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6 de outubro de 2013

Grupos Abortistas na ONU Miram Mulheres Africanas


Grupos Abortistas na ONU Miram Mulheres Africanas

Dra. Rebecca Oas
NOVA IORQUE, EUA, 4 de outubro (C-FAM) “Quantas mulheres inférteis o Fundo de População da ONU está ajudando?
Não é uma pergunta que o Dr. Babatunde Osotimehin estava esperando num debate televisionado sobre crescimento da população mundial. O diretor do FNUAP murmurou: “um número considerável.” O outro membro da mesa-redonda não ficou satisfeito. “Seria correto dizer que é zero?” insistiu o Prof. Matthew Connelly.
A pergunta de Connelly ilustra a combinação desconfortável entre o movimento feminista mundial e o movimento de controle populacional, que viram na promoção da contracepção um ponto em comum. Para as feministas, o planejamento familiar (isto é, evitar filhos) é um meio das mulheres realizarem suas aspirações; para os ambientalistas, é um modo de garantir menos pessoas.
Enquanto as mulheres desejam famílias menores, os interesses dos dois movimentos coincidem. Mas e quanto às mulheres que querem filhos? Essa pergunta cada vez mais se centra no continente africano. Dados de pesquisas globais mostram que as mulheres africanas querem mais filhos do que as mulheres em outros países do mundo — acima de cinco filhos por mulher na África subsaariana. Tal aceitação cultural de filhos pode agravar a tristeza de mulheres que sofrem do emergente problema da infertilidade na África, o qual é muitas vezes o resultado de infecções tratáveis. Essa questão permanece em grande parte negligenciada como uma prioridade de desenvolvimento.
A África está atrás do resto do mundo em pobreza, saúde materno-infantil e infraestrutura geral. Osotimehin a descreve como o “campo de testes final” para as iniciativas de desenvolvimento.
Aproximadamente vinte anos atrás, a ONU realizou uma conferência mundial no Cairo que estabeleceu uma agenda global de desenvolvimento. Agora essa agenda está se aproximando de um importante aniversário e ocasião para revisão. Nesta semana, a África realizará a última de uma série de conferências regionais para debater prioridades de desenvolvimento para além de 2014.
Os grupos feministas visaram cada uma dessas conferências regionais para alcançar o que não conseguiram no Cairo: o estabelecimento de um direito internacional ao aborto. Uma organização feminista descreveu suas prioridades como “acesso ao aborto seguro e legal, contracepção moderna e educação sexual abrangente.”
Autoridades governamentais se queixaram de que as conferências da América Latina e Ásia-Pacífico foram “sequestradas” para promover o aborto e direitos sexuais.
A reunião regional final será em Addis Ababa, Etiópia. Na semana passada uma conferência de jovens realizada na mesma cidade divulgou uma lista de “prioridades dos jovens africanos.” A cerimônia de abertura apresentou uma palestrante da Federação Internacional de Planejamento Familiar exortando os participantes a colocar forte ênfase nos serviços de saúde sexual e reprodutiva.
O documento de jovens pediu que os governos removessem as restrições legais ao aborto e garantissem acesso “seguro e abrangente” ao aborto.
Um das maiores razões dadas para promover o aborto e o planejamento familiar na África é o elevado índice de mortes maternas e infantis. Embora os grupos feministas e de controle populacional prescrevam aborto e contraceptivos como uma solução principal, menos bebês não tornarão o parto mais seguro para mães ou crianças. Sem melhor infraestrutura de assistência de saúde e acesso a transporte adequado — que são responsáveis pela grande melhoria nos resultados de saúde materna em outras regiões como a América Latina — as mulheres e as crianças continuarão a sofrer e morrer no parto.
A Fundação Gates também está mirando a África. Em novembro, a capital da Etiópia realizará uma conferência complementar à Cúpula de Planejamento Familiar de Londres onde os líderes mundiais se comprometeram a dar bilhões de dólares para garantir que as mulheres tenham as famílias que querem — enquanto isso significar ter menos filhos.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
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28 de setembro de 2013

