Não que o governo brasileiro não tenha essa mesma opinião. Não que os ativistas gays não tenham a mesma postura. Estado laico é o eufemismo usado por eles para designar um Estado que combate ativamente os valores cristãos. E o representante da ONU já deu a dica: o alvo são os pentecostais e os católicos.
Pentecostais e católicos acreditam e ensinam que o sexo é apenas para um homem e mulher ligados pelo compromisso sagrado do casamento.
Em contraste, o governo brasileiro e a ONU acreditam e ensinam que o sexo é apenas um instrumento de “diversão”, cujas consequências físicas e financeiras devem ser jogadas sobre toda a sociedade, até mesmo sobre famílias que nunca apoiaram nem viveram as orgias promovidas por ambos.
Se a sociedade seguir os valores cristãos promovidos por pentecostais e católicos, o governo vai ter de parar de combater o sexo somente para o casamento e passar a combater as condutas depravadas. Se isso acontecer, a epidemia da AIDS vai se extinguir — e junto vai se extinguir a principal fonte de financiamento do ativismo gay.
Em 2009, recursos do Programa Nacional DST/Aids do Ministério da Saúde foram investidos numa pesquisa de censura gay a livros didáticos, de modo que as crianças tivessem sobre a sexualidade acesso apenas à opinião dos devassos.
O dinheiro não foi para a AIDS. Foi para o ativismo gay nas escolas.
Alguns militantes homossexuais que trabalham com questões de AIDS estão revoltados com os desvios desse dinheiro. Conforme saiu na imprensa gay:
“Stalinista. Foi dessa forma que o ativista José Araújo, diretor da AFXB (Centro de convivência para crianças que vivem com HIV/Aids em São Paulo), classificou alguns setores do movimento gay... ‘A fome de poder deles está sendo saciada pelo Programa Nacional [de DST/Aids]’, avalia Araújo. Para José Roberto Pereira, mais conhecido como Betinho, está acontecendo ‘um aumento cada vez maior da intervenção do movimento gay no movimento de Aids’. ‘Eu sou gay, não tenho o menor problema com gay, mas... existe uma espécie de estrangulamento do movimento de Aids com o crescimento do movimento gay’, acredita Betinho. Fundos importantes da Aids estão indo para o movimento gay e não estou vendo uma queda dos índices [da epidemia do HIV entre os homossexuais]’, avalia Betinho, um dos colaboradores do Projeto Bem-Me-Quer. (...) ‘O movimento de Aids está perdendo sua característica. Está virando um grande movimento gay’, lamentou, em outro momento, José Araújo, da AFBX.”
Na opinião dos que promovem a devassidão, é melhor seguir o conselho do representante da ONU. Mas três décadas têm comprovado fartamente que seguir tal conselho não é saudável para ninguém.
Contudo, o que importa, para eles, é que a epidemia da AIDS tem sido fartamente saudável para o bolso deles. E para proteger o bolso deles, eles farão todo e qualquer combate ao que o representante da ONU chamou de “fundamentalismo religioso” dos pentecostais e católicos.