Agência da ONU É Repreendida por Interferir em Negociações da ONU


Agência da ONU É Repreendida por Interferir em Negociações da ONU

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 27 de setembro (C-FAM) Diplomatas e ministros de Bangladesh estão acusando uma agência da ONU de se meter em seus assuntos e enganar uma conferência internacional. O embaixador de Bangladesh na ONU atacou as ações polêmicas da agência na imprensa
A agência em questão é o polêmico Fundo de População da ONU (FNUAP). O FNUAP foi criticado no passado porque ajudou a estabelecer e implementar coercivos programas de controle populacional em vários países.
O FNUAP instruiu a delegação de Bangladesh sobre como votar e o que dizer numa conferência finalizada recentemente em Bangcoc, de acordo com o Dhaka Tribune. O jornal noticiou que os delegados se sentiram “sem jeito” porque o FNUAP pagou as despesas da delegação e colocou um representante de uma organização não governamental na delegação para pressioná-los. Os relatórios vieram de membros da delegação e outras fontes internas.
O documento da conferência está sendo abundantemente elogiado como “inovador” por declarar os direitos sexuais e reprodutivos como “indispensáveis” para o desenvolvimento sustentável e uma “parte essencial” da agenda de desenvolvimento pós-2015. Esses termos são polêmicos porque os ativistas pró-aborto e alguns dentro do sistema da ONU dizem que eles incluem o aborto.
Os relatórios lançam uma sombra sobre o resultado da conferência que teve o comparecimento de 500 delegados, ministros e autoridades de 47 países, indicando que alguns delegados estavam fazendo o papel do FNUAP e não representavam a vontade soberana de seus respectivos países.
O FNUAP mostrou suas expectativas de antemão aos delegados da conferência, instruindo-os no que dizer e como votar. Uma nota do FNUAP orientou a “deixar de votar contra quaisquer propostas em favor de serviços LGBT” e “fortemente apoiar” informações, serviços e educação de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes.
M.M. Niazuddin, ministro da Saúde de Bangladesh, que liderou a delegação, admitiu que o FNUAP preparou um discurso para ele. Ele disse que um discurso preparado pelo embaixador de Bangladesh para a ONU era “longo demais.”
A.K. Abdul Momen, embaixador de Bangladesh e um experiente elaborador de políticas internacionais, atacou a pressão para aceitar direitos sexuais, direitos LGBT e polêmicos programas de educação sexual durante a conferência. Ele disse que a educação que está vindo do sistema da ONU envolve ensinar crianças pré-pubescentes “como ter sexo por meio de desenhos animados.”
As revelações das táticas do FNUAP levam a perguntas sobre como ele gasta o dinheiro dos países que fazem contribuições. A agência tem sido o tema de múltiplas auditorias.
O FNUAP diz que seu orçamento de 1 bilhão de dólares vai para a facilitar a disponibilização da contracepção, combater a fístula obstétrica, reduzir a mortalidade materna e outras questões. Apenas neste ano o FNUAP organizou duas outras conferências regionais como a de Bangcoc.
Nafis Sadik, ex-diretora do FNUAP, admitiu no começo deste ano que ela usou doações do FNUAP para colocar ativistas pró-aborto em delegações governamentais em conferências internacionais. Essa notícia mais recente mina mais ainda a credibilidade do FNUAP.
A conferência foi uma oportunidade para o FNUAP colorir o jeito que os países entendem o Programa de Ação da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD) de 1994 — um acordo fundamental de políticas sociais da ONU. O sistema da ONU está realizando uma revisão de 20 anos da CIPD, e conjuntamente está estabelecendo uma agenda de desenvolvimento pós-2015 para substituir as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
O FNUAP está pressionando os países a adotar políticas polêmicas como direitos de aborto, novos direitos especiais para indivíduos LGBT e direitos sexuais para menores como prioridades para a agenda de desenvolvimento pós-2015. Os países rejeitaram essas políticas em 1994. Várias delegações na Conferência da Ásia expressaram reservas a referências no documento final que fazem os países avançarem para a aceitação dessas políticas.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
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ONU quer criminalizar “homofobia”

6 de novembro de 2012

ONU quer criminalizar “homofobia”


ONU quer criminalizar “homofobia”

Aumenta a pressão para aprovar lei que criminalizará “preconceitos”

Reportagem da redação do WND
Uma coalizão de organizações da ONU se uniu aos ativistas homossexuais do Brasil numa campanha para pressionar o Brasil a criminalizar a “homofobia” com o pretexto de que tais “preconceitos” são um impedimento para os programas de prevenção à AIDS.
De acordo com uma reportagem de Julio Severo, dono do blog de língua inglesa Last Days Watchman, uma recente carta dirigida à presidente Dilma Rousseff e outras autoridades explica que a comunidade homossexual do Brasil tem sido infestada por índices de AIDS de “mais que 10 por cento”.
Embora a “epidemia” de AIDS esteja varrendo o Brasil, apenas 0,6 da população geral foi afetada. A carta afirma que o “principal culpado da elevada prevalência do HIV entre homossexuais é a elevada violência contra eles”.
A carta também diz que preconceitos contra a homossexualidade são um forte impedimento para os programas de prevenção à AIDS.
A carta recente veio do Grupo Temático Expandido em HIV/AIDS no Brasil, em parceria conjunta com USAID, ACNUR, ONU Mulheres, UNAIDS, UNESCO, FNUAP, UNICEF e várias outras organizações.
Os signatários incluem o Ministério da Saúde do Brasil e a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência do Brasil e a ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, relatou Severo.
A iniciativa ocorre num momento em que as organizações socialmente progressistas estão aumentando sua pressão para que o Brasil promova e proteja a homossexualidade, ao ponto de sujeitar os que têm opiniões discordantes a ações criminais.
Um recente estudo testou a população brasileira para apurar o nível de “homofobia” perguntando às pessoas para que comentassem acerca de tais declarações como “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel e tenham filhos”, relatou Severo.
Ele disse que os 92% de brasileiros que concordaram parcial ou completamente com essa declaração foram rotulados de “homofóbicos”.
“Com base nos resultados totais do estudo, o governo brasileiro determinou que 99% de seus cidadãos eram ‘homofóbicos’ e portanto precisavam ser reeducados”, explicou ele.
“Ao que tudo indica falhando em sua missão de realizar uma reeducação em massa de seu povo, o governo de Dilma agora recebe apoio internacional para avançar seus empacados projetos e medidas anti-‘homofobia’”.
Severo disse que a carta explica que a criminalização da “homofobia” é “fundamental para o sucesso dos programas de AIDS”.
Em sua reportagem, ele disse: “A carta dá um exemplo da elevada violência contra os gays, citando uma estatística de 278 homossexuais assassinados em 2011 no Brasil. A estatística, produzida pelo Grupo Gay da Bahia, é um contraste total com os cerca de 50.000 brasileiros assassinados a cada ano. As políticas socialistas de desarmamento têm deixado a população brasileira à mercê de criminosos e assassinos. Os homossexuais, que muitas vezes vivem em áreas infestadas de prostituição e drogas, não são mais vulneráveis do que a população geral”.
Severo também comentou que essa informação é suspeita, pois sua fonte é o Grupo Gay da Bahia. Ele disse que esse grupo foi fundado por Luiz Mott, cuja defesa da pedofilia é pública.
Severo disse que a carta frisa que o Estado brasileiro não deve ter conexão religiosa.
“O governo brasileiro não tem religiões oficiais e não-oficiais, mas as agências da ONU por trás da carta estavam obviamente de olho nos sentimentos cristãos da maioria dos brasileiros”, disse ele. “Por causa desses sentimentos e herança, os brasileiros rejeitam qualquer tipo de doutrinação homossexual nas escolas e a imposição da ideologia gay em sua sociedade”.
Ele disse que a carta pressiona em favor da adoção de medidas para combater a “homofobia”, inclusive planos como o PLC 122, uma lei que tornará crime as opiniões “homofóbicas”.
Os críticos argumentam que a aprovação do projeto censuraria os líderes e membros de grupos religiosos que mencionam versículos anti-sodomia da Bíblia — até mesmo dentro dos templos.
Severo disse: “Certamente, o governo de Dilma recebe de braços abertos a pressão para fazer exatamente o que já vem querendo fazer há um longo tempo: impor a agenda gay na maioria dos brasileiros que insiste em ver a homossexualidade como uma anormalidade”.
O trabalho de Severo de defender a família no Brasil tem atraído grande oposição. Numa reportagem, o WND noticiou quando o PayPal atendeu a um campanha online realizada por ativistas homossexuais. A campanha exigia que o PayPal lançasse uma investigação contra Severo e lhe negasse o uso de seu sistema.
Os executivos do PayPal despacharam um email explicando que por causa de “restrições legais e regulatórias”, a empresa PayPal Private Limited “não pode processar pagamentos de doações para entidades de caridades e organizações sem fins lucrativos que não foram registradas; organizações/partidos políticos; instituições religiosas; levantadores de fundos para pessoas ou organizações, etc.”
A medida do PayPal cortou importantes níveis de apoio financeiro para Severo, que depende de amigos e outros para continuar o trabalho de seu ministério.
“O PayPal diz que não permite o uso de seu serviço para atividades que promovem ódio, violência ou intolerância racial, mas sua ação contra minha conta foi incitada por uma campanha de ódio por parte de ativistas gays que queriam fechar minha conta”, Severo disse para WND na época. “Estou muito preocupado, pois o PayPal se prostrou diante dos militantes gays e sua campanha de ódio para que eu fosse excluído do PayPal”.
O PayPal não quis fazer comentário, mas outros não hesitaram em expressar suas opiniões. Don Hank, que é o dono do site Laigle’s Forum, disse: “Isso é guerra… o PayPal é agora o inimigo oficial do Cristianismo tradicional”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de WND: U.N. wants ‘homophobia’ criminalized
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5 de maio de 2012

Chen fez uma descoberta horripilante: governo de Obama é apenas outro membro da máfia do controle populacional


Chen fez uma descoberta horripilante: governo de Obama é apenas outro membro da máfia do controle populacional

Matthew Cullinan Hoffman
3 de maio de 2012 (LifeSiteNews.com) — O dissidente chinês Chen Guangcheng, que sofreu anos de prisão e surras por fazer objeção às esterilizações e abortos forçados em sua pátria, pensava que poderia encontrar um abrigo e amizade na embaixada dos Estados Unidos depois de sua recente fuga da prisão domiciliar. Ele está agora aprendendo, do jeito difícil, que o governo pró-aborto de Obama, que ajuda a financiar a mesma “política de único filho” que Chen combate, preferiria vê-lo desaparecer.
Chen Guangcheng
A presença de Chen na embaixada durante a semana passada foi pouco mais que um incômodo perigoso para o Departamento de Estado de Hillary Clinton. A principal meta do Departamento de Estado dos EUA é há muito tempo a promoção e proteção dos interesses comerciais americanos no exterior, e os “direitos humanos” muitas vezes fornecem o pretexto útil para criticar governos que se rebelam contra as pressões econômicas dos EUA. Contudo, o caso de Chen apenas ameaça um relacionamento amigável e extremamente lucrativo entre os EUA e a China, e não apresenta nenhuma “vantagem” para a balança final americana.
Pior para Chen é sua oposição desconfortável e embaraçosa à agenda de controle populacional da China, uma política apoiada pelo governo de Obama e em especial pelo Departamento de Estado, que está gastando dezenas de bilhões de dólares em tais programas no mundo inteiro. Embora se oponha, apenas da boca para fora, às esterilizações e abortos forçados, o governo americano está simultaneamente ajudando a financiar a máquina de controle populacional da China com dezenas de milhões de dólares em subsídios para o Fundo de População da ONU (FNUAP), que ajuda a administrar a brutal política de filho único da China.
Talvez seja por isso que, de acordo com Chen, seus “anfitriões” americanos começaram a se parecer mais com membros da máfia internacional do controle populacional que está matando seu país, do que defensores deslumbrados de “direitos humanos”.
Chen, que diz que se sentiu pressionado a deixar a embaixada, acrescenta que finalmente decidiu deixar quando as autoridades americanas lhe informaram que se ele não saísse, sua esposa seria surrada por vingativas autoridades chinesas. Os funcionários da embaixada negam essa declaração, embora admitam que informaram Chen que sua esposa seria levada de volta para a residência em que o casal havia sido surrado muitas vezes.
Até mesmo a organização pró-aborto de direitos humanos “Human Rights Watch” admite, nas palavras de seu diretor, que os “EUA dizem que não transmitiram nenhuma ameaça de prejudicar a família de Chen, mas realmente disseram que eles seriam devolvidos ao lugar onde sofrerem maus-tratos. É a mesma coisa”.
A versão siciliana da máfia italiana poderia ter utilizado uma linguagem como esta: “Você tem uma bela esposa, sr. Chen… seria uma pena se alguém quebrasse as pernas dela…”
A embaixada americana foi tão amistosa quanto um chefão de máfia que quer um favor de você — nesse caso, ir embora. Eles deram muitos “abraços” em Chen, e prometeram lhe dar uma carona legal para um hospital chinês, onde eles permaneceriam com ele, diz ele. Em vez disso, eles abandonaram a ele e sua esposa no hospital. Suas ligações desesperadas para a embaixada não eram atendidas. De repente, Chen era persona non grata na “terra dos livres”.
“A embaixada me disse que providenciariam alguém para me acompanhar o tempo todo”, Chen disse aos jornalistas. “Mas hoje quando cheguei à ala do hospital, vi que não havia uma única autoridade de embaixada ali, de modo que fiquei muito insatisfeito. Senti que eles não me disseram a verdade sobre essa questão”.
Depois que Chen estava de forma segura fora dos muros do complexo da embaixada, o governo dos EUA informou a ele que ele não precisava se incomodar de voltar. “Esse foi um caso fora do comum envolvendo uma circunstância excepcional, não antecipamos que se repetirá”, uma autoridade anônima do governo de Obama disse aos jornalistas.
E caso Chen se sentisse tentado a se queixar sobre o tratamento que recebeu, havia outra mensagem para ele da parte de seu “amigo” Jerome Cohen, assessor da entidade de controle populacional Conselho de Relações Externas, que mantem um relacionamento muito estreito com o Departamento de Estado.
Cohen, que ganhou a confiança de Chen quando ele lhe deu ajuda em suas conversas com o governo chinês em 2005, falou sombriamente das consequências para Chen se ele desagradasse ao governo de Obama.
“Penso que o resultado mais triste seria se acontecessem casos agora que colocassem Chen em guerra com o governo dos EUA que representa seu único apoio seguro”, Cohen disse para a revista Time. “Isso poderia facilmente acontecer por meio de confusão, por meio de confusão sendo semeada que criaria desconfiança entre ele e os EUA, e então ele ficaria aí fora sozinho e isso seria muito, muito infeliz”.
Muito infeliz mesmo. Entende o recado, sr. Chen? Dane-se… e não nos retruque.